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quarta-feira, novembro 11, 2015

Poder de compra dos concelhos: Ponta do Sol no "top" dos "menos"

Em Portugal continental o poder de comprar é superior ao das ilhas. E em 32 dos 308 municípios este está acima da média nacional. Estas são algumas das conclusões de um estudo do Instutituto Nacional de Estatística, relativo a 2013, sobre o poder de compra em Portugal. Segundo este estudo, os municípios com maior poder de compra são Lisboa (207,9), Oeiras (180,7), Porto (169,8), Faro (132,3), Coimbra (130,3), São João da Madeira (130,1), Sines (128,03), Cascais (125,59), Aveiro (123,5) e Matosinhos (120,9) - todos estão bastante acima do valor-referência para Portugal que é 100.
Em oposição, aqueles em que o indicador do poder de compra (IpC) é mais baixo são Ponta do Sol (58,55) e Câmara de Lobos (57,04), ambos na Madeira, Vinhais (59,84), Tabuaço (56,63), Resende (59,11), Celorico (56,64), Cinfães (56,54), Baião (59,40), Ribeira de Pena (59,66) e Penalva do Castelo (60,38). A Área Metropolitana de Lisboa está acima da média nacional, com 125,1. Aí, o município de Lisboa é aquele que apresenta o indicador per capita (IpC) mais elevado (207,9), mais do que duplicando o índice nacional, e, nas 15 primeiras posições correspondentes a um IpC superior a 110, encontravam-se ainda mais três municípios da Área Metropolitana de Lisboa: Oeiras (180,7), Cascais (125,6) e Alcochete (115,3).
Do total de 18 municípios que constituem a Área Metropolitana de Lisboa, nove apresentavam um poder de compra abaixo da média nacional, destacando-se a Moita (81,0) por ser o único município desta região com um poder de compra manifestado inferior a 90% da média nacional. A Área Metropolitana do Porto também está acima da média nacional, mas abaixo da de Lisboa, com um IpC de 105,1. Entre os cinco municípios que superavam a média nacional, quatro superavam também a média metropolitana - Porto (169,9), São João da Madeira (130,1), Matosinhos (120,9) e Maia (111,1) -, enquanto Espinho registava um índice de poder de compra de 102,0. Entre os 12 municípios da Área Metropolitana do Porto (num total de 17 municípios) com um poder de compra per capita abaixo da média nacional, encontravam-se os municípios de Arouca (70,1) e de Paredes (76,8). Ao nível das regiões, Algarve (96,4), Norte (92,0), Centro (89,2) e Alentejo 89,4) situam-se abaixo da média nacional. Em termos genéricos, o território continental tem um poder de compra superior ao das duas regiões autónomas portuguesas: o valor atingia 100,8 para o Continente e era, respetivamente, de 84,6 e 86,0 para as regiões autónomas dos Açores e da Madeira. Os municípios correspondentes a algumas capitais de distrito revelam um poder de compra per capita superior à média nacional, com relevância para Faro (132,3), Coimbra (130,3), Aveiro (123,5), Évora (111,0), Sines (128,0), Funchal (111,9), e Azambuja (110,8) (DN-Lisboa)

