"La reforma del Estatuto valenciano propuesta esta mañana en el Parlamento autonómico por el portavoz socialista, Joan Ignasi Pla, y aceptada por el presidente de la Generalitat, Francisco Camps, ha quedado finalmente en nada. El PP valenciano ha rectificado esta tarde y ha explicado que lo que propone no es una reforma del Estatuto, sino "modificar" el proyecto de Presupuestos Generales del Estado para 2008 "para recibir la misma sobrefinanciación que han obtenido Andalucía y Cataluña gracias a sus estatutos". Leia texto de JOAQUÍN FERRANDIS, no "El País"
quinta-feira, setembro 27, 2007
Açores: Governo Regional dá 1 milhão à Universidade
"O Governo Regional acaba de atribuir à Universidade dos Açores (UAç) um milhão de euros com vista a suportar os custos da tripolaridade, bem como a construção de cantina, salas de convívio e sector administrativo dos Serviços de Acção Social, em Angra do Heroísmo. Na cerimónia de assinatura de dois protocolos com a instituição de ensino superior açoriana, o presidente do Governo Regional disse que o apoio à academia tem sido uma preocupação, apesar de se tratar de uma responsabilidade do Governo da República. Preocupação essa que se tem traduzido na concessão de dotações financeiras há vários anos, de modo a manter e desenvolver a estrutura tripolar, valia que considera importante para o desenvolvimento dos Açores". Leia texto de Rita Vasconcelos Rebelo, no "Açoriano Oriental"
Representante da República sem alterações
Num texto de Paulo Faustino, no "Açoriano Oriental", é referido que "todos os partidos com assento na Assembleia da República (AR) entregaram quarta-feira em São Bento um projecto conjunto de Estatuto do Representante da República (RR) nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira. O documento mantém uma série de prerrogativas que o cargo usufruía no passado e reafirma o que consta do actual Protocolo do Estado. Isto é, nas cerimónias civis e militares que tenham lugar na respectiva Região Autónoma, o Representante da República tem a primeira precedência, que só cede quando estiverem presentes o Presidente da República, o Presidente da Assembleia da República ou o Primeiro-Ministro. A norma não se estende ao presidente do Governo Regional, o que pode não ser pacífico para Carlos César. Isto porque, por iniciativa do PS, o Parlamento regional fez aprovar há meses um decreto legislativo, com os votos contra do PSD, que contraria o Protocolo de Estado seguido até agora, ao colocar o chefe do Executivo à frente do RR em cerimónias oficiais organizadas pelo próprio Executivo".
Diário da República
O Diário da República publica hoje a Portaria n.º 1277/2007, do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, que aprova o modelo de requerimento do abono de família pré-natal e do abono de família para crianças e jovens.
Transportes: liberalização para breve...
Estou desejoso de ver quais os efeitos práticos e quais as queixas que, depois dela, vão aparecer. É sempre qassimn. Hoje ficamos a saber, segundo o DN local, que "o secretário de Estado do Turismo garantiu que apesar dos atrasos verificados na liberalização, a Madeira irá beneficiar em breve de mais transportes aéreos. Bernardo Trindade falava à margem de uma aula realizada na Escola Secundária Jaime Moniz sobre a temática do turismo na qual fez o papel de professor juntamente com a secretária regional do Turismo e Transportes, Conceição Estudante. O objectivo desta iniciativa, inserida no âmbito das comemorações do Dia Mundial de Turismo,foi fazer os jovens perceberem a importância do turismo para a Madeira. Antes do início da aula Conceição Estudante abordou também a questão da liberalização da linha tendo referido que um dos grandes desafios futuros da Região são precisamente os transportes aéreos e a renovação dos serviços turísticos. Quanto ao atraso anunciado na liberalização disse esperar que o mesmo não traga consequências para a Região"Canárias e o Orçamento de Estado 2008: governo regional ameaça recorrer
"El Ejecutivo canario intentará enmendar los presupuestos del Estado y si no aumenta su inversión por persona en Canarias, que dista 210 euros de la media, los llevará ante el Constitucional, pues gobierne en Madrid "el PSOE o el PP", hay que "exigir" el cumplimiento de la Ley del REF. Así lo aseveró hoy el vicepresidente de Canarias y consejero de Economía y Hacienda, José Manuel Soria, quien subrayó que la normativa del Régimen Económico y Fiscal (REF) recoge que la inversión per cápita en Canarias se debe equiparar a la media nacional, pero las cuentas estatales anunciadas para 2008 no sólo no acortan la distancia, sino que la incrementan. El responsable autonómico explicó que cada español recibe una media de 533 euros de inversión per cápita (capítulo 6), cantidad que desciende a 323 euros por persona en Canarias, lo que supone un déficit de 422 millones de euros en 2008. Si se tiene en cuenta el periodo 2004-2008, el déficit inversor asciende a 1.584 millones de euros, lo que supone la cuarta parte del presupuesto anual de la comunidad autónoma, aunque el déficit aumenta si se tiene en cuenta la compensación que se queda el Estado por la pérdida del ITE, que dejo de estar justificada en 2001, aseveró Soria". Leia no "Canárias-7"
Canárias e o Orçamento de Estado 2008: socialistas dizem que são os melhores de sempre...
