sábado, maio 02, 2015

12 mapas impressionantes que vão mudar a forma como vemos o mundo

Os mapas são da National Geographic e reorganizam o planeta para nos dar uma outra noção da sua dimensão. Compare os países pelo tamanho da sua população, área, reorganize continentes e áreas despovoadas (os mapas estão em inglês). O mundo afinal pode não ser como parecia. (Observador)
Esta mapa mostra a maior distância que se pode percorrer entre dois pontos sem atravessar nenhum oceano
Sabia que todos os continentes do mundo cabem na área do Oceano Pacífico
Para fugir de tudo, este mapa mostra o local do planeta mais isolado de todos
Se o mundo fosse reorganizado de acordo com a população dos países, teria um aspeto diferente
Já na austrália, apenas 2% da população vive na área assinalada a amarelo
Este mapa mostra como a população dos EUA cabe dentro da China
Se as calotas polares derretessem, este seria o aspeto da Terra
Mapa da vegetação da Terra
Mapa da Pangeia com as fronteiras internacionais atuais
Locais nos EUA que não são habitados por ninguém
Qual é o país que fica em frente da América
Vivem mais pessoas dentro do círculo que fora dele

TAP ao fundo?

fonte: Expresso

Bye-bye TAP?

fonte: Expresso

Grécia

fonte: Expresso

O mapa mais preocupante da Europa: o do desemprego

O Eurostat estima que existiam 23,7 milhões de desempregados na UE, uma pequena descida comparativamente com o mês anterior (Dinheiro Vivo)

Radiografia da EDP


Em nove anos, a EDP tornou-se a quarta maior empresa de renováveis do mundo e até já patrocina festivais. A próxima fase passa por controlar a dívida, novamente com António Mexia à frente dos destinos da empresa (Dinheiro Vivo)

A casar é que a gente não se entende

O casamento já não é uma instituição. A tendência já se vinha a desenhar há vários anos, mas em 2014 registou-se um novo mínimo histórico: o número de casais a dar o nó foi o mais baixo de sempre. Já o número de bebés nascidos de pais que não estão casados e nem sequer coabitam nunca foi tão alto (texto da jornalista do Expresso, Joana Pereira Bastos)

Diretores editoriais assinam carta de princípios "Pela liberdade de Informação"