segunda-feira, abril 13, 2015

Um quinto do poder de compra em cinco concelhos



Lisboa, Porto, Sintra, Loures e Vila Nova de Gaia. Nestes cinco concelhos concentra-se um quinto do poder de compra do Continente. Criado pela primeira vez em 1992, o índice Sales Index permite acompanhar anualmente como se caracterizam os concelhos do Continente em relação aos indicadores de poder de compra regional. A edição de 2015 deste índice mostra-nos, como habitualmente, um país assimétrico, com um elevado peso de um conjunto muito restrito de concelhos. Este índice, que totaliza 1000 no conjunto dos 278 concelhos do Continente, apresenta um valor máximo em Lisboa (97.47‰). Porto é o segundo concelho com maior poder de compra, seguido de Sintra, Loures e Vila Nova de Gaia. Estes cinco concelhos, que ocupam uma área inferior a 1% do território do Continente, são responsáveis por mais de um quinto (22%) do seu poder de compra. Alargando esta análise, vemos que metade do poder de compra do Continente se concentra em 26 concelhos, sobretudo localizados no Litoral tal como o mapa identifica. Estes 26 concelhos representam apenas 6% da área total do Continente mas concentram 46% da sua população residente, 27% do parque habitacional, 48% das dependências bancárias, 58% da atividade do Multibanco, 44% dos estabelecimentos comerciais, 63% das vendas de automóveis, 48% do consumo de eletricidade ou 73% dos médicos. O índice de poder de compra regional (ou sales index) é um índice expresso em permilagem que permite comparar os concelhos entre si e analisar a contribuição de cada um para um total de 1000, que corresponde à soma dos 278 concelhos do Continente. É calculado com base em informação indicadora do potencial de rendimento e consumo de cada concelho, nomeadamente a população residente, as receitas fiscais, as vendas de automóveis, os consumos de electricidade, as dependências bancárias e os estabelecimentos comerciais. Este índice é calculado pela Marktest desde 1992 e constitui uma referência na aplicação para o Geomarketing Sales Index , que a Marktest desenvolve desde então (fonte: Marktest.com, Abril de 2015)

quarta-feira, abril 09, 2014

Um quarto do poder de compra em seis concelhos

Lisboa, Porto, Sintra, Oeiras, Vila Nova de Gaia e Cascais. Nestes seis concelhos concentra-se um quarto do poder de compra do Continente, segundo os dados disponíveis na aplicação Sales Index da Marktest. Criado pela primeira vez em 1992, o índice sales Index index permite acompanhar anualmente como se caracterizam os concelhos do Continente em relação aos indicadores de poder de compra regional. A edição de 2014 deste índice mostra-nos um país assimétrico, com um elevado peso de um conjunto muito restrito de concelhos. Este índice, que totaliza 1000 no conjunto dos 278 concelhos do Continente, apresenta um valor máximo em Lisboa (111.8‰). Porto é o segundo concelho com maior poder de compra, seguido de Sintra, Oeiras, Vila Nova de Gaia e Cascais. Estes seis concelhos, que ocupam uma área inferior a 1% do território do Continente, são responsáveis por mais de um quarto (26%) do seu poder de compra.
O mapa mostra a representação concelhia do sales index, assinalando num tom mais escuro estes seis concelhos que, em conjunto, concentram mais de um quarto do poder de compra do Continente. O índice de poder de compra regional (ou sales index) é um índice expresso em permilagem que permite comparar os concelhos entre si e analisar a contribuição de cada um para um total de 1000, que corresponde à soma dos 278 concelhos do Continente. É calculado com base em informação indicadora do potencial de rendimento e consumo de cada concelho, nomeadamente a população residente, as receitas fiscais, as vendas de automóveis, os consumos de electricidade, as dependências bancárias e os estabelecimentos comerciais. Este índice é calculado pela Marktest desde 1992 e constitui uma referência na aplicação para o Geomarketing Sales Index , que a Marktest desenvolve desde então (fonte: Marktest.com, Abril de 2014)

sábado, dezembro 21, 2013

Mapa do poder de compra em Portugal

Mais de metade do poder de compra do país está nos concelhos da Grande Lisboa e Grande Porto. Veja aqui o top 10 dos melhores e dos piores (Dinheiro Vivo)

segunda-feira, dezembro 16, 2013

Poder de compra caiu em Portugal no ano passado

O poder de compra em Portugal esteve em 2012 muito abaixo da média europeia, mais precisamente 25 por cento. É o que ressalta dos números revelados esta manhã em Bruxelas pelo gabinete de estatísticas da União Europeia. De acordo com os dados do Eurostat, o Produto Interno Bruto (PIB) em termos de poder de compra por habitante caiu em 2012 abaixo de 20 a 30 por cento da média da União Europeia em Portugal, Eslováquia, Grécia, Lituânia e Estónia (veja aqui o video da RTP e leia aqui a notícia mais desenvolvida)

sábado, novembro 09, 2013

Onde moram os portugueses com mais poder de compra?

