Uma pessoa amiga - regra geral muito reservada e enigmática - que me enviou hoje um pensamento que partilho com os que acederem a este blogue porque me parece totalmente aplicável na política dos nossos empos:
"Só vivemos num mundo o nosso.
Mas há aventureiros que se arriscaram a sair dele, e que abordaram mundos que não estavam preparados para acolhê-lhos.
A maioria deles aí se perderam e tiveram que procurar refúgio nos asilos que os habitantes dessas terras reservam aos expatriados.
Mas também houve alguns, na verdade muito raros, que durante a sua viagem conservaram um espírito perfeitamente lúcido.
Permaneceram acordados durante o sono; mantiveram os olhos abertos enquanto dormiam".
Mas há aventureiros que se arriscaram a sair dele, e que abordaram mundos que não estavam preparados para acolhê-lhos.
A maioria deles aí se perderam e tiveram que procurar refúgio nos asilos que os habitantes dessas terras reservam aos expatriados.
Mas também houve alguns, na verdade muito raros, que durante a sua viagem conservaram um espírito perfeitamente lúcido.
Permaneceram acordados durante o sono; mantiveram os olhos abertos enquanto dormiam".
(Bernard Gröethuisen citado por E. Sampaio em Livros-Biografia, Público, 10 Nov. de 2001)
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