sexta-feira, janeiro 11, 2019

Geringonça, PCP e Bloco: a hipocrisia do costume e a mentira de estar nas duas margens do rio ao mesmo tempo....

A propósito do debate parlamentar hoje na Assembleia da República há uma situação que me dá vontade de rir, apesar de toda a hipocrisia que ela comporta. Vontade de rir e de chorar, quando me interrogo sobre o que pensam as pessoas, sobre o que elas pensam, sobre o que elas decidem nas urnas, sobre a incapacidade, sim ou não, de perceberem que estamos num ambiente de aldrabice e de mentira, tudo por causa das eleições de 2019. Vejam o que se passa com a Saúde: um governo de merda em Lisboa, que está no poleiro há 4 anos, mas que  continua a imputar responsabilidades ao anterior governo da austeridade - que teve-as e muitas - pelo estado degradante, e de carências constantes, na saúde e mesmo na educação e que não podem ser adjectivadas de outra forma a não ser esta: um caos!
Mas quero referir-me sobretudo ao facto ridículo de vermos, repetidamente, o PCP e o Bloco, parceiros incondicionais, para o bem e para o mal, da geringonça liderada pelo PS, demonstrarem, se dúvidas porventura existissem, que estão numa fase de medo tremendo (e crescente) de que sejam eleitoralmente pulverizados nas urnas e que o PS os "engula" neste ano eleitoral de 2019, reduzindo-os à insignificância. Aliás é esse o receio também  na Madeira...
Jerónimo e Catarina chegam a roçar o patético. Atropelam-se a reclamar apenas os alegados méritos (?) - como se a iniciativa fosse deles, como se fossem só eles a ter o direito de pensar nesses assuntos e nas pessoas - e a paternidade de medidas populistas a favor das pessoas, ignorando o aumento da carga fiscal, a ficção que rodeia a questão do défice das contas públicas à custa de truques orçamentais e financeiros de Centeno, as cativações que estão a degradar os serviços públicos, o clima de instabilidade social que se vê por todo o lado, as trafulhices com  os aumentos dos funcionários públicos que pelos vistos não são aumentos coisa nenhuma, as aldrabices aos professores, as mentiras sobre as carreiras e os salários dos funcionários públicos, a vergonha dos escalões do IRS - herança do anterior governo da austeridade e que a geringonça pouco ou nada alterou - que penalizam as pessoas, o ridículo processo em torno do aumento dos preços dos combustíveis, etc.
Ou seja, PP e Bloco são os autores, segundo eles, de todas as medidas que beneficiam as pessoa,s o que me leva a perguntar: e afinal o PS, parceiro deles na geringonça da treta, e em queda nas sondagens, não tem vontade própria, não pensa em nada, não decide nada, não tem o direito a reclamar também méritos nas medidas populistas anunciadas?
Isto promete. E razão tenho quando garanti a todos que não era preciso ir ao circo no Natal. Temos circo, palhaçadas e palhaços à solta todos os dias, pelo menos, e garantidamente, até Outubro deste ano, com risadas permanentes, porque o ridículo dos palhaços na arena do circo não se compara ao ridículo de outros palhaços e palhaçadas que abertamente aceitam ser mais patéticos e ridículos que esses palhaços mais simpáticos que lutam pela vida no nos circos a sério, não no circo da política (LFM)

Venezuela: Maduro, o sobrevivente que se agarra ao poder a qualquer preço


Muitos apostavam que cairia, mas Nicolás Maduro, protagonista da pior crise da história moderna da Venezuela, demonstrou estar disposto a tudo para se manter no poder, mesmo que seja qualificado de ditador. O ex-motorista de autocarros, de 56 anos, começará esta quinta-feira, 10 de janeiro, um segundo mandato de seis anos, não reconhecido pela oposição, pelos Estados Unidos, pela União Europeia e por vários países latino-americanos. Promete que agora haverá prosperidade, apesar de durante o seu governo, iniciado em 2013, o tamanho da economia da outrora rica nação petrolífera se tenha reduzido para metade. Ex-sindicalista, maduro recebeu o peso de substituir Hugo Chávez (1999-2013), que se mostrava "insubstituível", e, no início, projetou baixa autoestima, disse à AFP o cientista político Luis Salamanca. "Esse Maduro já não existe. Chávez é uma lembrança distante", sustenta.
Sob a sua presidência, a Venezuela viveu protestos com 200 mortos, sanções internacionais e uma radicalização da "revolução bolivariana". A sua rejeição chega a 80%, segundo a Delphos. Maduro sobrevive graças ao seu autoritarismo. "Mudou as leis para não enfrentar uma disputa eleitoral democrática porque sabe que perderia", considera Salamanca. Os seus adversários acusam-no de destruir a Constituição e a economia, e de ser um "ditador" sustentado pelos militares, aos quais outorgou poder em todas as frentes e que considera a "espinha dorsal" do país.

Presidente ou usurpador? Nicolás Maduro tomou posse em plena crise de legitimidade


Nicolás Maduro assume esta quinta-feira, 10 de janeiro, um segundo mandato de seis anos como Presidente da Venezuela. Num país à beira da rutura financeira, a legitimidade do líder é colocada em causa dentro e fora de casa. Mas se o governo e a comunidade internacional o contestam, os militares e o supremo tribunal apoiam-no. Enquanto isso, milhões procuram uma vida melhor lá fora. Nicolás Maduro, de 56 anos, presta juramento para um novo mandado presidencial perante o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) — ao invés da Assembleia Nacional (o parlamento, onde a oposição detém a maioria), já que Maduro não reconhece a legitimidade deste órgão — esta quinta-feira. Segundo o Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela, Maduro foi reeleito para um novo mandato presidencial nas eleições antecipadas de 20 de maio de 2018, com 6.248.864 votos (67,84%). Um dia depois das eleições, a oposição venezuelana questionou os resultados, alegando irregularidades e desrespeito pelos tratados de direitos humanos ou pela Constituição do país. A oposição, que considera que Maduro “usurpou” o poder, não está só. As eleições não foram reconhecidas pelos Estados Unidos, Canadá, União Europeia e 12 países latino-americanos.

PSD: Que tristeza! Um assalto ao poder? A Maçonaria quer usar de novo o PSD aliada ao capitalismo e à corrupção oculta?

Venezuela: veja toda a cerimónia de posse de Maduro


quinta-feira, janeiro 10, 2019

Nicolás Maduro baraja darle a Vladimir Putin una base aérea en Venezuela

El Parlamento venezolano ha iniciado una investigación para conocer cuáles son las verdaderas intenciones del Gobierno chavista y de la administración de Vladimir Putin, tras publicarse que los rusos se plantean construir una base aérea en la isla caribeña de La Orchila. La semana pasada, dos bombarderos supersónicos rusos aterrizaron en Caracas y durante dos días realizaron entrenamientos militares. Se trataría de la primera base rusa en el Caribe, a 200 kilómetros de Caracas, transcurridas seis décadas del susto que la Humanidad sufrió durante la Crisis de los Misiles de Cuba. "La Constitución prohíbe instalaciones de bases militares extranjeras en territorio venezolano", advirtió el martes Francisco Sucre, presidente de la Comisión de Política Exterior de la Asamblea Nacional. "Estamos constatando la veracidad de la información", añadió el diputado. La Orchila es una isla paradisíaca, a la que sólo tienen acceso la familia presidencial y sus amigos. En ella permaneció preso Hugo Chávez varias horas durante el golpe de estado fracasado de 2002. La especulación informativa, sin confirmar oficialmente en Caracas, sucede cuando Nicolás Maduroha extremado sus llamamientos militaristas.