O documento será enviado ao Presidente da República, à Presidente da Assembleia da República, aos líderes parlamentares dos partidos com representação na Assembleia da República, ao Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, ao ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional, à Procuradora Geral da República, ao Provedor de Justiça, aos Presidentes da ERC e da CNE, do Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas e da Comissão da Carteira Profissional dos Jornalistas e aos conselhos de administração dos grupos de media envolvidos. Os subscritores da carta "Pela Liberdade de Informação" estão obviamente disponíveis para contribuir para uma solução que defenda os princípios gerais enunciados. No encontro foram nomeados como representantes do grupo de directores editoriais Graça Franco, directora de informação da Rádio Renascença, José Alberto de Carvalho, director-adjunto da TVI, e Pedro Camacho, director da Visão.   Subscreveram o documento os directores editoriais de todos os media nacionais de imprensa, rádio e televisão.
 Cobertura jornalística das campanhas eleitorais
 I.Enquadramento
A liberdade de expressão integra o direito fundamental dos cidadãos a uma informação livre e pluralista, essencial à democracia e ao desenvolvimento social e económico do País. 
O exercício da atividade jornalística radica na liberdade editorial, não podendo o Estado impedir, impor ou condicionar o tratamento jornalístico e a divulgação de notícias, entrevistas ou debates. 
Os signatários não se conformam com um quadro legislativo que determina que o Estado condicione ou defina a linha editorial de cada agência noticiosa, de cada jornal, de cada rádio, de cada televisão e de cada revista, restringindo o direito à informação. 
O atual quadro legislativo que regula a atividade jornalística no período eleitoral e a interpretação que as autoridades administrativas dele fazem estão desajustados da realidade política e social e da evolução dos media.
Há vários anos que o Presidente da República, o Provedor de Justiça, os principais partidos políticos, jornalistas, órgãos de Comunicação Social, Entidade Reguladora para a Comunicação Social chamam a atenção para a necessidade de alterar este quadro legislativo criado há 40 anos.
II. A situação atual
 - Intervenção do Estado na definição do valor-notícia. 
- Interferência na liberdade editorial de organismos externos às redações editoriais e condicionamento da liberdade de expressão dos cidadãos e dos jornalistas; 
- Condicionamento do direito de informar, de ser informado e de informar-se, direitos fundamentais da democracia e do desenvolvimento de um país.  
- Enquadramento legislativo desajustado com base num diploma legal de 1975, confuso e divergente da atual realidade social e mediática. 
- Inexequibilidade prática, de facto, da atual legislação eleitoral.   O quadro legislativo existente:
- Condiciona a liberdade de informação e interfere na autonomia dos meios de comunicação social ao impor uma métrica específica e alheia à atualidade e ao escrutínio editorial. 
- Põe em causa o pluralismo e a diversidade informativa ao determinar que notícias, que debates e que entrevistas devem ser feitas em cada órgão de comunicação social. 
- Confunde o trabalho editorial com iniciativas de propaganda político-partidária, noticiários com tempos de antena. 
- Impõe regras para os artigos de opinião e para os comentários políticos. 
- Obriga a que assuntos de natureza e importância diferente tenham a mesma cobertura noticiosa, anulando os critérios editoriais e o valor notícia dos acontecimentos.
III.Novo enquadramento jurídico
Os signatários consideram que o novo enquadramento jurídico deve ter as seguintes linhas orientadoras: 
1. Deve definir os princípios que pautam a cobertura jornalística das candidaturas para as diferentes eleições (Presidente da República, Assembleia da República, Parlamento Europeu, titulares dos órgãos das autarquias locais) e referendos. 
2. Deve ser apresentada de forma clara e objetiva, para que não levante as dúvidas que a atual legislação tem suscitado, quer na sua aplicação prática, quer na sua interpretação jurídica. 
3. Deve aplicar-se a todos os órgãos de comunicação social que estão sujeitos à jurisdição do Estado Português, independentemente do meio de difusão e da plataforma utilizada. 
4. Deve separar de forma inequívoca a atividade jornalística, da responsabilidade exclusiva dos meios de comunicação social, das iniciativas de propaganda, nomeadamente os tempos de antena, que são da responsabilidade dos candidatos ou dos partidos. Devem considerar-se atividades jornalísticas todas as notícias, reportagens, entrevistas, debates alargados, frente a frente, comentário, análise política, opinião ou outro conteúdo jornalístico. 
5. Deve aplicar-se somente ao período da campanha eleitoral, cujas datas estão definidas nas leis eleitorais. 
Neste quadro,
a) A cobertura noticiosa da campanha eleitoral das várias candidaturas deve respeitar os direitos e os deveres consagrados na Constituição da República Portuguesa e no quadro legislativo que regula a atividade dos jornalistas e dos órgãos de comunicação social, bem como os respetivos estatutos e códigos de conduta. 
b) O direito à informação deve ser salvaguardado, com respeito dos princípios de liberdade, independência e imparcialidade dos órgãos de comunicação social e dos jornalistas face a todas as forças políticas e a todas as candidaturas. 
c) A cobertura jornalística da campanha eleitoral deve ter presente a ponderação entre o princípio da não discriminação das candidaturas e a autonomia e liberdade editorial e de programação dos órgãos de comunicação social. 
d) Esta ponderação não deverá resultar na exclusão arbitrária ou na total ausência de atividades jornalísticas sobre uma determinada candidatura, durante o período de campanha eleitoral.
IV - Apelo ao legislador
A poucos meses de duas eleições fundamentais para o País - eleições legislativas e eleições presidenciais -, em nome da liberdade de informação e do pluralismo e em defesa da democracia, os subscritores deste documento apelam aos partidos e aos deputados para que discutam e aprovem em tempo útil um projeto de lei que possibilite ainda aos jornais e às estações de rádio e de televisão fazer a cobertura plena das campanhas eleitorais, com sentido ético e responsabilidade profissional e sem condicionalismos nem restrições impostas por órgãos do Estado. 
30 de abril de 2015 
Afonso Camões, Diretor do Jornal de Notícias
Alcides Vieira, Diretor de Informação da SIC
André Macedo, Diretor do Diário de Notícias
António José Teixeira, Diretor da SIC Notícias
Bárbara Reis, Diretora do Público
David Dinis, Diretor do Observador
Fernando Paula Brito, Diretor de Informação da Lusa
Graça Franco, Diretora de Informação da Rádio Renascença
Helena Garrido, Diretora do Jornal de Negócios
João Paulo Baltazar, Diretor de Informação da RDP
José António Lima, Diretor-adjunto do Sol
Luis Rosa, Diretor do I
Octávio Ribeiro, Diretor do Correio da Manhã
Paulo Baldaia, Diretor da TSF
Paulo Dentinho, Diretor de Informação da RTP
Pedro Camacho, Diretor da Visão Raul Vaz, Diretor do Diário Económico
Ricardo Costa, Diretor do Expresso
Rui Hortelão, Diretor da Sábado
Sérgio Figueiredo, Diretor de Informação da TVI

