segunda-feira, fevereiro 04, 2019

Maduro diz que não vai haver guerra civil na Venezuela

Uma declaração feita este domingo pelo Presidente venezuelano, que já anunciou que vai convocar eleições, mas apenas para o Parlamento, ao contrário do que exigiram vários países europeus, Portugal incluído.

Venezuela: "Este crescimento de tensão, sem qualquer diálogo, um dia atinge a rutura"

Donald Trump voltou a admitir que o envio de tropas para a Venezuela continua em cima da mesa. A revelação surge na altura em que os EUA estão a mobilizar a entrada de ajuda humanitaria no país. Por outro lado, Nicolas Maduro diz que não vai haver nenhuma guerra civil na Venezeula. O comentário de Pedro Cordeiro, editor de Internacional do Expresso, sobre o impasse que se vive na Venezuela.

Conselheiro da comunidade portuguesa confia em Guaidó

O conselheiro da comunidade portuguesa em Caracas considera Juan Guiadó o homem certo para fazer a transição de regime. Na Venezuela há 300 mil portugueses e lusodescendentes que temem um banho de sangue no país. A reportagem é dos enviados da RTP à Venezuela, Hélder Silva e David Araújo.

Venezuela: Nicolás Maduro rejeita "ultimatos"

Nicolás Maduro diz que não aceita ultimatos e alerta os Estados Unidos para os riscos de uma intervenção militar na Venezuela. Numa entrevista à televisão espanhola La Sexta, Maduro insiste que tem toda a legitimidade para continuar no poder e a ação de Juan Guaidó é um golpe.Sobre a possibilidade de uma "guerra civil" na Venezuela, disse apenas que não é possível responder à pergunta.

MNE sobre a Venezuela. "Eleições são a única saída pacífica para o impasse"

O ministro dos Negócios Estrangeiros clarificou a posição portuguesa e da União Europeia sobre a situação atual na Venezuela. Augusto Santos Silva diz que não há uma divisão da União Europeia e que as decisões de política externa no bloco comunitário são tomadas por "unanimidade" O ministro refere ainda que não há qualquer novidade quanto ao plano de contingência, com medidas para retirar portugueses da Venezuela caso seja necessário. Augusto Santos Silva não detalhou as medidas que estão preparadas pelo Governo para qualquer eventualidade, mas sublinhou, na resposta aos jornalistas, que "o melhor plano de contingência (...) é haver uma solução para a atual crise política".

União Europeia não reúne unanimidade em torno de Juan Guaidó

A Itália criou obstáculos ao reconhecimento da União Europeia de Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela.

La rotunda respuesta de Jordi Évole a quienes le acusan de "blanquear" a Nicolás Maduro en Salvados

La justificación de Nicolás Maduro a las relaciones de Venezuela con Putin y Erdogan: "El siglo XXI no puede ser el de un imperio dominante"

Jordi Évole le recuerda a Nicolás Maduro sus promesas incumplidas

Jordi Évole: "Me asusta que las milicias populares de Venezuela puedan tener acceso a las armas"

La confesión de Jordi Évole a Nicolás Maduro: "Me asusta lo que dice, miles de venezolanos inocentes pueden pagar con su vida"

Jordi Évole describe el "ambiente de calma" que encontró al entrevistar a Nicolás Maduro: "Lo que notamos en Miraflores no fue la caída de un régimen"

El impactante mensaje de Nicolás Maduro a Donald Trump: "Cometes errores que manchan de sangre tus manos"

La respuesta de Maduro al ultimátum de Sánchez: "Es como si yo obligara a la Unión Europea a reconocer la república de Cataluña"

El mensaje de Maduro a la UE sobre el ultimátum para convocar elecciones: "No daré mi brazo a torcer, no vuelvan a subestimar a Venezuela"

Évole responde a la acusación de Maduro de "estar envenenado": "Ya no cuela que acuse a todos los periodistas de eso"

La llamada de Nicolás Maduro y Jordi Évole a Juan Guaidó en Salvados

Así interrumpió el equipo de Nicolás Maduro la entrevista de Jordi Évole en Salvados

¿Ha pensado en irse tras lo sucedido con Guaidó? La surrealista respuesta de Maduro a Évole sobre Venezuela

Nicolás Maduro niega que Venezuela viva una crisis humanitaria: "Tenemos una guerra económica brutal"

Nota: o desejo e a realidade na Venezuela

Venezuela: todos temos o desejo que o ditador seja derrubado e que vá para o exílio provavelmente em Cuba ou na Rússia. Todos nós desejemos e achamos que isso pode estar para muito breve porque a ditadura de Maduro caiu de podre e só sobrevive manipulando e comprando a justiça corrupta e submissa e comprando a cúpula dos militares corruptos e narcotraficantes - os soldados e estruturas militares intermédias são vítimas da crise que afecta e penaliza o povo venezuelano. Quando isso acabar, quando o povo perder o medo e em vez de se manifestar passar à acção mais concreta, tudo se vai resolver e a pátria de Bolívar voltará a ser livre como o seu fundador (LFM)

Nota: as tontices marcelistas

Marcelo Rebelo de Sousa tomou recentemente uma decisão idiota e própria de um tonto. Porque MRS acha que, devido à sua popularidade populista, tem o direito de institucionalizar a sua tontice e de a "justificar" perante os cidadãos que eu não acredito que se deixem enrolar pela teia oportunista do discurso fácil, mas vazio de conteúdo, de MRS que como diz o povo "não dá um ponto sem nó". Falo da polémica em torno do 10 de Junho. Eu até sou capaz de perceber o fascínio que MRS pela pela comunicação social e pelos jornalistas a reboque dos quais,sobretudo na televisão como comentador onde apenas imperava a sua opinião, sem contraditório, andou anos a preparar a sua candidatura presidencial, como se isso fosse uma espécie de desígnio familiar construído durante décadas. Mas uma coisa é a lógica das coisas, outra é a crónica e doentia dependência do espaço mediático e das cumplicidades jornalísticas de todos conhecidas (LFM)

