domingo, agosto 09, 2020

sexta-feira, agosto 07, 2020

A Madeira e a máscara

fonte: Público
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Situação na Madeira (5 e 6 de Agosto de 2020)


fonte: IASAUDE

Pandemia volta a crescer na Europa


Os pequenos partidos portugueses

fonte: Público

Sócrates, o ausente sempre presente...

fonte: Sábado

As ilhas e as quarentenas

fonte: Jornal de Notícias

Os jovens e a pandemia

fonte: Jornal de Notícias

75 anos hiroshima


Os Açores e a quarentena

fonte: Público

Covid-19: Vários países europeus voltam a atingir números preocupantes


Europa começa a preparar regresso à normalidade...


quinta-feira, agosto 06, 2020

Governo dos Açores violou Constituição ao impor quarentena obrigatória, diz Tribunal Constitucional

As autoridades açorianas violaram a constituição ao impor a quem chegasse à região uma quarentena obrigatória de 14 dias por causa da pandemia de covid-19, decidiu o Tribunal Constitucional (TC). Governo dos Açores violou Constituição ao impor quarentena obrigatória, diz Tribunal Constitucional A decisão, que foi noticiada pelo jornal Público e pode ser consultada na página do TC, surge na sequência de um recurso interposto pelo Ministério Público (MP) a uma decisão tomada pelo Tribunal Judicial de Ponta Delgada de libertar um homem que se queixou da quarentena de 14 dias imposta pelo governo açoriano. Depois da decisão do tribunal de primeira instância, o MP recorreu para o TC, mas os juízes do Palácio Raton consideram, na decisão datada de 31 de julho, que “todas as normas disciplinadoras de um direito liberdade ou garantia carecem de uma autorização prévia da Assembleia da República”, exigência que “ganha particular relevância quando estão em causa compressões ou condicionamentos a um direito”.

Reportagem Visão: de milhões a “tostões” ou como o património do BES foi vendido ao desbarato

Os ativos do Grupo Espírito Santo foram vendidos pelo Novo Banco e pela Rioforte como se nada valessem. Fundos abutres pagaram ninharias por hotéis, seguradoras e imóveis. Lucraram milhões, em negócios da China que prejudicaram acionistas e lesados do BES, enquanto o Novo Banco continua a sorver dinheiro público. Tinham passado cinco meses da queda do Banco Espírito Santo (BES), quando a seguradora Tranquilidade foi vendida ao grupo norte-americano Apollo por 44 milhões de euros, em janeiro de 2015. Um ano depois, em 2016, dois hotéis Tivoli no Brasil e 12 hotéis do mesmo grupo em Portugal, incluindo o Tivoli Avenida, foram vendidos ao grupo Minor por 194 milhões de euros. Se a história terminasse aqui, o mais provável é que se fizesse as contas e se pensasse que nem os hotéis nem a seguradora, que faziam parte do império Espírito Santo, valiam grande coisa.
Mas façamos outro exercício e andemos com o calendário para trás e para a frente. A mesma Tranquilidade que foi vendida pelo Novo Banco por 44 milhões de euros, em 2015, fora avaliada em 2014 pelo valor de 700 milhões de euros, no âmbito de uma análise encomendada pelo Banco de Portugal aos principais grupos económicos devedores à banca.
Segundo palavras do próprio supervisor bancário, essa avaliação – conhecida como ETRICC 2, e que começou por ser pedida em setembro de 2013 – foi desenvolvida “com base numa metodologia particularmente exigente” que questionou “em profundidade os planos de negócio” desses grupos económicos, “de modo a confirmar que os mesmos assentavam em pressupostos robustos”. Entre um momento e outro, esfumaram-se 656 milhões de euros da Tranquilidade, numa série de operações desastrosas que já iremos detalhar.
Andemos, para já, um pouco para a frente. Ainda se lembra que a Tranquilidade foi vendida à Apollo por €44 milhões? Pois bem: se valia tão pouco, como se explica que o grupo norte-americano tenha encaixado, logo de seguida, cerca de três vezes mais só com a venda de 86 imóveis desta companhia de seguros?

Las claves de la obligatoriedad del uso de la mascarilla en Canarias

El Consejo de Gobierno aprobó, en su sesión extraordinaria, la actualización de determinadas medidas de prevención establecidas mediante Acuerdo del Gobierno de 19 de junio de 2020, para hacer frente a la crisis sanitaria ocasionada por el COVID-19, una vez superada la Fase III del Plan para la transición hacia una nueva normalidad. Con respecto al uso de la mascarilla se ha acordado que todas las personas de seis años en adelante quedan obligadas al uso de mascarilla en los siguientes supuestos:
- En la vía pública y en espacios al aire libre, siempre que no resulte posible garantizar el mantenimiento de una distancia de seguridad interpersonal de, al menos, 1,5 metros.
- En cualquier espacio cerrado de uso público o que se encuentre abierto al público con independencia del mantenimiento de la distancia de seguridad interpersonal de, al menos, 1,5 metros.
- Los titulares de establecimientos, espacios y locales deberán garantizar el cumplimiento de estas obligaciones en ellos y establecer mediante señalética la distancia de seguridad recomendada en sus establecimientos.

