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domingo, setembro 14, 2025

Famílias "devem preparar-se" para subida das prestações

O Banco Central Europeu (BCE) manteve, na quinta-feira, as taxas de juro diretoras, incluindo a taxa de depósitos em 2%. A decisão já era antecipada pelos analistas e não são propriamente tranquilizadoras para quem tem crédito à habitação. "Para as famílias portuguesas, é altura de se preparem para um possível regresso às subidas das prestações, principalmente a partir do início de 2026", alerta o especialista em assuntos financeiros.... (Correio da Manhã)

quinta-feira, julho 14, 2022

Renegociação de créditos à habitação dispara com fim das moratórias


Renegociações por incumprimento aumentaram 26,6% face a 2020 e montante foi superior aos números pré-pandemia. Pagamento apenas do valor da prestação representou maior número de pedidos. O fim das moratórias fez disparar a renegociação dos créditos à habitação. O pagamento apenas do valor da prestação em dívida – sem juros – foi o pedido com mais registos, segundo o Relatório de Acompanhamento do Mercado de Crédito, publicado nesta quinta-feira pelo Banco de Portugal. Em 2021, foram registadas 35.203 renegociações de crédito à habitação, mais 36,3% face a 2020 e mais 16,76% em comparação com 2019. No último ano, houve 33.639 empréstimos renegociados, no montante de 3,067 mil milhões de euros (mais 24% face ao valor de 2020 e mais 9% em relação a 2019).

sexta-feira, março 11, 2016

SIC-Notícias: Como reaver dinheiro de um seguro de vida associado a um crédito pessoal

Quem faz um empréstimo de crédito pessoal num banco, acaba por ter de comprar também um seguro de vida. Mas o que muitos não sabem é que se pagar o empréstimo antes do prazo previsto pode pedir que lhe devolvam o seguro que pagou a mais. Um cliente que não sabia disto vai receber agora mais de 600 euros porque viu uma reportagem do Contas-Poupança e foi ao banco fazer perguntas

quarta-feira, janeiro 21, 2015

Crédito à habitação vai suportar recuperação da venda de casas em 2015

As imobiliárias confiam que o crédito vai ajudar a suportar o aumento das vendas, num ano em que antecipam a subida dos preços das casas e a perda de relevância do arrendamento.


sexta-feira, janeiro 03, 2014

Ano arranca com uma ligeira subida nas prestações do crédito à habitação

O ano arranca com uma ligeira subida nas prestações do crédito à habitação. Pelas contas da DECO, os contratos revistos este mês vão ter um agravamento inferior a um por cento. Ao longo do ano, não são de esperar grandes flutuações, já que a taxa de juro de referência deve manter-se em níveis historicamente baixos. 