Venezuela: La última embestida de Nicolás Maduro contra los medios de comunicación

A las revoluciones no les gustan los medios de comunicación independientes. Nada en absoluto. Fuerzas policiales nicaragüenses asaltaron en la noche del jueves los locales de un grupo de comunicación crítico con el gobierno, presidido por Carlos F. Chamorro, hijo de la ex presidenta Violeta Chamorro y el periodista más influyente del país. A la misma hora, las rotativas de 'El Nacional', diario emblemático venezolano, imprimían su último ejemplar en papel. El chavismo por fin había conseguido su objetivo tras 15 años de asfixia y persecución."Denuncio al dictador Daniel Ortega, jefe supremo de la policía nacional, como responsable del asalto policial contra las oficinas de 'Confidencial', 'Esta Semana' y 'Esta Noche'. Saquearon nuestra redacción.

Venezuela: La (casi) soledad de Nicolás Maduro

"Se han negado a dialogar, cometen un grandísimo error". El presidente venezolano Nicolás Maduro criticó este miércoles a los países de la Unión Europea, sabedor de que ninguno de ellos acudirá a la cita de este jueves en Caracas, al menos con gobernantes o embajadores. En paralelo, diplomáticos europeos discutían a la misma hora si enviaban representantes de cuarto nivel o apostaban por la ausencia plena.Por su parte, el Gobierno de España ha optado por no enviar a ningún representante. Fuentes gubernamentales explicaron que el jueves "no habrá representación" del Ejecutivo de Pedro Sánchez en la toma de posesión de Maduro, según informó Servimedia. La jura del "hijo de Chávez", preparada con esmero por la revolución, se realizará por lo tanto en (casi) soledad. Pocos presentes, pero muy poderosos. Un solo presidente sudamericano, Evo Morales, acompañará a Maduro ante el revolucionario Tribunal Supremo de Justicia (TSJ). Al margen del gran aliado boliviano, solo una delegación, la uruguaya, ha confirmado su asistencia a la toma de posesión, aunque todavía el miércoles quedaba abierta la incógnita sobre la decisión que tomará el mandatario ecuatoriano Lenín Moreno, toda una prueba de fuego. Los dos países están sin embajadores tras el rifirrafe diplomático del año pasado. "Se vería muy mal que se legitime un gobierno como el de Maduro con cualquier representación", confirmó a este periódico el politólogo ecuatoriano Michel Levi. El resto de los países del subcontinente, desde Argentina a Colombia, pasando por Chile, Brasil, Perú, Paraguay y Guyana, no acudirán. "La presencia de Uruguay tiene una razón y un pretexto.

Venezuela: Quiénes son los aliados y detractores de Nicolás Maduro en América Latina?

Una mayoría de países de América Latina boicoteó este jueves la investidura presidencial de Nicolás Maduro en Venezuela, acusándolo de "dictador", mientras un puñado de presidentes aliados asistió y otros gobiernos enviaron representantes de menor nivel.El boicot internacionalTrece de los catorce países del Grupo de Lima, apoyados por Estados Unidos y la Unión Europea (UE), boicotearon la ceremonia. México fue la excepción.Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colombia, Costa Rica, Guatemala, Honduras, Panamá, Paraguay, Perú, Guyana y Santa Lucía pidieron en vano a Maduro la semana pasada abstenerse de asumir el poder, al desconocerlo por considerar que el nuevo mandato es producto de elecciones ilegítimas, aunque se abstuvieron de romper relaciones.La víspera, el presidente ecuatoriano, Lenín Moreno, quien tampoco mandó delegados, comentó en Quito que "la protección internacional de los derechos humanos es una obligación legal y ética, no es una intervención en asuntos internos de otros países".El presidente chileno, Sebastián Piñera, estimó que "en Venezuela hoy existe una dictadura", por lo que hay "preocupación en el mundo".

Venezuela: Maduro amenaza con eliminar la Asamblea Nacional legítima, liderada por la oposición

Horas antes de tomar posesión por segunda vez la Presidencia de Venezuela, Nicolás Maduro amenazó con disolver la Asamblea Nacional en caso de que decida reemplazarlo con un gobierno provisional y llamar a elecciones como lo anunció el 5 de enero en la instalación de su nueva directiva. En su discurso previo a la juramentación de hoy jueves, Maduro dijo que la Asamblea Nacional Constituyente (ANC), que también ha sido cuestionada, «actuará contra la Asamblea Nacional si intentan un golpe de Estado». La ANC no ha sido reconocida ni por el parlamento nacional ni gran parte de la comunidad internacional por haber sido creada por el régimen para liquidar la Asamblea Nacional y cambiar la actual constitución. Las amenazas del considerado ilegítimo segundo mandato de Maduro fueron reforzadas por Diosdado Cabello, presidente de la constituyente. En su programa televisivo «Con el mazo dando» de este miércoles en la noche, Cabello arremetió contra el parlamento y su nueva directiva. «Nadie debe extrañarse si la ANC toma medidas para sanear esa Asamblea», dijo Cabello en su programa tras señalar que«pasará mucho tiempo» para que alguien pueda volver a creer en el poder legislativo.

Bruselas investiga si Holanda dio un trato fiscal favorable a Nike

Bruselas vuelve a poner el foco en las ventajas fiscales concedidas por países de la UE a multinacionales. La Comisión Europea ha anunciado este jueves la apertura de una investigación para determinar si los acuerdos entre Holanda y la multinacional de ropa deportiva Nike le permitieron pagar menos impuestos que sus competidores y disfrutar así de "ventajas indebidas" que puedan ser consideradas ayudas de Estado ilegales. Las pesquisas se centran en dos sociedades del grupo: Nike European Operations Netherlands y Converse Netherlands, a través de las que la compañía canaliza las ventas en Europa, Oriente Medio y África. Bruselas sospecha que ambas se beneficiaron entre 2006 y 2015 de condiciones ventajosas al obtener licencias para utilizar los derechos de propiedad intelectual de Nike y Converse a cambio del pago de un canon deducible fiscalmente. "La Comisión examinará atentamente el tratamiento fiscal dispensado a Nike en Holanda para determinar si cumple las normas sobre ayudas estatales de la Unión Europea", dijo en un comunicado la comisaria europea de Competencia, Margrethe Vestager.

10 claves para comprender la toma de posesión de Nicolás Maduro

El presidente venezolano asumirá hoy jueves su segundo mandato presidencial hasta 2025. Tras dos décadas de chavismo, el país está sumido en un caos institucional y una crisis sin precedentes.
El presidente venezolano, Nicolás Maduro, posa para una fotografía en la inauguración del año judicial en Venezuela, acompañado de su esposa Cilia Flores y el presidente del Tribunal Supremo de Justicia (TSJ), Maikel Moreno, el 14 de febrero de 2018. En diciembre de 2015, tras la victoria opositora en las elecciones de la Asamblea Nacional de Venezuela los legisladores y jerarcas chavistas pertenecientes a la anterior composición de la Asamblea Nacional designaron un grupo de “magistrados exprés” con el objetivo de completar las posiciones de algunos jueces del tribunal que tenían su período vencido, asegurando de esta manera el control político del Tribunal Supremo de Justicia. Christian Zerpa fue uno de los designados al máximo tribunal del país promovido por Cilia Flores, abogada y esposa de Maduro, bajo el supuesto de que sería leal a los intereses del chavismo. Zerpa huyó a principios de enero a Estados Unidos, donde ha solicitado protección, declarando que en Venezuela no hay independencia de poderes, sino que las decisiones más importantes del Estado se toman desde Miraflores y son acatadas por el resto de las instituciones. (MARCO BELLO REUTERS)

Guaidó: “El próximo 10 de enero hay una situación de facto en Venezuela”


Juan Guaidó, nuevo presidente de la Asamblea Nacional de Venezuela, habló en La Tarde de NTN24 sobre el pronunciamiento del presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, en su contra y dijo que “el estado de derecho es un elemento fundamental que protege al ciudadano del hambre” y añadió que “hoy hay 33 protestas diarias en Venezuela”. 

