quarta-feira, outubro 10, 2007

O Molhe

Acabei de ouvir o líder parlamentar do PS na Assembleia Legislativa da Madeira, Vítor Freitas, a propósito da iniciativa do PCP acerca das obras em curso no Molhe da Pontinha, citar o que aqui escrevi sobre este assunto. Limito-me a reafirmar o que escrevi, sem retirar uma vírgula que seja. Mas nada de confusões: uma coisa são as questões processuais, que desconheço em absoluto, outra coisa - e foi disso que falei - é a dimensão das obras que ali estão a ser feitas e o absurdo da intervenção que descaracterizou um forte que deveria ser preservado porque referência histórica da própria Madeira. Citando o caderno de encargos, que eu desconheço em absoluto, Edgar Silva deixou várias questões que podem reforçar a suspeição. Eu até acho que esta concessão deveria terminar imediatamente, e que ali poderia ser construído apenas um museu, por exemplo mostrasse a todos a importância das ligações marítimas para a Madeira, a todos os níveis, incluindo o turismo, emigração e abastecimento, e ao longo dos anos. Sobre este aspecto o deputado do PSD, Rui Moisés, no seu confronto com a oposição, esteve bem. Uma coisa são as minhas opiniões pessoais, outra cousa é o signatário enquanto Secretário-Geral Adjunto do PSD, duas situações distintas, porque não prescindo da liberdade de ter uma opinião pessoal que nada tem a ver - e é desonesto tentar fazer o contrário - com responsabilidades que tenha, seja onde for.

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