Canarias perderá este año el 66% de los turistas y 10.000 millones de euros

Las previsiones no pueden ser más negras. El cerrojazo al turismo obligado por la pandemia supondrá para el Archipiélago una caída a final de año del 66% de turistas y de facturación. El sector perderá casi 10.000 millones de euros -van 4.800 millones en el primer semestre-; y el descenso del PIB de las Islas será del 23%. Para minimizar el impacto en una economía turismodependiente como Canarias, el Gobierno regional trata de incentivar a las aerolíneas a fin de que "recuperen el programa de vuelos que tenían con Canarias" antes del estado de alerta, "y que incluía conexión con 153 destinos de 27 países", subrayó ayer la consejera Yaiza Castilla tras una reunión con la Comisión de Turismo de la Cámara de Comercio de Gran Canaria en la que confirmó que su consejería ha confirmado ya con las compañías aéreas la recuperación del 54% de la conectividad aérea en agosto. Si bien las perspectivas de agosto en conectividad son de un 52% en relación al pasado año - en 2019 las plazas aéreas fueron 1,5 millones, de las que se han recuperado 746.000- , la consejera prevé un leve aumento al final de mes con la incorporación para entonces de los turoperadores Jet2 y TUI, en la actualidad pendiente de negociaciones bilaletales Madrid-Londres después de que el Reino Unido impusiera la pasada semana una cuarentena para los viajeros llegados desde España.

Vaticinan una crisis económica sin precedentes en Canarias

El presidente de la Cámara de Comercio de Santa Cruz de Tenerife, Santiago Sesé, ha considerado vital que se prolonguen y se flexibilicen los ERTE en tanto en cuanto se mantenga la actual crisis sanitaria, ya que sin esta medida «Canarias puede entrar en una crisis social sin precedentes». A raíz de los últimos datos del paro, Santiago Sesé considera que en estos momentos es obligado ejecutar el 100% de la inversión pública y privada prevista, buscando mecanismos extraordinarios que conlleven agilización administrativa, además de los refuerzos humanos y económicos que sean necesarios para activar y ejecutar todos los proyectos que están pendientes. Sesé también quiso destacar la importancia de que se firme y se active el Plan Canario de Empleo Canario, dado que «se trata de un instrumento con el que promover políticas activas de empleo, además de favorecer la recualificación de muchos de las personas que en estos momentos están desempleadas y que con formación pueden mejorar sus capacidades y con ello su empleabilidad cuando surjan nuevas oportunidades de empleo« (Canárias7)

quarta-feira, agosto 05, 2020

Canarias contrata un seguro para cubrir los gastos de los turistas en caso de COVID-19

Para la consejera de Turismo, se trata de "un atractivo más del destino, que ya destaca por su seguridad sanitaria, ante aquellas personas que en estos momentos están decidiendo dónde pasar sus vacaciones". El Gobierno de Canarias ha suscrito una póliza de seguros por la que se convierte en la primera comunidad española que garantiza a los turistas que tendrán cubiertos todos los gastos derivados de una incidencia por coronavirus: repatriación, gastos médicos y estancia en cuarentena. La póliza cubre tanto a turistas españoles (incluidos los insulares) como extranjeros, con la condición de que el viajero no supiera con anterioridad a desplazarse que había contraído la COVID-19, precisa la Consejería de Turismo en un comunicado. El acuerdo ha sido suscrito por la consejera del área, Yaiza Castilla, en nombre de la empresa pública Promotur Turismo de Islas Canarias, y AXA Seguros, representada en el acto por la directora de Zona Canarias, Auxiliadora Expósito.

População disponível que não procurou trabalho regista aumento superior a 85%

Dados do INE revelam uma descida no desemprego para os 5,6%, mas também na população ativa e na empregada. O desemprego em Portugal desceu para os 5,6% no segundo trimestre do ano, revelam os dados divulgados esta quarta-feira. Esta descida corresponde a menos 69,7 mil desempregados em relação ao trimestre anterior e menos 50,1 mil do que no mesmo período de 2019. O número total de desempregados no país é agora de 278,4 mil pessoas. Já a população inativa aumentou 5,7% e 7,5%, comparando com o trimestre anterior e com o mesmo período de 2019, respetivamente, subidas estas mais elevadas do que alguma vez registadas desde o início da série, em 2011. Estes aumentos são explicados, em grande parte, pelo aumento da população inativa que, apesar de estar disponível, não procurou trabalho, que contabilizam 312,1 mil pessoas. Isto significa aumentos de 87,6% e 85,6% quando comparando, respetivamente, com o trimestre anterior e o período homólogo.

