De Bernardo Trindade. Há dias escrevi o que escrevi e mantenho o que disse. Se pugna por princípios éticos, se pugna pela correcção, então não podia ter sido cúmplice e permitir javardices de gente que sob a capa do anonimato insultou e atacou. Senti pena dele porque foi o primeiro a dar a cara pelo PS, e não devia, porque é membro do governo socialista e colonial de Lisboa, e por siso deveria ser o último a falar, porque não tem legitimidade para falar na lei de finanças regionais, porque deveria ter estofo para assumir a derrota, porque é melhor que fique por Lisboa a tratar da sua imagem e da sua vidinha política porque aqui já percebeu que não vai a lado nenhum. Senti pena dele, confesso, mas pelo que atrás referi, acho que Trindade merecia sofrer e partilhar esta estrondosa derrota. O melhor é apanhar o primeiro avião e “desaparecer” juntando-se aos seus colegas de governo em Lisboa hoje acusados pelo editor das SIC Notícias, Ricardo Costa, de “traição” ao PS Madeira e a Serrão por não terem vindo ao Funchal fazer campanha. Para quê? Para levarem uma banhada destas?
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