Gostaria ainda de sublinhar que não me recordo de ter lido qualquer acto de solidariedade e de apoio aos mais de 50 médicos – jogando muito por baixo – da região que foram prejudicados por “guerras” corporativistas que foram desencadeadas por mera “vendetta” e que ignoraram os prejuízos a jovens colegas que não mereciam e que contaram sempre com o apoio solidário e com manifestações de amizade, por exemplo, da médica Ana Paula Reis, que continua a ser uma referência para esses jovens internos e por quem ele nutrem – e si do que estou a falar – uma enorme simpatia e respeito. Isto para além do acompanhamento permanente ao assunto por arte de Jardim Ramos, de Maurício Melim, Almada Cardoso e Miguel Ferreira, além da preocupação manifestada por alguns médicos que se sentiram atingidos também e naturalmente na sua honra e na sua competência profissional (quando se questiona a idoneidade formativa de um serviço hospitalar é natural que as pessoas se interroguem sobre as reais causas deste veredicto ...), graças a um conjunto de patifarias fomentadas por crápulas que se movimentaram no anonimato, de forma traiçoeira, num processo que a OM local conhece.
Sem comentários:
Enviar um comentário