Resposta à Covid-19 nos Açores: Quadro legal precisa de ser revisto


Mais de 40 por cento das empresas de restauração admitem encerrar

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43% dos restaurantes pondera avançar para insolvência, diz AHRESP

Cerca de 75% das empresas de bebidas e restauração inquiridas registaram "perdas acima dos 40%" na faturação, durante o mês de julho, salienta a AHRESP. Cerca de 43% das empresas de restauração e bebidas e de 17% do alojamento turístico ponderam avançar para insolvência, informa o mais recente inquérito mensal da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), divulgado na terça-feira. “No setor da restauração e bebidas, 43% das empresas ponderam avançar para insolvência dado que a esmagadora maioria refere que não irá conseguir suportar os encargos habituais, como pessoal, rendas, energia, fornecedores e outros, a partir do mês de agosto”, lê-se no comunicado emitido pela entidade. No inquérito mensal anterior, publicado pela AHRESP no início de julho, o número de empresas do ramo que tencionava avançar para insolvência era de 38%. A AHRESP realçou que ainda 75% das empresas de bebidas e restauração inquiridas registaram “perdas acima dos 40%” na faturação, durante o mês de julho. Mais de 16% das empresas do ramo não pagou os salários de julho e 14% delas “só pagou parcialmente”, refere ainda o comunicado.

Baleares: Frente común contra la nueva amenaza de un recorte en el descuento aéreo

La patronal CAEB advirtió ayer de que "aplicar el recorte" al descuento de residente para transporte aéreo "dejará en la cuneta a los ciudadanos y empresas de Balears", a pesar de que "también financian con sus impuestos infraestructuras que facilitan la movilidad peninsular". La presidenta de CAEB, Carmen Planas, expresó su "más enérgica oposición" a la propuesta de la Autoridad Independiente de Responsabilidad Fiscal (AIReF) sobre una posible alteración del sistema de subvenciones. Planas afirmó que el descuento del 75% es "irrenunciable". "El Gobierno de España cometerá un imperdonable agravio comparativo que perjudicará a los ciudadanos y empresas de Balears frente a los del resto de comunidades peninsulares", avisó. CAEB también consideró "absurdo" condicionar el descuento del 75% a la renta de los ciudadanos "porque esta media no se observa ni en las carreteras, ni en las autopistas, ni en las conexiones ferroviarias y aeroportuarias en la península".

Miguel Albuquerque acusa Tribunal Constitucional de centralista


Educação: Estudo releva que nível de escolaridade e rendimento dos pais


Las Baleares se han quedado sin nueve de cada diez turistas

El archipiélago recibe entre enero y junio a 433.852 visitantes extranjeros frente a los 5,5 millones de 2019. De cada diez turistas que durante los seis primeros meses de 2019 visitaron Baleares, este año solo ha llegado uno, un dato que refleja el desplome que está actividad está registrando en las islas a causa del coronavirus. Los datos publicados ayer por los institutos de estadística nacional y balear (INE e Ibestat) señalan que entre enero y junio del presente ejercicio el archipiélago ha recibido a 787.699 turistas, de los que 433.852 han sido extranjeros y 353.847 de nacionalidad española. Eso supone un descenso del 88,2% respecto al mismo periodo de 2019. El golpe más duro ha correspondido a la entrada de visitantes desde otros países. La llegada a Balears entre enero y junio de este año de 433.852 extranjeros supone la pérdida de más de cinco millones de turistas, ya que en ese periodo de 2019 se habían alcanzado los 5.540.162 clientes. Es decir, se ha dado una caída del 92,1%.