Venezuela: Los números de dos décadas de chavismo

Hiperinflación, éxodo de migrantes, criminalidad, la sombra del hambre extendiéndose… la imagen que ofrece Venezuela tras dos décadas de chavismo es oscura, sobre todo para sus propios habitantes. Pero lo es más todavía en contraste con la que tanto el régimen como algunos datos ofrecían hace una década. Cuando se cumplen 20 años del ascenso de Hugo Chávez al poder, echar la vista atrás con los números en la mano es particularmente iluminador. Así, mientras entre 2004 y 2007 la tasa de pobreza en el país bajaba a prácticamente la mitad, el índice de escolarización ya se había disparado en los primeros años de Gobierno socialista. Los programas pro-educación y redistributivos del mismo se convirtieron en su bandera por aquel entonces. Sin embargo, la mejora de la situación no alcanzaba otras variables, como la incidencia de la violencia, de ascenso imparable. Este tipo de problemas contaban con causas mucho más profundas que las que puede causar la reciente llegada de un nuevo partido político al poder. También quedaban fuera del alcance del verdadero motor de los años de bonanza bajo la enseña de Chávez: el petróleo.

Venezuela: La farsa de Maduro

Nicolás Maduro renueva hoy su mandato como presidente de una Venezuela con tintes espectrales: la falta de alimentos, la escasez de productos básicos o el derrumbe del sistema sanitario infligen un castigo de proporciones bíblicas a los venezolanos. Esto es, a los que quedan, puesto que unos 2,5 millones han huido ya del país y de sus penalidades, lo que supone más del 7% de la población. Una catástrofe sin precedentes en la historia reciente de América Latina.
Este es el trágico trasfondo sobre el que se celebra la farsa de la toma de posesión de Maduro, para un mandato que teóricamente habrá de durar hasta 2025. Trae ello cuenta de las elecciones de mayo del año pasado, en las que los principales partidos de la oposición se negaron a participar por falta de garantías democráticas, y que fueron consideradas un burdo fraude por las principales potencias de América Latina, EE UU y la UE. España no envía representación diplomática alguna a la ceremonia.
Venezuela desciende así un nuevo círculo en la deriva autoritaria. Todo apunta a que la arremetida del chavismo de Maduro contra sus críticos, centenares de los cuales se consumen en las cárceles del régimen, no hará más que arreciar, sin que se vislumbre esperanza o salida alguna a la crisis económica, política y social que carcome hasta los cimientos al país caribeño.

La toma de posesión de Nicolás Maduro culmina la quiebra institucional de Venezuela

Nicolás Maduro inaugura este jueves su segundo mandato, un período presidencial que le mantendrá al frente del Gobierno venezolano hasta 2025. La toma de posesión, señalada desde hace meses como un punto de no retorno en la gravísima crisis económica e institucional que sufre el país, de facto no supone ninguna novedad para los ciudadanos. Pero culmina la deriva del régimen, que controla todos los estamentos del poder político y judicial, y consuma una fractura aparentemente insanable con las principales instancias de la comunidad internacional: Washington, Bruselas y la mayoría de los Gobiernos de la región. Maduro exhibe, no obstante, el apoyo de Rusia, China y Turquía, y el presidente mexicano, Andrés Manuel López Obrador, le dio hace una semana un balón de oxígeno al rechazar las sanciones del Grupo de Lima. El sucesor de Hugo Chávez ganó el pasado mayo unas elecciones cuestionadas por carecer de garantías democráticas y observadores independientes. Las fuerzas mayoritarias de la oposición rechazaron participar, provocando una abstención histórica de más del 54%. El mandatario, que asumió el cargo en abril de 2013, buscaba legitimarse ante el aumento de la presión y el deterioro de los derechos. En definitiva, comenzar un nuevo ciclo. Ahora se formaliza el inicio de esa etapa, que arranca precisamente con una anomalía, un reflejo de lo que es hoy Venezuela.

Venezuela: OEA não reconhece tomada de posse de Maduro

A Organização de Estados Americanos, OEA, aprovou esta quinta-feira uma resolução segundo a qual não reconhece a tomada de posse de Nicolás Maduro. O presidente venezuelano prestou juramento para um segundo mandato que o mantém no poder até 2025. O México absteve-se na votação; o Paraguai rompeu relações diplomáticas com Caracas; os Estados Unidos e a União Europeia estiveram igualmente ausentes. De um total de dezanove presidentes hispano-americanos apenas quatro marcaram presença na cerimónia. A oposição venezuelana apelou ainda à União Europeia para romper laços diplomáticos com o governo venezuelano.

Venezuela: Nicolás Maduro, um líder contestado

O mandato que se inicia hoje adivinha-se atribulado, marcado pelo isolamento do regime e pela pior crise económica das últimas décadas. No poder desde a morte de Hugo Chávez, em 2013, Nicolás Maduro tem sido um líder muito contestado (veja aqui)

Venezuela: a tomada de posse de Nicolás Maduro aos olhos de um luso-descendente

Para Carlos Fernandes, antigo candidato da oposição, o momento é de tristeza.

Alunos que escolhem ser professores são os que têm as piores notas a português

Dados foram revelados pela Direção-Geral de Estatísticas da Educação.

Venezuela: Maduro volta a tomar posse do país que tem 1700% de inflação

O Presidente da Venezuela toma posse esta tarde, mais um segundo mandado de seis anos à revelia do Parlamento que tem vindo a ser despojado de poderes. O Presidente Juan Guaido exige mudança

Uma crónica dura demais: ninguém acaba com esta trampa no PSD nacional?

Quando olhamos para o PSD nacional ficamos com a triste sensação e que há um partido a definhar, a caminho da valeta, refém de "viúvos" e de "viúvas" do Passos Coelho, o tal indivíduo que tomou o partido de assalto com o abjecto Miguel Relvas para viabilizar um projecto liberal e protofascista de assalto ao poder com ligações várias, nomeadamente ao grande capital e ao sector financeiro que  chuparam milhares de milhões de euros que custaram os olhos da cara aos contribuintes portugueses.
E quando, depois da patética cena da posse do governo minoritário PSD/CDS, com a cumplicidade idiota de saloia de Cavaco Silva e depois da penosa derrota autárquica de 2017, o homem finalmente deixou o poleiro o PSD que nos deixou foi esta monstruosidade, refém destes "cappos" ambiciosos, todos eles sonhando com tachos e com o poleiro, um partido a exigir uma depuração interna, se necessário for agressiva e contundente, para limpar todo o edifício, dos subterrâneos e dos esgotos ao topo, para finalmente recuperar o seu perfil, a sua matriz social-democrata, a sua importância social e a respeitabilidade junto das pessoas. Que tristeza estes miseráveis "cappos" e "capados" que sonham com o poder, que boicotaram o Rio desde a sua eleição - tornando-o ainda mais incompetente e impreparado para as funções de liderança daquilo que se esperava que fosse, mas não é, o maior partido da oposição, um partido sem discurso, sem liderança forte e estimulante, sem chama, sem rumo, sem alternativas, sem ideias novas, sem propostas mobilizadoras, sem uma agenda, que vai a reboque dos média e do mediaticamente noticiável, um partido vazio, sem nada. Um partido que oferece coisa nenhuma aos eleitores e que provavelmente vai caminhar para um ciclo de conflitos internos, uma sucessão de choques de ambições e de vaidades pessoais, entre gente que não tem um espelho em casa,  daqui resultando um PSD ainda pior do que já está.
Porquê? Porque com estes "viúvos" e "viúvas" do Passos o PSD será um partido da direita liberal, um partido refém de barões que se armam em importantes na comunicação social, que  contam com cumplicidades estranhas nalguns meios de comunicação social que parecem ser eles a fixar as agendas das disputas internas no PSD. Teremos um PSD que não consegue disfarçar que o poder, os tachos, os lugares, são o cimento do próprio partido e desta casta rafeira e medíocre que ao longo destes anos todos, mantêm o PSD refém destes interesses.
O que se pede ao PSD-Madeira é que mantenha a sua matriz, que mantenha a sua coerência, que se mantenha distante de tudo isto que se passa em Lisboa, que não tome partido a favor de ninguém, que não se meta em nada, que dê prioridade ao que é prioritário realmente, que não se confunda, que não traga para cá pessoas que só o penalizam aos olhos das pessoas porque elas não trazem nada, não inspiram confiança, não mobilizam, não transmitem esperança, não dão nada de novo ao país e ao seu povo. Quanto mais subserviente for de Lisboa, deste PSD nacional, mais o PSD-Madeira será prejudicado. E não é preciso fazer grande esforço, basta ver e entender (repito, ENTENDER) o que aconteceu em 2015 para aquilatarem sobre o impacto negativo gerado por submissões dispensáveis a esta gentinha.
Repito, tudo isto cheira a tachos e os "viúvos" e "viúvas" do Passos Coelho querem preservar os seus lugares nas listas de candidatos a deputados do PSD, impedindo que seja o Rui Rio a escolher os seus amigalhaços.
Ou seja, retomando um ciclo vicioso que é a merda do costume, o facto de termos líderes de partidos eleitos em congresso, legitimados pelas directas, mas que depois enfrentam grupos parlamentares hostis constituídos por protagonistas escolhidos pelo líder antecessor.
Não eu não acho que Rio seja uma boa escolha, acho que é um dos líderes mais fracos de sempre, acho que não tem o perfil para a liderança do  PSD, acho que não tem discurso, não sabe transmitir a sua mensagem, é arrogante, não tem uma boa equipa, teve problemas de natureza ética com várias pessoas que ele escolheu, continua a ter uns patos-bravos ao seu lado que só semeiam confusões, chega a ser patético nas suas declarações aos jornalistas, etc. Pior do que isso é um adepto do bloco central, quer uma aproximação (errada) do  PSD ao PS para entendimentos alargados, e isso vai tornar o PSD e Rio desnecessários num contexto eleitoral e político pós eleitoral. Mas foi ele o eleito pelo PSD, foi essa a escolha da maioria dos militantes. Por isso devem ser eles assumir as consequências das suas escolhas, salvo se o próprio Rio - nada o impede de fazer - altere a evolução dos acontecimentos e seja ele a dar cartas, levando por arrastamento os que o contestam. Mas só o pode fazer com alguma perspectiva de sucesso, se tiver a garantia de que neste conflito com o"passismo" vai intensificar o seu discurso e enfrentar a oposição interna da forma e do modo que há muito devia ter feito (LFM)