Nota: hipocrisia e estados de alma

As pessoas têm o direito e a liberdade de exteriorizarem estados de alma ou sentimentos mais concretos sobre uma realidade que nos rodeia e que todos conhecemos. O que eu lamento é que tenham demorado anos, diria décadas, a perceber que os Marmeleiros são uma vergonha, em termos de condições oferecidas aos doentes e aos profissionais que lá trabalham - esses há muito que sabem com o que lidam... - e que, apesar das obras em curso, esta realidade subitamente "descoberta" devia ser motivo mais do que suficiente para que movessem a sua influência em Lisboa no sentido da geringonça acabar com os oportunismo e as patifarias em torno do processo de financiamento do novo Hospital. Ainda por cima num ano, 2019, em que o Orçamento de Estado da geringonça volta a reservar generosamente cerca de mil milhões de euros - quase 3 vezes mais o que custará o novo Hospital do Funchal - só para tapar buracos na banca, provocados por uma bandidagem corrupta, sem escrúpulos, de colarinho branco, unhas pintadas e pele tratada, que continua impunemente a vangloriar-se das aldrabices que nos custaram já, nos dois casos mais recentes, mais de 6 mil milhões de euros. Trate lá disso do Hospital do Funchal para que tudo decorra com tranquilidade! (LFM)

domingo, fevereiro 03, 2019

Venezuela: Trump recusou pedido de reunião de Maduro

Está a terminar o prazo dado pela União Europeia para Nicolás Maduro convocar eleições presidenciais. Vários paises europeus incluindo Portugal preparam-se para reconhecer segunda-feira Juan Guiadó como presidente interino Contagem decrescente numa altura em que o presidente dos Estados Unidos volta a admitir uma intervenção militar na Venezuela.

Ferreira do Alentejo quer ser o concelho abrigo para luso venezuelanos

Só uma empresa oferece trabalho efetivo a 100 trabalhadores que podem trazer as famílias. Quarenta luso venezuelanos já estão a trabalhar

Venezuela: Portugueses em Caracas: "A crise não se resolve com uma crise maior"

A comunidade portuguesa em Caracas está apreensiva, mas em contacto permanente com o governo português. Os enviados da TVI estiveram hoje na missa de domingo celebrada no centro português de Caracas.

Segunda-feira pode ser o dia "D" para a Venezuela

Está previsto para segunda-feira o anúncio da União Europeia de que reconhece Juan Guaidó como Presidente interino da Venezuela. A comunidade portuguesa aguarda com expetativa a decisão. A comunidade portuguesa na Venezuela, que são cerca de 300 mil pessoas, está dividida. Por um lado, há os que defendem que Portugal já deveria ter tomado uma decisão. Do outro, estão os que seguem, com alguma expetativa mas considerando que o Governo português está a tomar a decisão correta. Há ainda os que temem as represálias. O enviado da RTP à Caracas, Hélder Silva, falou com alguns portugueses que recordaram as represálias que sofreram em 2002 e 2003, quando as relações entre os dois países não eram as melhores. O jornalista da RTP que já tinha estado na Venezuela há cinco anos, frisa que encontrou "um país mais pobre, onde falta praticamente tudo". "Num país que é um dos maiores produtores de petróleo no mundo, há longas filas nos postos de abastecimento" e em algumas não existe combustível. A equipa da RTP, que fez uma viagem de 10 horas no país, teve dificuldades em abastecer a viatura. Hélder Silva frisa ainda que "se agravou a questão da violência". "Morrem por dia, vítimas de homicídio, entre 15 a 20 pessoas".

Momentos de tensão depois dos protestos em Caracas

No final das manifestações de sábado, na Venezuela, grupos de jovens apoiantes de Juan Guaidó bloquearam algumas das principais vias do centro da capital.

Trump volta a admitir envio de tropas para a Venezuela


Enfermeiros rejeitam instrumentalização do fundo que financia greve cirúrgica

Os enfermeiros em protesto rejeitam categoricamente qualquer instrumentalização do fundo que financia a chamada greve cirúrgica. Garantem que mesmo as doações anónimas são facilmente rastreáveis, assim como a avaliação das transferências ao nível das Finanças. Pela primeira vez, os gestores desse fundo mostram como gerem a plataforma de donativos e o modo como os grevistas são ressarcidos pelos dias de paralisação.

Venezuela: Governo acredita que reconhecimento de Guaidó não coloca portugueses em risco

O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas considera que o facto de Portugal ser um dos seis países europeus a reconhecer Juan Guaidó como presidente interino não irá tornar a comunidade lusa como alvo de retaliações na Venezuela. Caso Nicolás Maduro não aceite convocar eleições até ao fim deste domingo, Portugal irá amanhã reconhecer a legitimidade de Guaidó. Em entrevista à RTP, José Luís Carneiro lembra que a posição de Portugal, expressa publicamente pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, é a de uma defesa "intransigente" de uma solução pacífica de retorno à legitimação democrática, como tem vindo a ser reiterado pela União Europeia.O Governo português não tem registo de quaisquer incidentes envolvendo portugueses nas manifestações deste sábado. Recorda que nos protestos de 23 de janeiro, quatro estabelecimentos de portugueses foram danificados e uma pessoa foi detida, estando neste momento a ser acompanhada pelos serviços consulares portugueses.

Madeira: Hortelões descontentes com encerramento de horta urbana no Funchal

O encerramento de uma horta urbana, no Funchal, está a provocar polémica.Os hortelões queixam-se que é demasiado curto o prazo de 28 de Fevereiro dado pela Câmara para abandonarem o espaço.

Venezuela: Maduro assume-se como único Presidente legítimo Duração: 00:50 4 horas atrás Termina hoje o prazo dado pela União Europeia para a antecipação das eleições Presidenciais. Nicolás Maduro não pretende abandonar o poder, admite convocar eleições apenas para a Assembleia Nacional, liderada pela oposição

Termina hoje o prazo dado pela União Europeia para a antecipação das eleições Presidenciais. Nicolás Maduro não pretende abandonar o poder, admite convocar eleições apenas para a Assembleia Nacional, liderada pela oposição.