Aviões C-295: Contrapartidas custam 9 milhões de euros aos portugueses


Situação na Madeira (4 de Agosto de 2020)

fonte: IASAUDE

O poerigo de contágio em todo o lado

fonte: jornal i

Austrália: Segunda vaga de Covid-19 impõe medidas drásticas


Nada fácil na Austrália...

fonte: Público

PJ fez a maior apreensão de sempre de heroína na Madeira


Os lucros universitários

fonte: Correio da Manhã

Há menos devedores a pedirem moratórias dos créditos


Falando de salários

fonte: Correio da Manhã

Política (polémica) de testes

fonte: Expresso

França poderá ser o próximo destino de Cristiano Ronaldo


Retrato do PS

fonte: Público

Covid-19: em Espanha autoridades associam novos surtos aos jovens


Banca, o costume...

fonte: Sol

Opinião alheia

fonte: Público

Itália e Espanha tomam medidas para evitar aumento dos casos


terça-feira, agosto 04, 2020

Especialistas alemães consideram que já há uma segunda vaga


Covid-19 multa de três mil dólares para quem violar confinamento em Melbourne


Covid-19: OMS avisa que poderá nunca haver uma “solução milagrodsa"


Há quatro anos que não havia tantos desempregados com o ensino secundário

O número de desempregados registados no centros de emprego subiu em força desde o início da pandemia e são os trabalhadores com habilitações ao nível do ensino secundário que mais estão a alimentar este aumento. São já mais de 129 mil, o valor mais elevado desde maio de 2016. São mais de 129 mil. É esse o número de desempregados inscritos nos centros de emprego com qualificações ao nível do ensino secundário. É o valor mais elevado dos últimos quatro anos. O Expresso analisou os números do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) e concluiu que são estes trabalhadores com qualificações intermédias que mais estão a alimentar a subida do desemprego registado desde o início da crise provocada pela pandemia de Covid-19. Comparando o mês de junho (últimos dados disponíveis) com o mês fevereiro (pré-pandemia), o número de desempregados inscritos nos centros de emprego subiu em força. São mais 91.103 pessoas (29%), atingindo um total de 406.665 desempregados.
Ora, 42% deste aumento (mais 37.838 pessoas) é explicado por desempregados com qualificações ao nível do ensino secundário. São agora 129.059, mais 41% do que em fevereiro. E economistas ouvidos pelo Expresso alertam que o seu regresso ao emprego pode tardar. Mais ainda, este é o valor mais elevado desde maio de 2016. Ou seja, há mais de quatro anos que não havia tantos desempregados registados em Portugal com habilitações ao nível do ensino secundário. O peso destes profissionais no aumento do desemprego registado é, até agora, muito superior ao dos trabalhadores com o terceiro ciclo do ensino básico (9º ano de escolaridade), que, com mais 22.221 pessoas, ocupam o segundo lugar neste ranking. Já os desempregados com qualificações mais elevadas (ensino superior) ou mais modestas (até ao segundo ciclo do ensino básico) sofreram, até agora, aumentos menos marcados no desemprego registado (Expresso, texto da jornalista Sónia M. Lourenço)

PIB cai quase quatro vezes mais do que com a troika

A paragem forçada do país durante o confinamento, em abril, levou a economia a bater no fundo. Está confirmada a maior contração da economia portuguesa, de 16,5% no segundo trimestre. E os sinais sobre a evolução da atividade no verão não são animadores, alertam os economistas. Era esperada uma queda histórica, e foi mesmo. Os dados publicados na ontem pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) indicam que o produto interno bruto (PIB) português deu um trambolhão de 16,5% no segundo trimestre deste ano face ao mesmo período de 2019. É um número inédito e compara com a contração de 4,5% sofrida nos últimos três meses de 2012, em pleno consulado da troika, e que era a quebra mais acentuada já registada. Agora, foi quase quatro vezes maior. O confinamento que paralisou o país em abril e a evolução muito modesta da atividade a partir de maio traduziram-se numa queda muito pronunciada do PIB. Foi mesmo a quarta mais grave entre os países da União Europeia para os quais já há dados.

Grandes devedores da CGD e do Novo Banco declarados insolventes

Tribunal de Lisboa declara que Totalpart, do empresário Moniz da Maia, e Bridgedown, de grupo imobiliário QDL, estão insolventes. Um grande devedor da Caixa Geral de Depósitos e um grande devedor do Novo Banco foram declarados insolventes pela justiça portuguesa no último mês. Tinham sido os dois bancos a pedir as respetivas falências. No caso do Novo Banco está em causa a sociedade Totalpart, do Grupo de Bernardo Moniz da Maia. “No Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa, Juízo de Comércio de Lisboa - Juiz 1 de Lisboa, no dia 09-07-2020, ao meio dia, foi proferida sentença de declaração de insolvência do(s) devedor(es): Totalpart - Gestão e Serviços”, indica o registo do portal Citius. Naquele dia iniciou-se o prazo de 30 dias para a reclamação de créditos, que não se suspendem com as férias judiciais, pelo que estarão agora prestes a terminar. A declaração de insolvência ocorreu no processo iniciado pelo Novo Banco, que o Jornal de Notícias noticiou em janeiro. O banco requereu a insolvência por conta de uma dívida de 375 milhões de euros, da Totalpart, num crédito de 16,5 milhões, mas também por ser o garante de um empréstimo à Sogema Investments Limited, de 358 milhões de euros.

