Espero
muito sinceramente que a comunicação social procure desvendar os
"mistérios" destas retiradas de competências na CMF centralizando-as
todas no Presidente da edilidade. Uma coisa são as notícias
"controladas"passadas cá para fora, outra coisa são os factos que
verdadeiramente estão por detrás de tudo o que se tem passado. Os
eleitores da Mudança certamente que agradecem à comunicação social que
ajude a desvendar o que se tem passado. Dou uma dica: terá o processo
da não contratação pela CMF do arquiteto Vilhena, mandatário da
coligação Mudança - que terá despoletado alguma irritação entre os
mais...fortes! - alguma coisa a ver com esta degradação interna? Ou
melhor seria que desvendassem certas ligações que aparentemente seriam
impensáveis? Mas aqui o erro é meu porque já tenho idade e experiência
para saber que em política não devemos acreditar no Pai Natal. E quando
de trata de negócios, de interesses, etc e tal, as coisas ficam mais
confusas... Recomendo, entretanto, a leitura desta notícia do DN local.
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quarta-feira, maio 07, 2014
sexta-feira, novembro 21, 2008
A CMF e a PJ: e as causas?
Se a ideia é por via do empolamento de títulos, vender exemplares ou dar a uma determinada notícia uma amplitude que não tem, então a técnica está correcta, e consta de qualquer manual do jornalismo. Basta ver, todos os dias, o desfasamento entre o conteúdo de um texto, e o título, a capa de uma revista e a notícia no interior, a dimensão utilizada nas primeiras páginas dos jornais para destacar um determinado título e o “flop” que depois representa a notícia em si mesma. Mas não é disso que vou falar. Gostaria apenas de perceber porque motivo o DN de hoje, perspicaz, e muito bem, na notícia sobre as audições que a Polícia Judiciária está a efectuar a técnicos da Câmara do Funchal – pelo menos foi isso que li – não conseguiu desta feita saber, ao contrário de outras vezes, qual o assunto que está na base, agora, destas iniciativas policiais, que suspeitas existem afinal, qual o sector envolvido, que tipo de ilegalidades estão alegadamente sob suspeita e investigação, que serviços prestados estão sob investigação, etc. Lendo a notícia do DN fica-se apenas a saber que “todos os dias a PJ ouve pessoas, faz interrogatórios, desta vez foram chamados alguns quadros da Câmara”. Mas o essencial não é isso...
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