"El portavoz del grupo Socialista en el Parlamento de Canarias, Francisco Hernández Spínola, afirmó hoy que los presupuestos del Estado para 2008 son los mejores y más potentes de la historia de Canarias, y retó a CC y PP a que digan qué es lo que falta. En la misma línea, el diputado regional del PSOE Blas Trujillo acusó al Gobierno de Canarias de lanzar una cortina de humo sobre la posibilidad de recurrir el presupuesto al Tribunal Constitucional, algo que jurídicamente "no se sostiene", y afirmó que los presupuestos no deben cumplir medias aritméticas, sino ajustarlos a las necesidades "y están todas cubiertas". Leia no "Canárias-7"
Canárias: Amnistia Internacional critica polícia
Segundo o "Canárias-7", que cita a agência noticiosa espanhola EFE, a ONG Amnistía Internacional (AI) "ha denunciado, en una rueda de prensa celebrada hoy en Barcelona, el descontrol que existe entre las diferentes administraciones del Estado en lo referente al uso de armas que producen descargas eléctricas por parte de las fuerzas de seguridad, entre ellas algunos cuerpos canarios de policía local. Según AI, policías locales de Cataluña, Valencia y Canarias disponen de estas armas tipo 'Taser', que provocan descargas eléctricas cercanas a los 50.000 voltios, susceptibles de ser usadas para cometer abusos contra los Derechos Humanos".
Canárias: disputa entre portos e aeroportos das ilhas
"El proyecto de ley que el ministro Solbes presentó ayer en el Congreso recoge una importante subida en las partidas inversoras, aunque con diferencias por provincias. En la occidental se pasa de 120 a 166 millones de euros, y en la oriental de 170 a 285. Se incluyen cerca de 30 millones para el puerto de Granadilla. La distribución provincial de las inversiones que el Gobierno central realizará en Canarias el año próximo muestra importantes diferencias, sobre todo en los organismos que tradicionalmente destinan más dinero a las Islas, como son los encargados de gestionar los puertos y aeropuertos. La Administración central del Estado, esto es, los distintos ministerios, destinarán a Canarias unos 202 millones de euros. El resto de la inversión procede de las empresas públicas estatales, como Aena o Puertos del Estado, que en total aportan aproximadamente otros 450 millones de euros". Leia no "El Dia"
Canárias: Congresso analisa 230 emendas ao Estatuto!...
"Los grupos registraron en junio numerosas enmiendas por separado y conjuntas en el caso de CC y PP que suponen importantes modificaciones sobre el texto que aprobó el Parlamento canario. La labor de la ponencia parlamentaria constituida en el Congreso para debatir la reforma del Estatuto canario tiene por delante una complicada labor. Primero, porque su trabajo va a ser auténticamente "a contrarreloj". Se-gundo, porque la ponencia tiene sobre la mesa cerca de 230 enmiendas parciales que vienen a modificar aspectos sustanciales del texto que se aprobó en el Parlamento de Canarias hace un año. Desde CC se señalaba ayer que el objetivo tendría que ser que la ponencia pueda presentar ya una propuesta a la Comisión Constitucional en el plazo de dos semanas. Es el plazo que se fijó también ayer para el Estatuto de Castilla y León, que aunque llegó más tarde al Congreso, podría adelantarse al canario ya que existe un acuerdo amplio entre PSOE y PP sobre su contenido". Leia no "El Dia".
Albufeira tem maior taxa de criminalidade
Os dados do INE disponíveis no sistema de informação Sales Index da Marktest mostram que, em 2004, a taxa de criminalidade se situava nos 39.5‰, o que significa que, em média, as autoridades registaram um crime por cada 25 habitantes em território nacional. Segundo estes elementos, Albufeira e Lisboa eram os concelhos com maior taxa de criminalidade. Em Albufeira, os 193.2‰ indicam que, neste concelho, se registou um crime por cada cinco residentes. Na capital, a taxa de criminalidade foi de 89.4 crimes por mil habitantes. São João da Madeira e Loulé apresentaram taxas próximas, de 86.7‰ e de 86.4‰, respectivamente. Évora, com 80.8‰, completa a lista dos cinco concelhos com maior número de crimes por mil habitantes.
