Escreve o jornalista do Cinco Dias, Jaume Viñas que "Hacienda ha rechazado el plan de ajuste de Asturias en el Consejo de Política Fiscal y Financiera que se está celebrando en estos momentos. El ministro de Hacienda, Cristóbal Montoro, y la consejera de Hacienda de Andalucía, Carmen Martínez Aguayo, han monopolizando el pleno ante las dudas del Gobierno acerca del plan de reequilibrio presentado por el Gobierno de José Antonio Griñán. Montoro pide un ajuste adicional de 500 millones. Finalmente han llegado a un acuerdo. El Consejo de Política Fiscal y Financiera celebrado esta tarde ha aprobado la mayoría de planes de reequilibrio que han presentado las comunidades para asegurar que reducirán su déficit al 1,5% del PIB. Sin embargo, Hacienda ha rechazado las medidas de Asturias, cuyo Gobierno actual está en funciones a la espera de que se forme el nuevo Ejecutivo, y ha repescado en el último momento el plan andaluz. Los representantes de Andalucía han negociado con Montoro ante la presencia de todos los consejeros de Hacienda. El Ejecutivo andaluz anunció esta semana un reducción de salarios de los empleados públicos y una subida del IRPF, del céntimo sanitario y del impuesto sobre actos jurídicos documentados. Aun así, Hacienda duda de que la mayor comunidad gobernada por el PSOE pueda reducir su déficit del 3,2% al 1,5% este año. Por ello, Montoro reclama un ajuste adicional de 500 millones. Por otra parte, Montoro ha señalado durante la reunión que el Gobierno no dudará en intervenir a aquellas comunidades que se aparten del objetivo de déficit, una posibilidad contemplada en la nueva Ley de Estabilidad Presupuestaria. De hecho, Asturias ya está advertida de una posible intervención ante el vacío de poder que existe en la comunidade".sexta-feira, maio 18, 2012
A crise das autonomias espanholas: "Hacienda rechaza el plan de ajuste de Asturias y negocia el de Andalucía"
Escreve o jornalista do Cinco Dias, Jaume Viñas que "Hacienda ha rechazado el plan de ajuste de Asturias en el Consejo de Política Fiscal y Financiera que se está celebrando en estos momentos. El ministro de Hacienda, Cristóbal Montoro, y la consejera de Hacienda de Andalucía, Carmen Martínez Aguayo, han monopolizando el pleno ante las dudas del Gobierno acerca del plan de reequilibrio presentado por el Gobierno de José Antonio Griñán. Montoro pide un ajuste adicional de 500 millones. Finalmente han llegado a un acuerdo. El Consejo de Política Fiscal y Financiera celebrado esta tarde ha aprobado la mayoría de planes de reequilibrio que han presentado las comunidades para asegurar que reducirán su déficit al 1,5% del PIB. Sin embargo, Hacienda ha rechazado las medidas de Asturias, cuyo Gobierno actual está en funciones a la espera de que se forme el nuevo Ejecutivo, y ha repescado en el último momento el plan andaluz. Los representantes de Andalucía han negociado con Montoro ante la presencia de todos los consejeros de Hacienda. El Ejecutivo andaluz anunció esta semana un reducción de salarios de los empleados públicos y una subida del IRPF, del céntimo sanitario y del impuesto sobre actos jurídicos documentados. Aun así, Hacienda duda de que la mayor comunidad gobernada por el PSOE pueda reducir su déficit del 3,2% al 1,5% este año. Por ello, Montoro reclama un ajuste adicional de 500 millones. Por otra parte, Montoro ha señalado durante la reunión que el Gobierno no dudará en intervenir a aquellas comunidades que se aparten del objetivo de déficit, una posibilidad contemplada en la nueva Ley de Estabilidad Presupuestaria. De hecho, Asturias ya está advertida de una posible intervención ante el vacío de poder que existe en la comunidade".quinta-feira, maio 17, 2012
Opinião: "As asas do dinheiro..."
"Desde início que muita especulação, polémica, muita mentira mas sobretudo muita idiotice caracterizou o processo negocial entre a Região e o Estado, particularmente as infindáveis "novelas" à volta do dinheiro que viria não sei quando mas que nunca apareceu em lado nenhum. Agora, segundo Ventura Garcês, pode ser que até final de Maio "parte" desse montante abrangido pelo "plano de resgate", possa começar a aparecer algures. Durante meses a fio, a culpa era do orçamento rectificativo que não havia maneira de ser aprovado. Depois, com a sua aprovação e publicação, persistiram as mesmas dúvidas: afinal o tão desejado "dinheiro" teria ou não asas para fazer o percurso entre Lisboa e o Funchal. Se é que alguma vez o fará.
Com eleições regionais em Outubro e o consequente processo legislativo de posse do novo governo regional e aprovação do seu programa de governo, era impensável que em Dezembro de 2011 - quando foi aprovado o orçamento de Estado para 2012 - a questão da Madeira fosse contemplada e resolvida. Até porque as negociações entre Funchal e Lisboa - um processo do qual espero que um dia se faça a verdadeira história, até para que os cidadãos percebam tudo o que se passou, particularmente as chantagens, as contradições, as ameaças, etc - apenas terminaram em final de Janeiro deste ano, altura em que Lisboa decidiu avançar com um orçamento rectificativo que apenas foi aprovado em Março deste ano e publicado no início da Maio (vejam bem, quase cinco meses para elaborar, aprovar e publicar uma proposta de orçamento rectificativo!).
Quando entre Janeiro e Maio se andou a falar (e a perder tempo) do dinheiro sem asas, de prazos e não sei que mais, tudo não passou de pura especulação, porque na realidade sem esse rectificativo nada poderia ser feito. Até porque Lisboa não tem dinheiro para satisfazer esse montante (cerca de 1.000 milhões de euros) de uma só vez em, presumo, sem fazer exigências que controlem o seu destino. Agora que o dinheiro poderá ter asas, dizem que afinal subsistem novas divergências com Lisboa, desta feita centradas na alegada exigência de saber por onde começar com os pagamentos, se pelos mais antigos (e incluindo a banca e a construção civil), se pelos fornecedores mais pequenos, sem observância por qualquer regra da antiguidade. A mim pouco me importa saber o que será resolvido. Importa sim que o façam rapidamente porque atingimos o limite. O que está em causa, repito, é que o dinheiro chegue e que seja distribuído proporcional e rapidamente, para que não existam elefantes à disputa com formigas num desequilíbrio de credores que dificilmente seria tolerado pela sociedade madeirense.
