quarta-feira, maio 23, 2012

Eclipses...

(fonte: imprensa europeia)

Censos...

O lápis de Henricartoon

(fonte: henricartoon)

Os mesmos...

Canárias: taxas aeroportuárias aumentam

Escreve o Canarias-7 quer "la subida en Gran Canaria es del 0,51%; en Tenerife-Sur, del 0,69%; en Tenerife- Norte, Fuerteventura y Lanzarote, del 2,40%; en La Palma, del 1,75%; en El Hierro y La Gomera, del 0.63%. Aeropuertos Españoles y Navegación Aérea (AENA) prevé incrementar las tasas aeroportuarias y de navegación aérea una media del 10,2 % en la red de aeropuertos nacionales, una vez que se apruebe el proyecto de Presupuestos del Estado para este año. Aunque la subida anunciada por AENA de las tasas aeroportuarias se sitúan en el 18,9 %, al haber descendido en los dos últimos años las correspondientes a navegación aérea un 15 % hace que se rebaje la cifra que tienen que pagar las compañías hasta ese 10,2 % de media. Si bien desde las compañías aéreas se insiste en que esta subida es "desorbitada" y que va a perjudicar no sólo a la demanda de los pasajeros, sino también al turismo, dado que tres de cada cuatro turistas llegan a España a través de los aeropuertos, AENA insiste en que las tasas son un 43,5 % más baratas que en el resto de Europa. A modo de ejemplo, el gestor aeroportuario indica los costes que tienen que pagar las compañías aéreas en dos aeropuertos de referencia españoles como son Madrid-Barajas y Barcelona-El Prat, en base a un avión tipo de 115 plazas. En Barajas el coste de escala de ese avión que provenga del económico europeo es de 1.798 euros, frente a 4.756 euros en aeropuertos europeos similares, Londres-Heathrow, Ámsterdam, País-Charles de Gaulle y Frankfurt, mientras que el caso de un vuelo internacional el coste sería de 2.198 euros para el aeropuerto madrileño y de 8.904 euros para los otros europeos. Para el caso de Barcelona y en un supuesto similar comparado con los aeropuertos de Roma, Munich, Londres-Gatwick, París-Orly y Zurich, en el Prat se pagarían 1.644 euros frente a los 3.948 euros en vuelos del espacio económico europeo, y de 1.996 euros frente a los 7.023 euros en trayectos internacionales. Los llamados aeropuertos de interés turístico, Alicante, Málaga, Gran Canaria, Palma de Mallorca y Tenerife Sur, comparados con instalaciones semejantes del entorno mediterráneo, como son El Cairo, Túnez y Estambul, presentan una proporción de 1.517 euros frente a 2.016 euros . El incremento de tarifas que a partir de junio de este año van a presentar los aeropuertos de la red española es el siguiente:
Madrid-Barajas 17,05 %
Barcelona-El Prat 22,08 %
Alicante 2,59 %
Málaga-Costa del Sol 0,81 %
Tenerife Sur 0,69 %
Gran Canaria 0,51 %
Palma de Mallorca 4,21 %
Valencia 2,40 %
Lanzarote 2,40 %
Ibiza 2,40 %
Tenerife Norte 2,40 %
Sevilla 2,40 %
Fuerteventura 2,40 %
Bilbao 2,40 %
Menorca 2,40 %
Santiago 2,40 %
Gerona-Costa Brava 1,75 %
Reus 1,75 %
Murcia-San Javier 1,75 %
Asturias 1,75 %
FGL Granada-Jaén 1,75 %
Coruña 1,75 %
La Palma 1,75 %
Jerez 1,75 %
Santander 1,75 %
Almería 1,75 %
Zaragoza 1,75 %
Valladolid -0,63 %
Pamplona -0,63 %
San Sebastián -0,63 %
Melilla -0,63 %
El Hierro -0,63 %
León -0,63 %
Badajoz -0,63 %
Salamanca -0,63 %
Vitoria -0,63 %
La Gomera -0,63 %
Logroño -0,63 %
Madrid-Torrejón -0,63 %
Burgos -0,63 %
Ceuta -0,63 %
Albacete -0,63 %
Huesca-Pirineos -0,63 %
Córdoba -0,63 %
Madrid-Cuatro Vientos -0,63 %
Sabadell -0,63 %
Son Bonet -0,63 %
Algeciras -0,63 %".

Peso dos impostos cobrados em Portugal em 2010 abaixo da média europeia...

Segundo a jornalista do Económico, Ana Rute Silva, "há dois anos os impostos implícitos sobre o trabalho pesavam 23,4%, quando nos 27 Estados-membros a média ultrapassa os 33%. O peso médio dos impostos sobre o rendimento laboral e o consumo em Portugal estão abaixo da média europeia, revela um estudo do Eurostat divulgado hoje. Em 2010 os impostos implícitos sobre o trabalho pesavam 23,4%, quando nos 27 Estados-membros a média ultrapassa os 33%. Na zona euro, o peso da carga fiscal laboral é de 34%. É em Itália que o peso médio sobre o rendimento do trabalho é mais elevado (42,6%), seguida da Bélgica (42,5%), França (41%) e Áustria (40,5%). Do lado oposto está Malta (21,7%) ou a Irlanda (26,1%). De acordo com o documento, a taxa média do imposto implícito sobre o consumo em Portugal é de 17,4%, valor abaixo da média da UE a 27 (21,3%). Já na zona euro, o peso médio da carga fiscal sobre o consumo é de 20,7%. A maior fonte de receitas fiscais na União Europeia vem da carga fiscal sobre o rendimento do trabalho, que representa quase metade do total das receitas, seguido dos impostos sobre o consumo (pesam um terço). Em Portugal, as receitas arrecadadas pelo Estado com impostos pesavam, em 2010, 31,5% no PIB, abaixo da média europeia que se situa nos 38,4% (38,9% na zona euro). Apesar de as taxas implícitas portuguesas estarem abaixo da média europeia em 2010 ao nível do consumo e do trabalho, as taxas nominais praticadas no IVA e no IRS este ano são superiores em Portugal às verificadas no resto da Europa. No IRS, a taxa máxima é de 49% em Portugal, quando a média dos 27 Estados-membros é de 38,1%. É na Suécia que o imposto sobre o rendimento no escalão mais levado atinge uma percentagem mais alta (56,6%). No lado oposto está a Bulgária onde o trabalho tem uma taxa máxima de 10%. Ao nível de Portugal está a Grécia e a Finlândia, onde o escalão mais elevado também chega aos 49%. Quanto às taxas de imposto máximas cobrados às empresas, Portugal também ultrapassa a média europeia e dos países da zona euro. Aliás, Portugal é o terceiro país da UE onde a taxa máxima é a mais elevada (31,5%), depois da Bélgica (34%) e França, onde chega aos 36%. Espanha e Grécia também apresentam os níveis mais altos (30%) face aos 27 Estados-membros. Em termos médios, na UE é a média situa-se nos 23,5%. Nos países da moeda única ultrapassa os 26%. A mesma tendência verifica-se na carga fiscal sobre o consumo. A taxa normal do imposto sobre o valor acrescentado (IVA) é de 23% (igual na Irlanda, Grécia, Polónia e Finlândia) e está acima dos 21% médios da UE. Na zona euro a carga fiscal sobre o consumo é, em média, 20%. O Chipre tem a taxa máxima sobre o consumo mais baixa da Europa (17%), seguido de Espanha e Malta (ambas com 18%)".

Desemprego pressiona contas da Segurança Social em Abril!

Li no Económico, em texto das jornalistas Marta Moitinho Oliveira e Cristina Oliveira Silva que "a despesa com subsídio de desemprego e apoio ao emprego continua a ter forte impacto nas contas da Segurança Social. Só até Abril, já foram gastos 853,3 milhões de euros, o equivalente a 41,7% do que a Segurança Social espera gastar no total do ano. Os dados constam da execução orçamental publicada pelo Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social (IGFSS) e farão parte dos dados globais da execução orçamental do Estado. A despesa relacionada com desemprego continua a crescer em comparação homóloga subindo, até Abril, 21,4%. Isto, apesar de uma ligeira desaceleração em comparação com os três primeiros meses do ano. A taxa de execução de 41,7%, assumida no documento, está acima do padrão de segurança, que aponta para uma execução de 33,3%. O Governo já admitiu que o combate ao desemprego é a prioridade número um, sendo assumido como o maior risco para a execução orçamental. O Executivo já tomou medidas para conter os gastos com prestações sociais, com as alterações ao subsídio de desemprego que entraram em vigor em Abril, mas os impactos só se farão sentir mais para a frente. O aumento do desemprego não se reflecte apenas na despesa com prestações sociais mas também nas contribuições. E até Abril, esta rubrica registou uma descida de 2,8%, acima do verificado até Março, que registou uma quebra de 2,5%. Também foi em Abril que o Executivo suspendeu o acesso a reformas antecipadas (excluindo desemprego de longa duração) mas os números publicados demonstram que as contas públicas ainda não beneficiam dessa medida. De acordo com o documento da Segurança_Social, o gasto com pensões (incluindo todas as reformas, mesmo a dos bancários) ascendeu a mais de 4,4 mil milhões de euros, 8,8% acima do registado no período homólogo. Até Março (antes da suspensão), o aumento até era um pouco mais contido (8,5%). Contas feitas, o saldo global desceu para 275,3 milhões de euros quando, até Março, ficava em 278,2 milhões".