Humor de Henrique Monteiro: A lei das probabilidades

fonte: Henricartoon

Esta fotografia é verdadeira ou falsa?

Quase três mil retweets e 2644 gostos. Foi este o balanço da fotografia partilhada pelo fotojornalista do As Miguel Morenatti no Twitter que suscitou o debate. “Se esta foto é 100% real como assegura o seu autor, Andrew Thomas, é a melhor foto de Time Square que já vi”, escreveu Morenatti. A história é do El País. As dúvidas prenderam-se com a proximidade dos edifícios e também com a baixa altitude do avião na imagem. Depois surgiu o debate, e as explicações de alguns entendidos, que chegaram a dizer que, na rota de descida, os aviões atravessam o centro de Manhattan. Houve até outro senhor, que pelo nome até parece ser português, que foi buscar uma imagem do FlightRadar24, que permite observar em tempo real a rota e velocidade dos aviões. Manuel Silveira comprovou que o “pássaro” voava a menos de 300 metros de altitude de Nova Iorque. Mas isso não chegava para provar nada ainda. O El País decidiu então falar com o autor da fotografia e… concluiu que foi manipulada. “[Foi tirada] com uma objetiva de nove milímetros e um recorte em forma de quadrado. O avião foi adicionado como parte de uma competição contra uns amigos, em que usámos a hashtag #putaplaneonit [coloca um avião]. As pessoas viram a imagem e gostaram e partilharam-na. Não lhe chamaria uma imagem photoshopeada. Chamaria uma fotografia manipulada”, disse Andrew Thomas (Observador)

Mulher ateia fogo a bomba de gasolina

Ela tinha lume, mas não tinha um cigarro. E resolveu incendiar uma bomba de gasolina com o seu isqueiro quando um homem lhe recusou dar um cigarro. O caso aconteceu na terça-feira em Jerusalém Ocidental, Israel, e felizmente não causou nenhuma vítima devido à rápida intervenção dos funcionários do posto de abastecimento. A incendiária foi detida pouco tempo depois do incidente. A mulher nega as acusações, mas as imagens das câmaras de vigilância dificultam-lhe a defesa. Apesar da situação política historicamente tensa na região, o caso não terá quaisquer contornos políticos.


Como seriam as cidades sem os seus monumentos famosos?