Depois, e bem vistas as coisas, é óbvio que o Governo Regional precisa de dinheiro para as escolas, para a saúde, para o desporto, para não sei quantos mais sectores, por forma a poder cumprir os seus compromissos, que institucionais, quer funcionais quer contratuais. Quanto a isto, confesso que não sei bem como é que o executivo vai resolver esta segunda questão financeira, na perspectiva de que não podemos voltar a entrar num círculo vicioso ciclicamente repetido. Aliás, sou um descrente - e assumo o risco de ficar isolado – por temer o impacto da situação real do nosso país e da Europa e pela ameaçadora influência que a crise grega terá na economia europeia, quanto à possibilidade da Madeira ver resolvida a sua complicada situação financeira até final de 2015. E provavelmente será bom que se assuma esse desfecho como uma possibilidade provável, por muito incómoda que ela seja. É uma questão de fazer contas: se a Madeira precisaria de 2.500 a 3.000 milhões de euros para pagar parte significativa de uma dívida regional que ultrapassa os 6.000 milhões de euros, se desse montante apenas receberá cerca de 1.500 milhões de euros, dependendo o restante de negociações que terão lugar, não se sabe bem com que enquadramento nem com que parâmetros e novas exigências, parece-me evidente que há aqui qualquer coisa que falha neste processo, que precisa ser explicada pragmaticamente e com verdade aos cidadãos para que eles realmente percebam melhor o que se passa e o que está em causa.
Tenho a sensação, e não sou o único a pensar assim, que há qualquer coisa que precisa de ser melhor explicada. Pragmaticamente. Sobre como vai a Região cumprir os compromissos com os seus credores e conciliar as suas necessidades financeiras com essas. A que se junta uma enigmaticamente revisão da lei de Finanças regionais, imposta pela "troika" ao país por via do memorando de Maio de 2011 e que foi negociado pelos socialistas. Neste quadro, insisto na necessidade da Secretaria regional das Finanças (nesta crise orçamental passou a ser o departamento governamental mais importante e o mais poderoso na estrutura regional do executivo), dotada como está de condições logísticas para isso, tomar sempre a iniciativa, sempre que for necessário fazê-lo, em vez de ir fragilizada a reboque de notícias que depois desmente, mas que não apaga a dúvida. O contraste entre o destaque dado a uma notícia depois desmentida e o relevo dado ao desmentido é, desde logo, a primeira causa dessa fragilidade e principal razão desta necessidade de, nesta conjuntura, ser preferível termos a iniciativa em vez de irmos a reboque das situações à medida que elas são geradas por terceiros, num processo comunicacional que as entidades oficiais acabam por não controlar.
O que se passa com os 1000 milhões é que, pelos vistos, eles não têm tido asas para voar livremente, provavelmente porque Lisboa desconfia da Madeira, mas nada diz sobre o facto de o Estado já ter espatifado 8 mil milhões de euros no falido BPN (mais do que a dívida madeirense) que vendeu por pouco mais de 40 milhões! Estamos a falar de montantes financeiros acordados por duas partes, que estão consignados, controlados, mas que estão a gerar mal-estar, mais divergências porque no fundo Lisboa e o Funchal sabem que esse montante não cobre, nem de perto nem de longe, as necessidades reais para uma certa normalização da vida regional. Repito, com 2.500 milhões de euros injectados na economia e nos circuitos financeiros regionais, não tenho dúvida que poderíamos pensar em algo mais de concreto e de muito mais positivo. Mas há que pensar em 2013 que será provavelmente o pior ano de todos os que temos pela frente nos tempos mais próximos, aquele em que os efeitos mais nefastos deste plano de resgate mais se farão sentir.
No meio de toda esta tormenta irrita-me aquela idiotice portuguesa de repetidamente garantirem que "não somos como os gregos". Pois não, mas quem sabe se seremos ou não piores, quem sabe? A Grécia cometeu erros que Portugal e outros países não cometeram. Ainda. Mas é inquestionável que os gregos decidiram em liberdade e em democracia, e estão a dar uma lição aos partidos gregos mais tradicionais (responsabilizados pela situação no país) e aos europeus em geral, votando em partidos que combatem a austeridade, que recusam os programas de ajustamento e querem libertar os cidadãos das amarras do capitalismo selvagem personificado pela Alemanha. Sem provavelmente terem a consciências das consequências que daí possam resultar" (in Jornal da Madeira, 18 de Maio de 2012)
Com eleições regionais em Outubro e o consequente processo legislativo de posse do novo governo regional e aprovação do seu programa de governo, era impensável que em Dezembro de 2011 - quando foi aprovado o orçamento de Estado para 2012 - a questão da Madeira fosse contemplada e resolvida. Até porque as negociações entre Funchal e Lisboa - um processo do qual espero que um dia se faça a verdadeira história, até para que os cidadãos percebam tudo o que se passou, particularmente as chantagens, as contradições, as ameaças, etc - apenas terminaram em final de Janeiro deste ano, altura em que Lisboa decidiu avançar com um orçamento rectificativo que apenas foi aprovado em Março deste ano e publicado no início da Maio (vejam bem, quase cinco meses para elaborar, aprovar e publicar uma proposta de orçamento rectificativo!).
Quando entre Janeiro e Maio se andou a falar (e a perder tempo) do dinheiro sem asas, de prazos e não sei que mais, tudo não passou de pura especulação, porque na realidade sem esse rectificativo nada poderia ser feito. Até porque Lisboa não tem dinheiro para satisfazer esse montante (cerca de 1.000 milhões de euros) de uma só vez em, presumo, sem fazer exigências que controlem o seu destino. Agora que o dinheiro poderá ter asas, dizem que afinal subsistem novas divergências com Lisboa, desta feita centradas na alegada exigência de saber por onde começar com os pagamentos, se pelos mais antigos (e incluindo a banca e a construção civil), se pelos fornecedores mais pequenos, sem observância por qualquer regra da antiguidade. A mim pouco me importa saber o que será resolvido. Importa sim que o façam rapidamente porque atingimos o limite. O que está em causa, repito, é que o dinheiro chegue e que seja distribuído proporcional e rapidamente, para que não existam elefantes à disputa com formigas num desequilíbrio de credores que dificilmente seria tolerado pela sociedade madeirense.
Depois, e bem vistas as coisas, é óbvio que o Governo Regional precisa de dinheiro para as escolas, para a saúde, para o desporto, para não sei quantos mais sectores, por forma a poder cumprir os seus compromissos, que institucionais, quer funcionais quer contratuais. Quanto a isto, confesso que não sei bem como é que o executivo vai resolver esta segunda questão financeira, na perspectiva de que não podemos voltar a entrar num círculo vicioso ciclicamente repetido. Aliás, sou um descrente - e assumo o risco de ficar isolado – por temer o impacto da situação real do nosso país e da Europa e pela ameaçadora influência que a crise grega terá na economia europeia, quanto à possibilidade da Madeira ver resolvida a sua complicada situação financeira até final de 2015. E provavelmente será bom que se assuma esse desfecho como uma possibilidade provável, por muito incómoda que ela seja. É uma questão de fazer contas: se a Madeira precisaria de 2.500 a 3.000 milhões de euros para pagar parte significativa de uma dívida regional que ultrapassa os 6.000 milhões de euros, se desse montante apenas receberá cerca de 1.500 milhões de euros, dependendo o restante de negociações que terão lugar, não se sabe bem com que enquadramento nem com que parâmetros e novas exigências, parece-me evidente que há aqui qualquer coisa que falha neste processo, que precisa ser explicada pragmaticamente e com verdade aos cidadãos para que eles realmente percebam melhor o que se passa e o que está em causa.
