domingo, maio 13, 2007

O que dirão eles II?

Da rubrica "análise da semana" do DN do Funchal, retive esta passagem:
"No tratamento de questões como estas vê-se a fragilidade e a falta de credibilidade que têm feito do PS-Madeira um pelotão sem um simples alferes preparado minimamente para fazer mossa no batalhão fardado de laranja com Jardim à frente... e outros 'chicos' à espera de promoção a general. Depois de tanto ter aplaudido as atitudes arrogantes de Sócrates e Teixeira dos Santos em S. Bento, quando se tratava de visar o tema Madeira, Maximiano Martins (que fez aquele 'trabalho' a meias com Ricardo Freitas) vem na ressaca da derrota culpar o seu chefe nacional pelos resultados catastróficos. Não o fez antes, quando só elogiava Lisboa enquanto Jacinto Serrão dizia ao 'Expresso' que dispensava barões nacionais na campanha eleitoral do PS-M. Bernardo Trindade apareceu na noite eleitoral a sacudir responsabilidades, no seu papel de número dois do partido. Em 2000, noutro desaire (com Mota Torres a anunciar na própria noite que não se recandidataria à liderança), afirmou que o PS-Madeira tinha batido 'no fundo' e que era preciso recorrer aos 'homens fortes' do PS.Que 'barras' são esses que ninguém os viu? Emanuel Jardim Fernandes andou a coleccionar derrotas durante 14 anos, na esperança fantasiosa de ser premiado como Mitterrand o foi em França, depois de muito perder nas disputas eleitorais. Mota Torres não chegou 'lá'. Serrão foi o que mais incomodou Jardim, mas... António Trindade? O independente David Caldeira? O próprio Bernardo Trindade? Esses são nomes para a disputa com Cunha e Silva ou outro seguidor de Jardim, se a luta for cómoda. Sendo certo que Serrão, com 38 anos, não morreu para a política. Hoje, é preciso um líder organizado, estilo André Escórcio, disposto a recomeçar do zero, até 2009. Os nomes que já andam na rua, por mais voluntariedade que signifiquem, arrastariam o partido mais para baixo, se isso fosse possível. J. C. Gouveia, Cardoso, Bernardo Martins, Victor Freitas e mais alguns precisam de ver isso".
O que dirão a tudo isto os asquerosos, essa escumalha nojenta que vagueia por aí a bater com a testa nas paredes, tentando curar a frustração que os atormenta e atrofia a pouca massa encefálica, tentando , sem sucesso, insultar pessoas sob a capa do anonimato que revela o carácter rafeiro dessas minhocas? Vendidos! Querem ver que o DN do Funchal que tanto lhes valeu em protagonismo, se vendeu!

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