Quatro semanas depois do desaparecimento do Boeing 777 da Malaysia
Airlines, o mistério mantém-se e as buscas também, mas agora com uma
intensidade renovada. Segundo a Reuters, as autoridades reforçaram as manobras
no sul do Oceano Índico, à procura de um sinal das caixas negras do aparelho,
antes que estas deixem de ter baterias. As caixas negras gravam dados de voo e
todas as conversas no cockpit. Em caso de anomalia, são essenciais para se
perceber o que se passou. Têm bateria para um mês. E o prazo está a expirar.
Segundo a mesma agência de notícias, as buscas envolvem agora dez aviões
militares, três aviões civis e 11 barcos, que estão a tentar vasculhar uma área
de 217 mil quilómetros quadrados, a cerca de 1700 quilómetros a noroeste de
Perth (Austrália). Presume-se que tenha sido por aí que, a 8 de Março passado,
o referido avião tenha caído ao mar, com 239 pessoas a bordo (Público)
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