sábado, fevereiro 17, 2018
terça-feira, fevereiro 06, 2018
Opinião: PS-Madeira: apenas uma novidade…
A vitória de Emanuel Câmara nas recentes diretas do
PS-Madeira, coloca problemas e desafios novos ao PSD madeirense, os quais não
podem ser minimizados ou ignorados, sob pena da irresponsabilidade imperar no
partido com responsabilidades governativas regionais.
Olhar para a política regional de forma leviana,
como se nada de passasse, terá custos, seja para quem for. Alguma coisa mudou,
e vai mudar.
De facto - e é fácil entender isso - uma coisa seria
uma estratégia eleitoral do PSD-Madeira para as regionais de 2019, tendo Carlos
Pereira - que nunca ganhou qualquer eleição depois de eleito em 2015 para a
liderança dos socialistas e que, inclusivamente, já antes disso, perdera no
Funchal, num confronto com Miguel Albuquerque - como adversário direto, outra
coisa é enfrentar um socialista sem filiação partidária, Paulo Cafofo, vencedor
de duas eleições no Funchal (2013 e 2017), a última das quais, de forma clara e
com maioria absoluta.
Venezuela acusa EUA de incentivar golpe militar para mudança violenta de governo
A Venezuela acusou os Estados Unidos de
"incitar" um "golpe militar" no país para originar uma
"mudança violenta" do governo e denunciou uma "estratégia de
agressão total" de Washington contra Caracas. "A Venezuela denuncia
perante o mundo que (...) o secretário de Estado Rex Tillerson tornou pública a
intenção do seu Governo de provocar uma mudança violenta do Presidente
constitucional da Venezuela, incitando um golpe militar", assinalou em
comunicado o ministro dos Negócios Estrangeiros, Jorge Arreaza, através da sua
conta "Twitter". A Venezuela, que se referiu a "ameaças" que
qualificou de "graves", respondeu desta forma às alegadas declarações
de Tillerson na quinta-feira, nas quais se terá referido à possibilidade de uma
sublevação militar no país caribenho como forma de mudança de governo,
afirmações que não foram confirmadas por Washington.
Venezuelanos em protesto por eleições "com garantias"
Dezenas de
venezuelanos protestaram em Caracas contra a crise política, económica e social
que atinge o país e pediram eleições "com garantias", defendendo que
a antecipação das presidenciais pretende retirar-lhes "o direito de
escolher".
"A
Venezuela está na rua. Em cada canto do país há um venezuelano que protesta, há
vozes por causa da fome, que reclamam por medicamentos, vozes por causa da
violência, pelos abusos de poder, a escassez, a repressão, vozes e vozes que
reclamam", lê-se num documento da Aliança Protesto Pacífico, citado pela
agência noticiosa espanhola Efe. Esta aliança, criada durante os protestos
contra o Governo de Nicolás Maduro que se prolongaram entre abril e julho do
ano passado, também rejeitou a antecipação das eleições presidenciais para
antes de maio.
Organização de direitos humanos pede a Maduro para "proteger a Venezuela da fome"
A Comissão Interamericana de Direitos Humanos pediu
hoje a Nicolás Maduro que "reforce os esforços para proteger a Venezuela
da fome", revelando que mais de quatro milhões de venezuelanos fazem
apenas uma refeição por dia. Em comunicado, a Comissão Interamericana de Direitos
Humanos (CIDH) diz: "O Estado venezuelano deve reforçar os seus esforços
para garantir níveis essenciais para proteger a sua população da fome,
inclusive perante situações de limitações graves de recursos".
O documento começa por explicar que a Venezuela passa
por "uma crise económica e social marcada por um contexto de escassez e de
falta de abastecimento de alimentos e de medicamentos que está a aumentar de
maneira alarmante"."Esta situação afeta em particular as pessoas,
grupos e coletivos em maior situação de vulnerabilidade e de pobreza, resultando
especialmente grave para crianças, mulheres, população indígena,
afrodescendentes, migrantes, detidos e anciãos", afirma. Segundo a CIDH, falta informação oficial atualizada
mas há dados de que entre 2014 e 2016 1,3 milhões de pessoas estavam
"subalimentadas" na Venezuela, 3,9% mais que no triénio anterior:
segunda-feira, fevereiro 05, 2018
Ranking ou negociata dos privados?
O ensino público tem falta de recursos que os privados garantem aos seus alunos, tudo à custa dos milhões levados ao Estado que, por outro lado, os nega às suas próprias escolas.
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