Venezuela: "Não creio que venha a ser necessário intervenção militar"


Aumentam rumores de intervenção militar externa na Venezuela

Venezuela: Queda de Maduro está mais próximo do que ele pensa


Venezuela: general da Força Aérea reconheceu Guaidó como presidente interino

Francisco Yanez é o primeiro general no ativo a fazê-lo, mostrando-se contra o regime de Nicolas Maduro. O anúncio deste membro do alto comando da Força Aérea foi feito no Twitter.

Guaidó descarta risco de guerra civil na Venezuela

"Na Venezuela não há risco de uma guerra civil, como têm querido fazer ver, porque 90% da população quer a mudança."

Portugal vai reforçar a segurança da embaixada em Caracas

A PSP confirmou à RTP que partiram esta sábado elementos do Grupo de Operações Especiais. A equipa viajou num Falcon 50 da Força Aérea que partiu de Figo Maduro. Vão chegar domingo a Caracas. A ida destes elementos acontece quando existe um clima de maior tensão e agravamento da situação política e social na Venezuela.

Venezuela: "Voltou a esperança na figura de Juan Guaidó"

Nancy Gomez, especialista em relações internacionais, comentou a situação atual da Venezuela

Venezuela: "Há muita gente a passar fome no nosso país, só comem uma vez por dia"

Lucas Lopes, coordenador da Venexos, Associação Civil de Venezuelanos em Lisboa, comentou a situação atual da Venezuela

Mobilidade: e o tal estudo comparativo para informar as pessoas?

Continuo à espera - embora essa expectativa se tenha esmorecido - de um estudo comparativo, a propósito do subsídio de mobilidade e dos procedimentos de venda e custos das viagens entre as ilhas e o Continente (Espanha, Itália, França, no caso da Córsega e das DOM), Grécia, Reino Unido, no caso das ilhas do Canal e países nórdicos da Europa)
Esmorecido porque acho que o GRM não tem nenhum adjunto, assessor ou adjunto de assessor ou assessor de adjunto disponível para se encarregar da elaboração desse trabalho, cuja importância informativa ninguém dúvida, dado que esclareceria definitivamente as pessoas sobre práticas em vigor noutros países e ter a possibilidade acrescida de as comparar com o que se passa em Portugal com a Madeira e Açores. É mesmo, devem ter coisas mais importantes com que se preocupar na vida, até porque a veia política desses "especialistas" é de todos conhecida...
Falo de um estudo comparativo que nos diga quanto custam, em termos de encargos do Estado, esses modelos de apoio - se existem - para os passageiros naturais das ilhas europeias nas suas viagens para os respectivos países no Continente. Será que um dia teremos luz no fim do túnel? Desconfio que não. Acho que já é a terceira ou a quarta vez que peço isto para que se acabe, de uma vez por todas, com um imenso buraco de ignorância colectiva que existe neste debate em torno do subsídio de mobilidade e das viagens aéreas cobradas aos insulares europeus (LFM)

Nota: por favor, nada de tiros-nos-pés

Peço desculpa mas há que ter muito cuidado com o combate (e debate) político. Eu ainda não entendi bem os contornos do que se passou na disputa entre o GRM e o subsídio de mobilidade para os estudantes universitários madeirenses.
Acho que as pessoas não ficam nada esclarecidas quando abordam este tema muito importante, porque interessa a milhares de pessoas - e o  GRM corre o risco de ver generalizada essa suspeição de manipulação do debate. Pior do que isso, temo que as pessoas encontrem argumentos que poderão fundamentar a suspeita de que a dialéctica política do discurso contra as patifarias do poder central em Lisboa (algo que não é novo, pois subsiste desde 1976 quando a autonomia regional deu os primeiros passos constitucionalmente falando) afinal assenta em contradições e pilares de barro.
Uma vez mais, e de novo num outro sector importante, acho que a comunicação política e institucional do executivo falha, porque estas coisas nada têm a ver com as idiotices de alguns iluminados que acham que as redes sociais são o centro do mundo, que são elas que tudo resolvem e informem, quando na realidade não passam do umbigo distorcido dessa gente. As redes sociais também se podem transformar na "cova" de muitos políticos incompetentes mas que se julgam iluminados quando se olham ao espelho todos os dias antes de saírem de casa.
Retomando o assunto, acho que a opinião pública ficou estupefacta e confundida com a "guerra" (falamos de procedimentos) entre o GRM e os CTT, uma empresa que foi vendida pela bandalheira dos tempos da troika (Passos e Portas) ao desbarato, que soma milhões de prejuízos mas paga milhões em dividendos aos administradores e que é liderada por um tal Francisco Lacerda, o dos melhores amigos do primeiro-ministro António Costa (esqueceram-se disso?) e que continua a ser uma personagem misteriosamente intrigante neste mundo gerido pelas espertezas saloias da geringonça que enche os bolsos das pessoas com esmolas (mas acaba por as tirar por via fiscal) e acha que as consegue manipular quando forem votar.
Uma guerra entre o GRM e uma empresa cujo serviço se degradou a olhos-vistos, que é criticada quase todos os dias pelo país todo, que encerra balcões, que soma prejuízos milionários atrás de prejuízos milionários, que paga milhões aos administradores, etc, só pode prejudicar o  GRM.
Sucede que quando é publicada uma notícia na imprensa sobre um alegado boicote dos CTT aos procedimentos negociados pelo GRM em termos de aplicação do subsídio de mobilidade para os estudantes universidades, e quando há depois um debate parlamentar politicamente radicalizado em torno deste tema, e depois, de forma discreta, se clarificam disposições constantes da tal portaria relacionada com o referido subsídio de mobilidade, alguma coisa falhou.  A par do facto de que os CTT não são uma empresa onde a Região tenha qualquer competência e poder de intervenção, no fundo repetindo o que se passa com a TAP, outra venda da bandalheira nos tempos da troika (Passos e Portas), com a agravante, neste caso, dessa venda ter sido formalizada depois de saberem que seriam escorraçados da governação!
Basicamente o que recomendo é cautela para que as "guerras", que continuam a fazer sentido para que a Autonomia possa ganhar alguma coisa do poder em  Lisboa, sejam devidamente preparadas e não deixem pontas soltas que apenas alimentam a confusão e suscitam interrogações e desconfianças por parte das pessoas que estão fartas de impasses e querem apenas soluções concretas. É um conselho que me parece importante e lógico quando é sabido que a RAM não está em condições de usar tiros de pólvora-seca (LFM)

sábado, fevereiro 02, 2019

Venezuela: a minha opinião que nada tem a ver com o "politicamente correcto" nem com emotividades

