O primeiro-ministro diz que os profissionais de saúde têm obrigação de ser mais eficientes com os meios disponíveis e sem perda de qualidade para os utentes. Passos Coelho reage, desta forma, às declarações do bastonário da Ordem dos Médicos, que afirmou que a saúde não pode suportar mais cortes e que o doente mais barato é o doente morto.