Tenho a sensação, e não sou o único a pensar assim, que há qualquer coisa que precisa de ser melhor explicada. Pragmaticamente. Sobre como vai a Região cumprir os compromissos com os seus credores e conciliar as suas necessidades financeiras com essas. A que se junta uma enigmaticamente revisão da lei de Finanças regionais, imposta pela "troika" ao país por via do memorando de Maio de 2011 e que foi negociado pelos socialistas. Neste quadro, insisto na necessidade da Secretaria regional das Finanças (nesta crise orçamental passou a ser o departamento governamental mais importante e o mais poderoso na estrutura regional do executivo), dotada como está de condições logísticas para isso, tomar sempre a iniciativa, sempre que for necessário fazê-lo, em vez de ir fragilizada a reboque de notícias que depois desmente, mas que não apaga a dúvida. O contraste entre o destaque dado a uma notícia depois desmentida e o relevo dado ao desmentido é, desde logo, a primeira causa dessa fragilidade e principal razão desta necessidade de, nesta conjuntura, ser preferível termos a iniciativa em vez de irmos a reboque das situações à medida que elas são geradas por terceiros, num processo comunicacional que as entidades oficiais acabam por não controlar.
O que se passa com os 1000 milhões é que, pelos vistos, eles não têm tido asas para voar livremente, provavelmente porque Lisboa desconfia da Madeira, mas nada diz sobre o facto de o Estado já ter espatifado 8 mil milhões de euros no falido BPN (mais do que a dívida madeirense) que vendeu por pouco mais de 40 milhões! Estamos a falar de montantes financeiros acordados por duas partes, que estão consignados, controlados, mas que estão a gerar mal-estar, mais divergências porque no fundo Lisboa e o Funchal sabem que esse montante não cobre, nem de perto nem de longe, as necessidades reais para uma certa normalização da vida regional. Repito, com 2.500 milhões de euros injectados na economia e nos circuitos financeiros regionais, não tenho dúvida que poderíamos pensar em algo mais de concreto e de muito mais positivo. Mas há que pensar em 2013 que será provavelmente o pior ano de todos os que temos pela frente nos tempos mais próximos, aquele em que os efeitos mais nefastos deste plano de resgate mais se farão sentir.
No meio de toda esta tormenta irrita-me aquela idiotice portuguesa de repetidamente garantirem que "não somos como os gregos". Pois não, mas quem sabe se seremos ou não piores, quem sabe? A Grécia cometeu erros que Portugal e outros países não cometeram. Ainda. Mas é inquestionável que os gregos decidiram em liberdade e em democracia, e estão a dar uma lição aos partidos gregos mais tradicionais (responsabilizados pela situação no país) e aos europeus em geral, votando em partidos que combatem a austeridade, que recusam os programas de ajustamento e querem libertar os cidadãos das amarras do capitalismo selvagem personificado pela Alemanha. Sem provavelmente terem a consciências das consequências que daí possam resultar" (in Jornal da Madeira, 18 de Maio de 2012)
Crise das autonomias espanholas: "El ajuste autonómico asciende a 18.349 millones de euros"
Li hoje no Cinco Dias que "el secretario de Estado de Administraciones Públicas, Antonio Beteta, ha anunciado en la rueda de prensa posterior al Consejo de Política Fiscal y Financiera que los planes de ajuste de las comunidades autónomas aprobados este jueves ascienden a 18.349 millones de euros. Hasta 13.071 millones corresponden a las reducciones vía gastos y 5.278, al incremento de ingresos. Así, los recortes regionales vienen de la mano sobre todo de los recortes en el gasto, aunque cabe la posibilidad de que los ingresos sean superiores a los previstos gracias a los aumentos del IRPF, el céntimo sanitario o los tributos de carácter ambiental, ha recordado Beteta".
A crise das autonomias espanholas: "Andalucía es la región que paga más impuestos de Europa"
Escreve a jornalista do Expansion, Mercedes Serraller que "el ajuste de 2.500 millones de euros del presupuesto de 2012 aprobado por el Gobierno andaluz para cumplir con el objetivo de déficit recorta complementos salariales de los funcionarios y sube impuestos. La Junta ha realizado un alza de tributos variada, que coloca a los tramos más altos del IRPF a la cabeza de España con Cataluña, y como líder de Europa sólo detrás de Suecia y Bélgica. Pero el resto de incrementos convierten a Andalucía en la región que tiene la fiscalidad más elevada del continente. El tramo autonómico del IRPF andaluz quedó en el 55% después de la subida estatal. Además, según estaba previsto al principio en los Presupuestos de 2012, ya recogía una subida de tres puntos en el tipo marginal, para las rentas más altas, esto es, para las bases imponibles superiores a 120.000 euros. La nueva modificación de los tramos redunda en un aumento de la presión fiscal hasta alcanzar el tipo marginal del 56% en las rentas más altas que sólo tiene Cataluña. Por su parte, Madrid sigue en el 52%. Suecia tiene un gravamen del 56,6% y muchas más exenciones y servicios en otros ámbitos. La Junta también sube el impuesto de Patrimonio, el de Actos Jurídicos Documentados (AJD) y el céntimo sanitario, que grava los hidrocarburos. Espera recaudar 350 millones por venta de inmuebles. Esta medida ya la contempló sin éxito en las cuentas de 2011. La Fundación de Estudios de Economía Aplicada (Fedea) ha alertado sobre el peligro que supone fiar las previsiones de ingresos a un impuesto ligado al mercado inmobiliario e, incluso, presupuestarlo por encima de lo recaudado en 2011. Todos estos incrementos convierten a la región en una de las de mayor presión fiscal de Europa. Cataluña, que no le va a la zaga, ha pospuesto la reactivación del Impuesto sobre Sucesiones que anunció hace unos días a 2013, siempre que la coyuntura no mejore. Y no ha anunciado, de momento, nuevas alzas tributarias. Así, Andalucía se prevé multiplicar por 1.10 la tarifa actual del Impuesto de Patrimonio, mediante la cual confía en obtener una recaudación de nueve millones. También multiplica por dos el tipo de gravamen autonómico del Impuesto sobre las ventas de minoristas de Hidrocarburos, el conocido como céntimo sanitario que el Gobierno ha adaptado a las exigencias normativas de Bruselas en los Presupuestos del Estado, hasta agotar la banda máxima permitida a las regiones. Además, Andalucía aumentará del 1,2% al 1,5% el tipo de gravamen general del impuesto sobre AJD. La subida de impuestos se completa con el aumento de la tasa sobre el juego para gravar a las máquinas recreativas"
A crise das autonomias espanholas: "Las comunidades presentarán sus cuentas mes a mes ante los mercados"
Escreve o jornalista do El Mundo, Francisco Núñez, que "el secretario de Estado de Administraciones Públicas, Antonio Beteta, ha adelantado que las comunidades autónomas presentarán sus cuentas en contabilidad nacional mes a mes para convencer de esta forma a los mercados y a los ciudadanos. Beteta ha dado el visto bueno a los planes de ajuste de las comunidades autónomas que mañana serán abordados en el Consejo de Política Fiscal y Financiera. El secretario de Estado consideró "satisfactorios" estos planes porque han concretado las medidas para alcanzar el déficit previsto tras un periodo "de zozobra e inexactitud". Muchos de estos planes se presentaron ayer "a altas horas de la noche". Por ello, el Gobierno va a analizar y pedir explicaciones a las comunidades "hasta el último momento" sobre los ajustes. Además, la intención del Ejecutivo es hacer públicos todos los ajustes regionales en sus páginas web. Al acto acudieron los consejeros de Hacienda de comunidades como Madrid, Valencia y Castilla-La Mancha. José Manuel Vela, de la valenciana, pidió al Gobierno que actúe para facilitar la liquidez de las regiones. Vela, como los representantes del resto de las regiones, espera que el Consejo marque "un antes y después". En su opinión, las comunidades han hecho un gran esfuerzo en materia de gasto y "un ejercicio de responsabilidad". Respecto a la emisión de hispanobonos, Vela reclamó al Gobierno que los avale el Estado porque la deuda de las comunidades es la deuda del Reino de España. Por otra parte, Beteta ha adelantado que el Gobierno estudia reasignar a los trabajadores de la función pública según las necesidades de la administración general del Estado. El Ejecutivo realizará "un cuidadoso diagnóstico" para valorar estas necesidades y Beteta asegura que "no se trata de despedir sino de priorizar".