É corrente afirmarmos, e com razão, que dificilmente encontraremos na Madeira uma família que não tenha familiares na Venezuela ou que lá tenham vivido.
Nessa ordem de ideias, até pela importância que a comunidade madeirense naquele país sempre teve para a Madeira, é compreensível que se afirme também, e sem exagero, que os acontecimentos na Venezuela e a situação política, económica e social ali hoje vigente, toquem muito de perto os madeirenses aqui residentes que, por isso mesmo, acompanham com expectativa, ansiedade e nervosismo o que se passa com aquele país dominado por uma ditadura corrupta.
Mas a realidade histórica do se passa na Venezuela, acaba por ter raízes no passado recente do país, anos sessenta e setenta, e à forma como as pessoas ignoraram os perigosos sinais de corrupção que se apoderaram da política e da sociedade venezuelana que acabaram por constituir a semente da revolta tentada em 1992 mas que foi bem sucedida em 1998, liderada por Chávez, do descrédito dos partidos tradicionais e da própria política tradicional venezuelana que desde 1958 viveu com base numa partilha de poder entre os três principais partidos - nomeadamente o COPEI e a AD - viabilizada pelo acordo de Punto Fijo, de Outubro de 1958. Quatro anos depois, em 1962, e devido a divergências na postura venezuelana em relação a Cuba, a União Republicana Democrática (URD) acabou por abandonar aquele pacto que permitiu à Venezuela trinta anos de estabilidade política, durante os quais a Acção Democrática e a COPEI foram os únicos partidos a governar o país.

sexta-feira, fevereiro 01, 2019

Carvão: Europa prepara transição em 2030 para fontes de energia menos poluentes

Cada vez que o preço do carvão cai, os produtores de eletricidade aumentam a sua utilização nas centrais, apesar das unidades mais antigas estarem condenadas por poluírem muito. A UE quer energia mais limpa a partir de 2030. Mas ainda há novas centrais em fase de construção. Em 2017 o consumo de carvão aumentou pela primeira vez desde 2013 (infografia de Mário Malhão, Jornal Económico)

Centrais eólicas marítimas em crescimento até 2030

As centrais offshore europeias vão estar na rota do crescimento na próxima década. Os 16 gigawatts (GW) existentes no final de 2017 podem evoluir para quase 100 GW até 2030, segundo a previsão mais otimista da Wind Europe. Portugal deverá desenvolver 175 megawatts (MW) até 2030, com o Reino Unido, a Alemanha e a Holanda a liderarem este crescimento. Já a EDP Renováveis está atualmente a desenvolver projetos num total de 3.567 MW para entrarem em operação até 2022, em Portugal, França, Reino Unido e Estados Unidos (infografia de Mário Malhão, Jornal Económico)

Guaidó pede ajuda humanitária para a Venezuela


Mais de uma dezena de jornalistas estranjeiros presos e expulsos da Venezuela

Em direto, ao telefone, a enviada especial da TVI, Judite de Sousa, faz um ponto da situação da crise na Venezuela nas últimas horas.

Nuclear: armas capazes de destruir a humanidade sobreviveram ao final da guerra fria

Nem todas podem ser usadas a qualquer instante, mas nove países têm milhares de ogivas nucleares. Rússia e Estados Unidos concentram a maioria das principais armas de destruição em massa e teme-se que haja uma escalada devido à falha nas negociações entre Washington e Moscovo (infografia de Mário Malhão, Jornal Económico)

Venezuela: quase um milhar de presos políticos em 20 dias

Pelo menos 943 pessoas foram detidas na Venezuela, nos últimos 20 dias. Os números foram apurados pela organização não governamental Fórum Penal e que a TVI revela em exclusivo.

Venezuela: Maduro não dá sinais de ceder e convocar eleições

Termina no domingo o ultimato de alguns países europeus para o presidente da Venezuela convocar eleições livres, mas, até agora, Nicolás Maduro não deu sinais de ceder. Os líderes europeus insistem na normalização da democracia em Caracas. Um dos mais importantes aliados de maduro, a Rússia, alerta para o perigo de uma intervenção militar dos Estados Unidos. O primeiro-ministro português, António Costa, já garantiu que Portugal não equaciona essa opção.

Como os portugueses na Venezuela estão a viver a crise no país

Os portugueses na Venezuela estão apreensivos e alguns falam em medo. Muitos são comerciantes e enfrentam dificuldades. Os enviados da TVI, Judite de Sousa e Pedro Batista, estiveram esta sexta-feira numa padaria de emigrantes portugueses.

Venezuela: Parlamento aprova dois votos de pesar

A Assembleia da República aprovou esta manhã dois votos, um do PSD e do CDS a condenar as mortes de manifestantes na Venezuela, e outro do PS, a pedir uma solução pacífica para a crise política que se vive no país, por via de eleições democráticas.

EUA voltam a admitir hipótese de intervenção militar na Venezuela

O governo dos Estados Unidos volta a falar na hipótese de uma intervenção militar na Venezuela. O autoproclamado Presidente interino apresentou já um plano para resolver a crise.Hoje realizou-se uma manifestação a favor do ainda presidente Nicolás Maduro.

Embaixador da Venezuela em Lisboa: um percurso acidentado

O embaixador da Venezuela em Lisboa foi a um encontro de apoio a Nicolás Maduro onde acusou a oposição de derrubar ilegalmente um Presidente democraticamente eleito. Lucas Rincón Romero está em Portugal há 12 anos.Foi ministro de Hugo Chávez, mesmo depois de anunciar o afastamento do histórico Presidente, na tentativa de golpe de Estado de 2002.