O mapa apresenta a distribuição da taxa de criminalidade por concelho, que tem como base os 416 420 crimes registados em 2004 pelas autoridades policiais.
Mais de metade destes crimes são contra o património. Os 232 610 crimes desta natureza contabilizados em 2004 constituem 55.9% do total de crimes reportados pelas autoridades. A taxa de criminalidade contra o património atinge assim um valor de 22.1‰, o que significa que as polícias registaram um crime contra o património por cada 45 residentes em território nacional. O concelho de Albufeira também lidera a tabela dos concelhos com maior taxa de criminalidade contra o património, com 115.1‰. Loulé, com 69.6‰, está em segundo e Lisboa, com 63.9‰, em terceiro. Entre os cinco concelhos com maior taxa de criminalidade contra o património encontramos ainda Vila do Bispo (49.4‰) e Silves (48.2‰).
No mapa podemos ver a repartição desta variável, que mostra como em algumas regiões como no Algarve assume valores bastante acima da média nacional.
Fonte: Marktet, Setembro 2007
O mapa apresenta a distribuição da taxa de criminalidade por concelho, que tem como base os 416 420 crimes registados em 2004 pelas autoridades policiais.
Mais de metade destes crimes são contra o património. Os 232 610 crimes desta natureza contabilizados em 2004 constituem 55.9% do total de crimes reportados pelas autoridades. A taxa de criminalidade contra o património atinge assim um valor de 22.1‰, o que significa que as polícias registaram um crime contra o património por cada 45 residentes em território nacional. O concelho de Albufeira também lidera a tabela dos concelhos com maior taxa de criminalidade contra o património, com 115.1‰. Loulé, com 69.6‰, está em segundo e Lisboa, com 63.9‰, em terceiro. Entre os cinco concelhos com maior taxa de criminalidade contra o património encontramos ainda Vila do Bispo (49.4‰) e Silves (48.2‰).
No mapa podemos ver a repartição desta variável, que mostra como em algumas regiões como no Algarve assume valores bastante acima da média nacional.
Fonte: Marktet, Setembro 2007Negociações: vão dar barulho...
Os sindicatos da Função Pública exigem aumentos salariais para o próximo ano entre 3,5% e 5,8%, de acordo com as propostas tornadas públicas pelas estruturas sindicais. Obviamente que vai haver barulho. Os sindicatos reivindicam uma actualização do subsídio de refeição para seis euros, enquanto que a FESAP se ficou pelos 5,60 euros. A tabela salarial da Função Pública teve uma actualização de apenas 1,5% nos últimos dois anos...
Europa: Facilitar o voto e a candidatura nas eleições para o Parlamento Europeu
"O PE pronunciou-se hoje sobre uma proposta que altera uma directiva de 1993 no que se refere a alguns aspectos do sistema de exercício do direito de voto e de elegibilidade nas eleições para o PE dos cidadãos europeus residentes num Estado-Membro do qual não são nacionais. Os eurodeputados propõem que passe a ser possível a dupla candidatura – ou seja, poder ser-se candidato em mais do que um país para o mesmo acto eleitoral. Por que razão um candidato não pode ser elegível simultaneamente em mais do que um Estado-Membro?", questiona o relator da Comissão dos Assuntos Constitucionais do PE, Andrew DUFF (ALDE, UK). O Acto de 1976 relativo à eleição dos representantes ao Parlamento Europeu por sufrágio universal directo estipula que, "Para a eleição dos representantes ao Parlamento Europeu, a cada eleitor só é permitido votar uma vez". Porém, não existe nenhuma disposição semelhante relativamente à candidatura". Leia no Parlamento Europeu.