Crise das autonomias espanholas: "Moody's rebaja a Cataluña y Murcia a bono basura por sus problemas de déficit"
Segundo o jornalista do El Pais, Alvaro Romero, "la agencia de calificación Moody's ha rebajado esta tarde la nota de solvencia de cuatro comunidades españolas por su incapacidad para reducir el déficit en 2011, sus problemas de financiación y la duda de que, ante el escenario de recesión y caída de ingresos que atraviesa el conjunto del país, puedan alcanzar el objetivo hasta el 1,5% del PIB a final de este año. El tijeretazo, anunciado al mismo tiempo que las comunidades discutían sus planes de ajustes con Hacienda, es especialmente acusado para Cataluña y Murcia, que han caído al nivel del bono basura. Con la entrada de estas dos regiones por debajo del nivel considerado como una inversión aceptable ya son cuatro las autonomías restringidas a los especuladores, según se desprende de la descripción que hace Moody's de sus calificaciones. En concreto, la nota de Andalucía baja en dos escalones, de A3 a Baa2, y la de Extremadura cae en uno, de A3 a Baa1, lo que equivale a un aprobado muy raspado, pero todavía por encima de ser consideradas de alto riesgo. De las que han caído en bono basura Murcia ve su calificación recortada en dos escalones, con lo que pasa de Baa2 a Ba1, mientras Cataluña cede uno y se queda con una nota de Ba1. Por su parte, Valencia y Castilla-La Mancha, también dentro del paraguas del bono basura, también estaban en revisión y se quedan como estaban con una calificación de Ba2 y Ba3, respectivamente. El argumento para ello es que, aunque cuentan con una posición financiera débil, el Estado garantizará su liquidez a cambio de un mayor control sobre sus cuentas para evitar una quiebra que sería inevitable sin el apoyo de la Administración Central. Además, la agencia ha dejado a todas estas autonomías en perspectiva negativa, lo que indica que hay más posibilidades de que registren un nuevo recorte que de lo contrario. Moody's argumenta su decisión en la fuerte desviación en el déficit que han registrado todas estas comunidades en 2011 frente al objetivo del 1,3% mientras, con vistas al futuro, destaca que hay pocas posibilidades de que cumplan con la meta del 1,5% del PIB. También calcula que su deuda seguirá subiendo, sobre todo en Cataluña y Murcia, donde llegará hasta el 220% y el 140% del PIB.Bajadas pese a las reformas
"Aunque las reformas estructurales en educación y sanidad anunciadas en abril de 2012 ayudarán a reducir el déficit en el medio plazo, algunas medidas serán difíciles de implementar y su efecto en la ejecución presupuestaria de este ejercicio será limitado", señala el informe remitido entre inversores por la sociedad. A continuación, afirma que "por tanto, estas cuatro regiones seguirán registrando incrementos en su deuda pública y altos desequilibirios presupuestarios" al mismo tiempo que sufren en mayor medida que el resto de regiones la imposibilidad para acceder al mercado a financiarse. Sobre cuál será su próximo movimiento, Moody's señala que la eventual puesta en marcha de nuevos instrumentos de financiación como los hispanobonos ayudaría a una mejora de sus notas de solvencia. Por el lado contrario advierte de que un deterioro económico mayor de lo esperado o el incumplimiento efectivo de sus objetivos de déficit empujaría a la baja sus calificaciones. El análisis, que es ampliable a las cuatro regiones que han sido víctimas de la tijera, no tiene en cuenta los recientes recortes de gasto anunciados esta misma semana por Cataluña, cuyo plan de ajuste total alcanza los 4.295 millones de euros entre recorte de gasto y aumento de ingresos, ni por Andalucía".
Madeira: Governo aprova Programa Regional para a Intervenção Social (PRIS 2012 – 2015)
O Conselho de Governo Regional da Madeira, reunido hoje em plenário, aprovou o Programa Regional para a Intervenção Social (PRIS 2012 – 2015), medida que consta do Programa de Governo Regional da Madeira para esta legislatura. O PRIS tem como objetivo principal a promoção da inclusão social, através de medidas de prevenção de situações de pobreza e de redução das desigualdades, bem como medidas específicas para grupos e casos de maior vulnerabilidade. O Programa Regional de Intervenção Social desenvolve-se em 3 eixos de intervenção:
Eixo I: Combate às formas de pobreza e exclusão, mais severas e duradouras
- Reforço do trabalho desenvolvido com as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), rentabilizando as estruturas já existentes.
Proteção dos grupos sociais mais vulneráveis: crianças e jovens, pessoas com deficiência, idosos, famílias monoparentais, pessoas sem-abrigo e pessoas vítimas de violência doméstica.
Majoração do subsídio de desemprego (10%) para os casais desempregados com filhos a cargo e famílias monoparentais.
Aplicação de tarifa social extraordinária na eletricidade.
Reforço do trabalho das Comissões de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) ao nível da prevenção primária e secundária, sem prejuízo do princípio da subsidiariedade.
Reforço do apoio aos idosos no domicílio.
Criação dum sistema de alerta integrado, para os idosos que vivem sós.
Gestão partilhada de equipamentos sociais oficiais com Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS).
Eixo II: Intervenção sobre os novos fenómenos de pobreza
Plano de Emergência Social.