quarta-feira, novembro 03, 2010

Novas regras no crédito à habitação: saiba aqui o que vai mudar

Li no site da Agência Financeira que "crédito à habitação é uma expressão que diz muito a muitos portugueses. Comprar casa com recurso a empréstimos bancários implica um compromisso para quase toda a vida. A partir da próxima segunda-feira, dia 1 de Novembro, estes contratos vão sofrer alterações. As novas regras vão exigir maior transparência das instituições de crédito. Tudo preto no branco.
O que vai mudar?
Em primeiro lugar, os clientes têm direito a efectuar simulações para encontrar o empréstimo que melhor encaixa no seu perfil, através da Internet ou directamente no balcão, passando nesse momento a receber uma Ficha de Informação Normalizada (FIN), o que constitui uma nova obrigatoriedade para as instituições de crédito. Neste documento, constam todas as informações sobre as condições financeiras do crédito (características e custos), os planos financeiros do empréstimo, introduzindo o conceito de «empréstimo-padrão» (para que o cliente possa comparar alternativas) e informação geral sobre produtos de crédito à habitação comercializado, bem como todos documentos necessários para o empréstimo. O formato da FIN passa a ser igual para todos os bancos. Depois, no momento da aprovação do empréstimo, os bancos têm de disponibilizar a FIN com as condições aprovadas, com os respectivos prazos de validade, e dar uma minuta do contrato ao cliente. A ideia é que o consumidor possa lê-lo atentamente, ponderando e avaliando decisões, antes de assumir o compromisso. As associações de defesa dos consumidores vêem assim acatadas as suas pretensões.
Chega o momento decisivo
A assinatura do contrato. O cliente deve certificar-se que o documento contém todos os aspectos financeiros definidos na FIN aquando a aprovação. E tem o direito de saber qual o custo do spread (a componente da taxa de juro definida pelo banco quando concede um financiamento) sem os produtos facultativos que poderá subscrever (como cartões de crédito e seguros), para o caso de depois desistir deles. Deve ainda, sem falta, confirmar a possibilidade de serem alteradas as comissões a receber pelo banco. E, não menos importante, deve ser-lhe dada uma referência clara às situações aplicadas em situação de incumprimento.
Já assinou o contrato?
Acaba de «dar o nó» com o banco. A comunicação com a sua instituição de crédito deve ser recorrente e far-se-á pelo menos mês a mês. Os bancos passam a ter de enviar um extracto mensal aos clientes com a actualização sobre o capital em dívida; com o número, a data de vencimento, o valor e a taxa de juro nominal da próxima prestação; com o escalão e o montante de bonificação de juro, caso seja aplicável, da próxima prestação; e ainda com as comissões e despesas a pagar pelo cliente na prestação seguinte. Se houver uma eventual alteração da prestação a pagar, por causa da variação da taxa aplicada (Euribor a três meses, por exemplo), o cliente deve ser informado com pelo menos 15 dias de antecedência. Esclareça todas as suas dúvidas sobre as novas regras através da leitura da brochura «Crédito à habitação. Contratar, reembolsar e renegociar o seu empréstimo», disponível no Portal do Cliente Bancário.

quarta-feira, dezembro 30, 2009

Prestações de créditos à habitação vão aumentar em 2010

Este ano as prestações com o crédito à habitação caíram cerca de 100 euros por cada 75 mil de empréstimo. Analisando o que aconteceu nos últimos 12 meses, verifica-se uma descida de 70 por cento na taxa Euribor, que serve de referência a estes créditos. Mas esta tendência vai mudar em 2010.

sábado, agosto 22, 2009

As soluções para enfrentar as dificuldades no pagamento da prestação da casa

Os portugueses têm cada vez mais dificuldades em pagar as suas dívidas para pagar a casa. Conheça as soluções para enfrentar o problema, no programa A Cor do Dinheiro, da RTPN.

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Porque não se deve esquecer desta questão, abordada pela jornalista paula Cordeiro do DN de Lisboa.

Taxa fixa ou variável?

Deve escolher taxa fixa ou taxa variável na contratação de um novo crédito à habitação? Conheça a resposta no programa a Cor do Dinheiro, da RTPN.

sexta-feira, agosto 21, 2009

Crédito continua cada vez mais difícil

O Banco de Portugal diz que os bancos continuam a apertar na concessão de crédito às empresas e às famílias. Os dados revelam que os bancos aumentaram as restrições aos empréstimos durante o segundo trimestre, nomeadamente através do agravamento dos spreads.

domingo, julho 26, 2009

Crédito malparado de famílias atinge valor mais elevado desde Fevereiro de 1999

O crédito malparado das famílias portuguesas ultrapassou em Maio os 2,5 por cento. Nas empresas a situação , o malparado subiu para 3,48 por cento, o que corresponde ao valor mais alto desde Novembro de 1999

sexta-feira, julho 10, 2009

"O que vai mudar no crédito à habitação"