O que nos dizem os prejuízos do Novo Banco? A parte 'boa' já está a sofrer com a pandemia

Seis anos depois sua criação, Novo Banco ainda tem 10% do crédito malparado. Ainda assim, este número é das poucas boas notícias dos resultados semestrais. O Novo Banco continua mergulhado em prejuízos e, nos primeiros seis meses do ano, até ficaram mais profundos do que entre janeiro e junho de 2019. A parte 'boa' do banco, aquela que ficará quando o banco se desfizer de todos os ativos tóxicos, obteve resultados positivos, mas bem abaixo do que alcançado um ano antes.bHá anos que António Ramalho decidiu dividir o Novo Banco em dois na hora de apresentar contas. A um chama de “banco recorrente”; ao outro chama de “legado”. O último é aquele onde está a herança do BES, que continua a causar perdas. O outro é o da atividade recorrente, aquela que se irá manter depois de se desfazer da toxicidade. Ora, no primeiro semestre deste ano, o banco recorrente obteve um resultado positivo, de 34 milhões de euros, mas o número representa uma quebra de 70% face aos 113 milhões que tinham sido atingidos nos primeiros seis meses de 2019. O Novo Banco recorrente acompanhou, assim, aquilo que aconteceu em todos os restantes grandes bancos nacionais: um deslize dos resultados devido ao impacto da pandemia.

Novos testes à Covid-19 vão revelar os resultados em 90 minutos

O governo britânico vai avançar os novos testes de 90 minutos que podem detetar o coronavírus e distingui-lo de doenças sazonais como a gripe. Estes testes serão lançados em casas de repouso e hospitais, a partir da próxima semana, noticia a ‘BBC’. Atualmente, três quartos dos resultados dos testes precisam de pelo menos 24 horas para concluir os resultados e um quarto pode levar até dois dias. Quase meio milhão dos novos testes rápidos de zaragatoa, chamados LamPORE, estarão disponíveis a partir da próxima semana em clínicas e laboratórios, e visam testar adultos. O governo adquiriu milhares de máquinas de teste de DNA, num modelo que já está a ser usado em oito hospitais de Londres e podem analisar cotonetes, que vai colocar nos hospitais do NHS a partir de setembro. Serão cerca de 5 mil máquinas, as quais fornecerão 5,8 milhões de testes nos próximos meses, informou o Departamento de Saúde.

Setor do turismo sofreu quebra superior a 80% em junho


Peritos com duvidas sobre ventilador Atena


Médicos dos Cuidados Intensivos entusiasmados com nova máquina


Pancadaria durante voo por passageiros se recusarem a usar máscara


Evolução da pandemia em Portugal


segunda-feira, agosto 03, 2020

Opinião alheia

fonte: Público

Oeiras lidera

fonte: Correio da Manhã

Vírus e a idade

fonte: Público

O principal desafio do pós-covid19

fonte: Expresso

Venezuela, igual a si mesma

fonte:

Covid19 destruidor

fonte: Jornal de Notícias

Testes nos Açores: GR recua...

fonte:

Açores e o abandono escolar

fonte: Diário dos Açores

Açores prejudicados pela comunicação?

fonte: Diário dos Açores

Desigualdades nos Açores

fonte: Diário dos Açores

A vergonha dos sacos azuis da falência e da corrupção

fonte: Correio da Manhã

Falando de vacinas

fonte: Público

Testes mais rigorosos

fonte: Jornal de Notícias

INE: Atividade turística com ligeira melhoria em junho, maioritariamente devido aos residentes