Venezuela: com uma oposição de merda,desunida e contraditória, nada feito


Uma nota só para entendermos bem a coisa no que à Venezuela diz respeito: eu acho que Maduro é um ditador da pior espécie, um impreparado que chegou ao poder como uma lapa de Chavez e que levou a Venezuela para caminhos impensáveis de pobreza e de privação social generalizada. Segundo aspecto é que a oposição na Venezuela é uma merda, sim, uma merda com todas as letras, dividida em quintalinhos, cada um com o sei "monarca" da treta, dependente de vaidades pessoais, de interesses de grupos distintos, de impreparados, de alguns oportunistas caídos na ribalta não se sabe bem como, etc.
Por isso com uma oposição desunida, a Venezuela não consegue mudar. Em terceiro lugar como é que se deve comportar Portugal? Tal como se submeteu e se submete a outras ditaduras colocando os interesses do Estado e dos cidadãos nacionais em primeiro plano, a postura diplomática da geringonça - diga o Bloco e o PCP o que disserem - tem de ter muita cautela. Temos milhares de portugueses, incluindo milhares de madeirenses no país, temos milhares de pessoas a passar dificuldades, em depressão, algumas até passando fome pelo que Portugal não pode armar-se em "carapau de corridas" evitando prejudicar os cidadãos que lá vivem porque Maduro é vingativo, persegue pessoas, prende e tortura pessoas pelo facto simples de discordarem dele e do caminho que a Venezuela está a seguir, tem a tropa do lado dele à custa de mordomias que lhe propicia, etc.
Ou seja, e em resumo: até que esta oposição de merda na Venezuela se una toda, até que a comunidade internacional perceba que tem um interlocutor alternativo - que não existe neste momento - Portugal que tenha uma atitude cautelosa, engolindo se for preciso elefantes vivos, não tomando posições de apoio ao regime, mas mantendo portas abertas para resolver problemas dada a importância e a dimensão da nossa comunidade. A ausência da posse de um ditador eleito em eleições marcadas pela suspeição e pela aldrabice é diplomaticamente perceptível. Mas na realidade não sei se politicamente isso vai ter ou não efeitos posteriores. O tempo o dirá. Tenho dito. É o que eu penso, é o que eu escrevo (LFM)

Venezuela: Nicolas Maduro vai assumir segundo mandato presidencial


Venezuela: Igreja Católica diz que novo mandato de Maduro é ilegal

Para os prelados, “a pretensão de iniciar um novo mandato presidencial, a 10 de janeiro de 2019, é ilegítima pela sua origem porque carece de sustentação democrática na justiça e no direito”.

A Conferência Episcopal Venezuelana (CEV) considerou nesta quarta-feira ilegal o novo mandato que o Presidente Nicolás Maduro iniciará a 10 de janeiro. Os bispos afirmam, em comunicado, que é um "pecado" pretender manter o poder a qualquer custo e instam os venezuelanos a atuarem para recuperarem o país. Para os prelados, "a pretensão de iniciar um novo mandato presidencial, a 10 de janeiro de 2019, é ilegítima pela sua origem, (...) porque carece de sustentação democrática na justiça e no direito". No documento, divulgado em Caracas, a CEV reitera que a convocatória de 20 de maio de 2018, para a realização de eleições presidenciais antecipadas, "foi ilegítima, como o é a Assembleia Constituinte imposta pelo poder Executivo".

Venezuela: Nicolas Maduro vai assumir segundo mandato presidencial

Na Venezuela, Nicolas Maduro prepara-se para assumir um segundo mandato, enquanto a oposição se diz disposta a ignorar que ele tomou posse. Maduro continua a fazer orelhas moucas tanto à oposição interna como externa. Os países do chamado grupo de Lima, à exceção do México, produziram uma declaração conjunta onde pedem que não tome posse como presidente e respeite as atribuições da assembleia nacional, referindo que o processo pelo qual foi eleito "carece de legitimidade". Nicolas Maduro, que foi eleito em maio do ano passado em eleições repletas de irregularidades e conta com o apoio da Assembleia Constituinte e do exército, já avisou que dará resposta "recíproca e oportuna" aos países e instituições que não reconheçam o seu novo mandato de 6 anos. Os países da região manifestam sérias preocupações com a crise política social de humanitária na Venezuela e com o êxodo que ela está a gerar. Nos últimos anos , mais de 2 milhões e meio de pessoas deixaram o país, onde a inflação é a mais alta do mundo e os bens de primeira necessidade e medicamentos escasseiam. Os presidentes ou delegações da Nicarágua, Cuba, Bolívia e Turquia estarão ao lado de Maduro na tomada de posse. A União Europeia e os Estados Unidos pedem nova eleição presidencial; enquanto milhares de venezuelanos continuam a fugir do país.

Cada vez mais cidades portuguesas com taxas turísticas

Valor aplicado em Portugal abaixo da média europeia. Há cada vez mais cidades portuguesas a aplicar taxa turística. No ano passado renderam mais de 25 milhões de euros. Este ano o valor vai duplicar.