14% dos jovens portugueses não está a estudar nem a trabalhar

Segundo a jornalista do Negócios, Catarina Almeida Pereira, "cerca de 14% dos mais de 1,5 milhões de jovens portugueses que tem entre 15 e 24 anos não está a estudar nem a trabalhar, revelam dados solicitados pelo Negócios ao Instituto Nacional de Estatística (INE). Em causa está o grupo dos chamados "neet" ("not in education, employment or training") uma crescente dor de cabeça para os decisores políticos pelo evidente risco de exclusão social, explica a Organização Internacional do Trabalho (OIT) num relatório sobre desemprego jovem que já divulgado". Sobre este tema leia a notícia sobre o "Desemprego histórico entre os jovens não descerá antes de 2016" e a notícia intitulada "75 milhões de jovens desempregados em todo o mundo".

Irão leva agência Reuters a tribunal por causa de reportagem sobre mulheres ninja

Li no Publico que "a agência Reuters vai responder perante a justiça iraniana por causa de uma reportagem em vídeo sobre o treino de mulheres ninja no país, uma história que levou à suspensão da sua redacção em Março. "A decisão final sobre a eventual reabertura da Reuters em Teerão depende do veredicto do tribunal", afirmou o ministro da Cultura iraniano, Javad Aghjari, citado pela agência estatal IRNA. A agência noticiosa foi acusada de ameaçar a segurança nacional do Irão e de propaganda contra o regime, apesar de ter pedido desculpas pela reportagem. O caso começou com a publicação de uma reportagem em vídeo, no dia 16 de Março, sobre um grupo de mulheres ninja que treinavam na cidade de Karaj. As praticantes e o responsável do ginásio de ninjutsu queixaram-se de terem sido difamados pela forma como os jornalistas da Reuters contaram a história, cujo título original era "Milhares de mulheres ninja treinam para serem assassinas ao serviço do Irão". Os responsáveis da agência alteraram mais tarde o título para "Três mil mulheres ninja treinam no Irão". Em declarações ao The New York Times, o editor-geral da Reuters, Stephen Adler, admitiu que o título original era "muito mau", o que levou à sua alteração, mas recusou que o erro tenha sido intencional. "Não encontro erros factuais na história", afirmou o responsável"

Açores: PPM, PND e Independentes formam a "Plataforma de Cidadania"

Segundo o Correio dos Açores, "a Plataforma de Cidadania, coligação formada pelo PPM, PND e independentes para concorrer às próximas eleições regionais nos Açores, defendeu que este acto eleitoral, previsto para outubro, deve ser marcado para 30 de setembro. Esta antecipação, segundo os responsáveis da coligação, surge como resposta a uma pré-campanha eleitoral que começou com uma "antecedência inusitada", o que tornará este período de combate político demasiado "longo e dispendioso". "O aumento da intensidade, da amplitude do esforço eleitoral e de afirmação de um determinado candidato estimula a reacção competitiva dos restantes, algo que provoca o aumento das despesas eleitorais e uma menor disponibilidade para o exercício das funções políticas e de representação que os mesmos exercem", refere uma nota divulgada pela Plataforma de Cidadania. Para esta coligação, o facto de Carlos César, actual presidente do executivo regional, não se recandidatar, assim como a "percepção geral" de que poderão ocorrer mudanças partidárias no Governo dos Açores, são fatores que "explicam a precocidade do arranque do processo eleitoral". Nesse sentido, a Plataforma de Cidadania defende que não se deve "prolongar demasiado" esta "conjuntura eleitoral", propondo que as eleições regionais se realizem a 30 de setembro.A Plataforma de Cidadania enviou um documento ao Presidente da República dando conta destes argumentos, tendo também iniciado contactos com todos os partidos representados na Assembleia Legislativa dos Açores para obter o "máximo apoio político" para esta posição".

Polémica na RTP/Açores: Artur Lima (CDS) responde a Conselho de Redacção

Li no Correio dos Açores que "o líder do CDS/PP e deputado regional, Artur Lima, reagiu ao comunicado do Conselho de Redacção da RTP/Açores sobre a cobertura jornalística no Parlamento açoriano:
"Ao abrigo do Art.º 65.º e seguintes da Lei n.º 27/2007, de 30 de Julho, alterada e republicada pela Lei n.º 8/2011, de 11 de Abril, venho por este meio remeter o seguinte direito de resposta e rectificação:
A RTP/Açores e os seus profissionais prestam um serviço público que é suportado pelos impostos de todos os cidadãos pelo que pode e deve ser sempre escrutinado democraticamente por quem foi eleito para o fazer. No dia 11 de Maio, o Deputado Artur Lima, no exercício democrático do mandato que lhe foi conferido pelos Açorianos, realizou uma intervenção que não foi noticiada pela RTP/Açores pelo que os açorianos não tiveram a possibilidade de conhecer o real teor e contexto das críticas frontais feitas à RTP/Açores e a alguns dos seus jornalistas. O Conselho de Redacção da RTP/Açores, que se refugia no anonimato, pois ninguém sabe quem o compõe, prestou um mau serviço à RTP e aos Açores ao divulgar um comunicado, no dia 18 de Maio, que, para além de desfasado no tempo, contém um conjunto de falsidades e adjectivos que resultam numa inqualificável tentativa de manipulação da opinião pública, pois os Açorianos foram confrontados apenas com uma versão dos acontecimentos. O CDS-PP reafirma todas as críticas que fez à RTP/Açores e a alguns dos seus jornalistas até porque a prosa utilizada no comunicado do desconhecido Conselho de Redacção é bem a prova da falta de rigor, ética e deontologia de alguns dos seus jornalistas e, consequentemente, a prova do mau jornalismo que temos vindo a denunciar. O texto do Conselho de Redacção, para além de afirmações que enfermam de falsidades que carecem de cabal esclarecimento, utiliza adjectivação que é ofensiva. Assim, reafirmamos que a Declaração Política do CDS-PP sobre as políticas de coesão, proferida no dia 10 de Maio, foi a única que não mereceu qualquer tratamento noticioso por parte da RTP/Açores, ao contrário do que é afirmado, reforçando que não nos estamos a referir a uma intervenção parlamentar, mas a uma Declaração Política, que o Conselho de Redacção tenta desvalorizar. Alega o Conselho de Redacção que foi dada prioridade à cobertura informativa de uma conferência de imprensa conjunta do CDS-PP com o PSD, omitindo, estranhamente, que censuraram as declarações do Presidente do Grupo Parlamentar do CDS-PP nesta conferência de imprensa, conquanto apenas divulgaram declarações do Líder Parlamentar do PSD. Entendemos assim que este comunicado do Conselho de Redacção é uma afronta ao Parlamento dos Açores, um atentado à liberdade de expressão e uma tentativa clara de intimidar e silenciar um Deputado Regional e um Partido Político. Os adjectivos "desabrida e vergonhosamente", "malévola", "vil", "rasteira" e "delírio", bem como as acusações de "calúnia" qualificam bem quem os proferiu e, por si só, dão nota da ética, deontologia e profissionalismo de alguns jornalistas da RTP/Açores. Por fim, importa lamentar que a chefia de informação tenha dado cobertura a esta atitude altamente repudiável do anónimo Conselho de Redacção, considerando como "inapropriadas" as críticas do Deputado do CDS-PP Artur Lima, no Parlamento dos Açores".

Polémica na RTP/Açores: Carlos César aponta o dedo a jornalistas

Li aqui que "o presidente do Governo dos Açores manifestou a sua discordância com o tom, que não lhe pareceu correcto, do comunicado do Conselho de Redacção da RTP-Açores. Carlos César precisou que o seu desacordo tem que ver não só com "o comentário que faz à conduta do membro do Governo", mas igualmente com "o comentário que faz ao comportamento e às intervenções do CDS." Para o governante, "os jornalistas têm de compreender que são uma classe profissional como outra qualquer, que é sujeita a críticas, tal com tem o poder de criticar os outros." O presidente do Governo considerou que "os políticos são, evidentemente, pessoas que também são influenciadas no seu trabalho, que são condicionadas pelas suas opções partidárias muitas vezes – e que, por isso, não são completamente apartidários nos seus comentários –, mas os jornalistas também têm essa condição humana." Como disse, os jornalistas "são pessoas que são influenciadas pelos poderes económicos, são pessoas que também são influenciáveis pelas suas opções partidárias, porque são cidadãos como os outros", pelo que, na sua opinião, "o Conselho de Redacção devia ter a humildade de reconhecer que também na RTP-Açores há jornalistas que não têm qualidade e que também na RTP-Açores há jornalistas que não são isentos".

Açores: Dia da Região sem discursos de partidos de sem patetices

Li no Diário dos Açores que o Presidente do Governo, Carlos César, e o Presidente da Assembleia Legislativa, Francisco Coelho, usaram da palavra na passada segunda-feira nas cerimónias comemorativas do Dia da Região Autónoma dos Açores, que este ano decorreram na Vila da Povoação. O feriado, que é celebrado anualmente na segunda-feira do Espírito Santo, é constituído por um vasto programa, tendo como expoente máximo a sessão solene, junto ao Pontão. Nesta cerimónia, que contou com a presença do Representante da República para os Açores, Pedro Catarino, e de outras autoridades, foram atribuídas 48 insígnias honoríficas a personalidades e instituições, que se distinguiram na consolidação da identidade histórica, cultural, política e económica dos Açores. O início das comemorações teve lugar com o desfile de todas as filarmónicas do concelho que, em conjunto, irão executar os hinos nacional e dos Açores. Após, a sessão solene foi servido um almoço aberto a toda a população com as tradicionais sopas do Espírito Santo, no Terreiro junto à Igreja de Nossa Senhora do Rosário. Nos dias anteriores cumpre-se um diversificado programa de eventos associados a estas comemorações. Como se constata a sessão solene do Dia da região não inclui discursos de partidos, não há asneiradas como na Madeira e a carga político-partidária – se quiserem lev ar a discussão para aí – ainda é pior porque os oradores na sessão solene organizada pela Assembleia dos Açores são os dois presidentes dos órgãos de governo próprio açorianos.