Estado português ignora condenações judiciais de Ronaldo

Cristiano Ronaldo não vai perder nenhuma das condecorações que recebeu do Estado português por causa dos processos judiciais em que está envolvido. Segundo um parecer do Conselho das Ordens Honoríficas, o facto de o jogador ter sido condenado em Espanha por fraude fiscal não justifica a abertura de um processo.Cristiano Ronaldo foi condenado a 23 meses de prisão com pena suspensa e uma multa de 18,8 milhões de euros. O Governo Regional madeirense já tinha mantido as condecorações ao internacional português.

"A saúde não vale nada na Venezuela: não temos o que comer"

Alberto Viveiros, presidente da Associação de Jovens Luso-Venezuelanos, falou das dificuldades de viver em Caracas, em entrevista exclusiva aos enviados da TVI

Câmaras comunistas ajustam de forma direta 2 milhões de euros a empresas de militantes

Há um novo escândalo que envolve o Partido Comunista Português. A TVI teve acesso a documentos que comprovam os contratos, os valores e os ajustes diretos destas empresas de dirigentes comunistas.

Toda a Verdade, HSBC, Corrupção na alta finança


Toda a Verdade, Por dentro do terrorismo


Venezuela: "Há uma crescente tensão no ar"

Há quem veja este sábado como o dia "D" para a Venezuela, em contagem decrescente para as manifestações convocadas pela oposição e pelo autoproclamado Presidente Juan Guaidó, como testemunharam os enviados especiais da SIC Sofia Arêde e Fernando Silva.

Guaidó garante que transição na Venezuela será benéfica para Rússia e China


Alertas para riscos de fraudes e erros na CGD ignorados

O Revisor Oficial de Contas da Caixa Geral de Depósitos alertou, em 2007, para o risco de fraudes e erros. O relatório da auditoria à Caixa já está na Comissão de Orçamento e Finanças.

MNE: A questão é saber se a transição na Venezuela pode ser feita de forma pacífica

O ministro português dos Negócios Estrangeiros considera que a "transição que é inevitável na Venezuela" pode ou não ser feita de forma pacífica, sem confrontação interna ou intervenção externa. Augusto Santos Silva reforça que a União Europeia "investe tudo em apoiar os venezuelanos numa transição pacífica" através de novas eleições. O ministro português realça ainda que o grupo de contacto internacional criado terá como interlocutor na Venezuela Juan Guaidó, porque é o presidente da Assembleia Nacional, a única entidade neste momento capaz de convocar eleições.

Quer calcular o valor da pensão? Veja aqui o novo simulador

A Caixa Geral de Aposentações vai ter um novo simulador para calcular o valor da pensão. Vai ser possível avaliar diferentes opções desde antecipar a idade da reforma e ver a penalização ou prolongar o tempo de trabalho e ter bónus. Esta é a apenas a primeira fase abrangendo cerca de 200 mil funcionários públicos.

Embaixador da Venezuela em Lisboa acusa oposição de tentativa de golpe

O embaixador da Venezuela em Lisboa mantém-se fiel a Nicolás Maduro. Lucas Rincón esteve num encontro em defesa do Presidente venezuelano e acusou a oposição de querer derrubar um Chefe de Estado democraticamente eleito.

Portugal vai reconhecer, na segunda-feira, Guaidó como presidente da Venezuela

O Governo português vai reconhecer Juan Guaidó como presidente da Venezuela na próxima segunda-feira se, até lá, não forem convocadas eleições no país. Em Bucareste, onde participa numa reunião de chefes da diplomacia da União Europeia, Augusto Santos Silva revelou que houve mais um estabelecimento comercial português saqueado pela população.A reportagem é dos enviados da RTP à Roménia, Pedro Escoto e Duarte Valente.

TVI acompanha situação dos portugueses na Venezuela

Judite Sousa, enviada especial à Venezuela, ouviu portugueses que enfrentam uma crise política sem precedentes neste país sul-americano

Venezuela vive dias de tensão

Juan Guaidó, o autoproclamado presidente interino, acusa Maduro de não defender os interesses do país. Em resposta às constantes manifestações da oposição, milhares de trabalhadores da petróleos da Venezuela sairam à rua em apoio a Nicolás Maduro.

SIC-Notícias: O Eixo do Mal (31 Janeiro 2019)


Toda a Verdade, Camorra, A Máfia Italiana


quinta-feira, janeiro 31, 2019

Venezuela: ministro da Defesa admite enviar tropas para apoiar portugueses

João Gomes Cravinho admitiu esta hipótese, em Bucareste, na Roménia, à margem da reunião informal dos ministros da Defesa da União Europeia

Portugal ainda não tem plano para retirar portugueses da Venezuela

Ministro dos Negócios Estrangeiros disse que por enquanto a situação não justifica uma operação de retirada. A propósito da instabilidade que se vive na Venezuela, Augusto Santos Silva, ministro dos Negócios Estrangeiros, disse que para já ainda não se justifica uma operação para retirar portugueses e lusodescendentes do país.

Propinas: onde estudamos e quanto pagamos

Portugal voltou a discutir o pagamento de propinas. Mas há muitos outros custos para quem estuda. E para quem deixa de estudar... Jornalismo de dados em dois minutos e 59 segundos. Para explicar o mundo (Expresso)

Guaidó garante que tem tido encontros secretos com as Forças Armadas

O líder da oposição venezuelana garante que tem mantido encontros secretos com responsáveis das Forças Armadas. À procura de apoiantes que permitam afastar Nicolás Maduro do poder, Juan Guaidó participou ontem numa manifestação contra o regime.

Supermercados vazios na Venezuela, preços sobem todas as semanas

As sanções anunciadas por Washington são um cheque-mate ao regime de Nicolas Maduro, mas também têm um impacto directo na vida de milhões de pessoas. A nova moeda, o Bolívar Soberano, não travou a hiperinflação que emagrece os salários dos venezuelanos e esvazia os supermercados. Sofia Arêde e Fernando Silva são os enviados da SIC a Caracas.