Governo Regional da Madeira contesta voos domésticos no Montijo

O presidente do Governo Regional da Madeira não quer voos de e para o arquipélago usando o novo aeroporto do Montijo. Miguel Albuquerque recusa uma opção que possa prejudicar os madeirenses. Uma posição também defendida pelo presidente da Câmara de Comércio da Madeira. Já o empresário hoteleiro António Trindade defende que o novo aeroporto vai trazer maior competitividade para as companhias e as taxas. Confesso que não entendo -fico mesmo estupefacto - com a posição assumida pelo empresário António Trindade ao não defender de forma clara que os madeirenses continuem a usar a Portela e que as low-cost devem ser divergidas todas para o Montijo

Jornalismo em degradação

Acontece cada uma! Ao ver um serviço de notícias na televisão, ouvia o advogado de 4 estudantes que em Braga vinham acusados no Tribunal de terem sido involuntariamente responsáveis pela queda de um muro que matou outros 3 estudantes universitários, dizer porque se fez justiça e porque estava satisfeito com a decisão do Tribunal de inocentar os seus clientes. O advogado, muito parco em palavras, a dado momento é confrontado por uma "jornalista" daquelas que deviam ser embalsamadas e metidas numa prateleira com  uma nota explicativa por baixo - que me escuso de dizer qual seria - sair-se com este tiraço: "como se prepara uma defesa destas?". Surpreendido, quase irritado e estupefacto, o advogado lá acabou por explicar os passos dados. Eu se fosse ele dizia que se preparava uma defesa destas dormindo, dormindo muito, não lendo nada, nem sequer o processo, não ouvindo ninguém, andando na farra e nos copos e deixando as coisas andar! Patética pergunta da "jornalista" - ou contratada a pataco pelas televisões? - mas é o jornalismo que temos. Infelizmente casos destes multiplicam-se por todos os meios de comunicação social numa degradação que coloca em causa o próprio sector.

quarta-feira, janeiro 09, 2019

PSD de Rio: o que é esta merda?

Desculpem a minha burrice ignorante mas o que é esta merda? O que é que estes gajos querem?

Montijo e os planos A e B (quer não existe)....

Como é que António Costa - que fez escola com Sócrates e, portanto, sabe-a toda - interrogado pelos jornalistas sobre a existência de um alegado plano B para o Montijo, caso o estudo de impacto ambiental desaconselhe o empreendimento previsto, não foi claro e insinuando que qualquer plano B serão problemas imensos para Lisboa deixando no ar a dúvida sobre se quer impor à força o Montijo?
E trazendo consigo outras interrogações: afinal o que se passa? O estudo de impacto ambiental é uma farsa previamente combinada que nem impediu a palhaçada da cerimónia pública? Os resultados do estudo de impacto ambiental foram "comprados" para que sejam manipulados na direcção adequada? Afinal existe um Plano A - o anunciado com as festanças pomposas bem à moda de Sócrates - e mais nada do que isso? Estranho, muito muito muito estranho. Ainda por cima depois de vermos na televisão o desfilar daquelas "aves" esfomeadas, alegados especialistas ambientais, a reclamarem estudos e mais estudos, num cruzamento de interesses e de ligações que um dia, se for caso disso, talvez a comunicação social, quando voltar a dedicar-se à investigação jornalística de facto, ajude a desvendar.

Vai focar assim o aeroporto de Lisboa depois da expansão


Montijo: carroça à frente dos bois porque....é assim!

O que se passa com a anunciada construção do novo aeroporto do Montijo - a partir da base aérea ali existente - é mais uma vergonha demonstrativa de como actua a geringonça, a roçar a ilegalidade num clima de suspeição. Como é que um governo pode anunciar obras, promover actos públicos oficiais, assinar contratos de financiamento - estamos a falar de 1,7 a 2 milhões de euros.... - e fazer o show-off idiota que promoveu em Lisboa sem que tenha em seu poder um instrumento fundamental, o estudo do impacto ambiental da obra? O que não diriam - o que não ladraria a geringonça - se este comportamento fosse do governo anterior ou de um qualquer outro governo do PSD ou do CDS ou de ambos? A escola socrática está a ser ressuscitada....

O descalabro funchalense do costume...

Espanta-me que este conhecido técnico só de quando em vez se lembre deste assunto. Faz bem em fazê-lo. Devia fazer mais vezes. Por acaso não passeia pela cidade do Funchal, mesmo sendo de Santa Cruz? Não vê o que se passa na Avenida do  Mar, na Zona Velha, na placa central da Avenida Arriaga, nos espaços roubados às pessoas pelos restaurantes ou tascas mais finas que ali existem a troco de milhões em taxas e taxinhas para a CMF ou de outros fretes sabe-se lá por conta de quem e do quê? O que espero é que este técnico,antigo funcionário da CMF e apoiante de Cafofo, diga o que deve ser feito para acabar com estes abusos sancionados pela edilidade funchalense, exija que se faça qualquer coisa em vez do silêncio habitual de uma Câmara, que ele apoia, e que troca o dinheiro pelo incómodo causado às pessoas e que está mais preocupada com outras ambições pessoais e corporativistas, que vão anteceder enormes desilusões como a seu tempo constataremos.

terça-feira, janeiro 08, 2019

Apresentação do novo aeroporto do Montijo

Na assinatura do acordo para a expansão da capacidade aeroportuária de Lisboa, foi divulgado um vídeo de apresentação do novo aeroporto, no Montijo.

Falta água, luz, médicos. Venezuela atravessa pior crise de sempre na saúde

A ONU e os "Médicos por la Salud" revelam dados alarmantes sobre a situação da saúde pública na Venezuela. Para muitas famílias - e para vário profissionais de saúde - a solução é sair do país.

TAP tem maior fatia de voos atrasados no mundo


Quase metade dos voos da TAP, operados ao longo de 2018, aterraram com atraso. Estes dados tornam a TAP a companhia que mais se atrasou no ano passado. A companhia aérea nacional, a TAP, reuniu, em 2018, a maior percentagem de voos atrasados a nível mundial, revelam os dados cedidos pela OAG, consultora especializada no setor da aviação, à Bloomberg. No ano passado, 43,4% dos voos da TAP chegaram ao destino com um atraso superior a 15 minutos. Questionada pela Bloomberg acerca da justificação para esta situação, a companhia alegou "grandes constrangimentos estruturais" no aeroporto de Lisboa. Para fazer face aos mesmos, garantiu estar a cooperar com o operador dos aeroportos, a ANA, para conseguir investimento.
Para além destes esforços, a TAP indicou à Bloomberg que teria reforçado a frota com três aeronaves adicionais, aumentado o número de contratações ao nível dos pilotos e das equipas a bordo, melhorado os procedimentos de embarque, revisto os horários e assinado acordos essenciais com os sindicatos. De acordo com a companhia, estas medidas permitiram melhorias em termos de pontualidade e menos cancelamentos.

Nota: parabéns à hipocrisia na geringonça

Julgo que é justo darmos os parabéns muito "sinceros", tanto a António Costa, como, e sobretudo, ao PCP. Pela hipocrisia, pelo embuste, pelo oportunismo saloio que ambos patenteiam, sempre que respiram.
Ao PCP - comecemos por ele - porque consegue estar ao mesmo tempo nas duas margens do rio, por um lado votando sempre tudo o que vem do governo da geringonça que apoia mas que diz contestar, mas por outro, temendo ser eleitoralmente "engolido" pelo papão maior (PS), foge rapidamente para a outra margem do rio, optando por um discurso crítico, por vezes corrosivo, mas usando essencialmente a sua  conhecida influência no mundo sindical, quer através da Intersindical - na realidade uma estrutura do PCP e mais nada do que isso, controlada por militantes do PCP com algumas nuances mais à esquerda para disfarçar o sectarismo que começava a destruir  a influência da organização... - quer por via de sindicatos isolados que estão controlados por militantes e dirigentes do PCP.
O número de greves, constantemente convocadas quase todas as semanas, de norte a sul do país, o tipo de reivindicação, a oportunidade de algumas exigências - como que a demonstrar que era preciso arranjar qualquer coisa para justificar a greve... - tudo isso faz com que o PCP jogue o tudo por tudo na rua, sem deixar de correr um risco grave, bem grave, de se pulverizar nas eleições de 2019.
Pulverizar não é desaparecer. Pulverizar é perder votos, mandatos e influência, sendo pouco a pouco atirado para um deserto de insignificância se não tiver a dignidade de fazer alguma coisa antes de Outubro, quando perceber que corre o risco de se tornar absolutamente dispensável.
Louvo por isso o esforço do PCP de querer ser, fora de campo, o que não é nem demonstra ser dentro do campo, pela sua capacidade de ter duas, três ou quarto caras ao mesmo tempo, a sua habilidade de usar máscaras conforme a conveniência. Mesmo assim, e  basta olhar para aquela gente do Bloco de Esquerda em Lisboa e para o tipo de discurso populista que usa todos os dias, acho que o PCP será sempre o aliado preferencial do PS que fará tudo - será errado se não o fizer - para evitar a implosão parlamentar dos comunistas.
Mas louvo António Costa pelo "estômago" que tem mostrado ter e pelo teatro que consegue "vender" ao tentar garantir que está tudo bem, quando sabe tão bem como qualquer um de nós, que a chamada "instabilidade social" na qual o PCP tanto fala, tem a ver com as dúvidas, as hesitações existenciais e os temores políticos e eleitorais dos comunistas (LFM)

sábado, janeiro 05, 2019

Porto Santo: mais do mesmo ou a inexistência de alternativas?