Mais de metade do poder de compra do país está nos concelhos da Grande Lisboa e Grande Porto. Veja aqui o top 10 dos melhores e dos piores (Dinheiro Vivo)

quarta-feira, abril 25, 2012

6% do território concentra 50% do poder de compra

Os dados do sistema de geomarketing Sales Index da Marktest mostram que apenas 6% do território do Continente concentra metade do seu poder de compra. Uma análise dos dados relativos ao índice de poder de compra regional (sales index) 2012 da Marktest, permite verificar como este indicador se concentra num número muito reduzido de concelhos: 25 dos 278 concelhos de Portugal Continental ocupam 6% do território e concentram metade (50.3%) do índice de poder de compra regional. O índice de poder de compra regional (ou sales index) é um índice expresso em permilagem que permite comparar os concelhos entre si e analisar a contribuição de cada um para um total de 1000, que corresponde à soma dos 278 concelhos do Continente. É calculado com base em informação indicadora do potencial de rendimento e consumo de cada concelho, nomeadamente a população residente, as receitas fiscais, as vendas de automóveis, os consumos de electricidade, as dependências bancárias e os estabelecimentos comerciais. A repartição geográfica do sales index mostra-nos a sua litoralização e a sua concentração num número reduzido de concelhos. Se metade do poder de compra está concentrada em 25 concelhos, verifica-se ainda que 22.5% deste índice está restrito a apenas 5 concelhos.
A lista dos concelhos com maior índice de poder de compra regional é liderada por Lisboa, que contribui com 10.3% do poder de compra do Continente. O Porto concentra 3.9% deste índice e Sintra 3.3%. Vila Nova de Gaia tem um índice de 2.5%, assim como Oeiras. Do grupo de 25 concelhos onde está metade do poder de compra fazem ainda parte os concelhos de Cascais, Loures, Matosinhos, Almada, Braga, Coimbra, Amadora, Seixal, Leiria, Guimarães, Maia, Gondomar, Setúbal, Odivelas, Vila Franca de Xira, Santa Maria da Feira, Loulé, Vila Nova de Famalicão, Viseu e Aveiro (fonte: Marktest.com, Abril de 2012)

terça-feira, maio 04, 2010

Metade do poder de compra em 26 concelhos

Uma análise dos dados relativos ao índice de poder de compra regional (sales index) 2010 da Marktest,permite verificar como este indicador se concentra num número muito reduzido de concelhos: 26 dos 278 concelhos de Portugal Continental concentram metade (50.0%) do índice de poder de compra regional. O índice de poder de compra regional (ou sales index) é um índice expresso em permilagem que permite comparar os concelhos entre si e analisar a contribuição de cada um para um total de 1000, que corresponde à soma dos 278 concelhos do Continente.É calculado com base em informação indicadora do potencial de rendimento e consumo de cada concelho, nomeadamente a população residente, as receitas fiscais, as vendas de automóveis, os consumos de electricidade, as dependências bancárias e os estabelecimentos comerciais. A repartição geográfica do sales index mostra-nos a sua litoralização e a sua concentração num número reduzido de concelhos. Se metade do poder de compra está concentrado em 26 concelhos, verifica-se ainda que 22% deste índice está restrito a apenas 5 concelhos.
A lista dos concelhos com maior índice de poder de compra regional é liderada por Lisboa, que contribui com 10.1% do poder de compra do Continente. O Porto concentra 3.6% deste índice e Sintra 3.5%. Vila Nova de Gaia tem um índice de 2.5%, Cascais 2.4%. No seu conjunto, estes 26 concelhos ocupam 6.2% da área total do Continente e concentram 45.9% da população residente. Aqui estão também localizados 47% dos estabelecimentos empresariais e 53.6% das suas pessoas ao serviço. Da mesma forma, concentram 46.4% das empresas e 71.7% da sua facturação. Nestes 26 concelhos concentram-se ainda 43.2% dos estabelecimentos comerciais retalhistas e 52.3% de pessoas ao serviços nesses mesmos estabelecimentos. Do grupo de 26 concelhos onde está metade do poder de compra fazem ainda parte os concelhos de Oeiras, Loures, Almada, Matosinhos, Braga, Coimbra, Seixal, Amadora, Leiria, Setúbal, Maia, Gondomar, Guimarães, Odivelas, Vila Franca de Xira, Loulé, Santa Maria da Feira, Famalicão, Viseu, Viana do Castelo e Aveiro. O Sales Index é calculado pela Marktest desde 1992 e é disponibilizado no sistema de informação concelhia Sales Index (fonte: Marktest.com, Abril de 2010)