Pedidos de nacionalidade portuguesa disparam na Venezuela

Governo português já prometeu promete agilizar o processo. Nos últimos meses, dispararam os pedidos de nacionalidade portuguesa na Venezuela. O Governo português anunciou, entretanto, que vai agilizar os processos. Para muitos lusodescendentes, o passaporte português representa uma via segura para sair da Venezuela. A reportagem é dos enviados especiais da SIC, Sofia Arêde e Fernando Silva.

Juan Guaidó apela à mudança na Venezuela

O autoproclamado presidente interino da Venezuela defende a recuperação económica e assegura ter confiança no "talento humano" daquele país, apesar das grandes dificuldades.

Serviços secretos venezuelanos prenderam jornalistas estrangeiros

Os serviços secretos venezuelanos voltam-se contra os jornalistas estrangeiros presentes no país. Esta quarta-feira foram presos e deportados diversos representantes de orgãos de comunicação social. A Rússia reconhece que continua a tensão na Venezuela, mas desvaloriza a manifestação que esta quarta-feira levou milhares de pessoas às ruas de Caracas.

Coronel venezuelano afirma que chave para derrubar Maduro está nos militares

Um dos militares que fugiram da Venezuela, em desobediência a Hugo Chávez, está na Madeira. É filho de madeirenses. Acredita que a chave para a revolta venezuelana está nas Forças Armadas e está convencido de que o tempo de Nicolás Maduro chegou ao fim.

PE reconhece Juan Guaidó como Presidente Interino da Venezuela

O Parlamento Europeu reconheceu Juan Guaidó como Presidente interino da Venezuela. A decisão foi tomada esta manhã, no plenário, por proposta do Partido Popular Europeu, com 439 deputados a votarem a favor. Antonio Tajani já sugeriu que os Estados membros façam o mesmo

Venezuela: MNE reforça legitimidade da Assembleia Nacional

O ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, considerou esta quinta-feira que a Assembleia Nacional venezuelana, saída de um ato eleitoral incontestado, é o único órgão do país com legitimidade para levar a cabo eleições livres e pacíficas na Venezuela. Augusto Santos Silva sublinhou duas das principais ideias que orientam agora o posicionamento da união Europeia face à crise política e constitucional na Venezuela: a impossibilidade da união Europeia e dos seus membros de manterem uma posição de neutralidade nesta questão e a necessidade de promover uma resolução pacífica do impasse em que se encontra o país sul-americano. O chefe da diplomacia portuguesa considera que nesta altura não é possível ser neutro, uma vez que quem quer promover eleições livres e pacíficas é a Assembleia Nacional "cujo presidente é Juan Guaidó, também autoproclamado presidente interino do país" e quem quer obstaculizar a esse cenário é o regime de Nicolás Maduro. Apenas nesse cenário será possível "iniciar o processo de transição pacífica", considera o ministro Santos Silva, acrescentando que a União Europeia quer a todo o custo evitar dois cenários indesejados: uma intervenção externa na Venezuela e o risco de confrontação interna. "Evidentemente que se o Presidente Maduro se quiser associar a este processo, como ele tem o controlo do aparelho estatal venezuelano, isso seria uma garantia suplementar para a natureza pacífica da transição", propugnou o MNE. Entretanto, para esta quinta-feira, disse Augusto Santos Silva, a decisão mais importante será a constituição do grupo de contacto internacional para acompanhar o processo político na Venezuela. O MNE acrescentou que no que respeita aos interesses nacionais na Venezuela não há problemas relacionados com a segurança e bem-estar da comunidade portuguesa: "Não há nenhum problema com a comunidade portuguesa e não tenho nenhuma informação relativa que me possa dizer que a segurança e o bem-estar da comunidade portuguesa na Venezuela esteja em perigo". "A questão que agora se põe não é ajudar os portugueses a sair da Venezuela. Os portugueses, como a imensa maioria dos cidadãos que vivem na Venezuela, não querem sair de lá, querem é sair deste impasse político", rematou.

BES na rota de "luvas" milionárias pagas a ex-membros do Governo de Caracas

Antigos responsáveis do governo e da empresa estatal petrolífera venezuelana receberam subornos milionários através de contas do Banco Espirito Santo no Dubai e na Suíça. O jornal diário espanhol El País cita um relatório da polícia de Andorra para identificar a rota e os presumíveis envolvidos.

Venezuela. Governo estuda retirada de portugueses

Portugal está a estudar, em conjunto com outros países europeus, a hipótese de traçar um plano de evacuação dos cidadãos europeus que vivem na Venezuela. O ministro da Defesa, João Gomes Cravinho, que participa numa reunião de congéneres europeus, na Roménia, diz que, para já, isso não se justifica mas, se a situação de agravar, este plano poderá ser rapidamente posto em prática. Estima-se que, na Venezuela, vivam cerca de um milhão de cidadãos europeus, daí que Portugal esteja em contacto com outros países, no sentido de conjugarem esforços em caso de necessidade. O assunto não esteve contudo na agenda da cimeira informal de ministros da Defesa da UE. A reportagem dos enviados da RTP a Bucareste, Pedro Escoto e Duarte Valente.

Colômbia proíbe a entrada de antigos maduristas dissidentes

Duas centenas de colaboradores do Governo de Nicolas Maduro dissidentes do regime foram proibidos de entrar na Colômbia. A informação é dos serviços de migração da Colômbia e refere que a interdição vai abranger os colaboradores do executivo do presidente da Venezuela

Venezuela: posições extremadas entre oposição e governo

Judite de Sousa traça um cenário calmo em Caracas, sem soldados nas ruas, depois de uma manifestação pacífica que juntou mais de três mil pessoas contra Nicolás Maduro.

Venezuela: protestos convocados por Guaidó foram pacíficos

O país mergulhou numa tensão profunda, com Maduro a anunciar que vai armar dois milhões de civis, para ter milícias armadas em cada bairro ao mesmo tempo que rejeitou todos os pedidos internacionais de marcar eleições presidenciais. A enviada especial da TVI à Venezuela, Judite Sousa, e Pedro Batista acompanham a crise política naquele país da América Latina.

