"A Social-Democracia revela-se o conjunto logicamente articulado de princípios políticos para o Desenvolvimento Integral da Madeira.
Uma Social-Democracia instrumento, e não um fim em si própria, já que o objectivo principal é este Desenvolvimento Integral do Povo Madeirense, de todos e cada um, que só é Desenvolvimento Integral, quando simultaneamente social, cultural, económico e de respeito pelos valores ambientais.
Uma Social-Democracia nascida dos grandes Princípios do Personalismo cristão, e não da “luta de classes”.
Uma Social-Democracia que hierarquiza o primado da Pessoa Humana, sobretudo na consideração do Trabalho como principal factor de produção, e na Natureza e no Capital estarem ao seu serviço.
Uma Social-Democracia apontada à prioridade da Educação, da Formação, do Conhecimento e da Inovação, como meios de promoção de cada um, de forma à necessária e permanente reforma das mentalidades, a caminho de uma sociedade mais homogénea que passa pelo reforço quantitativo e qualitativo da Classe Média, bem como é o caminho para a igualdade de Direitos, Deveres e Oportunidades.
Em suma, uma Socialização como “comunhão” de propósitos de toda uma comunidade independentemente das diferenças políticas, mas que não pode perder muito tempo com quem se auto-marginalize ou se submeta a desígnios hostis do Estado central.
O tempo urge, há que infra-estruturar enquanto possível, mesmo que os custos tenham de ser derramados por todas as gerações beneficiárias.
“A sociabilidade humana não é uniforme, mas assume múltiplas expressões. O Bem Comum depende efectivamente de um são pluralismo social. As múltiplas sociedades são chamadas a constituir um tecido unitário e harmónico onde cada uma possa conservar e desenvolver, as próprias fisionomia e autonomia”.
Daqui decorre que, sem prejuízo do necessário e legítimo desenvolvimento do empreendedorismo privado, marcado por uma “cultura de empresa” assente na Ética e na comunhão de projecto quando às relações laborais, a riqueza gerada deve ser redistribuída através de uma fiscalidade justa, a qual propicie investimento público sobretudo em termos de melhores condições de vida para os que destas mais careçam. Mas que simultaneamente não constitua obstáculo á continuidade do crescimento do investimento privado, nem à consequente criação de mais postos de trabalho.
Esta é a Socialização que, através do instrumento provado como mais cultural e endogenamente adequado à realidade madeirense, que é a Social-Democracia, tem de continuar a ser desenvolvida no nosso arquipélago, onde a Solidariedade Social é obrigação prioritária do sector público e desafio à Consciência de cada Cidadão e do seu dever de Voluntariado" (...). (in moção de estratégia de Alberto João Jardim a apresentar ao Congresso do PSD-Madeira, em Abril de 2008)
Uma Social-Democracia instrumento, e não um fim em si própria, já que o objectivo principal é este Desenvolvimento Integral do Povo Madeirense, de todos e cada um, que só é Desenvolvimento Integral, quando simultaneamente social, cultural, económico e de respeito pelos valores ambientais.
Uma Social-Democracia nascida dos grandes Princípios do Personalismo cristão, e não da “luta de classes”.
Uma Social-Democracia que hierarquiza o primado da Pessoa Humana, sobretudo na consideração do Trabalho como principal factor de produção, e na Natureza e no Capital estarem ao seu serviço.
Uma Social-Democracia apontada à prioridade da Educação, da Formação, do Conhecimento e da Inovação, como meios de promoção de cada um, de forma à necessária e permanente reforma das mentalidades, a caminho de uma sociedade mais homogénea que passa pelo reforço quantitativo e qualitativo da Classe Média, bem como é o caminho para a igualdade de Direitos, Deveres e Oportunidades.
Em suma, uma Socialização como “comunhão” de propósitos de toda uma comunidade independentemente das diferenças políticas, mas que não pode perder muito tempo com quem se auto-marginalize ou se submeta a desígnios hostis do Estado central.
O tempo urge, há que infra-estruturar enquanto possível, mesmo que os custos tenham de ser derramados por todas as gerações beneficiárias.
“A sociabilidade humana não é uniforme, mas assume múltiplas expressões. O Bem Comum depende efectivamente de um são pluralismo social. As múltiplas sociedades são chamadas a constituir um tecido unitário e harmónico onde cada uma possa conservar e desenvolver, as próprias fisionomia e autonomia”.
Daqui decorre que, sem prejuízo do necessário e legítimo desenvolvimento do empreendedorismo privado, marcado por uma “cultura de empresa” assente na Ética e na comunhão de projecto quando às relações laborais, a riqueza gerada deve ser redistribuída através de uma fiscalidade justa, a qual propicie investimento público sobretudo em termos de melhores condições de vida para os que destas mais careçam. Mas que simultaneamente não constitua obstáculo á continuidade do crescimento do investimento privado, nem à consequente criação de mais postos de trabalho.
Esta é a Socialização que, através do instrumento provado como mais cultural e endogenamente adequado à realidade madeirense, que é a Social-Democracia, tem de continuar a ser desenvolvida no nosso arquipélago, onde a Solidariedade Social é obrigação prioritária do sector público e desafio à Consciência de cada Cidadão e do seu dever de Voluntariado" (...). (in moção de estratégia de Alberto João Jardim a apresentar ao Congresso do PSD-Madeira, em Abril de 2008)
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