Como seria o mundo sem os seus monumentos e edifícios históricos? Um projecto do estúdio DesignCrowd recriou as grandes cidades do planeta e retirou-lhe os seus monumentos icónicos: o Arco do Triunfo e a Torre Eiffel, em Paris, a Estátua da Liberdade, em Nova Iorque, ou a Catedral de Siena. Um dos objectivo do DesignCrowd – que tem a contribuição de mais de 450.000 designers – passa por perceber se as grandes cidades são reconhecidas sem os seus monumentos e atracções. O projecto recebeu mais de 100 propostas e, destas, a mais ilustrada foi Paris sem a Torre Eiffel – é, de facto, o monumento mais icónico do mundo. À lista de locais alterados nem faltou as Cataratas do Niagara – que não são propriamente um monumento, é certo – Machu Picchu ou Mount Rushmore, com os antigos presidentes norte-americanos esculpidos na rocha (fonte: Greensavers)

Os negócios que terão arruinado a TAP

No segundo episódio da Grande Reportagem sobre a TAP, aterramos no Brasil e regressamos a Lisboa, mostrando uma investigação sobre os dois negócios que terão provocado a ruína da TAP


Opinião: "Confraria Gastronómica da Madeira"

"A dieta madeirense traduz a geografia do arquipélago. O solo, o clima e o relevo das ilhas deram origem a sabores que trazem a marca da genuinidade e da singularidade. A banana, a anona, o maracujá, o abacate, a manga, a papaia, a pitanga, o tomate arbóreo, a goiaba, a tangerina, o ‘pêro da Ponta do Pargo’, o ‘pêro Domingos’, a maçã Barral, a maçã ‘Cara de Dama’, a cereja, a ginja, a castanha são algumas das frutas que invadem as mesas de todos os que se deixam surpreender com tal exuberância gustativa. Tal diversidade de sabores resulta da paulatina introdução de cultivos agrícolas que, adaptados à condições locais, resultaram em produtos com uma especificidade própria. A geografia aliada ao saber-fazer do agricultor madeirense fizeram daquela terra terreno fértil para sabores inusitados.
Mas a diversidade que se observa nas frutas é só um exemplo da diversidade presente na gastronomia madeirense, representa apenas uma cor no imenso espectro que caracteriza os tecidos madeirenses. Que dizer dos peixes e frutos do mar? Que dizer da utilização do milho e do trigo numa cultura que é também o resultado do cruzamento de muitas culturas e de muitos povos que ali aportavam no trânsito de rotas marítimas? Que dizer do bolo de mel, que nasce por razões específicas associadas ao cultivo da cana do açúcar naquele território? Que dizer do Vinho da Madeira? Em suma, apetece dizer que no arquipélago da Madeira cabe um mundo inteiro de sabores que não se encontram em mais lado nenhum do mundo.
Foi esta constatação que levou um grupo de 22 madeirenses a fundar a Academia Madeirense das Carnes, posteriormente baptizada de Confraria Gastronómica da Madeira. Pois, se no início o que moveu o grupo de confrades foi a defesa e salvaguarda da espetada madeirense feita a partir de uma boa carne de bovino e com recurso a um espeto de loureiro, a plenitude da alimentação madeirense e o poder de divulgação da confraria levaram-na expandir-se para tentar abranger toda uma dieta. À espetada madeirense, centro do trabalho e da preocupação dos confrades, juntaram-se todos os produtos da Madeira. Na verdade, a viagem gastronómica por este arquipélago tem, igualmente, de incluir o saboroso atum ou o portentoso peixe-espada preto que as águas do Atlântico tão bem sabem cuidar. A acompanhar a refeição há que não esquecer a poncha, uma refrescante bebida feita com aguardente de cana, mel e limão.
Este ‘reportório’ gastronómico é um orgulho para todos os madeirenses, mas sobretudo para os confrades desta Confraria, que se desdobram em protocolos, parcerias e contactos com confrarias nacionais e estrangeiras.
O turismo é a principal fonte de receita da Madeira. E são tantos os motivos para ir à Madeira que não chega ir só uma vez. Há que aproveitar quer as condições naturais quer o património edificado, quer ainda as iniciativas que são já uma marca turística, como a Passagem de Ano, marcada por um espectacular fogo-de-artifício, ou a Festa da Flor.
De todos os motivos, importa falar da luxuriante vegetação que compõe a floresta Laurissilva. Património da Humanidade desde 1999 (UNESCO), este imenso mundo vegetal deslumbra. Num solo fértil, devido à origem vulcânica e com uma forte humidade, as espécies mais frequentes são da família das Lauráceas e representam a floresta original da Madeira. A floresta Laurissilva ocupa uma área de 15000 hectares e ali encontram-se seres vivos característicos do Terciário. Por tudo isto, este mundo vegetal é uma marca do nosso passado que ainda preserva as características originais e que nos permite observar a evolução na imensa escala do tempo. Quem visita toca no passado e sente os aromas e as cores de outros tempos.
A geografia e o encontro com outros povos fizeram a gastronomia, deram à luz um sem-número de produtos singulares como o bolo de mel, feito com mel da cana do açúcar, e cujo sabor revela a presença das especiarias vindas com a epopeia dos Descobrimentos, o bolo do caco, que não é mais do que um pão de trigo de forma arredondada e de sabor singular, ou o Vinho da Madeira, vinho generoso tão apreciado pelo mundo fora. Mas há que dizer que, na mesma, a geografia e o encontro com outras culturas fizeram as pessoas, o ‘ser madeirense’. Gente afável, tranquila como o clima, acolhedora porque habituada a receber quem descansa no intervalo de viagens, os madeirenses orgulham-se da sua cultura, da sua herança, da viagem que levou ao povoamento, da forma como conquistaram a terra e a tornaram sua, lhe deram cor e sabor, lhe deram o seu jeito e a transformaram num paraíso para quem perceber de que é feita a felicidade" (texto de Olga Cavaleiro, presidente das confrarias gastronómicas portuguesas, Sol, com a devida vénia)