Venezuela: mulher de Leopoldo Lopez em entrevista à TVI

Para Lilian Tintori, o marido e pai dos seus três filhos, "continua preso injustamente", mas a sua atitude em 2014 fez com que "o país reagisse e se levantasse"

Maduro diz que Trump já deu ordem para o matar

Nicolás Maduro assumiu um discurso mais extremado e militarista. O presidente da Venezuela diz que os Estados Unidos querem apoderar-se do petróleo da Venezuela e acredita que Donald Trump já deu ordem para o seu assassinato. E, em resposta, anunciou que quer distribuir armas a dois milhões de civis, para criar milícias em todos os bairros.

Oposição nas ruas da Venezuela contra Maduro

As ruas de Caracas e de outras cidades venezuelanas encheram-se de novo de manifestantes contra o presidente Nicolas Maduro. Os protestos voltaram a servir para demonstrar apoio ao autoproclamado presidente Juan Guaidó. O próprio apareceu no protesto na capital onde marchou ao lado dos contestatários. "Começámos a construir uma maioria e a ganhar apoio internacional, como no Parlamento, ao falarmos contra as violações dos direitos humanos e a corrupção na Venezuela. Chegou o tempo de acabarmos com esta usurpação, de colocar em vigor um governo de transição e realizar eleições livres", explicou Guaidó. Guaidó, presidente interino da assembleia nacional, legitimou a substituição de Nicolas Maduro na presidência com a constituição, que segundo o próprio, permite assumir o poder temporariamente quando o chefe de estado é considerado ilegitimo. Entretanto, Maduro conta os próprios aliados internacionais, como Moscovo, a quem agradeceu durante uma entrevista a uma televisão russa. "Todo o apoio que recebemos da Rússia, a todos os níveis, recebemos com prazer e agrado . Pedi ao Presidente Putin para mantermos conversações permanentes", afirmou Maduro. O Presidente venezuelano contará com uma forte base de apoio, em especial dos militares, tendo em conta a propaganda dos últimos dias. Por outro lado, Juan Guaidó anunciou no The New York Times ter tido reuniões secretas com militares para debater a remoção de Maduro do poder.

Venezuelanos pedem demissão de Maduro

Milhares de venezuelanos saíram à rua nesta quarta-feira para exigir a demissão de Nicolás Maduro e a novas eleições presidenciais. O protesto foi organizado pela oposição ao chefe de Estado venezuelano exatamente uma semana depois de Juan Guaidó se ter proclamado presidente do país. Guaidó juntou-se por breves momentos aos manifestantes nas ruas de Caracas. Numa manifestação, sem palco físico, usou o Twitter para aplaudir o protesto. "Hoje, os venezuelanos saem à rua para se fazerem ouvir e mostram que podemos mudar o país", escreveu. Guaidó já não se cruzou com alguns apoiantes de Maduro que de mota percorreram as ruas para mostrar apoio ao ainda presidente da Venezuela. Para sábado estão previstas novas manifestações.

Venezuela: tripulações da TAP instaladas em Curaçao por questões de segurança

A reportagem de Judite Sousa, enviada especial da TVI a Caracas.

quarta-feira, janeiro 30, 2019

Correio da Manhã regista maior alcance

Os dados de dezembro do netAudience para os sites noticiosos mostram que o Correio da Manhã lidera em termos de alcance (reach) mas o Record é o que regista maior número de pageviews e mais tempo de acesso. Uma análise do sistema de medição de audiências netAudience realizado pela Marktest em parceria com a Gemius, mostra que, em dezembro de 2018, o site do Correio da Manhã foi, entre os sites noticiosos, o que obteve maior reach, alcançando 2 milhões e 337 mil indivíduos, o que representa 27.3% dos residentes no Continente com 15 e mais anos. O Público ocupou a segunda posição deste top de sites de notícias, com um alcance de cerca de 2 milhões de indivíduos (22.9%) e o Jornal de Notícias obteve 22.7%, com 1,9 milhões de indivíduos. Notícias ao Minuto e Expresso completam o top 5 destes sites, com 1,6 e 1,5 milhões de indivíduos de reach, respetivamente. 

Protagonistas da informação em 2018

No ano de 2018, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, liderou a exposição mediática, ao protagonizar 1930 notícias com 82 horas e 28 minutos de duração durante o ano. Note-se que esta análise exclui eventuais programas, debates ou entrevistas realizadas no período e que na contabilização do tempo se considera o tempo total de duração da notícia. O Primeiro-ministro, António Costa, ocupou a segunda posição, ao intervir na primeira pessoa em 1843 notícias, com 6 horas e 23 minutos de duração. Rui Rio, líder do PSD, foi terceiro, tendo estado perante os ecrãs por 38 horas e 05 minutos de duração, repartidos por 902 notícias. Catarina Martins, líder do Bloco de Esquerda alcançou o quarto lugar, tendo protagonizado em 2018, 712 notícias de 28 horas e 51 minutos de duração. A líder do CDS, Assunção Cristas, foi quinta, intervindo diretamente em 584 notícias de 22 horas e 10 minutos de duração. Jerónimo de Sousa (líder do PCP), Mário Centeno (ministro das Finanças), Eduardo Cabrita (ministro da Administração Interna), Adalberto Campos Fernandes (ministro da Saúde entre 26 de novembro de 2015 e 15 de outubro de 2018) e Carlos César (presidente do PS e líder do grupo parlamentar do PS) completam a lista dos 10 nomes que protagonizaram notícias de maior duração total durante o ano de 2018. Esta análise considera apenas os serviços regulares de informação dos canais em análise durante o ano de 2018. Em análise, estão os seguintes programas: Jornal da Tarde, TeleJornal e Portugal em Directo; 24: Sumário (RTP2); Primeiro Jornal e Jornal da Noite (SIC); Jornal das 8 e Jornal da Uma (TVI) (fonte: Marktest.com, Janeiro de 2019)

Pensões da Segurança Social aumentam 40% em 10 anos

Os dados do Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social publicados pelo INE e disponíveis no sistema de geomarketing Sales Index da Marktest mostram como em Portugal o valor pago em pensões da Segurança Social aumentou 40% em 10 anos. A análise dos dados do Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social disponíveis no sistema de geomarketing Sales Index da Marktest e na sua aplicação web Municípios Online revela que o valor pago em pensões de invalidez, velhice e sobrevivência ultrapassou os 15,7 mil milhões de euros em 2016, mais 40% do que o contabilizado dez anos antes. O número de pensionistas, pelo seu lado, cresceu 8.6% no mesmo período, passando de um total de 2,8 milhões em 2006 para 3 milhões em 2016.