Incentivo ao trabalho socialmente necessário, para beneficiários de RSI
Criação de medidas dirigidas às famílias com graves privações de rendimentos, especialmente decorrentes da perda de emprego.
Gestão integrada dos apoios em espécie às famílias, nomeadamente géneros alimentares.
Garantia da atribuição de uma refeição diária às famílias que não as consigam prover.
Eixo III: Promoção do exercício de cidadania
Envelhecimento Ativo.
Voluntariado.
Responsabilidade Social.
Programa de literacia financeira para famílias.
Reforço da formação aos trabalhadores dos equipamentos sociais, oficiais e de IPSS.
O PRIS integra no eixo de intervenção II as ações do Plano de Emergência Social. Contará com 1,5 milhões de euros para as outras ações a desenvolver no corrente ano.
Eixo I: Combate às formas de pobreza e exclusão, mais severas e duradouras
- Reforço do trabalho desenvolvido com as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), rentabilizando as estruturas já existentes.
Proteção dos grupos sociais mais vulneráveis: crianças e jovens, pessoas com deficiência, idosos, famílias monoparentais, pessoas sem-abrigo e pessoas vítimas de violência doméstica.
Majoração do subsídio de desemprego (10%) para os casais desempregados com filhos a cargo e famílias monoparentais.
Aplicação de tarifa social extraordinária na eletricidade.
Reforço do trabalho das Comissões de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) ao nível da prevenção primária e secundária, sem prejuízo do princípio da subsidiariedade.
Reforço do apoio aos idosos no domicílio.
Criação dum sistema de alerta integrado, para os idosos que vivem sós.
Gestão partilhada de equipamentos sociais oficiais com Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS).
Eixo II: Intervenção sobre os novos fenómenos de pobreza
Plano de Emergência Social.
Incentivo ao trabalho socialmente necessário, para beneficiários de RSI
Criação de medidas dirigidas às famílias com graves privações de rendimentos, especialmente decorrentes da perda de emprego.
Gestão integrada dos apoios em espécie às famílias, nomeadamente géneros alimentares.
Garantia da atribuição de uma refeição diária às famílias que não as consigam prover.
Eixo III: Promoção do exercício de cidadania
Envelhecimento Ativo.
Voluntariado.
Responsabilidade Social.
Programa de literacia financeira para famílias.
Reforço da formação aos trabalhadores dos equipamentos sociais, oficiais e de IPSS.
O PRIS integra no eixo de intervenção II as ações do Plano de Emergência Social. Contará com 1,5 milhões de euros para as outras ações a desenvolver no corrente ano.
Grupo TAP agrava prejuízos em quase 20 milhões de euros em 2011
Diz o Jornal I que "a TAP SGPS obteve um prejuízo de 76,8 milhões de euros em 2011, um agravamento de 19,7 milhões de euros relativamente ao ano anterior, penalizada sobretudo pelos resultados da ex-VEM, revelam as contas divulgadas pela Parpública. Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários no sábado, a Parpública - empresa que gere as participações do Estado e detém 100 por cento da TAP - afirma que "o ano de 2011 revelou-se fortemente negativo para o Grupo TAP, que encerrou o exercício com um resultado líquido negativo de 76,8 milhões de euros, significativamente pior do que o prejuízo de 57,1 milhões de euros registados no ano anterior". Segundo a mesma fonte, a área de negócio "com contributo mais fortemente negativo para o Grupo TAP continua a ser a manutenção e engenharia desenvolvida no Brasil", a ex-VEM. Em 2011, a TAP Manutenção e Engenharia Brasil S.A. registou um resultado líquido negativo de 62,7 milhões de euros, "o qual apesar de tudo foi 14,3 por cento melhor do que o prejuízo verificado em 2010 (73,1 milhões de euros".
A crise das autonomias espanholas: “Asturias pedirá compensaciones por el anuncio de tutela de sus cuentas”
Escreve o El Mundo que o governo asturiano “ha anunciado hoy que reclamará al Estado por los perjuicios económicos que el anuncio de la posible intervención de las cuentas regionales pude tener en la financiación de la deuda del Principado a corto y largo plazo. En un comunicado en el que califica el comportamiento del Gobierno central de "desleal, irrespetuoso, antijurídico y contrario a la lealtad institucional", el Ejecutivo asturiano se ha mostrado convencido de que la amenaza de intervención trasladada ayer por el Ministerio de Hacienda generará una "importante descrédito, caída inmediata del rating y encarecimiento de la financiación". Para el Ejecutivo regional, esas serán algunas de las consecuencias de lo que considera una "falsa noticia" sobre los incumplimientos de Asturias en materia de estabilidad que deja a la región y a los asturianos "desacreditados ante la comunidad financiera nacional e internacional". De hecho, ha destacado que el Gobierno no ha rechazado el Plan Económico Financiero (PEF) que el Principado trasladó hace unos días al Ministerio y que éste no ha hecho llegar ningún reparo ni ha pedido tampoco documentación adicional alguna. Es más, ha recordado que el pasado mes de marzo el Ministerio autorizó a Asturias a endeudarse en cerca de 325 millones de euros, "lo que es reflejo de la estabilidad financiera de la comunidad".
'Sin precedentes'
Tras detallar que la situación de Asturias es mejor que la de otras comunidades autónomas como Castilla-La Mancha, Cataluña, Andalucía o Valencia, el Ejecutivo que preside en funciones Francisco Álvarez-Cascos ha asegurado que el comunicado hecho ayer por el Ministerio de Hacienda "no tiene precedentes en la Historia de España" por la gravedad de su contenido y por estar basado "en meras elucubraciones acerca del futuro político". Para el Gobierno de Asturias, el Ministerio debió dirigirse antes al Principado para pedir aclaraciones y "nunca debió aparecer amenazando a una comunidad autónoma con la tutela de sus cuentas y menos, aún, sin especificar los motivos". Su manera de actuar sólo se entiende, según el Gobierno del Principado, si el Gobierno central persigue "fines políticos ajenos a la estabilidad presupuestaria" y un "evidente intento de interferir en el proceso de elección del presidente del Principado". Que el Gobierno se encuentre en funciones tampoco supone que no haya gobierno, sino que éste tiene limitadas sus funciones a la realización de actuaciones de gestión administrativa ordinaria, según el comunicado, en el que se aclara que el que salga elegido en las próximas semanas podrá también modificar el PEF y las medidas de contención del gasto que estime oportunas. Para el Ejecutivo asturiano queda claro, por lo tanto, que el interés de tutela manifestado desde el Ministerio de Hacienda no es "presupuestario o financiero, sino político, en un intento de tutelar el procedimiento de elección del presidente "en la forma que más beneficie a los intereses del Gobierno por afinidades políticas o de amistad", lo que supone una ingerencia intolerable". El Principado ha dado traslado ya de las manifestaciones realizadas hasta la fecha por el Ministerio de Hacienda a sus servicios jurídicos para que estudien la impugnación de cualquier medida que se pueda llevar a cabo, así como para formular las reclamaciones, por vía de responsabilidad patrimonial, por los perjuicios que las mismas ocasionen”.
