A ser verdade a notícia que li hoje o DN do Funchal, segundo o qual "Ir a Lisboa e vir por 100 euros é a proposta da easy", vejo cada vez mais a necessidade de ser pensada muito seriamente a problemática dos transportes aéreos para que as pessoas não caiam na ilusão de que está tudo resolvido. Pelo contrário... E se o projecto da "easy jet" falhar daqui a uns meses, quem vai compensar o abandono da linha pelo operador que não vai pedir licença a ninguém para o fazer? É que a notícia do jornal que que "a easyJet, que já havia anunciado intenção de voar desde a Madeira para o Continente a preços convidativos, está a estudar a viabilidade da rota e definiu uma 'baliza' de preços que se cifram entre os 120 e os 160 euros. Viajar para Lisboa custará assim menos de metade do actuais preços praticados pelas companhias que operam na rota, uma vez que ao valor máximo proposto (160 euros) há que retirar a compensação indemnizatória dada aos residentes, no valor de 60 euros. Ir a Lisboa e vir custará - já com taxas incluídas - cerca de 100 euros, valor que poderá ser inferior, porque a companhia aérea entende ser possível fazer o trajecto Lisboa-Funchal-Lisboa a preços ainda mais convidativos, na ordem dos 60 euros. Todavia, fundamental para qualquer tomada de decisão por parte da companhia é a aprovação do novo regime de transporte aéreo entre a Madeira e do Continente, que está a ser negociado entre os governos da República e da Região. A liberalização das linhas estava prometida para o corrente mês, mas acabou por ser adiada porque há requisitos que têm de ser aprovados pela União Europeia, sujeita a regulamentação que é da responsabilidade do Governo da República, o que não está a acontecer com a celeridade que a companhia aérea gostaria". Como vai responder - se é que vai responder - a TAP a esta "picadela" da concorrência? A aumentar as viagens em 2 euros cada vez que o petróleo sobe? E quando ele desce? Em vez do lançamento prematuro de foguetes, não é melhor terem calma?sábado, outubro 06, 2007
Aviação: não é melhor terem calma?
A ser verdade a notícia que li hoje o DN do Funchal, segundo o qual "Ir a Lisboa e vir por 100 euros é a proposta da easy", vejo cada vez mais a necessidade de ser pensada muito seriamente a problemática dos transportes aéreos para que as pessoas não caiam na ilusão de que está tudo resolvido. Pelo contrário... E se o projecto da "easy jet" falhar daqui a uns meses, quem vai compensar o abandono da linha pelo operador que não vai pedir licença a ninguém para o fazer? É que a notícia do jornal que que "a easyJet, que já havia anunciado intenção de voar desde a Madeira para o Continente a preços convidativos, está a estudar a viabilidade da rota e definiu uma 'baliza' de preços que se cifram entre os 120 e os 160 euros. Viajar para Lisboa custará assim menos de metade do actuais preços praticados pelas companhias que operam na rota, uma vez que ao valor máximo proposto (160 euros) há que retirar a compensação indemnizatória dada aos residentes, no valor de 60 euros. Ir a Lisboa e vir custará - já com taxas incluídas - cerca de 100 euros, valor que poderá ser inferior, porque a companhia aérea entende ser possível fazer o trajecto Lisboa-Funchal-Lisboa a preços ainda mais convidativos, na ordem dos 60 euros. Todavia, fundamental para qualquer tomada de decisão por parte da companhia é a aprovação do novo regime de transporte aéreo entre a Madeira e do Continente, que está a ser negociado entre os governos da República e da Região. A liberalização das linhas estava prometida para o corrente mês, mas acabou por ser adiada porque há requisitos que têm de ser aprovados pela União Europeia, sujeita a regulamentação que é da responsabilidade do Governo da República, o que não está a acontecer com a celeridade que a companhia aérea gostaria". Como vai responder - se é que vai responder - a TAP a esta "picadela" da concorrência? A aumentar as viagens em 2 euros cada vez que o petróleo sobe? E quando ele desce? Em vez do lançamento prematuro de foguetes, não é melhor terem calma?
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