A margem de manobra da troika

Desemprego, Grécia, crescimento. Três meses depois, elementos do BCE, FMI e Comissão Europeia regressam a Lisboa com mais problemas para resolver (veja aqui o vídeo da TVI sobre esta notícia)

A margem de manobra da troika

Desemprego, Grécia, crescimento. Três meses depois, elementos do BCE, FMI e Comissão Europeia regressam a Lisboa com mais problemas para resolver (veja aqui o vídeo da TVI sobre esta notícia)

Especialista explica lavagem de dinheiro

TVI entrevista fiscalista a propósito do caso «Monte Branco» (veja aqui o vídeo da TVI sobre esta notícia)

É melhor racionalizar do que fazer cortes salariais...

Conselho de Finanças Públicas deixa advertência às previsões do Governo são «excessivamente optimistas (veja aqui o vídeo da TVI sobre esta notícia)

OCDE: Portugal precisa de mais medidas...

País ficará preso a uma recessão mais prolongada do que o esperado e a um desemprego nunca antes visto, que fará com que essas medidas tenham de ser aplicadas. E o indicado será que o ajuste seja feito do lado do corte na despesa. Previsões da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico indicam ainda que o desemprego vai superar os 16% em 2013 (veja aqui o vídeo da TVI sobre esta notícia)

Pinóquio era nome de código de Sócrates...

«Não tenho qualquer dúvida de que a pessoa que era referida como Pinóquio era o ministro do Ambiente José Sócrates», diz antigo administrador da Freeport Alan Perkins (veja aqui o vídeo da TVI sobre esta notícia)

OCDE: dados pessimistas podem obrigar a mais medidas de austeridade

Relatório insiste no programa da troika, mas avisa para recessão pior e taxa de desemprego mais elevada (veja aqui o vídeo da TVI sobre esta notícia)

Aviação: "El aeropuerto de Atlanta crece con Delta y abre su nueva terminal internacional"

Segundo o jornalista David Martínez do La Vanguardia, "Atlanta ha dado otro paso más para consolidar a su aeropuerto en la infraestructura con más gestión de vuelos de todo el mundo. La aerolínea Delta Air Lines ha inaugurado esta semana una nueva terminal en el aeropuerto internacional Hartsfield-Jackson de Atlanta dentro de un proyecto de renovación valorado en 3.000 millones de dólares (2.360 millones de euros) y que forma parte de otros seis que tiene en marcha la aerolínea en diferentes instalaciones aeroportuarias del mundo. En el caso de Atlanta, el vuelo inaugural ha tenido como destino Tokio-Narita desde la puerta de embarque F mientras que el primero en aterrizar procederá de Dublín, una instalación desde la que opera más de 1.000 salidas diarias a 208 destinos. Delta ha invertido directamente en la nueva terminal internacional de Atlanta un total de 1.400 millones de euros. Con la nueva terminal, se programarán 6.000 vuelos diarios para 350 destinos en 70 países y la nueva instalación incluirá 12 nuevas puertas de embarque. Hasta la inauguración de la nueva terminal internacional, el aeropuerto internacional de Atlanta programaba a diario 1.000 vuelos internacionales a 208 destinos. En Nueva York (JFK y La Guardia), la compañía ha invertido 160 millones de dólares (casi 126 millones de euros) en remodelar las instalaciones del aeropuerto de La Guardia, desde donde operará 100 nuevos vuelos diarios y que estará formada por una pasarela posterior al control de seguridad que conecta las terminales C y D. Por su parte, el proyecto de expansión de la terminal 4 en el aeropuerto de Nueva York-JFK, valorado en 12 millones de dólares (9,4 millones de euros), albergará nueve puertas de embarque para vuelos internacionales con aviones de fuselaje ancho y la sala 'Delta Sky Club' que abrirá en primavera de 2013. En el aeropuerto internacional de Los Ángeles, Delta está colaborando en un proceso de remodelación general de toda la instalación valorado en 4.000 millones de dólares (3.147 millones de euros) y que incluirá un nuevo sistema de gestión de equipajes, una mejora en los trámites de aduanas y nuevos restaurantes. En las instalaciones aeroportuarias de Seattle-Tacoma, clave para viajar a Asia, la aerolínea está participando en la remodelación del vestíbulo para convertirlo en un espacio más abierto y facilitar la facturación y entrega de equipajes. Asimismo, está apoyando financieramente a la administración de Salt Lake City (Utah) en el proyecto de renovación del aeropuerto valorado en 1.800 millones de dólares (1.417 millones de euros) donde se prevé la construcción de una nueva terminal, la modernización de sus 34 puertas de embarque así como la creación de una nueva zona con 40 puertas. El vuelo 295 de Delta Air Lines (NYSE: DAL) con destino Tokio-Narita será el primero que despegará de la zona de embarque F de la nueva terminal internacional Maynard H. Jackson Jr. del Aeropuerto Internacional Hartsfield-Jackson de Atlanta, que se inaugurará mañana. Poco después de la salida del vuelo 295, el vuelo 177 de Delta procedente de Dublín será el primero en aterrizar en la nueva terminal. La nueva terminal internacional, que cuenta con un certificado "Leadership in Energy and Environmental Design" que avala su eficiencia energética y respeto medioambiental, es la nueva puerta de acceso para los clientes con salida o llegada a Atlanta procedentes o con destino a aeropuertos internacionales. La nueva zona de embarque F, situada junto a la zona E, incluye 12 puertas de embarque. Delta opera actualmente más de 1.000 salidas diarias a 208 destinos desde Atlanta, entre ellas vuelos directos a 65 destinos internacionales. En la zona de embarque F, la flamante sala Delta Sky Club ofrece un espacio amplio y asientos para más de 300 personas, además de estar equipada con servicios del más alto nivel como ocho suites con ducha, numerosas zonas de trabajo y obras de arte que reflejan la esencia de los destinos internacionales de Delta. El Club alberga también The Luxury Bar, donde se pueden degustar vinos de primera calidad, champanes y licores. Los ventanales del Club ofrecen vistas sobre las operaciones de Delta desde el nivel de entreplanta".

Espanhja: final da "Copa dol Rei" envolta em polémica e...nacionalismos!

Li no La Vanguardia que "el Governo de la Generalita considera "incomprensibles" las declaraciones de la presidenta de la Comunidad de Madrid, Esperanza Aguirre, quien en declaraciones a una emisora de radio ha propuesto suspender el partido de la final de la Copa del Rey entre el Barça y el Athlético de Bilbao ante la previsible posibilidad de que se produzca una pitada contra la Corona. El portavoz Francesc Homs ha dado a entender que se trata de una táctica de la presidenta de la Comunidad de Madrid para desviar la atención sobre el déficit 'oculto' y aflorado en la región tras la reunión del Consejo de Política Fiscal celebrada la pasada semana. "¡Como si no tuviera suficiente trabajo!", ha exclamado el dirigente. Homs ha criticado que Madrid haya "mentido" sobre la cifra de déficit y que al final haya sido del doble de lo que anunciaron inicialmente y ha lamentado que la presidenta de la comunidad se dedique a alimentar polémicas como la generada con sus declaraciones. El dirigente ha reiterado no entender por qué suscitan tanto interés mediático sus propuestas sobre la final de la Copa del Rey de Esperanza Aguirre pero ha lamentado la manera de hacer de la presidenta de Madrid, quien a su juicio trata de "maquillar" y tapar su gestión. Homs ha citado una expresión del refranero: "Se coge antes a un mentiroso que a un cojo".