quarta-feira, dezembro 02, 2009

INE: riqueza mora no Litoral

Segundo o Correio da Manhã, num texto assinado pelo jornalista Pedro Gonçalves, "Portugal tem 39 municípios em que o poder de compra da população se encontra acima da média tomando como referência o nível 100. Isto significa que apenas 12% dos 308 municípios portugueses está numa situação favorável. Os números, ontem revelados pelo Instituto Nacional de Estatística, mostram as diferenças no desenvolvimento do País entre o Litoral e o Interior. Nenhum dos 39 municípios com poder de compra acima da média se localiza no Interior de Portugal. A autarquia de Lisboa lidera a lista com um índice de 235% quando a referência nacional é o nível 100. Olhando para o mapa do País, para além de Lisboa os concelhos com os cidadãos mais ricos situam-se nas regiões do Grande Porto e do Algarve. Os dez municípios com menor poder de compra situam-se no Interior Norte. Vinhais está no fim da lista, elaborada pelo INE em 2007, com um índice de 45,88%. Fernando Ruas, presidente da Associação Nacional de Municípios (ANMP), alertou que os dados do INE apontam ainda para uma estagnação da população portuguesa, com uma descida nos concelhos do Interior. E ironizou: 'Portugal corre o risco de cair para o Atlântico. Contactado pelo Correio da Manhã, Fernando Ruas considerou 'muito preocupante' a desertificação do Interior e defendeu um 'investimento estruturado' e 'medidas discriminatórias positivas' para contrariar a situação 'O Interior do País não tem sido contemplado com investimento', sublinhou Ruas".

terça-feira, abril 28, 2009

Alcochete ganha poder de compra

Numa análise dos resultados do Sales Index de 1992 a 2009, vemos como o concelho de Alcochete é aquele que tem visto aumentar mais o seu índice de poder de compra regional. A variação média anual deste índice para o período em análise é de 4.6%. Em 2009, este concelho concentra 1.83‰ do poder de compra do Continente, sendo o 112º concelho (em 278) com maior valor neste índice. Sesimbra é o segundo concelho com maior crescimento médio do índice de poder de compra entre 1992 e 2009, situando-se nos 3.3% ao ano. Em 2009, Sesimbra ocupa a 56ª posição, concentrando 4.67‰ do índice. Benavente é o terceiro concelho com maior variação positiva do índice de poder de compra, tendo visto, no período em análise, o seu índice de poder de compra aumentar em 3.2% ao ano, em termos médios. Benavente é o 85º concelho do Continente, com um índice de 2.82‰. O concelho do Porto, em contrapartida, foi aquele que mais diminuiu em poder de compra no período em análise, com quebras médias de 3.1% ao ano. O Porto é, no entanto, o segundo concelho com mais poder de compra em 2009, concentrando 36.81‰ deste indicador. Lisboa foi o segundo concelho com maiores perdas no índice de poder de compra neste período, em média 2.5% por ano. Este concelho concentra, em 2009, 108.31‰ do poder de compra regional, liderando a tabela. Castanheira de Pêra foi o terceiro concelho que mais poder de compra perdeu no período em análise, diminuindo em média 2.2% ao ano. O concelho é o 276º com menor poder de compra (antepenúltimo) em 2009, com 0.27‰. Os mapas que apresentamos representam a distribuição concelhia do índice de poder de compra regional médio para o período 1992-2009 e a taxa de variação média anual este índice

O índice de poder de compra regional (ou sales index) é um índice expresso em permilagem que permite comparar os concelhos entre si e analisar a contribuição de cada um para um total de 1000, que corresponde à soma dos 278 concelhos do Continente. É calculado com base em informação indicadora do potencial de rendimento e consumo de cada concelho, nomeadamente a população residente, as receitas fiscais, as vendas de automóveis, os consumos de electricidade, as dependências bancárias e os estabelecimentos comerciais.