'Sin precedentes'
Tras detallar que la situación de Asturias es mejor que la de otras comunidades autónomas como Castilla-La Mancha, Cataluña, Andalucía o Valencia, el Ejecutivo que preside en funciones Francisco Álvarez-Cascos ha asegurado que el comunicado hecho ayer por el Ministerio de Hacienda "no tiene precedentes en la Historia de España" por la gravedad de su contenido y por estar basado "en meras elucubraciones acerca del futuro político". Para el Gobierno de Asturias, el Ministerio debió dirigirse antes al Principado para pedir aclaraciones y "nunca debió aparecer amenazando a una comunidad autónoma con la tutela de sus cuentas y menos, aún, sin especificar los motivos". Su manera de actuar sólo se entiende, según el Gobierno del Principado, si el Gobierno central persigue "fines políticos ajenos a la estabilidad presupuestaria" y un "evidente intento de interferir en el proceso de elección del presidente del Principado". Que el Gobierno se encuentre en funciones tampoco supone que no haya gobierno, sino que éste tiene limitadas sus funciones a la realización de actuaciones de gestión administrativa ordinaria, según el comunicado, en el que se aclara que el que salga elegido en las próximas semanas podrá también modificar el PEF y las medidas de contención del gasto que estime oportunas. Para el Ejecutivo asturiano queda claro, por lo tanto, que el interés de tutela manifestado desde el Ministerio de Hacienda no es "presupuestario o financiero, sino político, en un intento de tutelar el procedimiento de elección del presidente "en la forma que más beneficie a los intereses del Gobierno por afinidades políticas o de amistad", lo que supone una ingerencia intolerable". El Principado ha dado traslado ya de las manifestaciones realizadas hasta la fecha por el Ministerio de Hacienda a sus servicios jurídicos para que estudien la impugnación de cualquier medida que se pueda llevar a cabo, así como para formular las reclamaciones, por vía de responsabilidad patrimonial, por los perjuicios que las mismas ocasionen”.
Crise: pedidos do Rendimento Social de Inserção disparou nos últimos 5 meses
O número de beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI) atingiu um novo recorde. Há agora mais de 300 mil pessoas a receber a prestação. Lisboa, Porto, Setúbal e Açores são as regiões onde se regista maior aumento
Primeira-dama francesa é jornalista, divorciada e mãe de três filhos
França tem um novo Presidente e uma nova primeira-dama. A sucessora de Carla Bruni chama-se Valérie Trierweiler, tem 47 anos, é divorciada e mãe de 3 filhos. Jornalista de profissão diz não querer pousar a caneta nem ser um bibelô. Uma mulher discreta e pouco conhecida pelos franceses
Saúde: Pita Barros alerta para consequências do acordo entre Governo e indústria farmacêutica
O especialista em Economia da Saúde Pedro Pita Barros afirma que o acordo entre o Governo e a indústria farmacêutica pode atrasar a chegada de novos medicamentos a Portugal. Depois de a Antena1 ter avançado que a Apifarma – Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica e o Executivo acertaram um acordo que permite ao Estado pagar menos 300 milhões de euros em medicamentos, Pedro Pita Barros antevê algumas das consequências que poderão verificar-se no mercado farmacêutico português. O professor catedrático da Nova School of Business and Economics afirma que determinados medicamentos podem ser retirados do mercado de forma discreta e novos medicamentos nem sequer vão chegar a Portugal. O professor de Economia na área do mercado farmacêutico refere que nos últimos 15 anos os medicamentos inovadores chegam a Portugal com atraso em relação a outros mercados. (veja aqui o vídeo da RTP sobre esta notícia)
Saúde: acordo com indústria farmacêutica baixa fatura anual do Estado com medicamentos
A indústria farmacêutica aceitou baixar a fatura anual do Estado com medicamentos. A Antena1 teve acesso aos pormenores do acordo acertado entre o Governo e a Apifarma – Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica. O Estado vai passar a pagar menos 300 milhões de euros. Em contrapartida, a indústria farmacêutica vai receber 60 por cento do valor das dívidas em atraso, até ao final deste ano. Desta forma, o Estado vai gastar este ano 2038 milhões de euros com medicamentos, abaixo dos 2 mil e 100 milhões de euros exigidos pela ‘troika’ (veja aqui o video da RTP sobre esta notícia)
Saúde: Crescem os atendimentos nas urgências dos privados
Aumentaram os atendimentos nas urgências dos hospitais privados. A Associação da Hospitalização privada calcula que o crescimento nos atendimentos no privado atingiu os 15 por cento no primeiro trimestre do ano (veja aqui io video da RTP sobre esta notícia)
A crise das autonomias espanholas: “Las autonomías afrontan vencimientos de deuda hasta final de año por 8.352 millones”…
Li no La Vanguardia que "las comunidades autónomas tienen que afrontar hasta final de año vencimientos de deuda por importe de 8.352 millones de euros, en un momento en el que las condiciones del mercado no aconsejan la emisión de títulos públicos y sin que haya una fecha cierta para la puesta en marcha de los "hispabonos". Según los registros de la Comisión Nacional del Mercado de Valores (CNMV), la mayoría de los vencimientos -sin incluir préstamos bancarios ni pagos pendientes a proveedores- corresponden a Catalunya (3.160,4 millones), Comunidad Valenciana (1.903,1 millones) y Andalucía (1.219 millones). La dureza del mercado se ha puesto especialmente de manifiesto en el caso de la Comunidad Valenciana que hizo saltar las alarmas a principios de mayo al verse obligada a pagar una rentabilidad del 7% por una emisión de bonos a seis meses, más de dos puntos por encima de lo que está pagando Grecia por sus "bonos basura". Esta comunidad afronta su siguiente vencimiento de casi 473 millones el próximo 27 de mayo, si bien en este caso lo cubrirá con líneas de crédito del Instituto de Crédito Oficial (ICO). También a comienzos de este mes la Generalitat catalana se veía obligada a ofrecer el 4,5% por el bono a un año, más barato de lo que le cuesta financiarse a la comunidad vecina, pero casi un punto y medio por encima de lo que está pagando el Tesoro Público español por sus emisiones al mismo plazo. Comunidad Valenciana y Catalunya son las que más esperanzas tienen depositadas en los llamados "hispabonos", instrumento que permitiría a las autonomías emitir deuda de forma conjunta a través del Estado, aunque el Gobierno aún no ha decidido cuándo se pondrá en marcha. Andalucía es la tercera comunidad con más vencimientos este año, -el 30 de mayo tiene uno por 350 millones-, y ha llegado a pagar el 5% por el bono a un año en la última emisión que realizó en marzo. Le sigue la Comunidad de Madrid, con vencimientos por 814,5 millones en julio y 170 millones en octubre que asegura tener cubiertos, que se está financiando en el mercado de deuda a un interés del 4,75% a tres años.