O JM anuncia hoje que o Grupo Pestana decidiu encerrar três unidades hoteleiras na ilha dourada, como reflexo dos fracos resultados obtidos no inverno de 2018, com os funcionários a entrarem agora de férias. A autarquia local lamenta e contesta a decisão. Obviamente que isto é mais do mesmo, é uma decisão previsível e que exige que em vez de protestos repetitivos e vazios que nada resolvem, se tomem medidas que dinamizem a economia no Porto Santo e que se combata, de facto, com medidas eficazes e não com paleio, a sazonalidade que muitos não gostam de ouvir mas que é uma realidade incontornável.
E outros hotéis da Ilha Dourada que no passado tomaram a mesma decisão provavelmente não o fazem agora porque continuam a beneficiar de alguns contratos com operadores - a preços que tornam o negócio hoteleiro fora do período de Verão num pesadelo... Ninguém pode obrigar um investidor a ter uma unidade hoteleira aberta num determinado período do ano em que escasseiam as pessoas, em que a ilha não oferece nada dos visitantes a não ser a praia, só para fazer o frete aos políticos locais, acumular gostosamente prejuízos diários que ninguém suporta a não ser o próprio ou iludir as pessoas quanto à realidade ali existente.
O que o Porto  Santo precisa é de medidas concretas, não de esmolas para os seus habitantes ou de "antibióticos" para resolver casos pontuais até que nova maleita apareça mais tarde. Uma ilha com dificuldades nos transportes aéreos, apesar da melhoria dos meios disponibilizados, com problemas como este - de ficar privada de um barco por causa da sua necessária manutenção sem que seja encontrada obrigatoriamente uma alternativa - que não consegue arranjar emprego para os jovens que ali vivem de que esbarram com a incerteza da sobre o seu futuro e a convicção de que para poderem sonhar terão que sair da sua própria terra, é uma ilha que precisa de soluções estáveis e duradouras.
Uma vez escrevi que o Porto  Santo era refém das tretas de Verão. Não gostaram. Lembro-me bem desse dia.... Políticos em férias fazem sempre declarações pomposas, assumem compromissos, fazem promessas, mostram alegado interesse em resolver problemas concretos, abrem a "cremalheira" para as fotos de jornais ou imagens de TV mas depois, quando as férias acabam, rapidamente esquecem durante um ano a Ilha Dourada.
Eu disse, e mantenho, que o Porto Santo precisa de se unir, precisa de debater a sua realidade, sem complexos, assumindo tudo, o positivo e o lado negativo, virtudes e defeitos, etc. O Porto Santo precisa de uma actividade comercial local mais arrojadas, moderna, desenvolvida e estabilizada, precisa de cuidar da oferta aos residentes e visitantes, precisa de ter serviços complementares para o turismo diversificados e funcionais, precisa de virar-se a sério para o mar, precisa, numa expressão, de se reunir à volta de uma mesa e saber discutir, uns com os outros, todos. O que esperam as forças vivas do Porto Santo para promoverem um encontro, um congresso, um debate, uma conferência, chamem o que lhe quiserem, virada para o futuro, apostada no positivo, capaz de identificar os problemas concretos e propor medidas concretas, devidamente enquadradas, sincronizadas - por exemplo medidas fiscais mais apetecíveis ainda que atraiam pessoas e empresas - não proposta isoladas, descontextualizadas e sem exequibilidade. Enquanto isso não for feito teremos as habituais guerras entre protagonistas locais do costume, os mesmos de sempre, movidas pelas vaidades e ambições pessoas, conflitos entre as tretas dos partidos - alguns só se ouvem nas campanhas eleitorais - etc. Tentem por favor organizar essa iniciativa que vai interessar a todos, que pode abrir outras portas, outra esperança, outro futuro ao Porto Santo. Antes que seja tarde demais (LFM)

A propósito de ditadores, ditaduras, televisões e liberdade


Confesso que não tenho opinião formada (ainda) em torno desta polémica sobre a ida de um personagem de um partido extremista de direita à TVI para uma entrevista qualquer. Sei que causou incómodo e que a TVI tomou medidas, inclusivamente suspendendo esse espaço de entrevista que parece integrar o programa do Goucha. Acho que é isso. É-me indiferente porque não vi nem alguma vez veria. Mas interrogo-me sobre este estranho "politicamente  correcto" subjacente a  algumas opiniões, que chegam a roçar o absurdo e o patético pela submissão idiota que expressam.
Se em democracia - dizem alguns - não nos devemos incomodar com  a presença nas televisões de personagens extremistas e insignificantes como este Machado - ignorando eles que isto é um tempo e uma oportunidade de propaganda desejada e que, por isso, é um dos objectivos deles (dizem uns entendidos que é ouvindo-os que mais depressa os rejeitamos. Eu pergunto: e o inverso não existe? Não pode ser ouvindo-os que os seus defensores aumentam?) - também existe o outro lado da moeda que de forma oportunista esses apregoadores ingénuos do "politicamente correcto" esquecem.
Em qualquer ditadura, em qualquer regime totalitário, as televisões banem o acesso diversificado de opiniões divergentes aos regimes que controlam as suas televisões vistas apenas como instrumentos de propaganda essenciais à sobrevivência. Depois de quase 50 anos de fascismo e ditadura em Portugal será que  alguém ainda não apreendeu com esse passado - apesar de tudo o que mudou na sociedade em termos de comunicação, de redes sociais, do impacto mediático, etc - e perceber que nas ditaduras quem pensa de forma diferente do regime não tem oportunidade sequer de dizer que pensa de forma diferente e explicar porque pensa de forma diferente?
Confesso que a minha tolerância democrática pessoal, assumida e inegociável, não se compadece com este oportunismo do "politicamente correcto" para alindar conversas ou enganar as pessoas.
Eu acho que defensores das ditaduras e de ditadores num regime democrático onde se respeita a liberdade de opinião e se odeia as cruzes e outros símbolos nazis, não devem ter oportunidades iguais às dos demais cidadãos que os toleram e que permitem que essa corja de bandidos ande por aí fazendo as suas patifarias. Por isso, repito, sem opinião formada sobre os contornos do que se passou e do interesse de tal entrevista, acho que foi um tiro-no-pé da TVI, embora respeite quem pense o contrário. A minha tolerância para com os apologistas das ditaduras é zero.
Mas acho que esta discussão tem ainda mais dois itens que revelam a dimensão ridícula subjacente e sobretudo a muita hipocrisia porca de alguns oportunistas, eles próprios defensores declarados de ditadores e de ditaduras de sinal oposto à do Machado mas igualmente asquerosas.
Por um lado quando se fala em ditaduras e ditadores eles não são só a extrema direita. Nem há a treta das ditaduras más e das ditaduras boas, dos ditadores sanguinários e dos ditadores bonzinhos! Temos uma extrema esquerda - por sinal muito cooperante e amigalhaça da extrema-direita, nas manifestações dos amarelinhos em França. O patético é que em Portugal os adeptos do Estalinismo, do Cubanismo, do Madurismo/Chavismo, do maoismo, do Norte-coreirismo etc, aparecem publicamente a dar expressão à sua "indignação" idiota quando são eles próprios iguais ou piores que estes Machados e às idiotices que eles defendem. É que em Portugal enquanto os Machados estão longe do poder, há apologistas encapotados de ditaduras de esquerda e de visões sociais e políticas de extrema esquerda que já andam já nos corredores do poder e sonham em ser mais do que meros insignificantes passeantes de bastidores.
Uma nota final: quando as democracias em nome do "politicamente correcto" ou de tiques de tolerância democrática excessiva contra o seus adversários e inimigos - porque a democracia tem inimigos - as democracias dão tiros-nos-pés e fragilizam-se. E quando a classe política, ao mesmo tempo - estas estranhas coincidências... - tem atitudes intoleráveis (falo dos casos recentes) que causam a irritação das pessoas e as indignam, a democracia tem que ter a coragem e a dignidade suficientes para agir em conformidade e acabar de uma vez por todas com essas indignidades que conspurcam a democracia e alimentam os extremismos que tememos e em relação aos não podemos ter qualquer tolerância (LFM)