De acordo com a estimativa rápida, em junho de 2020 o setor do alojamento turístico deverá ter registado 500,5 mil hóspedes e 1,1 milhões de dormidas, o que corresponde a variações de -81,7% e -85,1%, respetivamente (-94,2% e -95,3% em maio, pela mesma ordem). As dormidas de residentes terão diminuído 59,8% (-85,9% em maio) e as de não residentes terão decrescido 96,0% (-98,4% no mês anterior). Em junho, 45,2% dos estabelecimentos de alojamento turístico terão estado encerrados ou não registaram movimento de hóspedes. De acordo com os resultados de um questionário específico adicional que o INE promoveu durante os meses de junho e julho, 62,6% dos estabelecimentos de alojamento turístico respondentes (representando 78,6% da capacidade de oferta) assinalaram que a pandemia COVID-19 motivou o cancelamento de reservas agendadas para os meses de junho a outubro de 2020, maioritariamente dos mercados nacional e espanhol. A maioria dos estabelecimentos que planeava estar em atividade nos meses de junho a outubro previa registar taxas de ocupação inferiores a 50% em cada um desses meses.
A maioria dos estabelecimentos (57,0%) não prevê alterar os preços praticados face ao ano anterior. Cerca de um terço dos estabelecimentos (34,9%) admite vir a reduzir os preços, encontrando-se maioritariamente localizados na AM Lisboa e no Algarve (58,8% e 54,5% dos estabelecimentos, respetivamente).
Em função da aplicação de medidas necessárias de distanciamento social, de higiene e limpeza dos estabelecimentos, 49,1% dos estabelecimentos referiram que a capacidade oferecida iria ser reduzida, principalmente decorrente do aumento do intervalo de tempo entre o check-out e o check-in dos hóspedes (55,9% dos estabelecimentos) e da redução do número de quartos (48,6%).
Em junho de 2020, o setor do alojamento turístico deverá ter registado 500,5 mil hóspedes e 1,1 milhões de dormidas, correspondendo a variações de -81,7% e -85,1%, respetivamente (-94,2% e -95,3% em maio, pela mesma ordem). As dormidas de residentes terão diminuído 59,8% (-85,9% em maio) atingindo 869,6 mil, representando 81,2% do total das dormidas, enquanto as de não residentes terão decrescido 96,0% (-98,4% no mês anterior), situando-se em 201,3 mil. Os hóspedes residentes terão sido 420,4 mil, o que se traduz num decréscimo de 60,1% (-86,5% em maio) e os hóspedes não residentes terão atingido um total de 80,2 mil recuando 95,2% (-98,3% no mês anterior).Neste mês, o Alentejo destacou-se ao apresentar uma diminuição do número de dormidas de 48,4% (-31,2% no caso dos residentes e -84,7% no de não residentes).

A totalidade dos principais mercados emissores manteve decréscimos expressivos em junho, superiores a 90%.


Em junho, 45,2% dos estabelecimentos de alojamento turístico terão estado encerrados ou não registaram movimento de hóspedes.

Resultados do questionário específico sobre o impacto da pandemia COVID-19

O INE colocou aos estabelecimentos de alojamento turístico novas questões visando avaliar o impacto da atual pandemia COVID-19 na sua atividade, nomeadamente quanto às reservas e cancelamentos no período de junho a outubro de 2020, por principais mercados, expetativas sobre qual a ocupação para estes meses, política de preços e quais as medidas adotadas com possível impacto na redução da capacidade oferecida pelos estabelecimentos, tendo obtido cerca de 3 900 respostas válidas. Apresentam-se de seguida os resultados obtidos.

Cancelamentos de reservas na maioria dos estabelecimentos

Em Portugal, 62,6% dos estabelecimentos de alojamento turístico respondentes assinalaram que a pandemia motivou o cancelamento de reservas agendadas para os meses de junho a outubro de 2020 (estes estabelecimentos representam 78,6% da capacidade da oferta dos estabelecimentos respondentes).
A RA Açores foi a região que apresentou maior peso de estabelecimentos com cancelamentos de reservas (94,1% dos estabelecimentos e 91,3% da capacidade oferecida), seguindo-se o Algarve (79,2% e 89,6%, respetivamente), a RA Madeira (76,5% e 91,3%, pela mesma ordem) e a AM Lisboa (73,8% e 84,6%, respetivamente).

No segmento da hotelaria, os estabelecimentos com cancelamentos de reservas devido à pandemia COVID-19 representaram 78,8% do total (85,3% da capacidade oferecida). No alojamento local, estes estabelecimentos corresponderam a 60,8% do total (63,4% da capacidade oferecida) e no turismo no espaço rural e de habitação representavam 50,6% do total (54,6% da capacidade).

 Cancelamento da totalidade das reservas diminui nos meses de maior procura

Como se pode ver no gráfico seguinte, entre os estabelecimentos com cancelamentos de reservas neste período, a proporção de estabelecimentos reportando cancelamentos parciais ou totais de reservas diminui ao longo dos meses. Ainda assim, de acordo com esta informação, 91,9% destes estabelecimentos reportaram cancelamentos para junho, 88,8% para julho, 78,4% para agosto e 70,0% para setembro.


Mercados nacional e espanhol preponderantes nos cancelamentos de reservas

Quando questionados sobre os principais mercados com cancelamentos de reservas entre junho e outubro (podendo cada estabelecimento identificar até 3 mercados), o mercado nacional foi o mais referido, tendo sido identificado por 49,3% dos estabelecimentos de alojamento turístico. O mercado espanhol foi o segundo mais referido (46,8% dos estabelecimentos), seguindo-se os mercados britânico (37,5%), francês (33,3%) e alemão (25,0%).


