Segundo a Lusa, "a obra de construção das Portas do Mar, em Ponta Delgada, pode ter registado uma derrapagem financeira superior a 50 por cento do valor inicial, segundo os dados hoje divulgados pelo Governo Regional dos Açores. Em resposta a um requerimento do Grupo Parlamentar do PSD na Assembleia Legislativa Regional, o executivo socialista divulgou o teor dos contratos estabelecidos entre o governo e o empreiteiro que construiu o novo terminal de cruzeiros, que apontam para um custo de 66 milhões de euros, mais 22 milhões do que o valor de adjudicação. De acordo com os documentos, além dos 44,4 milhões de euros previstos no contrato inicial, o consórcio responsável pela obra (Somague Engenharia, Mota Engil, OFM, Irmãos Cavaco e Zagope) exigiu mais 12 milhões de euros, alegando trabalhos que não estavam previstos, revisões de preços e juros de mora.Em resposta a um requerimento do Grupo Parlamentar do PSD na Assembleia Legislativa Regional, o executivo socialista divulgou o teor dos contratos estabelecidos entre o governo e o empreiteiro que construiu o novo terminal de cruzeiros, que apontam para um custo de 66 milhões de euros, mais 22 milhões do que o valor de adjudicação. De acordo com os documentos, além dos 44,4 milhões de euros previstos no contrato inicial, o consórcio responsável pela obra (Somague Engenharia, Mota Engil, OFM, Irmãos Cavaco e Zagope) exigiu mais 12 milhões de euros, alegando trabalhos que não estavam previstos, revisões de preços e juros de mora".
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