Espanha: El Gobierno retrasa a 2018 el objetivo de déficit cero para las autonomías

Segundo o El Confidencial, "en 2016 ese margen autonómico se verá reducido al 0,3%, pero se ha modificado el programa de estabilidad para permitir a las regiones cerrar 2017 con una décima de desequilibrio presupuestario. El Gobierno ha decidido conceder un ligero margen a las comunidades autónomas en su proceso de ajuste presupuestario y retrasar a 2018 el objetivo de déficit cero, hasta ahora previsto para 2017. El Consejo de Ministros ha aprobado hoy la revisión del Programa de Estabilidad Presupuestaria para el período 2015-2018, que mantiene para este año el límite del 0,7% del PIB en el déficit de las autonomías y la previsión de déficit público del 4,2 % en el conjunto de las administraciones. Como estaba previsto, en 2016 ese margen autonómico se verá reducido al 0,3%, pero se ha modificado el programa de estabilidad para permitir a las regiones cerrar 2017 con una décima de desequilibrio presupuestario y el objetivo del equilibrio en las cuentas públicas autonómicas se pospone a 2018. Las comunidades autónomas cerraron 2014 con una desviación del 1,66 % del PIB, muy por encima del 1 % que tenían permitido, un objetivo que incumplieron trece de ellas, todas salvo Navarra, Canarias, el País Vasco y Galicia. Por el contrario, las entidades locales lograron el pasado año un nuevo superávit presupuestario, en este caso del 0,53%. La actualización del Programa de Estabilidad Presupuestaria mantiene para ellos el objetivo de estabilidad presupuestaria en los cuatro ejercicios"

