terça-feira, março 15, 2011

Mais uma história da carochinha

Acabo de ler no DN do Funchal uma notícia do outro mundo relacionada com mais uma tentativa de criação de um caso em volta da presença ou não do deputado António Fontes no plenário de hoje. E se ele estivesse doente? E se ele estivesse fora da região? O processo, em termos de Comissão de Regimento e Mandatos, teria sempre que ser feito tal como foi feito. Não quero alimentar polémicas, não só por amizade que tenho ao António Fontes, que não tem nada a ver com isto (e o facto de ter estado presente ou não vale zero, pois pode sempre justificar a falta e assunto assumido a Assembleia nunca andou atrás de deputados, quando o pedido de suspensão do mandato é apresentado e dele consta uma data em concreto porque o que ocorre é apenas isto: ou estaria presente o deputado que pediu a suspensão de mandato, e não esteve, ou estaria presente o novo deputado que aguardaria a existência ou não de condições (existiram e num processo que foi realizado em menos de 24 horas) para assumir o lugar. E quando falo existência de condições refiro-me ao parecer que tinha obrigatoriamente que ser lido e votado em plenário o que aconteceu. Não quero alimentar polémicas em torno de um processo que o PND, melhor do que ninguém, sabe que foi tratado com total transparência e rapidez. Porque não quero entrar em pormenores que esclareceriam, de uma vez por todas, o assunto. Não comento obviamente as declarações do ex-deputado José Manuel Coelho porque acho intorável que se misture política com família, ainda por cima, inventando factos que, caso fossem verdadeiros - e não sei se são, nem me interessa para nada - nunca deveriam ter sido trazidos para a praça pública de uma forma indigna como aconteceu.

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