Elevação

As pessoas têm que perceber - e se não forem capazes disso terão que ser obrigadas a perceber... - que em conjunturas difíceis a palermice não tem cabimento e as posturas idiotas muito menos. Na política o poder, regra geral perde-se. E quando somos confrontados com situações tão absurdas quão caricatas, acabamos por nos interrogar se as instituições políticas, nalguns dos seus patamares menos importantes, estão ou não entregues a quem realmente possui perfil, dignidade ética e valores para corresponder com elevação às exigências daí resultantes. De facto começam a ser demasiadas as situações lamentáveis a que se junta uma constante e abusiva invocação, junto de terceiros, do nome de pessoas com responsabilidades governativas e políticas, tudo para dar reforçar um aparente estatuto político da sua personagem que na realidade não tem.

sábado, maio 19, 2012

O retrato das Comunidades Autónomas espanholas

Açores: profissionais da RTP indignados com atitudes do Governo Regional e do CDS-A

Li no Diário dos Açores um texto da jornalista Silvia Aguiar segundo a qual "o Conselho de Redacção da RTP-Açores, afirma, em comunicado de imprensa, que o "bom nome" daquela estação televisiva tem sido posto em causa por dois políticos, o deputado do CDS-PP Açores, Artur Lima, e o Secretário Regional dos Equipamentos, José Contente. Em causa, está o facto de Artur Lima ter "caluniado", no passado dia 11 de Maio, quando o parlamento discutia duas propostas de resolução do PPM e do PSD sobre a situação na RTP-Açores, "de forma desabrida e vergonhosa os profissionais da RTP-Açores, sugerindo que não eram isentos e que estavam ao serviço de alguns partidos", conforme por ler-se no documento. Além disso, "disse ainda que para alguns jornalistas da RTP-Açores a coesão acaba no umbigo deles ‘porque têm o seu ordenadinho ao fim do mês e estão–se borrifando para a coesão das outras ilhas e para a pluralidade democrática’." Artur Lima acusava os profissionais da RTP-Açores "de cobrirem os trabalhos parlamentares de falta de isenção (apontando na direcção da cabine da RTP), dando como exemplo o facto de não terem dado voz a uma intervenção de um deputado do CDS-PP." Referia-se a uma intervenção do deputado Luís Silveira sobre as lhas da Coesão, afirmando que fora a única a não ter tratamento noticioso por parte da RTP-Açores. "Para além de não ser verdade", defende o Conselho de Redacção daquele canal televisivo, "o tema da coesão tinha sido alvo de um conjunto de perguntas ao governo três semanas antes, na sessão de Abril, por iniciativa do PPM, onde todos os partidos, incluindo o CDS-PP, intervieram", repudiando, assim, "a forma despudorada e injustifiçada como o Sr. Artur Lima pretende atingir o bom nome dos profissionais da RTP-Açores. Se tem razões de queixa deve dirigir as suas baterias para outro lado."
O caso do Secretário Regional dos Equipamentos, José Contente, reporta-se também ao dia 11 de Maio, quando "procurou condicionar e acabou mesmo por interferir abusivamente no trabalho da equipa de reportagem da RTP-Açores, que cobria noticiosamente os estragos causados pelo mau tempo na zona da Bretanha, ilha de São Miguel, tentando persuadir a equipa de reportagem a não enviar para Lisboa um bloco de imagens em ‘bruto’ que incluíam um depoimento da presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada e procurando impor a sua presença em directo no Telejornal da RTP-Açores, depois de gorada uma intervenção no Telejornal da RTP-1, a qual não se chegou a realizar por Lisboa se ter desinteressado desse directo."
A direcção da RTP-Açores já tinha decidido que o directo para o telejornal da RTP-Açores se faria apenas com uma breve intervenção da jornalista no local, sem entrevistados, uma vez que já possuía o depoimento do Presidente do Serviço Regional de Protecção Civil, "mas o Secretário Regional dos Equipamentos insistiu nos seus propósitos, chegando mesmo a sugerir à equipa que estava no local que não respeitasse as directivas das suas chefias e que o entrevistassem em directo." A insistência acentuou-se quando "o sr. José Contente teve conhecimento que a redacção da RTP em Lisboa utilizara imagens do mau tempo na Bretanha e uma curta declaração da presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada. Colou-se então à equipa que se encontrava a recolher imagens e a preparar o directo, dificultando o seu trabalho", descrimina o comunicado. "Depois, em pleno directo, interrompeu de forma abrupta a intervenção da jornalista Ana Filipa Ferreira, agarrando-a pelo braço que segurava o microfone e falando de forma intempestiva para o mesmo sem sequer aparecer na imagem, facto que ele afirmou não ser relevante pois as pessoas conheciam a sua voz." O Conselho de Redacção da RTP-Açores considera "este comportamento, indigno de um político com as suas responsabilidades, também vexatório para os profissionais da RTP-Açores, pois os telespectadores desconheciam o que se passara antes", finalizando que os profissionais daquela estação televisiva "não se deixam influenciar nem se intimidam com qualquer tipo de ameaça mais ou menos velada".

Açores: Governo Regional deve 7,7 milhões à SATA desde 2009

Denuncia o Diário dos Açores num texto do jornalista Manuel Moniz que "o Governo Regional ainda não pagou cerca de 7,7 milhões de euros à SATA Air Açores devidos no âmbito das indemnizações compensatórias relativos ao ano de 2009. A empresa reconhece esse atraso no seu Relatório e Conta de 2011, disponibilizado no último fim-de-semana, mas refere que "é entendimento da empresa que o montante será realizado, não sendo estimadas perdas a esta data". O Governo Regional paga neste momento como indemnizações compensatórias à SATA pelos voos inter-ilhas nos Açores cerca de 22 milhões de euros, o maior valor até ao momento. Essa verba corresponde a cerca de 68,5% das "Vendas e Serviços prestados" pela empresa em 2011 nessa operação.
Os dados da operação
A SATA Air Açores terminou o ano com um resultado líquido positivo de 512 mil euros, quando no ano passado tinha registado um valor negativo de 3,5 milhões de euros. A empresa teve um aumento de 2% no número de passageiros inter-ilhas nos Açores, embora tenha reduzido em 17% o número de passageiros inter-ilhas na Madeira. O "loadfactor", que pode ser traduzido como "taxa de ocupação" dos aviões, baixou em 2011 para 56%. É o 4º ano consecutivo com quebras neste indicador. Em 2008 o loadfactor era de 63,1%. Com a entrada em funcionamento dos Bombardier, assistiu-se a um aumento significativo da oferta, que simplesmente não foi acompanhado pelo aumento de passageiros. Entre 2009 e 2011, houve uma redução de 9% do número de voos realizados, o que, em teoria, reflecte menor disponibilidade de horários: foram perdidos 1.361 voos. Inevitavelmente, o número de quilómetros percorridos também baixou, neste caso cerca de 12%, com menos 310 mil quilómetros. Mesmo com essa quebra nos quilómetros voados, o ASK ("Available Seat Kilometres" - número total de lugares disponíveis para venda multiplicado pelo número de quilómetros voados) aumentou significativamente para 151 milhões – mais 9% que em 2009. E o RPK ("Revenue Passenger Kilometers" - Número total de passageiros multiplicado pelo número de quilómetros voados) aumentou quase 5% (apesar do quadro neste Relatório referir uma variação apenas de 2%). Aliás, parecem existir diversas inexactidões nos valores expostos na variação percentual neste quadro. O loadfactor estabelecido entre o TKP (Número total de toneladas transportadas de passageiros, carga e correio a multiplicar pelo número de quilómetros voados) e o ATK ("Available Tonne Kilometres", número total de toneladas disponível para passageiros, carga e correio a multiplicar pelos quilómetros voados), que relaciona de modo ainda mais preciso a relação entre a oferta e a utilização, apresenta reduções ainda mais radicais: de 57% em 2009 para apenas 49% em 2011, o que representa uma quebra de 14%. A média de passageiros transportados por cada voo da SATA no inter-ilhas foi de 35. Os dados sobre a regularidade e pontualidade é que cresceram significativamente. Na pontualidade, o valor passou de 79% em 2009 para 88% em 2011, e a regularidade aumentou de 96% em 2009 para 97% em 2011"

Açores: proveitos dos hotéis continuam a cair (menos seis mil dormidas no primeiro trimestre do ano sufoca hoteleiros)

Segundo o Correio dos Açores, "nos Açores, no mês de Março, os estabelecimentos hoteleiros registaram 50 mil dormidas, menos 13,7% do que em igual mês do ano passado. Os proveitos totais atingiram 1,9 milhões de euros e os de aposento 1,4 milhões, correspondendo a quebras de 17,9% e 18,9%. Com o turismo em quebra quase constante, aumenta a preocupação no sector. Há já hoteleiros praticamente em situação de sufoco financeiro enquanto o governo dos Açores procura um milagre. Nos primeiros três meses deste ano, nos estabelecimentos hoteleiros da Região Autónoma dos Açores (hotéis, hotéis-apartamentos, apartamentos turísticos, pousadas, pensões e estalagens) registaram-se 115,4 mil dormidas, valor inferior em 5,4% ao registado em igual período de 2011. Ou seja, foram menos cerca de 6.200 dormidas que em igual período do ano passado que já estava em quebra. De Janeiro a Março, os residentes em Portugal atingiram cerca de 72,6 mil dormidas, correspondendo a um decréscimo homólogo de 12,6%; os residentes no estrangeiro atingiram 42,8 mil dormidas, registando um aumento em termos homólogos de 10,%. Neste período, registaram-se 44,8 mil hóspedes, apresentando uma taxa de variação negativa de 5,4% relativamente ao mesmo período de 2011.
Menos turistas portugueses a visitar os Açores
As dormidas dos residentes em Portugal diminuíram 18,2% no mês de Março e 12,6% de Janeiro a Março, comparativamente a igual período de 2011. As dormidas dos residentes no estrangeiro registaram uma diminuição de 5,7% no mês de Março e um aumento de 10,% em termos acumulados. De Janeiro a Março, os residentes em Portugal atingiram cerca de 72,6 mil dormidas (62,9% do total) e os residentes no estrangeiro 42,8 mil (37,1% do total). O mercado alemão concentrou 9,8% do total das dormidas, com cerca de 11,3 milhares; representando por outro lado 26,3% das dormidas dos não residentes em Portugal, tendo registado uma variação homóloga acumulada de 51,2%. De Janeiro a Março o mercado nórdico representou 14,3% das dormidas totais e 38,7% das dormidas dos não residentes, apresentando uma variação homóloga acumulada de -0,4%. Em Março, a taxa de ocupação-cama atingiu 20,7%, valor inferior em 2,3 pontos percentuais em relação ao mês homólogo do ano anterior. A taxa de ocupação-quarto atingiu, no mês de Março 27,9%. A estada média foi de 2,7 noites, valor inferior em 0,1 noites relativamente a Março de 2011. No país foi de 2,7 noites. Em termos de variações homólogas acumuladas, de Janeiro a Março as ilhas que apresentaram variações homólogas positivas foram as da Graciosa e de São Miguel. As ilhas que apresentaram variações homólogas negativas foram as das Flores, de São Jorge, do Pico, de Santa Maria e da Terceira. A ilha de S. Miguel com 78,9 mil dormidas concentrou 68,3% do total das dormidas, seguindo-se a Terceira com 16, mil dormidas (13,9%) e o Faial com 7,4 mil dormidas (6,4%). Os proveitos totais nos estabelecimentos hoteleiros, de Janeiro a Março de 2012, atingiram 4,8 milhões de euros, tendo os proveitos de aposento atingido, no mesmo período, 3,3 milhões de euros. Estes valores correspondem a variações homólogas negativas de 12% e de 13,1%, respectivamente; para o total do país em igual período, os proveitos totais e os de aposento apresentaram variações negativas de 2,8% e 1,7%, respectivamente. Em Março, os proveitos totais e os proveitos de aposento registaram variações homólogas mensais negativas, respectivamente de 17,9% e 18,9%. Para o total do país, estas variações são, respectivamente, de -4,6% e de -4,3%. Neste período, o rendimento médio por quarto (Revenue Per Available Room) foi de 9,6 euros, correspondendo a uma variação homóloga negativa de 11,4%. No país, neste período foi de 16,4 euros. As ilhas de São Miguel, Terceira e Faial foram as que maior peso tiveram nos proveitos totais, respectivamente com 64,7%, 15,7% e 8,5%"