Fantástico
O explorador Bernard Buigues observa o que se pensa serem os chifres de um mamute com 23 mil anos, cujo corpo ficou conservado no gelo da Sibéria. Esta foto de arquivo ilustra a descoberta de ADN pré-histórico bem conservado no pelo desta espécie de ancestral de elefante. (foto da AP, publicada no Sol, online)
Europa contra o cancro
"O Parlamento Europeu adoptou hoje uma declaração escrita na qual sublinha que, "se o cancro for abordado no âmbito de uma estratégia abrangente, deixará, a breve trecho, de constituir a primeira causa de morte na Europa". Os eurodeputados solicitam ao Conselho e à Comissão a formulação de uma estratégia abrangente que incida nos quatro principais factores de controlo do cancro: prevenção; despistagem precoce; diagnóstico, tratamento e acompanhamento; cuidados paliativos. O PE exorta ainda a Comissão Europeia: - a incentivar a investigação e a inovação na área da prevenção primária e da despistagem precoce do cancro; - a promover campanhas de informação adequadas que tenham como alvo o grande público e os prestadores de cuidados de saúde; - a garantir que a legislação comunitária preveja incentivos para a indústria e os investigadores, a fim de assegurar a investigação em curso e de garantir novas gerações de medicamentos e novas terapias de combate e de controlo do cancro; - a garantir, através de redes, a divulgação das melhores práticas, de molde a assegurar aos cidadãos o acesso à melhor terapia disponível. O cancro continua a constituir a primeira causa de morte na Europa. O PE refere que 1/3 de todos os cancros é passível de prevenção e que 1/3 dos mesmos pode ser objecto de despistagem precoce, conduzindo, por conseguinte, a um tratamento bem sucedido". (fonte: PE)
Europa: Estereótipos e diferenças salariais entre mulheres e homens na UE
"No relatório sobre a igualdade entre mulheres e homens na UE em 2007, o Parlamento Europeu recomenda que sejam postas em prática a nível europeu acções de sensibilização para uma "tolerância zero" em relação a insultos sexistas e representações degradantes das mulheres nos meios de comunicação social e na comunicação comercial. Em relação aos salários, o relatório salienta que "não houve qualquer progresso significativo" na aplicação do princípio "para trabalho igual, salário igual". De acordo com o relatório da Comissão dos Direitos da Mulher e da Igualdade dos Géneros do PE, não se verifica uma evolução importante relativamente ao relatório precedente no que respeita às diferenças salariais entre homens e mulheres (cerca de 15%, em média, na UE), o que "é uma prova inequívoca de que não houve qualquer progresso significativo na aplicação do princípio para trabalho igual, salário igual", introduzido há trinta anos pela directiva relativa à aplicação do princípio da igualdade de remuneração entre trabalhadores masculinos e femininos. A distribuição da riqueza entre homens e mulheres na UE também continua a ser desigual". Leia no Parlamento Europeu.
A Europa e a cultura
Aos mais interessados nas questões culturais, aos que porventura desejem conhecer o pensamento europeu sobre esta matéria, e tomar conhencimento de alguns dos documentos mais recentes, nomeadamente o "Programme Culture (2007-2013)", recomendo este link.
Europa: O lapso?
" O Quarto Forum Europeou da Coesão", começou hoje em Bruxelas, no edificio Charlemagne, e termina amanhã. O programa destaca quatro temas essenciais:
- "Unas regiones en crecimiento, una Europa en crecimiento" (de Portugal figura como orador, Francisco NUNES CORREIA, Ministro de Meio Ambiente, Política Territorial e Desenvolvimento Regional);
- "Nuevos retos para la UE y sus regiones" (de Portugal figura como orador, José Carlos ZORRINHO, Coordenador Nacional de la Estrategia de Lisboa);
- "Respondiendo a los retos: las regiones como actores de crecimiento y de competitividad" (de Portugal não figura ninguém como orador)
- Sessão de encerramento "El valor añadido de la política de cohesión de la UE" (de Portugal figura como orador, José SÓCRATES, Primeiro Ministro de Portugal, Presidencia da UE)
Eu julgo que estamos perante mais um lapso. Um encontro importante sem dúvida, no qual as regiões europeias, todas sem excepções, foram postas à margem, deste encontro, não só as duas regiões autónomas portuguesas, no caso de Portugal, mas toda sãs regiões existentes no Continente. É mais um exemplo da Europa construída (e imposta) de cima para baixo, de uma Europa que será sempre um projecto falhado, uma Europa que nunca conseguirá ser consistente e mobilizadora. Por causa deste centralismo e da “ditadura” da nomenclatura iluminada que se agarra qual lapa ao poder comunitário impondo a partir daí as suas leis, regras e vontades.
Europa: "Quarto Fórum Europeu da Coesão" (II)
Conheca as QUESTÕES-CHAVE do "Quarto Fórum Europeu da Coesão". O relatório propõe as seguintes questões para um amplo debate sobre o futuro da política de coesão.
1. Que lições pode tirar da experiência da preparação dos programas 2007/2013? Neste contexto e à luz da análise apresentada pelo presente relatório, em que medida está a política de coesão adaptada aos novos desafios que as regiões europeias enfrentarão nos próximos anos? Por exemplo:
1.1. Como podem as regiões reagir às pressões de reestruturação por parte de concorrentes dinâmicos em sectores de baixa e média tecnologia?
