

Em Junho de 2008, os estabelecimentos hoteleiros registaram 3,7 milhões de dormidas, o que representa uma variação negativa face a 2007 (-1,8%). Para este resultado contribuíram principalmente os residentes (-5,1%). Os proveitos totais atingiram 178,7 milhões de euros e os de aposento 121,9 milhões, valores que se traduzem em quebras homólogas de 3,1% e 1,3%, respectivamente.Dormidas
No primeiro semestre de 2008, a hotelaria licenciada recebeu 6,2 milhões de hóspedes a que corresponderam 17,6 milhões de dormidas, ambos os indicadores apresentando uma evolução positiva relativamente ao período homólogo do ano anterior, de 4,2% e 1,5% respectivamente. Os resultados do mês de Junho revelam uma tendência de estabilidade ou de evolução de sentido negativo para os principais indicadores. Com efeito, o número de hóspedes que frequentaram os estabelecimentos hoteleiros atingiu 1,2 milhões, valor semelhante ao do mês homólogo (-0,9%), enquanto que as dormidas (3,7 milhões) apresentam um decréscimo ligeiramente superior (-1,8%) (...) O aumento da procura por parte dos mercados francês e holandês teve maior significado nas regiões Norte, Alentejo e Madeira onde se registaram variações homólogas positivas das dormidas superiores a 20% para ambos os mercados, tendo o mercado francês registado igualmente aumentos importantes na região Centro e Algarve (+33,9% e +36,7%, respectivamente) (...) Por regiões, destacam-se os bons resultados da Madeira, com uma variação homóloga das dormidas de 9,8% e do Centro (+2,1%). Nas restantes, observam-se de 5,4% para o Norte, 5,2% para o Algarve, 4,3% para os Açores, e 1,5% para Lisboa. Mantendo a tendência do mês anterior, o bom desempenho da Madeira resulta principalmente do aumento da procura por parte do mercado britânico, que representa cerca de 33% do total das dormidas de não residentes na região e apresenta um crescimento homólogo de 46,9%. Este aumento está reflectido no acréscimo de passageiros britânicos em transporte aéreo desembarcados na Madeira (45%), que se relaciona com o aumento da oferta em voos considerados de low-cost.
Quase metade dos não residentes escolheram o Algarve como principal destino, seguindo-se as regiões da Madeira e de Lisboa. Os residentes repartiram a sua escolha pelo Algarve, Lisboa, Norte e Centro.
No primeiro semestre de 2008, a hotelaria licenciada recebeu 6,2 milhões de hóspedes a que corresponderam 17,6 milhões de dormidas, ambos os indicadores apresentando uma evolução positiva relativamente ao período homólogo do ano anterior, de 4,2% e 1,5% respectivamente. Os resultados do mês de Junho revelam uma tendência de estabilidade ou de evolução de sentido negativo para os principais indicadores. Com efeito, o número de hóspedes que frequentaram os estabelecimentos hoteleiros atingiu 1,2 milhões, valor semelhante ao do mês homólogo (-0,9%), enquanto que as dormidas (3,7 milhões) apresentam um decréscimo ligeiramente superior (-1,8%) (...) O aumento da procura por parte dos mercados francês e holandês teve maior significado nas regiões Norte, Alentejo e Madeira onde se registaram variações homólogas positivas das dormidas superiores a 20% para ambos os mercados, tendo o mercado francês registado igualmente aumentos importantes na região Centro e Algarve (+33,9% e +36,7%, respectivamente) (...) Por regiões, destacam-se os bons resultados da Madeira, com uma variação homóloga das dormidas de 9,8% e do Centro (+2,1%). Nas restantes, observam-se de 5,4% para o Norte, 5,2% para o Algarve, 4,3% para os Açores, e 1,5% para Lisboa. Mantendo a tendência do mês anterior, o bom desempenho da Madeira resulta principalmente do aumento da procura por parte do mercado britânico, que representa cerca de 33% do total das dormidas de não residentes na região e apresenta um crescimento homólogo de 46,9%. Este aumento está reflectido no acréscimo de passageiros britânicos em transporte aéreo desembarcados na Madeira (45%), que se relaciona com o aumento da oferta em voos considerados de low-cost.
Quase metade dos não residentes escolheram o Algarve como principal destino, seguindo-se as regiões da Madeira e de Lisboa. Os residentes repartiram a sua escolha pelo Algarve, Lisboa, Norte e Centro.
Proveitos
No mês de Junho de 2008, a hotelaria registou 178,7 milhões de euros de proveitos totais e 121,9 milhões de euros de proveitos de aposento, valores que representam uma quebra, face a 2007, de 3,1% e 1,3%, respectivamente. Estes resultados poderão estar relacionados com o aumento de campanhas de preços promocionais, face à redução da procura. O rendimento médio por quarto (Rev Par) situou-se nos 34,1 euros, representando um decréscimo homólogo de 2,8%. As regiões que detiveram os valores mais elevados para este indicador foram Lisboa (48,3€), Algarve (38,6€) e Madeira (36€). Por tipologia, os melhores resultados observaram-se nas pousadas (47€), nos hotéis (41,1€) e nos hotéis-apartamentos (38,2€). No período de Janeiro a Junho, os estabelecimentos hoteleiros apresentaram proveitos totais no valor de 870,4 milhões de euros e proveitos de aposento de 569,4 milhões, representando variações homólogas positivas de 5,2% e 5,1%, respectivamente. Neste período, o rendimento médio por quarto foi de 34,1 euros, valor inferior ao do mês homólogo do ano anterior em 2,6% (fonte: INE)
No mês de Junho de 2008, a hotelaria registou 178,7 milhões de euros de proveitos totais e 121,9 milhões de euros de proveitos de aposento, valores que representam uma quebra, face a 2007, de 3,1% e 1,3%, respectivamente. Estes resultados poderão estar relacionados com o aumento de campanhas de preços promocionais, face à redução da procura. O rendimento médio por quarto (Rev Par) situou-se nos 34,1 euros, representando um decréscimo homólogo de 2,8%. As regiões que detiveram os valores mais elevados para este indicador foram Lisboa (48,3€), Algarve (38,6€) e Madeira (36€). Por tipologia, os melhores resultados observaram-se nas pousadas (47€), nos hotéis (41,1€) e nos hotéis-apartamentos (38,2€). No período de Janeiro a Junho, os estabelecimentos hoteleiros apresentaram proveitos totais no valor de 870,4 milhões de euros e proveitos de aposento de 569,4 milhões, representando variações homólogas positivas de 5,2% e 5,1%, respectivamente. Neste período, o rendimento médio por quarto foi de 34,1 euros, valor inferior ao do mês homólogo do ano anterior em 2,6% (fonte: INE)
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