A Murcia, Canarias y Baleares conseguir liquidez en los mercados les está costando lo mismo, alrededor del 5% de interés a un año, en tanto que Galicia y Aragón están pagando entre el 4,8% y el 4,9% por los bonos a tres años. A Castilla-La Mancha le cuesta más, el 5,6% a tres años, mientras que Navarra es la que menos paga, el 3,6% a tres años. El Gobierno castellanomanchego sólo tendrá que afrontar el pago de 50 millones en octubre, después de que a principios de año consiguiera refinanciar más de 300 millones con el Banco Santander. El País Vasco no tiene bonos que cumplan hasta 2014, aunque el gobierno vasco informa de que tiene vencimientos de deuda y préstamos bancarios pendientes de 2011 por importe de casi 175 millones. Extremadura, que apenas recurre a los mercados a financiarse, no tiene deuda que le cumpla hasta 2016, aunque sí tendrá que devolver este año préstamos bancarios por importe de 138,4 millones. A Castilla y León no le esperan más pagos en 2012 después de uno de 50 millones que venció en abril y tras realizar en el primer trimestre varias emisiones de deuda a dos y tres años con intereses de hasta el 4,5%. Asturias, Cantabria y La Rioja no han acudido a los mercados a financiarse, aunque sí cuentan con préstamos bancarios, que el caso de la comunidad cántabra suponen el vencimiento de casi 54 millones este año".
A Murcia, Canarias y Baleares conseguir liquidez en los mercados les está costando lo mismo, alrededor del 5% de interés a un año, en tanto que Galicia y Aragón están pagando entre el 4,8% y el 4,9% por los bonos a tres años. A Castilla-La Mancha le cuesta más, el 5,6% a tres años, mientras que Navarra es la que menos paga, el 3,6% a tres años. El Gobierno castellanomanchego sólo tendrá que afrontar el pago de 50 millones en octubre, después de que a principios de año consiguiera refinanciar más de 300 millones con el Banco Santander. El País Vasco no tiene bonos que cumplan hasta 2014, aunque el gobierno vasco informa de que tiene vencimientos de deuda y préstamos bancarios pendientes de 2011 por importe de casi 175 millones. Extremadura, que apenas recurre a los mercados a financiarse, no tiene deuda que le cumpla hasta 2016, aunque sí tendrá que devolver este año préstamos bancarios por importe de 138,4 millones. A Castilla y León no le esperan más pagos en 2012 después de uno de 50 millones que venció en abril y tras realizar en el primer trimestre varias emisiones de deuda a dos y tres años con intereses de hasta el 4,5%. Asturias, Cantabria y La Rioja no han acudido a los mercados a financiarse, aunque sí cuentan con préstamos bancarios, que el caso de la comunidad cántabra suponen el vencimiento de casi 54 millones este año".
Crise das autonomias espanholas: “El Eurogrupo asegura que el cumplimiento del déficit en España depende de las autonomias”…
Segundo o La Vanguardia, "el presidente del Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, ha dicho este martes que el cumplimiento de los objetivos de reducción del déficit por parte de España dependerá de que las comunidades autónomas hagan su trabajo y que espera resultados en este sentido esta misma semana. "El Gobierno español confía en que va a alcanzar los objetivos de déficit para 2012 y 2013", ha asegurado Juncker a la entrada de la reunión del Ecofin. "Esto depende principalmente de que los Gobiernos regionales hagan su trabajo y esto va a ocurrir a lo largo de esta semana", ha agregado, en referencia a la reunión del Consejo de Política Fiscal y Financiera que se celebra el jueves, y en el que se analizarán los planes de ajuste de las comunidades autónomas. España sólo logrará reducir su déficit del 8,5% hasta el 6,4% este año y el 6,3% en 2013, según las previsiones económicas de primavera publicadas por la Comisión el pasado viernes. Estas cifras quedan muy lejos de los objetivos pactados con la UE del 5,3% y el 3%, respectivamente".
Crise das autonomias espanholas: “La Junta imita al PP: sube impuestos, baja el sueldo a los funcionarios y paraliza la obra pública”
Li no El Confidencial, num texto do jornalista Agustín Rivera, que "la receta es la misma. Subir los impuestos y bajar los sueldos. La Junta de Andalucía ha decidido imitar las medidas del PP en el Gobierno para aplicar el mayor ajuste presupuestario en Andalucía en tres décadas. Al igual que lo ocultó Mariano Rajoy, el impuestazo que José Antonio Griñán adelantó ayer de 1.000 millones de euros no estaba previsto ni en los presupuestos de este año, ni lo había anunciado en la campaña electoral. En el capítulo de ingresos, la consejera de Hacienda y Administración Pública, Carmen Martínez Aguayo, se comprometió a modificar los últimos tramos de la tarifa autonómica del IRPF, que pasará al 23,5% en el caso de rentas entre 60.000 y 120.000 euros, y al 25,5% para rentas superiores a 120.000 euros. También multiplicará por 1,10 la tarifa actual del Impuesto de Patrimonio, y por 2 el tipo de gravamen autonómico del Impuesto sobre las Ventas Minoristas de Determinados Hidrocarburos "hasta agotar la banda máxima permitida, exceptuando el gasóleo de uso agrícola", según Martínez Aguayo. Hay más. Subirá el tipo de gravamen general de Actos Jurídicos Documentados (del 1,2% al 1,5%) y aumentará de la tasa fiscal sobre el juego en la tarifa para máquinas. En octubre de 2011, la consejera de Hacienda, Carmen Martínez Aguayo, había dejado claro que el mayor ajuste "estaba amortizado" y que tocaba aumentar los tributos del Patrimonio; sucesiones y donaciones; transmisiones patrimoniales; actos jurídicos documentados; el impuesto que grava los medios de transporte y la tasa del juego. También impuso nuevas deducciones en el tramo autonómico del IRPF, que contempla una nueva deducción del 5% en el tramo autonómico de las cantidades abonadas para obras de rehabilitación o de mejora de viviendas. Con estas subidas, confiaba en recaudar este año 227 millones de euros más que en 2011. En el capítulo de reducción de gastos, la Junta de Andalucía paraliza la obra pública y aplica un recorte de 2.500 millones para intentar alcanzar el objetivo de déficit de 2012, fijado en el 1,5% del Producto Interior Bruto regional y para salvar las partidas de Educación (no habrá una aumento de alumnos por aula) y la Sanidad, dos departamentos que también han sufrido recortes. Los funcionarios y los interinos serán los más perjudicados. A los funcionarios (239.399 personas en la administración de la Junta) más los 22.000 que trabajan en empresas públicas se les bajará el sueldo el 5% y a los interinos el 15%, aunque también se les recortará su jornada laboral en el mismo porcentaje"
Açores: nouregueses desistiram de fazer turismo na Região