Existem 16.716 desempregados nos Açores (13,9% dos activos)

Segundo o Correio dos Açores, "o presidente do Governo dos Açores, Carlos César, manifestou-se satisfeito com a redução da taxa de desemprego na Região no primeiro trimestre, em relação ao trimestre anterior, e disse esperar que os números continuem a diminuir. Carlos César reagia assim, em declarações aos jornalistas em Ponta Delgada, aos dados ontem divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), segundo os quais a taxa de desemprego nos Açores se situa agora nos 13,9%. De acordo com o INE, foi nos Açores que se registou a maior diminuição na taxa de desemprego a nível nacional entre o último trimestre de 2011 e o primeiro de 2012 – uma quebra de 1,2 pontos percentuais. No entanto, fazendo a comparação entre o primeiro trimestre de 2012 e o mesmo período do ano passado, os Açores são a região do país onde o desemprego mais cresceu: a taxa, que era então de 9,5%, aumentou 4,4 percentuais. Segundo o INE, havia nos Açores, no primeiro trimestre do ano passado, 11,3 mil desempregados nos Açores, enquanto nos números mais recentes havia 16,7 mil. No início de 2011, o arquipélago tinha a menor taxa de desemprego do país. Actualmente, a menor taxa é a da região Centro (11,8%). As taxas de desemprego mais elevadas foram registadas no Algarve (20,0%), em Lisboa (16,5%), na Região Autónoma da Madeira (16,1%), no Alentejo (15,4%) e no Norte (15,1%). Os valores mais baixos foram observados no Centro (11,8%) e na Região Autónoma dos Açores (13,9%). As maiores taxas de inactividade pertenceram ao Alentejo, à Região Autónoma dos Açores e a Lisboa (42,4%, 40,4% e 40,2%, respectivamente) e as menores taxas foram registadas na Região Autónoma da Madeira (36,5%), no Norte (38,1%), no Algarve (38,5%) e no Centro (38,9%).
16.716 desempregados em Março na Região
A população desempregada nos Açores, no primeiro trimestre de 2012, estima-se em 16.716 indivíduos, que compara com o valor de 18.177 no trimestre anterior e de 11.334 no primeiro trimestre de 2011. A população empregada no 1º trimestre é estimada em 103.787 trabalhadores, aumentando 1,8% relativamente ao trimestre anterior (101.946 trabalhadores) e diminuindo 4,0% relativamente ao trimestre homólogo (108.064 trabalhadores). Analisando o emprego por sectores de actividade, relativamente ao trimestre anterior, verifica-se um aumento da população empregada no sector primário (13,9%) e no sector terciário (0,6%) e um decréscimo no sector secundário (2,6%). Relativamente ao trimestre homólogo, o sector primário regista um acréscimo da população empregada de 11,1% enquanto os sectores secundário e terciário registam diminuições de 23,5% e de 0,5%, respectivamente. No sector secundário é ainda de destacar o emprego na construção com descidas trimestral (10,2%) e homóloga (32,9%)".

Opinião: "Açores: O Calote"

"A frágil economia dos Açores está a colapsar. E ninguém tem dúvidas disto!
O sector da construção civil e de obras públicas estava há anos sobredimensionado artificialmente, fruto de algumas obras perfeitamente extraordinárias. Apesar da tentativa desesperada do seu redimensionamento não resiste e está em tremendas dificuldades, com muitas empresas já insolventes ou pré-insolventes.
O turismo, sendo um sector potencial, encontra-se altamente deprimido. As dormidas no 1º. trimestre caíram mais quase 14%. Os preços mantêm-se muito baixos, fruto do desequilíbrio entre a oferta e a procura de alojamento, para além de uma tentativa de compensar algumas ineficiências do produto turístico.
O número de visitantes é ainda muito baixo para a oferta instalada. Os últimos cancelamentos de operadores turísticos internacionais são deveras preocupante para este sector.
O comércio, dito tradicional, debate-se com um quebra brutal na procura, fruto da redução do rendimento disponível das famílias. E as falências começam a estar no horizonte.
A agro-pecuária é a única actividade que vai sobrevivendo a esta profunda crise, especialmente porque o seu produto principal, o leite, tem sempre comprador (por enquanto!), apesar do preço não ser actualizado.
Tudo isto revela a enorme fragilidade da economia destas ilhas dos Açores.
Temos vivido de transferências do exterior: do orçamento de Estado, via lei de finanças regionais, e do orçamento da UE. E não conseguimos criar riqueza e fortalecer a economia regional. Agora encontramo-nos totalmente dependentes do exterior.
Qualquer que seja o partido que ganhe as próximas eleições vai ter uma tarefa hercúlea para reanimar a economia. E ainda por cima o governo que emanar do partido vencedor terá de enfrentar, logo de seguida, a renegociação da lei de finanças regionais, num contexto económico altamente depressivo.
As promessas feitas durante esta longa e penosa pré-campanha, na sua maioria, não vão ser cumpridas. Porque não vai haver condições financeiras para tal. Vamos todos receber um calote do partido ganhador e que formar governo para os próximos quatro anos. Os eleitores têm de estar atentos e duvidar do partido que fizer mais promessas e sobretudo do conteúdo e da pertinência destas promessas. Do calote não nos vamos livrar, seguramente. Pode é ser de maior ou de menor valor" (texto de Luís Anselmo publicado no Correio dos Açores, com a devida vénia)

Sondagem: PS encurta a diferença para o PSD

Segundo o Expresso, "o Partido Socialista sobe e aproxima-se do PSD, segundo a sondagem da Eurosondagem para o Expresso e SIC. E há mudanças na popularidade dos políticos. Em outubro a diferença era de mais de 10 pontos. No final do ano, desceu para seis. No início de 2012 encurtou para cinco. Agora, em maio, a liderança do PSD nas intenções de voto, revelada pela sondagem da Eurosondagem para o Expresso e SIC, volta a encolher, para os 3,5 pontos percentuais. Este é um dado adquirido: o PS está a subir de forma sustentada nos últimos meses e o PSD de Passos Coelho a descer na popularidade junto dos portugueses. Ao mesmo tempo, António José Seguro, tal como os restantes líderes da oposição, vê melhorado o seu saldo de popularidade, por contraponto à queda do primeiro-ministro. Embora Paulo Portas continue a ser o político português com melhor saldo. A "rutura democrática do PS" está a dar frutos.
Ficha técnica
Estudo de opinião efetuado pela Eurosondagem, S.A. para o Expresso e SIC, de 10 a 15 de maio de 2012. Entrevistas telefónicas realizadas por entrevistadores selecionados e supervisionados. O universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando em lares com telefone da rede fixa. A amostra foi estratificada por região - norte (20%), A.M. do Porto (13,2%), centro (30,5%) A.M. de Lisboa (26,6%) e sul (9,7%), num total de 1011 entrevistas validadas. Foram efetuadas 1222 tentativas de entrevistas e destas 211 (17,3%) não aceitaram colaborar no estudo de opinião. Foram validadas 1011 entrevistas, correspondendo a 82,7% das tentativas realizadas. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento que fez anos há menos tempo. Desta forma resultou, em termos de sexo, feminino - 50,9%, masculino - 49,1%; e no que concerne à faixa etária dos 18 aos 30 anos - 16,2%, dos 31 aos 59 - 50,8%, com 60 anos ou mais - 33%. O erro máximo da amostra é de 3,08%, para um grau de probabilidade de 95%. Um exemplar deste estudo de opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social".