O panorama dos salários mínimos na Europa

Guaidó impedido de sair do país e com contas congeladas

Contas congeladas e proibição de sair do país, medidas de coação sobre o autoproclamado presidente da Venezuela, Juan Guaidó, alvo de uma investigação judicial centrada nas suas atividades de oposição ao governo. Guaidó já esperava a ameaça. "Não estou a subestimar a possibilidade de ser preso. Não quero que seja entendido dessa forma. Mas não há nada de novo vindo de um regime que não respeita as necessidades do povo venezuelano, a única resposta deles é a perseguição, a repressão", explicou o também líder da oposição. A notícia da investigação e das medidas de coação surgem depois dos Estados Unidos terem imposto sanções petrolíferas contra a Venezuela, o que pode ter um forte impacto sobre a já debilitada economia. Numa tentativa de desmotivar qualquer insurreição armada ou deserção, o Presidente Nicolas apareceu na televisão e no Twitter rodeado de militares, a louvar o que diz ser lealdade dos militares. "Como comandante em chefe mantenho-me na linha da frente desta batalha em que estamos envolvidos e vou continuar a liderar. Conto com a lealdade absoluta, a disciplina e a subordinação constitucional de todos vocês, soldados do meu país", declarou o Presidente. Juan Guaidó fez um apelo a novos protestos para esta quarta-feira. Se de um do lado, tem o apoio externo dos Estados Unidos, Maduro conta com a ajuda de países como a Rússia,. Na terça-feira, Washington entregou o controlo das contas da Venezuela em solo norte-americano a Guaidó.

Rússia avisa que vai defender interesses russos na Venezuela

O Kremlin reage às sanções norte-americanas impostas sobre o petróleo da companhia estatal da Venezuela. Na mesma altura em que a Casa Branca pode estar já a considerar o destacamento de tropas para a região.

Alberto João Jardim diz que "interesses poderosos" dentro do PSD não vão serenar

O ex-presidente do Governo Regional da Madeira Alberto João Jardim afirmou terça-feira que "os interesses" dentro do PSD não vão serenar mesmo depois do resultado de Rui Rio no Conselho Nacional e admitiu que teria dado "bengaladas" nessa reunião. "Obviamente estou solidário com Rui Rio. Votei por procuração, mas foi melhor eu não vir cá porque vinha mesmo disposto a dar umas bengaladas", afirmou Alberto João Jardim que falava, no Porto, à margem de uma conferência em que se discutiu a ideia de autonomia regional no pensamento de Sá Carneiro. Em declarações à agência Lusa, o ex-presidente do Governo Regional da Madeira e presidente da Direção do Instituto Autonomia e Desenvolvimento da Madeira defendeu mesmo que, neste caso, justificavam-se "umas bengaladas a sério". "No último congresso disse que se viessem para aqui fazer diabruras, que mereciam umas bengaladas, até achei um piadão porque Rui Rio dizia 'bem, está na altura de dar as bengaladas', e eu dizia não, é que as minhas bengaladas podem não ser só verbais, é que isto justifica-se umas bengaladas a sério", lembrou. Para Alberto João Jardim, a vitória de Rui Rio no Conselho Nacional não vai, contudo, unir o partido em torno do líder, já que em causa estão "interesses muito poderosos".

"Existem mais de 400 presos políticos na Venezuela"

Juan Requesens, membro da Assembleia Nacional da Venezuela, foi preso por forças governamentais em agosto passado, acusado de atentar contra o presidente Nicolas Maduro e de terrorismo. Os pais, Juan e Paula, negam as acusações e garantem que é um preso político. "É um preso político porque está detido por pensar de forma diferente. Aqui, aqueles que têm consciência do problema venezuelano e pensam de forma diferente para uma Venezuela melhor, colocam-nos na cadeia, se não os matarem. Prendem-nos e torturam-nos. Aqui há mais de 400 presos políticos", diz Juan, pai de Juan Requesens. Com dois filhos que pensam que está numa missão secreta, Requesens foi, de acordo com o pai, drogado para gravar em vídeo uma confissão. É, diz, o "modus operandi" das autoridades. "Tudo está escrito num caderno. Exatamente igual. Estão todos rotulados. Alguns mais, outros menos. Associação para cometer crimes, terrorismo, traição. Tudo", garante. Robiro Terán, líder de uma associação não-governamental que defende prisioneiros considerados políticos, diz que mais de 850 pessoas foram detidas desde quarta-feira. “Alguns estão em cadeias com presos comuns. Não são isolados como prisioneiros políticos. Outros foram impedidos de receber visitas de familiares. Vivem em condições muito precárias. Têm sarna, porque não tomam banho, não há salubridade", refere. Estudantes são uma parte importante dos presos. Oscar, líder estudantil, diz que vai continuar a protestar apesar das intimidações. "Eles intimidam-nos todos os dias. Não só com a repressão, mas também com a situação do país. Mas mesmo com toda a intimidação que eles usam, mesmo com todos os obstáculos, o movimento estudantil, a sociedade civil e todos os venezuelanos que estão a passar por isto todos os dias, vão continuar a lutar por uma mudança política no nosso país", adiante. O correspondente da Euronews em Caracas, Héctor Estepa, explica que "a Assembleia Nacional da Venezuela, dominada pela oposição e acusada de desobediência pelos juízes do país, tentou em 2016 aprovar uma Lei de Amnistia que garantia liberdade aos prisioneiros detidos após os protestos de 2014. Naquela época, a lei foi devolvida pelo governo de Maduro e também pela esfera judicial. Mas agora está de regresso. Juan Guaidó prometeu amnistia não apenas para os prisioneiros que a Assembleia Nacional considera políticos, mas também para os militares e funcionários públicos que se voltam contra o governo de Maduro"