População: uma questão incómoda


Evolução da população residente na Madeira: eu não sei se alguém está a acompanhar este fenómeno e dedica espaço de atenção aos estudos de projecções demográficas. Uma coisa é certa. A realidade populacional na Madeira é esta, tende a ser esta, parece ser irreversível esta tendência, pelo que parece altamente recomendável que quem tem responsabilidade de governação, seja a que nível for, não projecte nem decida nada em função de utopias e de realidades populacionais que, ao contrário do que já aconteceu - e hoje temos vários exemplos disso na RAM - não evoluirá da forma que muitos desejam porque a sociedade continua a não dar condições - digam os que disserem os políticos - para que sejam constituída famílias e que estas se reproduzam de forma normal e como muitas pretendiam mas não o fazem por receio e por não terem condições.
O que para mim é estranho - e mais do estranho e intrigante - é a incapacidade de quem tem responsabilidades oficiais por isso, é que a Madeira tenha hoje uma universo de eleitores que, pateticamente nem é inferior ao da sua população. No passado teria explicações - que não vou dar agora. Mas neste momento não as tenho, mesmo que alguns achem que há uma relação entre o universo de eleitores e os recursos financeiros dos partidos ou a definição dos lugares a eleger...

sexta-feira, janeiro 04, 2019

Correio da Manhã com maior reach, Record com mais tempo de acesso


Os dados de novembro do netAudience para os sites noticiosos mostram que o Correio da Manhã lidera em termos de alcance (reach) mas o Record é o que regista maior número de pageviews e mais tempo de acesso. Uma análise do sistema de medição de audiências netAudience realizado pela Marktest em parceria com a Gemius, mostra que, em novembro de 2018, o site do Correio da Manhã foi, entre os sites noticiosos, o que obteve maior reach, alcançando 2 milhões e 359 mil indivíduos, o que representa 27.5% dos residentes no Continente com 15 e mais anos. O Público ocupou a segunda posição deste top de sites de notícias, com um alcance de cerca de 2,1 milhões de indivíduos (24.4%) e o Jornal de Notícias obteve 23.9%, com mais de 2 milhões de indivíduos. Notícias ao Minuto e Expresso completam o top 5 destes sites, com 1,6 e 1,5 milhões de indivíduos de reach, respetivamente.

Portugueses mais cuidadosos com o dinheiro


Segundo os dados do estudo TGI da Marktest a maioria dos portugueses considera que atualmente gasta o gasto dinheiro com mais cuidado do que antes. Os dados do estudo TGI da Marktest mostram que são mais de 5 milhões os portugueses que consideram ter actualmente mais cuidado com o dinheiro, um valor que representa 62.4% dos residentes no Continente com 15 e mais anos.
Este valor corresponde ao número de indivíduos que, relativamente à frase " Hoje em dia gasto dinheiro com mais cuidado do que antes", indicaram as opções "Concordo Totalmente" ou "Concordo". Os resultados apresentados sugerem um cuidado actual com o dinheiro que é, de um modo geral, transversal a todos os segmentos. Tanto os homens como as mulheres concordam com a frase apresentada: 63.1% e 61.6%, respetivamente.
Entre as classes sociais, a variação na opinião também é reduzida, com a concordância relativamente à frase a oscilar entre 62.1% nas classes Baixa e Média Baixa e 63.1% nas classes Alta/Média Alta.

Aumentam utilizadores de Internet Banking


De acordo com os dados do estudo Basef Banca da Marktest, o número de utilizadores de Internet Banking tem vindo a aumentar. Os resultados de janeiro a outubro de 2018 do Basef Banca da Marktest indicam que 3 milhões e 491 mil portugueses utilizam Internet Banking, um número que corresponde a 38.8% dos residentes em Portugal com 15 e mais anos e a 45.4%% daqueles entre estes que possuem conta bancária.
A taxa de penetração de Internet Banking tem crescido desde 2003, quando 10.4% dos portugueses referiam possuir/utilizar o serviço, chegando ao período janeiro a outubro de 2018 com a percentagem mais elevada: 38.8%.
Nos diferentes segmentos, observa-se que o serviço de Internet Banking é mais usado pelos homens do que pelas mulheres. Por idades os valores oscilam entre um mínimo de 15.9% junto dos indivíduos com mais de 64 anos e um máximo de 66.6% entre os indivíduos dos 25 aos 34 anos. É junto das classes sociais que este a penetração deste serviço é especialmente segmentada, com a classe média baixa e baixa a obter 28.1% e a alta/média alta a registar 76.8%. Esta análise foi realizada com base nos resultados do estudo Basef Banca da Marktest (Marktest.com, Janeiro de 2019)

Água para consumo em Portugal é segura


De acordo com os dados de 2016 da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos, disponibilizados no sistema de geomarketing Sales Index da Marktest e na sua aplicação web Municípios Online, 98.7% da água em Portugal é segura para o consumo. Em 2016, a da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos realizou mais de 466 mil análises à água para consumo em todo o país.
De acordo com as estatísticas desta entidade, publicadas pelo INE e disponíveis no sistema de geomarketing Sales Index da Marktest e na sua aplicação web Municípios Online, 98.7% da água analisada foi considerada segura para consumo. Do total de análises realizadas, 5441 revelaram algum tipo de incumprimento, considerando os parâmetros monitorizados, o que significa que 98.68% de análises estavam conforme os parâmetros que consideram segura a água de consumo.
Analisando os dados disponíveis para os diferentes concelhos, em 43 destes a percentagem de água segura chega aos 100% e em 161 outros situa-se acima dos 99%. Em 104 concelhos a percentagem de água segura para consumo está abaixo de 99%, sendo a percentagem mais baixa de 90.5%. Lisboa, Chaves e Montalegre foram os concelhos onde se realizou o maior número de análises, com 9528, 7380 e 7369 análises respetivamente. Nestes concelhos os níveis de segurança foram de, respetivamente, 99.65%, 95.99% e 97.23%. Os concelhos de Barrancos e Castelo de Vide foram os que realizaram menos análises à qualidade da água para consumo, (99 análises). Nestes dois concelhos os níveis de qualidade foram de 97.98% e de 100%, respetivamente. Os dados estão disponíveis no sistema de geomarketing Sales Index, que a Marktest desenvolve desde 1992 e na sua aplicação web Municípios Online (Marktest.com, Janeiro de 2019)

Migrações: ‘Eu vim de longe, de muito longe, o que andei pra aqui chegar’


O número de migrantes e refugiados a chegar à Europa atingiu o pico em 2015. Desde então, tem vindo a cair drasticamente. Itália, Grécia e Espanha têm servido de porta de entrada na Europa e têm sido os países que mais migrantes e refugiados têm recebido. Já os países mais ricos como a Alemanha e a Dinamarca têm tentado travar a circulação ilegal dos migrantes. A ideia de que a Europa se está a tornar um continente apinhado de migrantes tem encontrado apoiantes entre a extrema-direita e os países dividem-se sobre as políticas que devem ser adotadas face à crise migratória (Infografia de Mário Malhão do Jornal Económico, com a devida vénia)

Combustíveis: Diferenças de preço entre postos podem chegar aos 25 cêntimos por litro