Crise das autonomias espanholas: Castilla-La Mancha corta imenso na saúde e na educação



Escreve a jornalista Elsa García de Blas do El Pais que "sanidad, educación y servicios sociales se llevan la mitad del recorte que el Gobierno de Castilla- La Mancha va a aplicar para alcanzar el objetivo de déficit del 1,5%, según revela el plan de ajuste que ha presentado al Ministerio de Hacienda. El Ejecutivo de Dolores de Cospedal tiene que reducir sus gastos en 1.556 millones de euros, y de ellos casi 850 millones corresponden al tijeretazo que efectúa en los servicios públicos. La Junta prevé también reducir déficit a base de sumar 194 millones con subidas de impuestos y la privatización de parte del sistema sanitario. Castilla- La Mancha es la única comunidad en la que ha coincidido el plan de ajuste con la presentación de sus Presupuestos: Cospedal los ha defendido esta mañana con un ataque al "despilfarro" de José María Barreda. Los socialistas auguran que las nuevas cuentas conllevarán el despido de 10.000 trabajadores. El grueso del recorte que plantea el plan de ajuste va a parar a la sanidad pública, que pierde casi 540 millones de euros. El programa contempla decenas de medidas, en muchas ocasiones expresadas de forma genérica, que permiten solo aventurar futuros ajustes. Un ejemplo: se asegura que se "reordenará la atención primaria adecuando los puntos de atención continuada", lo que induce a pensar que se está pensando en cerrar centros de salud, aunque la Junta lo niega. Entre las iniciativas claras, el Ejecutivo obliga a los médicos a jubilarse a los 65 años (hasta ahora podían trabajar hasta los 68), les reduce las guardias y la retribución de las mismas, aplica el copago farmacéutico del Gobierno central, el copago en el transporte sanitario no urgente y se emplea a fondo en avanzar en la privatización de la gestión sanitaria. "Se plantea la colaboración público privada como una estrategia a largo plazo orientada a garantizar la viabilidad de nuestro sistema sanitario público", dice el documento remitido al Gobierno. Castilla- La Mancha se une a otras autonomías gobernadas por el PP y aplica el modelo de gestión privada en cuatro hospitales y sus respectivos centros de salud. Otros cuatro que están en construcción se entregarán también a la financiación privada. Así, los hospitales públicos de Almansa, Villarobledo, Manzanares y Tomelloso terminarán el año gestionados por una empresa, que controlará también los centros de salud de su área sanitaria. El modelo es el de colaboración público-privada en su versión más radical, una fórmula que consiste en adjudicar a una empresa la construcción de un hospital público, concederle su gestión y asignarle los cuidados de su población de influencia. A cambio de desentenderse de la atención de estas personas, la Administración paga a la concesionaria una cantidad fija por cada potencial paciente del área.
Subida de impuestos
En educación, el recorte llega a los 163 millones a base de aumentar la jornada a los profesores a 37,5 horas semanales, bajarles el sueldo (el 3%, como a los 70.000 empleados públicos de la Junta) e incrementar el ratio de alumnos por aula, aplicando el decreto aprobado por el Gobierno de Mariano Rajoy. La Junta elimina también la gratuidad de los libros de texto y del transporte escolar, y disminuye las rutas. Los servicios sociales ven reducido su presupuesto en 142 millones, entre otras cosas con la privatización de residencias de mayores. El Ejecutivo completal recorte congelando la oferta pública de empleo para 2012, reduciendo los liberados sindicales, disminuyendo un 60% de altos cargos o suprimiendo del 40% del personal eventual. Cospedal prevé sumar además 194 millones de euros con subidas de impuestos –aumenta el de hidrocarburos, el tramo autonómico del de Transmisiones Patrimoniales y Actos Jurídicos Documentados, el llamado canon eólico, incrementará tasas y precios públicos en una cuantía sin concretar- y subiendo las rentas de las 4.900 viviendas en alquiler que tiene la Junta. Con la gestión privada en el servicio sanitario prevé sumar 85 millones, a base de recuperar la mitad de las inversiones realizadas en varios hospitales, a través de un canon por el uso de equipamientos e instalaciones.
La presidenta de Castilla-La Mancha ha presentado esta mañana también sus cuentas públicas para 2012, que ascienden a 8.290 millones de euros. La secretaria general del PP ha utilizado la comparecencia para cargar contra el Gobierno del socialista José María Barreda por su "despilfarro" y sus "artificios contables", y ha revelado que los intereses de la deuda acumulada cuestan a los ciudadanos un millón de euros al día. En el capítulo relativo a gastos de personal, los Presupuestos para este año incluyen un ajuste de 456 millones, algo que ha servido al PSOE para augurar hasta 10.000 despidos. Los socialistas han puesto en duda también la previsión de ingresos (de 6.048 millones) porque no creen que vaya a haber crecimiento. El secretario de organización de los socialistas castellano manchegos, Jesús Fernández, ha aventurado nuevos ajustes: si se mantiene el objetivo de déficit y los ingresos disminuyen, "en Navidades habrá un segundo tijeretazo todavía mucho más doloroso que el que se ha producido hoy".

Barracada em Espanha: Madrid aumenta défice de 2011 por culpa de duas Comunidades Autónomas...

Segundo os jornalistas do El Pais, Jesús Sérvulo González e Alejandro Bolaños, "el ministerio de Hacienda y Administraciones Públicas ha anunciado una revisión del déficit de 2011: fija la desviación en el 8,9%, cuatro décimas por encima de la anterior cifra oficial. La cifra válida hasta ayer, del 8,5%, ya suponía un enorme reto para España, ya que el mandato de Bruselas era lograr reducirlo para 2012 al 5,3%, lo que ha generado, según ha justificado el Gobierno de Rajoy, las diferentes reformas y oleadas de recortes del Ejecutivo. El nuevo dato responde al mandato que Hacienda había enviado a la Intervención General del Estado para que revisara la cifra, debido a las nuevas desviaciones en el déficit de las comunidades autónomas destapadas en los Planes de Equilibrio Financiero (PEF) aprobados ayer. El Gobierno asegura que mantiene el objetivo de cerrar el año en el 5,3%. "Los planes económicos financieros aprobados en el Consejo de Política Fiscal y Financiera del pasado jueves, ya tenían en cuenta estas desviaciones, por lo que se mantiene la previsión de alcanzar este año el 5,3% de déficit del PIB para el conjunto de las Administraciones y del 1,5% para las Comunidades Autónomas, como estaba previsto", ha señalado el Ministerio en un comunicado. El Gobierno ha explicado a Eurostat que se trata "de gasto registrado y pendiente de pago que no estaba incluido en la comunicación provisional de cierre de 2011 que se hizo el pasado mes de marzo". Unos gastos, que señala, han aflorado gracias al pago a proveedores. "El nuevo resultado obtenido deriva de operaciones denominadas one off (de efecto en un solo ejercicio) porque corresponde a gastos de años anteriores concentrados principalmente en dos comunidades autónomas y en gasto por pago a proveedores". Las cuentas de la Comunidad de Madrid pasaban hasta ahora por ser las más saneadas de todo el conjunto del Estado de las autonomías. Era la única administración regional que destacaba por haber hecho los deberes en 2011 y sus cuentas las únicas que se ceñían al objetivo de déficit, situado en el 1,3% el año pasado. La desviación presupuestaria de la Comunidad el año pasado estaba en el 1,1%. Aunque la propia presidenta de la Comunidad, Esperanza Aguirre, ya advirtió a finales de febrero que seguramente tendrían que revisar el déficit de 2011 al alza. En la misma línea el consejero de Hacienda, Percival Manglano, admitía unas semanas después de que Madrid incumpliría el objetivo de déficit al caer la recaudación final de 2011 en unos 1.000 millones de euros. Al final la desviación ha sido de cerca de 2.000 millones de euros. El plan de equilibrio financiero (PEF) de la Comunidad de Madrid aprobado ayer en el Consejo de Política Fiscal –el órgano de interlocución del Gobierno con los consejeros de Hacienda—revela que el déficit final de Madrid en 2011 escaló hasta el 2,2%, el doble que la previsión inicial y de lo comunicado por el Ministerio de Hacienda y Administraciones. Además, Madrid no es la única cuyo déficit se ha desviado respecto a la previsión inicial. Los planes económicos financieros (PEF) de la Comunidad Valenciana y Castilla y León, entre otras, también desvelan algunas diferencias respecto al déficit. El plan de ajuste valenciano revela una nueva desviación de 869 millones de euros. Y el de Castilla y León de 137 millones".

A propósito de "figuras destacadas" da sociedade portuguesa...