Analisando os mercados que foram identificados como um dos três mercados com maior número de cancelamentos de reservas em cada região, observa-se que:

 No Norte, o mercado espanhol foi identificado por 56,2% dos estabelecimentos, seguindo-se o mercado nacional (referido por 49,4% dos estabelecimentos);
 No Centro, o mercado nacional foi mencionado por 70,1% dos estabelecimentos, seguindo-se o mercado espanhol (48,5% dos estabelecimentos);
 Na AM Lisboa, o mercado espanhol foi referido por 52,6% dos estabelecimentos, seguindo-se os mercados britânico (mencionado por 41.3% dos estabelecimentos), francês (37,8%) e alemão (28,2%);
 No Alentejo, o mercado nacional foi identificado por 62,3% dos estabelecimentos, seguindo-se o mercado espanhol (referido por 37,2% dos estabelecimentos);
 No Algarve, 73,5% dos estabelecimentos referiram o mercado britânico, seguindo-se os mercados espanhol (43,3% dos estabelecimentos) e nacional (42,2% dos estabelecimentos);
 Na RA Açores, o mercado nacional foi identificado por 67,2% dos estabelecimentos, seguindo-se os mercados alemão (46,9% dos estabelecimentos) e norte americano (37,5%);
 Na RA Madeira, o mercado alemão foi identificado por 63,4% dos estabelecimentos, seguindo-se o mercado francês (42,6% dos estabelecimentos) e o mercado britânico (41,6% dos estabelecimentos).

Na hotelaria, o mercado nacional foi mencionado como um dos três mercados com maior número de cancelamentos por 58,2% dos estabelecimentos, seguindo-se os mercados espanhol (56,5%) e britânico (42,9%). Já nos estabelecimentos de alojamento local, o mercado espanhol foi identificado por 45,9% dos estabelecimentos, seguindo-se os mercados britânico (38,2%) e nacional (38,1%). Nos estabelecimentos de turismo no espaço rural e de habitação, o mercado nacional foi mencionado por 56,8% dos estabelecimentos.

Expectativa de taxas de ocupação muito baixas

A maioria dos estabelecimentos que planeava estar em atividade nos meses de junho a outubro previa registar taxas de ocupação inferiores a 50% em cada um desses meses. Nos meses em que tradicionalmente a solicitação de serviços de alojamento turístico é mais intensa é quando se verifica uma maior proporção de estabelecimentos que esperam taxas de ocupação mais elevadas. Em agosto, cerca de 40,2% dos estabelecimentos que responderam preveem taxas de ocupação superiores a 50%, proporção que se reduz para 30,0% dos estabelecimentos em julho e 21,5% em setembro.


Maioria dos estabelecimentos não prevê alterar os preços face ao ano anterior

A maioria dos estabelecimentos (57,0%) não prevê alterar os preços praticados face ao ano anterior. Cerca de um terço dos estabelecimentos (34,9%) admite diminuir os preços e apenas 8,1% ponderam aumentar os preços durante estes meses. Na AM Lisboa e no Algarve predominam os estabelecimentos que admitem vir a reduzir os preços (58,8% e 54,5% dos estabelecimentos, respetivamente).


Na hotelaria, em 45,4% dos estabelecimentos os preços deverão manter-se, enquanto em 44,4% se deverá aplicar uma diminuição. Nos estabelecimentos de alojamento local e no turismo no espaço rural e de habitação a maioria dos estabelecimentos não prevê alterações de preços (52,8% e 73,1%, pela mesma ordem).


Medidas relacionadas com higiene e segurança implicam redução da capacidade oferecida em quase metade dos estabelecimentos

Em função da aplicação de medidas necessárias de distanciamento social, de higiene e limpeza dos estabelecimentos, 49,1% dos estabelecimentos referiram que a capacidade oferecida pelo estabelecimento iria ser reduzida. Na hotelaria, 57,5% dos estabelecimentos admitiram que estas medidas implicaram a redução da capacidade oferecida, enquanto no alojamento local e no turismo no espaço rural e de habitação esta proporção foi de 46,7% e 45,1%, respetivamente. Quando questionados sobre as principais medidas adotadas (podendo o estabelecimento escolher uma ou mais medidas), o aumento do intervalo de tempo entre o check-out e o check-in dos hóspedes, que impossibilite o check-in no mesmo dia, foi a medida mais referida, sendo indicada por 55,9% dos estabelecimentos, seguindo-se a redução do número de quartos (48,6%).
Na hotelaria, o aumento do intervalo entre o check-out e o check-in dos hóspedes foi indicado por 56,9% dos estabelecimentos, seguindo-se a redução do número de quartos disponíveis, referido por 53,9% dos estabelecimentos. No alojamento local e no turismo no espaço rural e de habitação o aumento do intervalo entre o check-out e o check-in dos hóspedes também foi a medida mais mencionada (52,7% e 59,8% dos estabelecimentos, respetivamente).

