"Depois de tanto barulho, tanto protesto, tanta reivindicação, Portugal vai a votos e...quase metade dos Portugueses abstêm-se! Depois de tantos sarilhos que envolveram o Primeiro-Ministro, de tantas manifestações contra ele, de reacções de rua onde o nome do homem nem podia ser soletrado... quarenta por cento dos Portugueses abstêm-se! Mais. Estes quarenta por cento são superiores à percentagem atingida pelo Partido mais votado!
E mais ainda. O Partido mais votado é precisamente aquele que era alvo dos maiores protestos e indignações populares! E agora nenhum Partido tem maioria absoluta. Isto é, os Portugueses depois de todo o chinfrim que fizeram, não só quarenta por cento abdicaram de resolver os problemas do País, que são os seus próprios problemas, como os que foram votar, dispersaram as opções, em termos de complicar, debilitar, ainda mais, uma solução governativa lógica, coerente e estabilizada!
Ao que chegámos!...
E preparem-se para, já nas próximas semanas, verem muitos destes que não estiveram para se incomodar a votar, andarem por aí a «exigir» isto ou aquilo, quais bordas-d`água irresponsáveis. Esperem, não muito tempo, para a exibição de tontice por parte daqueles que se estão «nas tintas» para o País, debitando a flatulência verbal do «eu, cá não voto», peito inchado e voz de bagaço, sem ter a noção do ridículo em que caiem.
Esperem, não muito tempo, para muitos desses abstencionistas tentarem fazer um ar de quem entende alguma coisa sobre o estado de Portugal, e sentenciarem do alto do respectiva vaidade tôla que «a culpa é dos políticos» ou «a culpa é dos partidos». Se estes abstencionistas que, hoje, são o maior núcleo político português, de facto estão convictos de que «a culpa é dos políticos» ou «dos partidos», o que significaria uma clara oposição ao Sistema político-constitucional em vigor, então sejam coerentes, não sejam preguiçosos. Organizem-se e mexam-se, que até haverá muitos eleitores de outros Partidos também a ajudar.
E mais ainda. O Partido mais votado é precisamente aquele que era alvo dos maiores protestos e indignações populares! E agora nenhum Partido tem maioria absoluta. Isto é, os Portugueses depois de todo o chinfrim que fizeram, não só quarenta por cento abdicaram de resolver os problemas do País, que são os seus próprios problemas, como os que foram votar, dispersaram as opções, em termos de complicar, debilitar, ainda mais, uma solução governativa lógica, coerente e estabilizada!
Ao que chegámos!...
E preparem-se para, já nas próximas semanas, verem muitos destes que não estiveram para se incomodar a votar, andarem por aí a «exigir» isto ou aquilo, quais bordas-d`água irresponsáveis. Esperem, não muito tempo, para a exibição de tontice por parte daqueles que se estão «nas tintas» para o País, debitando a flatulência verbal do «eu, cá não voto», peito inchado e voz de bagaço, sem ter a noção do ridículo em que caiem.
Esperem, não muito tempo, para muitos desses abstencionistas tentarem fazer um ar de quem entende alguma coisa sobre o estado de Portugal, e sentenciarem do alto do respectiva vaidade tôla que «a culpa é dos políticos» ou «a culpa é dos partidos». Se estes abstencionistas que, hoje, são o maior núcleo político português, de facto estão convictos de que «a culpa é dos políticos» ou «dos partidos», o que significaria uma clara oposição ao Sistema político-constitucional em vigor, então sejam coerentes, não sejam preguiçosos. Organizem-se e mexam-se, que até haverá muitos eleitores de outros Partidos também a ajudar.
Eu cá estou convencido de que eles não sabem sequer o que querem e, na sua maior parte, o que querem é não se incomodar! Mas, sem abdicar de fazer exigências, claro..." (crónica de Alberto João Jardim, hoje na TVI24)
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