POLÍTICO OPORTUNISTA - AMIGO DO POVO


SociCorreia continua a investir na Madeira

O grupo empresarial de construção com sede em Braga, Socicorreia, responsável pela construção nos últimos anos de diversos empreendimentos habitacionais na Madeira, alguns dos quais com um elevado padrão de qualidade, tem em carteira mais empreendimentos para a região.
Segundo apurei, este importante grupo, do qual fazem parte várias empresas, entre as quais a DiviMadeira, tem em carteira o aproveitamento de um terreno, já adquirido, na Estrada Monumental (frente ao Hotel Baía Azul), com uma área de cerca de 3000 metros quadrados e uma capacidade de construção de aproximadamente 5100 metros quadrados, onde será implantado mais um edifício Séc. XXI da Socicorreia. O projeto em análise assenta a construção de um edifício de habitação e comércio, projetando-se a galeria comercial ao nível da estrada monumental e, desenvolvendo-se acima deste os restantes 6 pisos destinados a habitação. As fracções destinadas ao uso habitacional, serão distribuídas por tipologias T1, T2, T3 e T4 e desenvolver-se-ão de forma independente da zona comercial, convertendo-se num condomínio fechado e, beneficiando de excelentes espaços verdes envolvendo o empreendimento, amplas varandas com grandes vãos envidraçados, proporcionando excelentes vistas para o Oceano Atlântico.
Para além deste o grupo adquiriu um excelente terreno na Rua João Paulo II, Ajuda, onde vai surgiu outro empreendimento. No Funchal (Til) tem ainda em estudo a construção de uma casa de tipologia T4. Basicamente tratar-se-á de um palacete antigo com interesse arquitectónico e, nesse sentido as paredes exteriores e interiores serão mantidas tal como os pavimentos interiores existentes em soalho de madeira de casquinha. O espaço exterior é na sua grande parte ajardinado, com plantação de novas árvores de fruto, sendo utilizado nas áreas pavimentadas o calhau rolado, pavimento típico da região.

Estevão Neves avança com novo hotel no Funchal em 2017

Praticamente definido parece estar a construção de mais uma unidade hoteleira por parte do empresário madeirense Estevão Neves que neste momento está a consolidar os investimentos realizados no Brasil e que foram de grande dimensão. Segundo apurei Estevão Neves, depois da aposta no BCP, onde passou a ser um dos novos accionistas e das excelentes estruturas hoteleiras que construiu no Brasil, admite a possibilidade de alargar os seus interesses ao continente português (Algarve) embora numa primeira fase pretenda construir já em 2017 um novo hotel no Funchal, concretamente num vastíssimo terreno que Estevão Neves possui na Estrada Monumental e que se encontra presentemente ocupado, transitoriamente, pelas hortas camarárias do Funchal. Este novo hotel deverá ser o "ex-libiris" do Grupo Enotel na Madeira, não se confirmando algumas notícias postas a circular no sector turístico local de que Estevão neves estaria com os olhos colocados também no Porto Santo

BCP desdobra-se em contactos para "despachar" hoteis

O Millennium/BCP está a desdobrar-se em contactos  na Madeira tendo em vista despachar, mesmo perdendo algum dinheiro, algumas das unidades que têm em seu poder devido a operações de financiamento falhadas. Entre elas o Madeira Palácio, o mais emblemático, e algumas estruturas do grupo Regency. Segundo apurei os contactos do banco visaram alguns empresários regionais, mas a primeira conclusão dos contactados, entre outros itens ponderados, foi a de que mesmo com o banco a praticar uma espécie de "preço de saldo" os empreendimentos não se tornam atractivos devido à dimensão do investimento privado que terá que ser realizado. Este esforço não se limita ao BCP nem a hotéis já que algumas outras unidades hoteleiras pretendem também encontrar colocação para empreendimentos na área da habitação (construção) que se encontram paralizados na Madeira devido a dificuldades  de concretização por parte dos anteriores proprietários. O empresário madeirense Avelino Farinha terá sido um dos contactados, mas depois da inauguração de um segundo hotel na Calheta, recentemente inaugurado, e embora aposte no Funchal, a aposta do empresário não está virada para uma unidade hoteleira tipo "resort".