A propósito da descoberta de uma estranha rede de lavagem de dinheiro (aqui e aqui), que terá colocado no estrangeiro cerca de 1.000 milhões de euros (o que a Madeira espera receber de Lisboa...) há situações que revelam o nível do jornalismo que temos. É que das duas uma: ou os jornalistas têm informações concretas e factuais e usam o enquadramento adequado ou não vale a pena fazerem figuras tristes que provocam uma risada. Hoje a RTP nacional fazia um directo a propósito das diligências do TCIC de Lisboa (e do juíz Carlos Alexandre) junto dos 4 suspeitos de envolvimento naquela rede, já identificados e detidos para declarações. A jornalista ali "acampada" resolveu divagar. Então falava de uma rede de lavagem de dinheiro, de fuga aos impostos, envolvendo figuras conhecidas (destacadas) da sociedade portuguesa. Pensei eu: vai cair uma bomba! Nada disso. As duas "figuras destacadas (!!!) da sociedade portuguesa quem eram? Duarte Lima, nesse dia enviado para casa com pulseira electrónica e em prisão domiciliária e Oliveira e Costa, o homem-forte do BPN que já nos custou 8 mil milhões de euros. Sim? "Figuras" deste calibre?! E as outras que porventura estarão envolvidas no esquema fraudulento agora descoberto? 1.000 milhões de euros não são amendoins. Tenho a impressão que se o juiz Alexandre cavar fundo é provável que a TAP tenha que aumentar as frequências diárias para o Brasil... Mas nada disso. Toca a enterrar ainda mais os desgraçados Duarte Lima e Oliveira e Costa já enterrados bem fundo com processos judiciais complicados. Sempre os mesmos. E os outros? Cadê eles?!!!

sexta-feira, maio 18, 2012

Palermice

O PS local formalizou a prometida - e anunciada há cerca de uma semana - moção de censura ao governo regional. Mais do mesmo. Porque razão apesar de todas as medidas e da austeridade do governo de coligação em Lisboa (do PSD e CDS) o PS nacional de António José Seguro não avançou ainda (nem avançará) com uma moção de censura ao governo? O PS local diverte-se com factos políticos que ele próprio gera, que lhe dão primeiras páginas e espaço nas notícias televisivas, mas que de certeza não lhe dão votos. Porque o PS local está numa disputa férrea com o CDS para recuperar o lugar de partido líder da oposição (contentam-se com isso) que perdeu no ano passado. Estou a fazer uma abordagem apenas política a uma decisão patética, mesmo sabendo ser evidente que havendo austeridade, havendo desemprego, estão reunidas as condições para que a oposição socialista se tente refugiar na demagogia fácil das soluções miraculosas. Resta saber o que dirão os outros partidos da oposição, provavelmente indo a reboque de uma estratégia socialista que os tem também como alvo directo, porque o PS local os acusa de lhes terem "roubado" votos e deputados. Ou já se esqueceram disso?! Desconfio que o PSD e o GR darão a importância que este acto político, meramente destinado ao protagonismo na comunicação social (porque no seio do PS local também há uma disputa pessoal e um conflito de vaidades pessoais entre duas figuras que só se não puderem tudo farão para neutralizar a outra...) merece e o enquadramento que ele deve ter.

Cuánto ganan los mandatarios de los países europeos?

Li no El Mundo que "lo primero que ha hecho François Hollande al llegar al Elíseo ha sido rebajarse el salario un 30%. El presidente francés cobrará 13.000 euros al mes en lugar de los 19.000 que se embolsaba su antecesor, Nicolas Sarkozy. Pero cuánto ganan los demás gobernantes europeos? Pese a la reducción de su sueldo, el mandatario galo sigue cobrando más que muchos de sus colegas, incluyendo al español Mariano Rajoy.
- Alemania. La canciller y sus ministros acaban de aprobar por primera vez en 12 años una subida de sus sueldos. Tras el aumento, Angela Merkel gana unos 17.000 euros brutos al año. Sus ministros se embolsan casi 14.000.
- Reino Unido. El 13 de mayo de 2010, David Cameron se bajó el salario un 5%. Hoy el 'premier' británico gana unos 178.000 euros al año, es decir unos 14.800 al mes.
Italia. El tecnócrata Mario Monti renunció al sueldo de primer ministro y responsable de la cartera de Economía. Sin embargo, no prescinde de su salario de senador vitalicio, que es de 10.385 euros brutos al mes.
- España. Los salarios de los miembros del Gobierno fueron rebajados un 15% en 2010. Mariano Rajoy cobrará este año 78.185,04 euros, distribuidos en 12 pagas de 6.515,42 cada una. Es la misma cifra que el último sueldo de José Luis Rodríguez Zapatero.
- Portugal. El primer ministro Pedro Passos Coelho se embolsa 5.300 euros brutos al margen de los gastos de representación. El presidente de la República, Aníbal Cavaco Silva, ha renunciado a su sueldo de jefe de Estado, pero recibe unos 10.000 euros al mes en concepto de pensiones.
- Bélgica. Elio Di Rupo se rebajó el salario un 5% al llegar al poder. El primer ministro belga recibe hoy un sueldo mensual neto de 11.035,62 euros.
- Holanda. El jefe del Gobierno, Mark Rutte, cobra unos 144.000 euros al año, el mismo sueldo que sus ministros, es decir unos 12.000 euros al mes, una cifra que no ha aumentado ni ha disminuido en los últimos años.
- Escandinavia. El primer ministro sueco, Fredrik Reinfeldt, gana 14.900 euros al mes; el finlandés Jyrki Katainen, más de 13.000; y el noruego Jens Stoltenberg, unos 12.000".

Segurança Social: Ferreira Leite alerta para nova classe de pobres

Li aqui que a antiga ministra Manuela Ferreira Leite alertou ontem que é preciso "ter cuidado quando se alteram as regras da Segurança Social, porque há o risco de se criar uma nova classe de pobres sem capacidade para recuperar. Numa intervenção na Faculdade de Economia da Universidade do Porto (FEP) sobre o tema "Que arquitetura para um novo modelo de Estado social?", a antiga ministra das Finanças sublinhou a importância do contrato estabelecido entre os cidadãos e o Estado para garantia das reformas. "Tudo o que seja alterar ou violar, não cumprir este contrato, é algo que é extremamente delicado, direi que de alguma forma perigoso e que se tem que levar a que não haja uma definitiva quebra de confiança entre os cidadãos e o Estado", frisou a também ex-presidente do PSD. Ferreira Leite repetiu diversas vezes ser "absolutamente necessário" que a questão da Segurança Social seja tratada com "o máximo dos cuidados", porque há o risco de se criar "uma nova classe de pobres que são os pobres sem capacidade para recuperar", algo que pode "fazer perder a confiança entre as pessoas"."O Estado arroga-se o direito de definir o montante a que as pessoas têm direito, quando não se arrogou a esse direito quando cobrou as poupanças das pessoas que fizeram os descontos em nome de uma futura recompensa por essas aplicações", disse, perante um painel que incluía outros ex-ministros das Finanças, como Bagão Félix e Campos e Cunha, além de Miguel Cadilhe estar entre o público. A antiga ministra salientou que não há receitas genéricas que possam resolver os problemas de todos os países e lamentou que a família, enquanto instituição, esteja a ser afetada pela atual crise económica e financeira, em particular pelo desemprego".

Opinião: "Y si Papandreu tenía razón?"

"Después de tres años de durísima crisis y de recortes salvajes, era bastante previsible que las elecciones griegas del pasado día 6 se transformarían en una suerte de referéndum sobre las medidas de austeridad impuestas al país heleno por la llamada 'troika' (léase Europa, el BCE y el FMI) a cambio de los dos rescates económicos que le ha concedido. También era de imaginar, como efectivamente ha ocurrido, que los griegos votarían mayoritariamente en contra de unos ajustes salvajes que han hecho bajar los sueldos en una cuarta parte, que han reducido las pensiones en un 20% y que han provocado que desde 2009 la economía del país se haya encogido en un 14%. Por no hablar de la que se avecina: según los acuerdos alcanzados por Grecia con la 'troika', el nuevo Parlamento griego deberá aprobar antes de finales de junio nuevos recortes por valor de 11.500 millones de euros, si es que quiere recibir los 30.000 millones de euros que le permitirán pagar los salarios de los funcionarios y la jubilación de los abuelos. Ante esa situacion, y frente a la negativa rotunda de Alemania a negarse mínimamente a renegociar las condiciones impuestas a Grecia, es de bastante evidente lo que ocurrirá en las próximas elecciones del día 17 de junio. Los sondeos dan como gran favorita a la coalición de izquierdas radical Syriza, que se opone a las medidas de austeridad y que podría pasar a convertirse en el primer partido griego. Mientras tanto, la posibilidad de que Grecia pueda salir del euro adquiere cada vez más fuerza... En medio de este monumental desastre, la fallida iniciativa del ex primer ministro griego Yorgos Papandreu de haber convocado un referéndum para someter a consulta popular las medidas de austeridad parece hoy una idea bastante buena. Aunque en su momento esa idea fue descartada ante el aluvión de críticas que suscitó, ofrecía ventajas evidentes.
Situación apocalíptica
Para empezar, parece claro que se hubiera impuesto el 'sí', visto que la pregunta del referéndum habría estado muy medida y calculada y que la consulta se habría llevado a cabo hace un año y medio (se hablaba del 4 de diciembre de 2010). De hecho, la canciller alemana Angela Merkel y el entonces presidente francés, Nicolas Sarkozy, dieron su bendición a la consulta a cambio de que lo que se plantease a los griegos fuera aceptar las medidas de austeridad o abandonar el euro. Una consulta en esos términos habría supuesto una enorme victoria a favor del euro y de las medidas de austeridad, visto que aún a día de hoy el 75% de los griegos no quiere abandonar la moneda única. Y se habría evitado que Grecia y la eurozona se encontraran en la apocalíptica situación actual.
"Ha sido un voto pro y contra austeridad, un voto que nos debe hacer reflexionar sobre el sufrimiento de un pueblo a causa de las duras medidas de austeridad y que se ha visto alimentado en gran medida por el voto de protesta y el populismo", aseguraba el propio Papandreu en una entrevista concedida a Tonia Mastrobuoni, del periódico italiano 'La Stampa', al analizar el resultado de las elecciones del pasado día 6, en las que siete de cada 10 griegos votaron a partidos 'anti austeridad'. "Se trata de una dinámica que se habría podido evitar si se hubiera celebrado el referéndum que yo propuse", añadía. "Estoy seguro que si hubiéramos dado voz al pueblo en ese momento habría prevalecido el buen sentido". Pero ese referéndum no sólo no se realizó, sino que le costó la carrera política a Yorgos Papandreu. Acosado por la oposición, por un número creciente de enemigos dentro de sus propias filas (el socialista Pasok) y por la fuerte presión de sus socios de la UE (que se negaban a aceptar su solicitud de acompañar las medidas de austeridad con la emisión de unos títulos de Estado a nivel europeo y de impulsar con fuerza las políticas de crecimiento), Papandreu se vio obligado a renunciar a la consulta popular. Y, unos días después, tuvo que dimitir. La duda hoy es si no tendría razón: ¿estaría Grecia en la situación que se enuentra de haberse celebrado aquel referéndum?
" (texto de Irene Hdez. Velasco no El Mundo, com a devida vénia)