Turismo: “O verão, para Portugal, está perdido”

Há cidadãos britânicos a entrar livremente no Reino Unido, sem obrigação de quarentena, mas a esmagadora maioria dos voos para Faro foi ou será cancelada. O comércio e a restauração na baixa de Albufeira encontram-se encerrados. A imposição da quarentena a quem vem de Portugal perturba turistas, emigrantes e operadores. Jay Simon tem uma paixão (quase) tão grande pelo Algarve como pelo Leeds United FC, o clube da sua terra natal. As viagens para Lagos com a mulher ou os compinchas da bola e da cerveja são uma espécie de peregrinação obrigatória que gosta de cumprir todos os anos. Jay, de 49 anos, teve viagens marcadas para o Algarve em abril e em junho, mas a pandemia trocou-lhe as voltas. Agora tem reserva para o final de agosto, mas acha que a viagem não vai acontecer. “Já a marquei e desmarquei duas vezes e receio bem que volte a acontecer”, diz. “Se a quarentena não for alterada, não tenho alternativa. Não posso ficar em casa duas semanas. Algumas pessoas têm patrões razoáveis, outras não. A quarentena pode ter como consequência o despedimento. Tenho de cancelar.”

58% dos portugueses pretende comprar menos do que no pré-pandemia

Considerando a situação de pandemia e a evolução dos rendimentos, 58% dos portugueses indica que comprará menos do que antes da crise sanitária, mesmo quando todas as actividades económicas tiverem reaberto portas. Por outro lado, 30% afirma que começará a gastar como gastava antes do novo coronavírus e 5% garante que, no início, irá gastar mais. Os números são apontados pelo Observador Cetelem no estudo “Regresso ao Consumo”, que conta com as respostas de mil consumidores. Destes, um terço adiou uma ou mais compras nos últimos meses. Quanto às razões que levarão os portugueses a comprar menos, incerteza face ao futuro da economia é a mais apontada (61%). Seguem-se lay-off (28%), diminuição de rendimentos (27%) e desemprego (16%). Os consumidores do sexo feminino (61%), entre os 45 e os 54 anos (64%) e os residentes em Lisboa (74%) e no Porto (73%) são os que assumem consumir menos. No regresso ao consumo, indica ainda o Observador Cetelem, calçado e roupa encontram-se no topo da lista de itens que os portugueses mais querem comprar (19%). Só depois surgem os artigos para remodelação e decoração do lar (16%) e os electrodomésticos (14%). Destaque ainda para os produtos ópticos e auditivos (11%) e para a categoria de tecnologia, que inclui computadores, tablets, smartphones e jogos (11%). Por actividades, estar com a família e amigos é aquela que mais portugueses tencionam retomar (94%). Cabeleireiro (62%) e visitas a centros comerciais (54%) fecham o pódio, ultrapassando a utilização dos transportes públicos (46%), idas a teatro/cinema/concertos (37%) e lojas de roupa e acessórios (35%). No sentido inverso, lojas de produtos tecnológicos (14%), serviços de estética e massagens (15%), lojas de electrodomésticos e mobiliário (16%), lavar roupa numa lavandaria (18%) e praticar exercício físico em ginásios (21%) são as actividades que os portugueses menos tencionam retomar a curto prazo (Marketeer)

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Quase um terço dos estabelecimentos turísticos admite baixar preços

A maioria dos estabelecimentos (57%) não prevê alterar os preços praticados face ao ano anterior, mas cerca de um terço admite mesmo vir a reduzi-los. O setor do turismo está entre os mais penalizados pela crise económica que a pandemia de Covid-19 desencadeou a nível mundial. No mês de junho as quebras para o setor turístico foram ainda muito acentuadas, acima de 80%, tanto no número de hóspedes como nas dormidas. Neste cenário, um pouco mais de um terço dos estabelecimentos está a considerar baixar os preços. Estas são algumas das conclusões apresentadas na estimativa rápida feita pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e divulgada esta segunda-feira, 3 de agosto. No mês de junho terão sido registados 500,5 mil hóspedes e 1,1 milhões de dormidas, o que denota quebras de -81,7% e -85,1%, respetivamente, ainda assim inferiores às de -94,2% e -95,3% registadas em maio, pela mesma ordem.

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