Segundo o Correio da Manhã, "a maioria dos estabelecimentos de ensino superior vai fixar o valor máximo permitido a pagar por propinas. Em média os alunos universitários vão pagar mais cerca de 5 por cento de propinas, mas nos politécnicos onde o aumento é mais significativo, ultrapassando os 6%. Este valores, divulgados pelo Jornal de Notícias (JN), mostram que apenas as universidades do Algarve e dos Açores não vão cobrar a propina máxima. Estes aumentos representam, por exemplo, para um aluno que entrou na primeira fase do ensino superior na universidade de Évora o pagamento de mais de 990 euros. Se a escolha foi o Instituto Politécnico de Lisboa, o aluno pode vir a pagar 980 euros. De acordo com o presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos, Luciano de Almeida, estes valores são justificados com a necessidade de compensar o agravamento das despesas dos estabelecimentos de ensino superior. Essas despesas não são apenas de funcionamento, mas resultam em muitos casos de contribuições e pensões para a Caixa Geral de Aposentações".
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