Com este título, publicou a jornalista Patrícia Silva Dias do "Jornal I" um oportuno texto com o título em epígrafe, o qual recomendo, dias depois do governo socialista ter aprovado uma medida importante, mas que pecou por tardia, terminando com escandalosos abusos dos bancos nacionais: "O governo aprovou ontem em Conselho de Ministros mais medidas de protecção dos consumidores com empréstimos de casa e que visam estimular a concorrência na banca. As medidas aguardam a publicação em Diário da República para entrar em vigor.
Spreads não podem subir
Os bancos vão passar a estar proibidos de subir os spreads dos créditos à habitação um ano após as cláusulas do contrato assinado com o cliente terem começado a deixar de ser cumpridas - ou seja, 12 meses depois de as condições que justificaram um spread mais baixo terem deixado de se verificar. Vários factores influenciam o valor do spread: a relação entre o montante do empréstimo e o valor da casa, o período do crédito e o grau de relação do cliente com o banco, que depende não só do património financeiro, mas de outros factores, como a domiciliação do ordenado e o número de produtos contratados (cartões de crédito, poupanças, etc.). No último ano, face à descida das Euribor (indexante usado no cálculo dos juros dos créditos), os bancos procuraram compensar a perda de margem de lucro com a subida dos spreads, com o argumento do incumprimento de cláusulas dos contratos.
Amortizar custa o mesmo em todos os créditos
Até agora, os chamados créditos multi-opções ou paralelos - que têm como principal finalidade a realização de obras no imóvel - não tinham quaisquer limites em termos de comissões a cobrar caso o cliente optasse por amortizar parte do empréstimo antes do fim do período do contrato - o que não já não se verificava com os créditos à habitação simples. O governo aprovou agora a uniformização das regras, e assim amortizar antecipadamente um crédito multi-opções vai custar ao cliente uma comissão máxima de 0,5% no caso dos contratos de taxa variável e de 2% para os de taxa fixa. Estes valores são muito inferiores ao que alguns bancos exigiam neste tipo de empréstimo, que, segundo o governo, chegavam a atingir 8% do valor a amortizar.
Mais informação
Para que as diferentes ofertas dos bancos sejam comparáveis antes da escolha da instituição com quem assinar um crédito, vai passar a ser obrigatória a divulgação da taxa anual efectiva revista (TAER), que traduz os custos não só do crédito à habitação, mas também de todos os serviços e produtos oferecidos como contrapartida. Isto porque, embora não possam fazer depender a concessão do empréstimo de um pacote de serviços bancários, estes continuam a influenciar o valor do spread. Assim, o governo obriga a que se divulgue esta taxa sempre que os bancos argumentem com a contrata- ção de outros produtos para baixar os custos do crédito. Será mais fácil analisar o custo/benefício".

terça-feira, junho 30, 2009

Agências bancárias de Oeiras concedem mais crédito

Segundo os dados disponíveis no sistema de informação Sales Index da Marktest, as agências bancárias localizadas no concelho de Oeiras são as que apresentam maior valor médio de crédito concedido por agência. O INE contabilizava em 2006 um total superior a 291 mil milhões de euros de crédito concedido pelos bancos existentes em território nacional. Tendo em conta as 5515 agências referenciadas pela Associação Portuguesa de Bancos no mesmo período, os números equivalem a uma média de cerca de 53 milhões de euros por agência.O concelho de Oeiras é aquele que apresenta um rácio mais elevado de crédito por agência. As 86 dependências aqui localizadas concentram 20,5 mil milhões de euros em crédito, uma média de 238 milhões de euros por agência.No Funchal observa-se o segundo valor médio mais elevado, de 235 milhões de euros em crédito por agência, e em Lisboa o terceiro, com 171 milhões de euros de crédito por agência.Pelo contrário, no concelho de Marvão o crédito não atinge 4 milhões de euros por agência. Vimioso tem perto de cinco milhões de euros por agência e Porto Moniz pouco excede este número, com 5,2 milhões de euros.
A análise foi realizada com dados disponíveis no sistema de geomarketing Sales Index da Marktest (fonte: Marktest.com, Julho de 2009)

quinta-feira, junho 04, 2009

Crédito ao consumo com novas normas

Vai ser mais fácil anular empréstimos para a compra de bens de consumo. As regras deste tipo de crédito mudaram e aplicam-se aos contratos que estão em vigor. Agora, quem quiser amortizar antes do fim do prazo paga no máximo 0,5 por cento do capital a reembolsar, ou 0,25 por cento se faltar menos de um ano para a amortização total. No entanto, ficou adiada uma decisão sobre o limite máximo das taxas de juro que podem ser cobradas nos créditos ao consumo.

quinta-feira, abril 02, 2009

Desceram as taxas de juro? E o resto, não falam nisso?

Spreads subiram 300 % no crédito à habitação
Este aumento verificou-se no espaço de um ano e meio. As pessoas que estão a procurar um novo empréstimo não têm quase beneficio da descida das taxas Euribor e pagam mais juros. O acesso dificil ao crédito faz com que muitas pessoas continuem a não conseguir comprar casa
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Por isso, qual a surpresa?
O negócio da venda de casas caiu 9 por cento em 2008. Mas a queda foi ainda mais acentuada no último trimestre do ano. As empresas do sector dizem que a situação é preocupante.