quinta-feira, março 20, 2014

Pronto, lá começaram eles!

Já estava à espera. Estive presente hoje na apresentação da candidatura de Miguel de Sousa à liderança do PSD-Madeira, porque fui convidado e porque, na qualidade de jornalista com carteira profissional nº 318 recuperada entendi dever ir, até porque se tratou de um encontro para jornalistas. Tal como estarei presente em iniciativas semelhantes que  todos os demais entendam organizar. Não se trata de apoiar este contra aquele. Nada disso. A seu tempo - e independentemente de ter as minhas opiniões e ideias próprias sobre este assunto - a seu tempo, quando tal se colocar à minha consciência, farei as opções que entender.  Não me ando a "oferecer" seja a quem for, não ando com a psicose dos almoços ou dos jantares para apaparicar seja quem for. Entendo, e reafirmo, que há um tempo para tudo e que o meu, enquanto membro de órgãos dirigentes do PSD termina com o mandato desta Comissão Política. Regressarei feliz à situação que sempre fui, a de militante de base, sem interesse em querer ofuscar seja quem for e sem estar desesperadamente apostado em querer preservar estatutos ou lugares. Caso quem ganhar entenda que serei útil, no âmbito da minha experiência e aptidões, estarei aberto a discutir essa colaboração. Mas não quero cargos  nem ando a perseguir lugares. Não quero nada disso. Quero um PSD da Madeira que tenha futuro, que construa uma unidade efetiva, que seja um exemplo de tolerância e que não seja um palco de intrigas ou um lugarejo onde uns fazem negociatas à custa dos cargos que exercem no partido, afastando outros  em detrimento da mediocridade promovida ou da fidelidade canina, só porque querem ser eles a comer tudo. Acabou-se, esse tempo tem que acabar. De vez.