(fonte: Marktest.com, Abril de 2009)

quinta-feira, dezembro 11, 2008

Portugal perde poder de compra (II)...

Em Portugal o PIB per capita expresso em Paridades de Poder de Compra foi 76% da média da União Europeia em 2007. Com base em informação sobre preços produzida por um conjunto de 37 países europeus e compilada e trabalhada centralmente pelo Eurostat, o INE divulga os indicadores mais comuns que relacionam o PIB per capita com o indicador de Paridade de Poder de Compra (PPC). O EUROSTAT calcula anualmente o indicador de PPC para aqueles países, com o objectivo de apresentar estimativas para o Produto Interno Bruto, ajustado das diferenças de preços relativos. O INE participa neste exercício a dois níveis, quer através do fornecimento da informação de base sobre Portugal, relativa ao PIB e aos preços, quer através da coordenação do exercício PPC num conjunto de países do sul da Europa (Espanha, França, Itália, Malta, Grécia, Roménia, Bulgária, Turquia e Chipre).A metodologia seguida pelo EUROSTAT visa avaliar o PIB dos vários países num numerário artificial (as Paridades de Poder de Compra Padrão, mais conhecidas pela sigla inglesa “PPS”), estabelecendo a partir daí comparações sobre a riqueza “real” dos diversos países. Os dados apurados permitem analisar a situação dos 37 países considerados, incluídos em 5 grupos estabelecidos por ordem decrescente da relação entre o seu PIB per capita em PPS e a média da União Europeia (que assume o valor 100%). Assim, o primeiro grupo corresponde a valores iguais ou superiores a 125%, o segundo a valores entre 100 e 125%, o terceiro – no qual Portugal se inclui, situando-se no seu limite inferior – entre 75 e 100%, o quarto a valores entre 75 e 50% e o quinto correspondente a países com o PIB per capita em PPC inferior a 50% da média da União Europeia. Os resultados publicados devem ser analisados com alguma prudência, quer devido a limitações de ordem metodológica, quer a deficiências de homogeneidade que ocorram eventualmente na informação de base.
PIB Per Capita em PPC, 2007, UE27=100

Adicionalmente são apresentados os valores do PIB dos diferentes países medido em PPS e em Euros, podendo, deste modo, verificar-se o ajustamento introduzido pela consideração dos preços relativos e ajustamentos da taxa de câmbio na determinação do nível do PIB.

Portugal perde poder de compra (I)...

Hoje ficamos a saber, pelo INE que, "os portugueses perderam poder de compra entre 2005 e 2007 relativamente à média da União Europeia (UE), revelou o Instituto Nacional de Estatística. O Produto Interno Bruto (PIB) por habitante situou-se em 2007 nos 76,2 por cento em comparação com a média europeia. Em 2005, o poder de compra correspondia a 76,9 por cento da média da UE e em 2006 era de 76,4 por cento. Esta a segunda queda consecutiva de Portugal no indicador calculado anualmente pelo Eurostat para avaliar o poder de compra dos países da UE, com o objectivo de estabelecer comparações sobre a riqueza “real” dos 37 países analisados. A lista é liderada pelo Luxemburgo, país onde o poder de compra é mais de duas vezes (266,6 por cento) superior à média europeia, que assume um valor de 100 por cento. Na lista, que compara o poder de compra de 37 países europeus, Portugal figura em 22º lugar. Espanha apresenta um nível de riqueza seis por cento acima da média comunitária. Entre os 15 países da Zona Euro, Portugal aparece em último lugar, seguido de Malta (77,4 por cento), Eslovénia (89,3) e Chipre (90,8 por cento)". Leia aqui a informação em pdf distribuída hoje pelo INE, e de onde foram retirados os quadros que ilustram esta informação.