Lembram-se daquele comentário que há dias publiquei neste blogue - "Sócrates: Será que o primeiro-ministro José Sócrates virá mesmo à Madeira para estar presente na tal reunião da OTAN que terá lugar no Funchal? Liguem, se faz favor ao gabinete do primeiro-ministro para confirmar essa visita"? Não ligaram nehuma e eis que o "Expresso" de hoje se antecipou com a resposta:
José Sócrates esquiva-se a encontro com Alberto João
O Primeiro-ministro cancelou presença na Assembleia Parlamentar da NATO, que reúne no Funchal, no dia 25. Seria o primeiro encontro entre José Sócrates e Alberto João Jardim depois da vitória deste nas eleições regionais de domingo passado. A presença do primeiro-ministro estava confirmada na reunião da Assembleia Parlamentar da NATO, que se realiza entre 25 e 28 deste mês no Funchal. Segundo o programa de trabalhos (ainda disponível no «site» da organização), Sócrates tinha discurso marcado para a sessão de abertura, no dia 25. Mas esta semana São Bento informou que o chefe do Governo já não vai à Madeira. A razão invocada para a mudança de planos é a visita oficial de Sócrates à Rússia (entre 27 e 29 de Maio). “Razões ponderosas”, diz José Lello, dirigente do PS e actual presidente da Assembleia Parlamentar da NATO. Mas, de acordo com o gabinete do primeiro-ministro, a delegação portuguesa só sai de Lisboa no dia 27. “Se o primeiro-ministro quisesse vir, vinha”, comenta uma fonte ligada ao Governo Regional da Madeira. Correia de Jesus, deputado do PSD eleito pela Madeira e membro daquele órgão da NATO, confirma ao Expresso que só esta semana soube do cancelamento da presença de Sócrates e estranha que o primeiro-ministro anule um compromisso que está marcado “há cerca de dois anos” por causa de uma visita oficial agendada posteriormente. O deputado lembra que esta é uma importante reunião internacional e que não é comum a ausência do primeiro-ministro do país anfitrião na sessão de abertura. Lello confirma que “é habitual” o chefe do Governo anfitrião discursar no primeiro dia de trabalhos, mas ressalva que “não é uma norma”. A visita de Sócrates à Madeira era aguardada com expectativa - seria a sua primeira deslocação à região na qualidade de primeiro-ministro e a oportunidade para quebrar o gelo nas relações entre Lisboa e o Funchal depois das eleições regionais. Jardim está apostado em estabilizar as relações com Sócrates e espera negociar com o Governo o reforço da comparticipação nacional em investimentos financiados pela UE.
O Primeiro-ministro cancelou presença na Assembleia Parlamentar da NATO, que reúne no Funchal, no dia 25. Seria o primeiro encontro entre José Sócrates e Alberto João Jardim depois da vitória deste nas eleições regionais de domingo passado. A presença do primeiro-ministro estava confirmada na reunião da Assembleia Parlamentar da NATO, que se realiza entre 25 e 28 deste mês no Funchal. Segundo o programa de trabalhos (ainda disponível no «site» da organização), Sócrates tinha discurso marcado para a sessão de abertura, no dia 25. Mas esta semana São Bento informou que o chefe do Governo já não vai à Madeira. A razão invocada para a mudança de planos é a visita oficial de Sócrates à Rússia (entre 27 e 29 de Maio). “Razões ponderosas”, diz José Lello, dirigente do PS e actual presidente da Assembleia Parlamentar da NATO. Mas, de acordo com o gabinete do primeiro-ministro, a delegação portuguesa só sai de Lisboa no dia 27. “Se o primeiro-ministro quisesse vir, vinha”, comenta uma fonte ligada ao Governo Regional da Madeira. Correia de Jesus, deputado do PSD eleito pela Madeira e membro daquele órgão da NATO, confirma ao Expresso que só esta semana soube do cancelamento da presença de Sócrates e estranha que o primeiro-ministro anule um compromisso que está marcado “há cerca de dois anos” por causa de uma visita oficial agendada posteriormente. O deputado lembra que esta é uma importante reunião internacional e que não é comum a ausência do primeiro-ministro do país anfitrião na sessão de abertura. Lello confirma que “é habitual” o chefe do Governo anfitrião discursar no primeiro dia de trabalhos, mas ressalva que “não é uma norma”. A visita de Sócrates à Madeira era aguardada com expectativa - seria a sua primeira deslocação à região na qualidade de primeiro-ministro e a oportunidade para quebrar o gelo nas relações entre Lisboa e o Funchal depois das eleições regionais. Jardim está apostado em estabilizar as relações com Sócrates e espera negociar com o Governo o reforço da comparticipação nacional em investimentos financiados pela UE.
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