1.2. Dadas as amplas diferenças nas taxas de natalidade, taxas de mortalidade e fluxos migratórios a nível regional, qual é o papel da política de coesão na resposta à mudança demográfica?
1.3. Em que medida são as alterações climáticas um desafio para a política de coesão?
2. Como pode a política de coesão continuar a desenvolver uma abordagem integrada e mais flexível relativamente ao desenvolvimento/crescimento e emprego neste novo contexto?
2.1. Como pode a política de coesão promover melhor um desenvolvimento harmonioso, equilibrado e sustentável, tendo em conta a diversidade de territórios da UE, como as áreas menos favorecidas, ilhas, áreas rurais e costeiras, mas também as cidades, regiões industriais em declínio e outras áreas com características geográficas particulares?
2.2. Quais são as repercussões dos desafios identificados no relatório para elementos-chave da coesão social como a inclusão, a integração e a igualdade de oportunidade para todos? São necessários outros esforços para prever e contrariar essas repercussões?
2.3. Quais são as principais competências futuras que são essenciais para os nossos cidadãos enfrentarem novos desafios?
2.4. Quais são as competências críticas que devem ser desenvolvidas a nível regional para tornar as regiões concorrenciais à escala global?
3. Após a análise das questões precedentes, qual é a avaliação do sistema de gestão desta política para o período 2007-2013?
3.1. Dada a necessidade de uma gestão eficiente dos programas da política de coesão, qual é a repartição óptima das responsabilidades entre os níveis comunitário, nacional e regional num sistema de governação com vários níveis?
3.2. Como pode a política de coesão tornar-se mais eficaz no apoio das políticas públicas nos Estados-Membros e regiões? Que mecanismos de execução poderiam fazer com que a política se baseasse mais no desempenho e se tornasse mais simples para o utilizador?
3.3. Como podemos reforçar a relação entre política de coesão e outras políticas nacionais e comunitárias para alcançar mais e melhores sinergias e complementaridades?
3.4. Quais são as novas oportunidades de cooperação entre regiões, tanto dentro como fora da UE?
1. Que lições pode tirar da experiência da preparação dos programas 2007/2013? Neste contexto e à luz da análise apresentada pelo presente relatório, em que medida está a política de coesão adaptada aos novos desafios que as regiões europeias enfrentarão nos próximos anos? Por exemplo:
1.1. Como podem as regiões reagir às pressões de reestruturação por parte de concorrentes dinâmicos em sectores de baixa e média tecnologia?
1.2. Dadas as amplas diferenças nas taxas de natalidade, taxas de mortalidade e fluxos migratórios a nível regional, qual é o papel da política de coesão na resposta à mudança demográfica?
1.3. Em que medida são as alterações climáticas um desafio para a política de coesão?
2. Como pode a política de coesão continuar a desenvolver uma abordagem integrada e mais flexível relativamente ao desenvolvimento/crescimento e emprego neste novo contexto?
2.1. Como pode a política de coesão promover melhor um desenvolvimento harmonioso, equilibrado e sustentável, tendo em conta a diversidade de territórios da UE, como as áreas menos favorecidas, ilhas, áreas rurais e costeiras, mas também as cidades, regiões industriais em declínio e outras áreas com características geográficas particulares?
2.2. Quais são as repercussões dos desafios identificados no relatório para elementos-chave da coesão social como a inclusão, a integração e a igualdade de oportunidade para todos? São necessários outros esforços para prever e contrariar essas repercussões?
2.3. Quais são as principais competências futuras que são essenciais para os nossos cidadãos enfrentarem novos desafios?
2.4. Quais são as competências críticas que devem ser desenvolvidas a nível regional para tornar as regiões concorrenciais à escala global?
3. Após a análise das questões precedentes, qual é a avaliação do sistema de gestão desta política para o período 2007-2013?
3.1. Dada a necessidade de uma gestão eficiente dos programas da política de coesão, qual é a repartição óptima das responsabilidades entre os níveis comunitário, nacional e regional num sistema de governação com vários níveis?
3.2. Como pode a política de coesão tornar-se mais eficaz no apoio das políticas públicas nos Estados-Membros e regiões? Que mecanismos de execução poderiam fazer com que a política se baseasse mais no desempenho e se tornasse mais simples para o utilizador?
3.3. Como podemos reforçar a relação entre política de coesão e outras políticas nacionais e comunitárias para alcançar mais e melhores sinergias e complementaridades?
3.4. Quais são as novas oportunidades de cooperação entre regiões, tanto dentro como fora da UE?
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