quarta-feira, setembro 12, 2007

O "caso" da CMF na imprensa nacional

No Diário de Notícias de Lisboa:
Miguel Albuquerque rejeita demissão
Miguel Albuquerque (PSD) não vai renunciar ao cargo de presidente da Câmara Municipal do Funchal (CMF). Ontem, em plena Assembleia Municipal extraordinária, convocada a pedido dos membros da oposição para analisar e discutir o relatório definitivo da Inspecção Administrativa e Financeira ao Município, o edil funchalense manteve-se firme nas alegações, citando os vários pareceres positivos do Tribunal de Contas (TC) emitidos entre 2002 e 2004. Albuquerque desvaloriza, assim, o teor da auditoria, feita por amostragem, sob a responsabilidade da vice-presidência do governo regional, e que aponta mais de 100 irregularidades, de violações ao PDM, ao fraco sistema de controlo interno na área financeira, a compromissos sem cabimento orçamental, aquisição de bens e serviços por adjudicação directa a empresas com ligações ao PSD e a vereadores na altura em funções. Aqui.
No Público:
PSD desvaloriza inspecção à Câmara do Funchal e põe em causa intenções de Jardim
Maioria rejeitou proposta do PS que defendia o alargamento da sindicância ao presente mandato. Miguel Albuquerque frisou que já foi julgado várias vezes pela população ao elegê-lo presidente a A maioria PSD na Assembleia Municipal do Funchal desvalorizou ontem a auditoria à câmara, pondo em causa os inspectores e as intenções do governo regional no apuramento de "negociatas" na autarquia presidida por Miguel Albuquerque. "Nado-morto" e "montanha que pariu uma rato" foram expressões utilizadas por Rui Cortez e Marco Fernandes (PSD) para classificar o relatório que Alberto João, atendendo à gravidade das infracções, teve de enviar ao Ministério Público, por serem susceptíveis de indiciar matéria criminal. Aqui.

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