Narana Coissoró atribui a Portas «derrota muito pesada»
O ex-dirigente acusou Portas de ter tido «uma derrota muito pesada» nas regionais, e convidou o líder do CDS-PP Madeira a «tirar consequências» dos resultados. O CDS-PP foi o quarto partido mais votado, com 7512 votos e 5,34 por cento, mantendo os dois deputados que tinham na região.No entanto, em 2004 o CDS-PP tinha sido a terceira força política com 7 por cento dos votos, o que representava já uma descida em relação à anterior eleição na Madeira sob a direcção de Paulo Portas, em 2000, quando os democratas-cristãos conseguiram mais de 9 por cento dos votos.
«O Paulo Portas 3 continua o velho ciclo do Paulo Portas 2, mas para pior», criticou Narana Coissoró, que apoiou a anterior direcção de José Ribeiro e Castro. Apesar de o CDS ter mantido os dois deputados na Madeira, Narana Coissoró considerou que a alteração na lei eleitoral da região permitia ao partido ter eleito um terceiro parlamentar.
«A projecção dos resultados autárquicos para a Madeira com Ribeiro e Castro [em 2005] dava para eleger três deputados», salientou. Por outro lado, Narana Coissoró salientou que «pela primeira vez» o CDS-PP dividiu os votos com o Partido da Nova Democracia, que conseguiu eleger um deputado, e considerou esta «a primeira derrota de Portas contra Sócrates».
«Fez uma campanha contra José Sócrates em vez de fazer a campanha contra Alberto João Jardim, é a primeira derrota face a Sócrates», acusou.
Narana Coissoró estendeu as suas críticas ao líder do CDS-PP da Madeira, José Manuel Rodrigues. «Está há muito tempo no lugar e tem vindo sempre a descer. É chegado o tempo de tirar consequências, como fez Paulo Portas nas últimas legislativas, mas com a condição de não regressar um ou dois anos depois», afirmou, num apelo à saída de José Manuel Rodrigues (fonte: semanário Sol)
O ex-dirigente acusou Portas de ter tido «uma derrota muito pesada» nas regionais, e convidou o líder do CDS-PP Madeira a «tirar consequências» dos resultados. O CDS-PP foi o quarto partido mais votado, com 7512 votos e 5,34 por cento, mantendo os dois deputados que tinham na região.No entanto, em 2004 o CDS-PP tinha sido a terceira força política com 7 por cento dos votos, o que representava já uma descida em relação à anterior eleição na Madeira sob a direcção de Paulo Portas, em 2000, quando os democratas-cristãos conseguiram mais de 9 por cento dos votos.
«O Paulo Portas 3 continua o velho ciclo do Paulo Portas 2, mas para pior», criticou Narana Coissoró, que apoiou a anterior direcção de José Ribeiro e Castro. Apesar de o CDS ter mantido os dois deputados na Madeira, Narana Coissoró considerou que a alteração na lei eleitoral da região permitia ao partido ter eleito um terceiro parlamentar.
«A projecção dos resultados autárquicos para a Madeira com Ribeiro e Castro [em 2005] dava para eleger três deputados», salientou. Por outro lado, Narana Coissoró salientou que «pela primeira vez» o CDS-PP dividiu os votos com o Partido da Nova Democracia, que conseguiu eleger um deputado, e considerou esta «a primeira derrota de Portas contra Sócrates».
«Fez uma campanha contra José Sócrates em vez de fazer a campanha contra Alberto João Jardim, é a primeira derrota face a Sócrates», acusou.
Narana Coissoró estendeu as suas críticas ao líder do CDS-PP da Madeira, José Manuel Rodrigues. «Está há muito tempo no lugar e tem vindo sempre a descer. É chegado o tempo de tirar consequências, como fez Paulo Portas nas últimas legislativas, mas com a condição de não regressar um ou dois anos depois», afirmou, num apelo à saída de José Manuel Rodrigues (fonte: semanário Sol)
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