Bagão Félix: "Pensionistas descontaram 14 meses têm direito a 14 prestações"

Segundo o Dinheiro Vivo, o ex-ministro das Finanças e da Segurança Social, Bagão Félix, criticou ontem o Governo por "concentrar nos pensionistas o corte do subsídio de férias e de Natal, considerando que "essa carga devia ser distribuída por toda a população portuguesa". Assim, salienta, "fez-se apenas pagar alguns e sobretudo os pensionistas", que em cada ano descontaram 14 meses. "Se descontaram 14 meses têm direito a 14 prestações, não a 12", sublinhou, considerando que a medida que tem algum "caráter confiscatório". Já sobre a reforma da Segurança Social, Bagão Félix diz que "não vale a pena perdermos tempo com questões marginais, temos de ir às questões essenciais". E estas são, no seu entender, a criação de riqueza e de produtividade, do lado da economia, e do lado da Segurança Social, "continuar com algumas reformas paramétricas", como seja o aumento da idade da reforma, o que em Portugal já foi feito em 2007. "Não va,os entrar em sistemas de aumento mecânico da idade da reforma porque esses aumentos mecânicos além de só produzirem efeitos muito mais tarde, destapam o lençol do outro lado. Pôr as pessoas mais tempo no mercado de trabalho, poupa-se em pensões mas depois vai-se gastar em subsídios de desemprego", frisa. Questionado pelos jornalistas sobre a situação grega e os efeitos para Portugal de uma eventual saída do euro deste país, Bagão admitiu que acredita "cada vez menos" na manutenção da Grécia na moeda única. Quanto aos efeitos para Portugal, por arrastamento, afirmou: "Não lhe sei responder". No entanto, sublinhou: "Apesar de tudo acho que Portugal tem tido um caminho bastante distinto, para melhor, do que a Grécia, em termos de paz social, em termos de consenso político, em termos de acalmia na rua". E não poupou críticas à construção europeia. "O que sei é que o euro é uma construção que tem um pecado original. Não há construção de uma moeda única sem federalismo orçamental. E esse erro é um erro de voluntarismo político porque bastava olhar para alguns manuais e perceber que não há uniões monetárias desta maneira. Estamos a pagar uma fragilidade de nascença", sublinhou".

A crise das autonomias espanholas: “Hacienda impone nuevos ajustes a Andalucía y suspende a Asturias”

Diz o Expansion que "el ministro de Hacienda, Cristóbal Montoro, forzará a las comunidades autónomas a cumplir con las exigencias de austeridad de la Comisión Europea.A primera hora de la tarde Montoro sólo ha cuestionado los planes de ajuste de Asturias y de Andalucía, aunque los técnicos estaban intentando corregir las diferencias entre el Gobierno y estas regiones. Al final, el Gobierno ha salvado a Andalucía con la imposición de nuevos ajustes valorados en 300 millones pero ha suspendido a Asturias, la única CCAA que no ha pasado el examen. Respecto a Asturias, Montoro ha justificado su suspenso por la situación política extraordinarias que se dan en la región al afirmar que se trataba de un "paso anticipado en función de la circunstancia política". En opinión del ministro, su plan era insuficiente con las exigencias del Gobierno en cuanto al control del gasto público o la garantía en los ingresos. Ahora, Asturias tiene otros quince días naturales para presentar otro plan de ajuste que deberá ser de 616 millones. Montoro ha celebrado los resultados de la reunión que ha calificado como "excelente" y ha asegurado que hoy "se ha dado un paso fundamental para la credibilidad de España". "Prácticamente todo el mapa autonómico esté comprometido en planes viables y creíbles", ha reconocido el titular de Hacienda, que ha destacado la voluntad para cumplir con el límite de 1,5% de déficit para este año marcado por el Estado.
Ahorro de 18.000 millones
Por su parte, el secretario de Estado de Administraciones Públicas, Antonio Beteta, ha indicado que los ajustes incorporan más recortes de gastos que de incrementos de ingresos. No obstante, ha señalado a posibles aumentos en el IRPF, el céntimo sanitario o tributos temporales como medidas que podrían aumentar la recaudación. Beteta ha detallado que el ajuste total de las CCAA será de 18.349 millones de euros este año y que se producirá con un aumento de los ingresos en 5.278 millones y un recorte del gasto de 13.071 millones.
No a los hispanobonos, sí a la deuda avalada por el Estado
El ministro de Hacienda, Cristóbal Montoro, rechaza los famosos "hispanobonos", emisiones de deuda del Tesoro para todas las regiones. A pesar de que la Comunidad Valenciana y Cataluña han reclamado con insistencia al Gobierno que lance esta medida para dar liquidez a las regiones, Montoro se ha mostrado en los últimos días muy contundente: "No vamos a repartir el riesgo para todos". Ayer, tras el Consejo de Política Fiscal se limitó a decir que «el Estado va a estar ahí». El mecanismo que se pondrá en marcha, previsiblemente, será la emisión de deuda de las CCAA avalada por el Estado. Sólo se beneficiarán aquellas regiones que cumplan con el plan de ajuste. En contra del criterio que estaban defendiendo en los últimos meses el propio Ministerio de Economía, Hacienda ha fijado unas líneas rojas bien claras: "No vamos a repartir los riesgos en el conjunto de España". Eso sí, aclaró que se está buscando una fórmula para dar liquidez a las autonomías, "pero no para diluir la responsabilidad". "Que cada uno sea maduro para asumir sus propias decisiones».

A crise das autonomias espanholas: "Euskadi critica la obsesión por reducir el gasto"

Li no Cinco Dias que "Carlos Aguirre, consejero de Economía y Hacienda del Gobierno vasco, restó ayer importancia para Euskadi la cita de hoy en el Consejo de Política Fiscal y Financiera de la Administración central y las comunidades autónomas en la que se deberán aprobar los planes de reequilibrio financiero. Aguirre añadió en Vitoria que en la reunión se tratará de "marcar las bases" del próximo Consejo de Política Fiscal y Financiera, que se puede convocar este mismo mes, y en el que se debatirá el Plan de Estabilidad que aprobó el Consejo de Ministros a finales de abril y que ya se ha enviado a la capital comunitaria. En ese cónclave se fijarán las medidas que adoptará el Ejecutivo presidido por Mariano Rajoy, vía decretos o decretos-leyes, y definir así el escenario para 2013. Será entonces cuando el Gobierno vasco tiene previsto plantear una serie de objeciones basadas en que la aplicación "exclusivamente" de políticas de reducción del déficit no alejan las tensiones financieras y perjudican "la recuperación económica". El País Vasco, según Aguirre, ha realizado los deberes en este campo. El Ejecutivo central "ya ha aprobado" la estrategia del Gabinete liderado por Patxi López que incluye medidas correctoras que en algún caso ya se acordaron el pasado año. Entre las decisiones adoptadas, que suponen un ajuste de 290 millones de euros, se han incluido la revisión de las condiciones salariales de los funcionarios y la eliminación de aportaciones a planes de pensiones de los funcionarios. Este año ha fijado un endeudamiento máximo de 1.207 millones".

Crise das autonomias espanholas: reunião do Consejo de Política Fiscal y Financiera

El ministro de Hacienda y Administraciones Públicas, Cristóbal Montoro, ha subrayado que "hoy se ha dado un paso fundamental para la credibilidad de España y para el reordenamiento del Estado y de nuestro modelo autonómico", tras la celebración del Consejo de Política Fiscal y Financiera (CPFF) que ha evaluado los Planes Económicos Financieros de Reequilibrio (PEF) de las Comunidades Autónomas.

TAP: promoção que deixa madeirenses-residentes..."invejosos"!

Será que alguém me explica isto? E será que esses partidos da oposição que todos os dias falam das taxas aeroportuárias - secundados por alguns empresários hoteleiros locais que andaram anos a encher a pança e a acumular fortunas e hoje em dia continuam a querer encher os bolsos mesmo em momentos de crise - nos explicam como é que a TAP com todas as taxas incluídas (incluindo a operação no aeroporto do Funchal) consegue viagens Lisboa - Funchal a este preço? Que tal se fecharem a bocarra para não andarem a dizer asneiras depois desmentidas por campanhas de promoção boas para a Madeira, é certo, mas que deixam, os madeirenses (e residentes) invejosos?!