Escreve a jornalista do Expresso, Luísa Meireles, que "em Portugal, 34% das pessoas consideram que o euro teve um efeito negativo na economia, mas apesar disso, querem manter-se na zona euro. Apenas 20% gostaria de regressar ao escudo. De acordo com o inquérito da Transtlantic Trends, Portugal é assim o país onde mais pessoas têm má opinião sobre a moeda única mas querem mantê-lo, logo seguido da França (33%), Espanha (30%) e Itália (30%). Todavia, o campeão da perceção negativa sobre o euro é o Reino Unido (89%), seguido da Suécia (84%) e da Polónia (71%), todos países que se encontram fora da "eurolândia". Por outro lado, são também os países mais em dificuldades que apresentam taxas mais elevadas de desacordo em relação à gestão da crise pelos seus governos (65% em Portugal), sendo também o nosso país aquele que tem uma perceção negativa do sistema económico, no sentido de que a maioria dos benefícios reverte em favor de uma minoria (90%). Nesta visão, é seguido de perto pela Itália (89%), Bulgária (86%) e Eslováquia (85%).
Campeões no corte da despesa
Quanto às receitas para ultrapassar a crise, os portugueses são também aqueles que defendem um maior corte nas despesas (70%), seguidos de franceses e italianos (65%) e americanos (58%). Uma maioria de portugueses (54%) aprova por outro lado a gestão da crise pela União Europeia, mas uma minoria significativa (35%) aprova as políticas da chanceler alemã Angela Merkel, quase tanto como as do Governo (34%). Perguntados todavia sobre se a UE deve ter mais autoridade sobre os Estados-membros relativamente às políticas económicas e orçamentais, apenas 38% dos portugueses se manifesta a favor (e 59% considera que o seu país deve manter a sua soberania neste domínio).
Mais atlantistas que europeístas
No que diz respeito às questões transatlânticas, a maioria dos portugueses (74%) tem opinião favorável sobre os EUA (e apenas 67% têm a mesma opinião sobre a União). Embora mantendo-se fiéis no apoio a Obama na gestão das políticas internacionais (79%), as opiniões favoráveis dos portugueses cairam 11% face a 2009, quando o Presidente americano assumiu o poder".
Campeões no corte da despesa
Quanto às receitas para ultrapassar a crise, os portugueses são também aqueles que defendem um maior corte nas despesas (70%), seguidos de franceses e italianos (65%) e americanos (58%). Uma maioria de portugueses (54%) aprova por outro lado a gestão da crise pela União Europeia, mas uma minoria significativa (35%) aprova as políticas da chanceler alemã Angela Merkel, quase tanto como as do Governo (34%). Perguntados todavia sobre se a UE deve ter mais autoridade sobre os Estados-membros relativamente às políticas económicas e orçamentais, apenas 38% dos portugueses se manifesta a favor (e 59% considera que o seu país deve manter a sua soberania neste domínio).
Mais atlantistas que europeístas
No que diz respeito às questões transatlânticas, a maioria dos portugueses (74%) tem opinião favorável sobre os EUA (e apenas 67% têm a mesma opinião sobre a União). Embora mantendo-se fiéis no apoio a Obama na gestão das políticas internacionais (79%), as opiniões favoráveis dos portugueses cairam 11% face a 2009, quando o Presidente americano assumiu o poder".
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