quinta-feira, setembro 06, 2007

Albuquerque no "JM" (II)

"A devastação ideológica que se verifica nos partidos da pseudo-esquerda regional e a falta de qualidade dos seus principais agentes políticos explicam quase tudo.Após décadas de erros e de descrédito, o vazio crónico de ideias e de convicções que caracteriza esta pseudo-esquerda folclórica, deu lugar a um pragmatismo hipócrita que pretende transformar o quadro político regional num exercício de justicialismo populista e demagógico.Toda a gente percebe o exercício.A idiotia e os erros políticos que rodearam a queda do executivo municipal em Lisboa serviu-lhes de inspiração.A “boataria”, a insinuação cobarde, e a calúnia torpe para “políticos”?!!? deste calibre parece que são suficientes para substituir a inexistência de políticas alternativas e, sobretudo, para suprir a confiança dos eleitores que sempre lhes foi negada nas urnas.Felizmente, para mal desses indivíduos, vivemos numa Terra pequena e os cidadãos sabem perfeitamente o que se passa.Sabem quem é honesto e quem é desonesto; conhecem bem quem exerce o poder político ao serviço da “res publica” e aqueles que pretendem alcançar o poder para o exercerem em benefício próprio; conhecem a forma e o modo como as instituições políticas e os dinheiros públicos são rigorosamente controlados por órgãos vocacionados para o efeito, designadamente o Tribunal de Contas.Infelizmente, para “estes” justiceiros de pacotilha, o caminho é curto e o cinismo é por demais evidente. É fácil desmascará-los" (fonte: artigo publicado por Miguel Albuquerque no Jornal da Madeira)

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