Escolher o posto de combustível mais barato pode garantir poupanças avultadas. Para uma família com dois automóveis, que consumam 200 litros por mês, poupar 25 cêntimos por litro significa menos 600 euros no final do ano (Infografia de Mário Malhão do Jornal Económico, com a devida vénia)

Portugal é dos países mais endividados do mundo


Um rácio da dívida pública face ao PIB que deverá terminar em 2018 nos 124,8% torna o endividamento português no quarto maior do mundo entre os países desenvolvidos. Apesar da trajetória de diminuição desde 2014, a dívida portuguesa apenas é ultrapassada a nível europeu pela dívida grega e italiana (Infografia de Mário Malhão, Ânia Ataíde e Shrikesh Laxmidas, do Jornal Económico, com a devida vénia)

Relatório: Venezuela regista mais de 23 mil mortes violentas durante 2018


Los 30 años perdidos de Venezuela

La historia juzgará con especial severidad la era chavista. Venezuela habrá perdido los primeros 30 años ­–­si es que no son más­– de este siglo: un tiempo en el que habrá visto reducir drásticamente el tamaño de su economía y lastrado seriamente las posibilidades de desarrollo en las siguientes décadas. Un traspiés cuyos efectos pueden durar el resto de centuria. Haber hundido su industria del petróleo tendrá un notable coste. Cuando quiera superar su incapacidad para explotar al máximo sus grandes reservas se encontrará con que habrá menos demanda de su crudo, pues el mundo habrá entrado en una etapa «pospetróleo», como vaticinan los expertos. También cuando quiera superar su déficit en infraestructuras, provocado por la inacción del chavismo a pesar de los años de grandes ingresos públicos, se topará con imposibilidades presupuestarias.
Si entre 2013 y 2018 el Producto Interior Bruto (PIB) venezolano ha sufrido un retroceso acumulado del 44,3%, cabe suponer que el continuado declive en años venideros (el FMI prevé un encogimiento del 5% en 2019) habrá supuesto eliminar de un plumazo más de la mitad de su economía. No existen precedentes de algo así salvo en desastres provocados por una guerra. Si en 1999, año en que Hugo Chávez asumió el poder, el PIB de Venezuela era un 13,6% más grande que el de Colombia (diferencia que aumentó en los años siguientes debido a que el precio del petróleo se disparó), en 2013, año de la llegada de Nicolás Maduro a la presidencia, el PIB colombiano sobrepasó al venezolano en un 2,4%, y eso antes de que se diera el desplome económico de la república bolivariana.

La vida imposible en la Venezuela de Maduro

En la Venezuela actual escasean alrededor de 24 productos alimenticios tan básicos como la leche, el pollo, la carne, la avena, la harina o la pasta, y 34 productos imprescindibles de higiene personal como el jabón, papel higiénico, desodorante o pañales. Han sido doce largos meses de proeza para los venezolanos que, ahogados por cifras millonarias de hiperinflación, siguen batallando para que el hambre y la miseria no acaben con sus vidas. El fracaso de la revolución bolivariana lo demuestran los precios de los productos que suben a razón de un 3% o 4% por día, destruyendo el poder adquisitivo de las familias.
Nelly Barrios, tuvo que bajar las persianas de su local en el centro de Caracas porque llevaban meses sin vender los bañadores que ella misma confeccionaba. «Por la crisis teníamos que remarcar los precios a diario y cuando las personas lograban reunir el dinero ya costaba un 15% más», aseguró la mujer. Barrios no es la única que ha cerrado su lugar de trabajo, también lo han hecho restaurantes por la escasez de alimentos. De hecho, Consecomercio calcula que un 40% de los locales han cerrado de manera parcial o definitiva en la capital.

quarta-feira, janeiro 02, 2019

O que disse MRS sobre eleições na mensagem de Ano Novo

"Um ano de 2019, com saúde, partilhado com as vossas famílias e aqueles que vos são queridos, realizando ao menos uma parte dos vossos sonhos e anseios é o meu voto para todos vós.
Vivendo dentro das nossas fronteiras físicas. Construindo Portugal fora delas. Ou, garantindo, ao serviço da Pátria, paz, segurança e direitos humanos pelos cinco continentes.
A todos agradeço mais um ano de trabalho, de dedicação, de orgulho de ser Português.
Nós sabemos que estes tempos continuam muito difíceis.
Num mundo que falta em Direito, em ética, em paz, em diálogo, em justiça, em certeza, o que sobra em razão da força, em conflito, em desigualdades, em incerteza.
Numa Europa que fica mais pobre com a partida do Reino Unido, desacelera na economia, vê crescerem promessas sem democracia e sem pleno respeito da dignidade das pessoas.
Num Portugal, que saiu da crise, reganhou esperança, mas que precisa de olhar para mais longe e mais fundo.

O problema da Europa não é as dúvidas com o euro

“Um projecto bem-sucedido que não trouxe todos os ganhos que esperávamos”: o euro faz 20 anos" (Expresso). Concordo. Contudo os problemas da Europa, uma Europa que aos poucos parece estar a definhar, têm a ver com os egoísmos nacionais, com os condicionamentos que o populismo impõe nas democracias europeias, e os receios de um avanço destas correntes mais radicalizadas, com as más escolhas feitas pelos partidos para candidatos às instituições europeias - escolhendo pessoas sem carisma, sem perfil, sem uma ideia para a Europa, sem experiência e que nada dizem ao povo, limitando-se apenas a gerir mediaticamente os tachos enquanto eles duram - e com a gritante falta de lideranças carismáticas, fortes e confiáveis. Percebe-se por isso os motivos que fazem com que as europeias sejam as eleições que maior abstenção registam e aquelas em que dramaticamente os eleitos não conseguem a representatividade adequada (LFM)

Taxa turística: qual o problema?

"Dormidas em Lisboa pagam Taxa Turística de dois euros a partir de 1 de Janeiro". Sobre isto os meus únicos reparos têm a ver com a dúvida sobre a utilização que depois é dada a essas receitas - se beneficiam ou não o sector turístico ou se servem para que os municípios paguem despesas correntes ou outras que nada têm a ver com o turismo nos seus municípios - e se os turistas são devidamente informados dos fins a que se destinam essas taxas. Caso contrário cheira a roubalheira.
Recordo que a partir de 2019, os visitantes da cidade italiana de Veneza terão de pagar uma taxa para visitar o centro histórico, que poderá ir até aos €10 por dia. O governo local de Veneza prepara-se para implementar uma taxa de entrada no centro histórico da cidade em 2019. A medida tem como objectivo ajudar a suportar os custos associados à manutenção e limpeza da cidade, que recebe cerca de 30 milhões de visitantes todos os anos. O custo de manutenção de edifícios públicos em Veneza é mais elevado em cerca de 1/3 em relação aos custos aplicados no continente, devido ao facto de os materiais terem de ser transportados por barco e muitas vezes conduzidos por carrinhos de mão pelas ruas labirínticas da cidade. A limpeza tem também de ser feita manualmente"


2019 decisivo para PSD e Rio

O ano de 2109 será decisivo para o PSD e para Rio.
No primeiro caso para evitar que o partido entre numa espiral de desmotivação ainda mais acentuada e seja obrigado a uma travessia no deserto sem que antes tenha que promover uma eficaz depuração interna, de alto abaixo, afastando as ratazanas nojentas do passismo que claramente estão a boicotar o partido para imporem o saudosismo e o regresso do rei da austeridade e um dos sopeiros da troika.
No segundo caso, para ficarmos a saber se Rio vai ou não de cana - os resultados eleitorais determinarão isso - porque parece que ele não percebeu que liderar um partido como o PSD, na oposição e com uma conjuntura que naturalmente não lhe favorece (e que exige inteligência, capacidade de construir uma alternativa que as pessoas aceitem e, sobretudo, a sabedoria que parece faltar de forma preocupante, de afirmar a sua liderança e obter maior aceitação junto das pessoas em geral) não é brincadeira nem tem nada a ver com a liderança de um município, com o maior respeito que tenho pelos autarcas. Nada a ver (LFM)