Segundo o Correio dos Açores, "a secretária da Economia, Luísa Schanderl, admitiu estar preocupada com o cancelamento das viagens de um operador turístico nórdico para o arquipélago, embora revele que já estão ser procuradas alternativas para este verão."O Governo (açoriano) está preocupado, mas esse cancelamento não se prende com a qualidade do turismo açoriano", afirmou Luísa Schanderl, à margem de uma conferência de imprensa, em Ponta Delgada, onde falou sobre acessibilidades aéreas. No final da semana passada, o operador turístico sueco Solia confirmou o cancelamento do programa que deveria trazer todas as semanas ao arquipélago cerca de 125 turistas noruegueses, alegando que as reservas ficaram abaixo das estimativas. Perante esta realidade, a governante açoriana disse que "o Governo Regional já está à procura de outro operador nesse país", manifestando esperança que a nova operação comece "já este verão". Apesar de ter sido presidente da Associação de Turismo dos Açores antes de ocupar o cargo de secretária regional da Economia, Luísa Schanderl diz não encarar o cancelamento da operação da Solia com os Açores como uma derrota pessoal. "Não sou responsável pela saúde financeira de uma companhia", afirmou Luísa Schanderl, acrescentando que se trata de "mais uma falência, que felizmente não é nos Açores".Crise das autonomias espanholas: “Mas recorta "por obligación": ajusta plantillas públicas y crea tasas en educación”
Diz o jornalista do La Vanguardia, Luis B. García que "tal vez sea una casualidad, pero el 15M de 2012 podrá ser recordado en Catalunya por algo más que por el primer aniversario del movimiento de los 'indignados': ya tiene el dudoso honor de ser el día en que el Govern de la Generalitat anunció la última y "obligada" oleada de recortes, un hachazo que esta vez no ha tenido más remedio que 'tocar hueso' y afectar algo más a los maltrechos servicios públicos. En total, el Ejecutivo catalán prevé ahorrar con el nuevo recorte otros 1.500 millones que, sumados a los 2.680 millones de la primera oleada (un descenso del 10% en cada departamento en 2010) y a los 1.000 millones en rebajas de sueldos a funcionarios, tickets moderadores, etc. suponen ya más de 5.000 millones de euros en recortes en apenas año y medio. Aún lejos de la herencia recibida por el Ejecutivo de Artur Mas: un déficit del 4,2% del PIB (8.600 millones de euros). "Lo intentaremos con medidas nuevas y otras ya anunciadas", ha explicado, antes de desgranar unas medidas que como novedad suponen la creación de tasas para los ciclos formativos, suspensión de subvenciones, privatización de empresas públicas (como ocurre con Túnels de Vallvidrera o Aigües Ter-Llobregat); y ajustes de plantillas de trabajadores de empresas públicas. Mas ha comenzado a detallar el programa con una medida con la que "consolidamos una decisión ya tomada": la reducción de los complementos salariales de los funcionarios de la Generalitat (un 3% en junio y un 2% en diciembre y se extenderá a aquellos que son funcionarios del Estado pero que reciben complementos autonómicos. En segundo lugar, con una reducción significativa de las transferencias a empresas públicas que dependen de la Generalitat, lo que quiere decir ajustar estructuras al trabajo que hay actualmente. Habrá un menor aportación de transferencias públicas aunque algunas, como Gisa o el Institut Català de Finances (ICF) ya trabajan en esta línea. En tercer lugar, habrá una "reducción no lineal" de las subvenciones que dan los departamentos gubernamentales. Hoy mismo, el Govern ha suspendido la emisión de subvenciones para dar tiempo al Departament de Economía a precisar el ajuste cartera por cartera. En cuarto lugar: la ralentización de algunas inversiones en infraestructuras en marcha. En quinto lugar, algo que ya estaba en previsión: la venta de patrimonio público, algo con lo que el Govern quería aumentar los ingresos y que ya anunció en la anterior oleada de recortes. En sexto lugar el Ejecutivo catalán asumirá y pondrá en marcha las medidas aprobadas por el Gobierno para salud, educación y universidades. Estas medidas, implican incrementar el número de alumnos por aula y elevar el precio de las matrículas universitarias, si bien el president ha asegurado que ningún alumno se quedará sin ir a la universidad. Además de las aprobadas por el Ejecutivo español, el Govern pondrá una matrícula, "modesta", para los estudiantes de FP de grado superior. Serán 20 euros mensuales hasta un máximo de 200 euros al año.Recortes "obligados"
Falta saber si esta vez será suficiente y los ciudadanos no serán informados una cuarta vez de nuevos ajustes. Si no llega ese día será señal indudable de que el objetivo de déficit impuesto por el Gobierno español a las autonomías a instancias de Bruselas, del 1,5% para 2012, se cumple. Así, el Govern señala que esta vez son recortes "obligados", forzados por el Gobierno central. Mas dice ser consciente de que "el ajuste que hacemos crea incomodidades y sacrificios y una cierta corresponsabilidad por parte de la ciudadanía si no queremos perder calidad en las prestaciones". Pero "en un momento como el que estamos, se debe priorizar para proteger aquello que es esencial y eso es lo que estamos haciendo", ha asegurado el president. Aunque el president considera que estos ajustes no serían necesarios si el Ejecutivo de Rajoy pagase las deudas del año pasado con Catalunya: "Los ajustes serían la mitad de los que presentamos hoy", ha destacado. Ahora bien, el dirigente ha señalado que "con los ajustes no se están traspasando las líneas rojas ni se están perdiendo servicios esenciales". Como el pago de las deudas por parte del Estado no llega, el president ha ha encargado un estudio al Departament de Economia "para optimitzar los ingresos por tasas de la Generalitat, los precios públicos y los tributos propios para preparar los pressupuestos del año que viene.
No descarta que no haya más recortes
Si hay pacto fiscal este será el último ajuste que presente el Govern de la Generalitat, pero si el pacto fiscal no llega, no se puede garantizar que haya anuncios en el futuro de más ajustes. Así ha contestado el president a la pregunta sobre si hay posibilidades de que el Gobierno central inste a Catalunya a reducir más durante la reunión de Consejo de Política Fiscal y Financiera que tiene lugar el próximo 17 de mayo. En cuaquier caso, el president ha señalado que si es necesario otro ajuste "lo haremos sin pisar líneas rojas". Mas ha puesto en duda la efectividad de las medias aprobadas por el Gobierno de Rajoy y que supuestamente deberían llevar a cumplir con el 5,3% del PIB para este año, en el caso del Estado, y del 1,5% para Catalunya y ha recordado las informaciones que manejan en Bruselas y que indican que el déficit español acabará este año en el 6%".
Crise das autonomias espanholas: “Hacienda ve "satisfactorios en general" los planes de ajuste autonómicos”
Li no la Vanguardia que "el secretario de Estado de Administraciones Públicas, Antonio Beteta, ha adelantado que los planes de saneamiento elaborados por las comunidades autónomas y que este jueves serán examinados en el Consejo de Política Fiscal y Financiera son "en general satisfactorios", aunque ha advertido de que "el proceso de ajuste" no concluye mañana sino que es permanente porque esos planes deben aplicarse. Durante su intervención en una jornada sobre los Presupuestos Generales del Estado, de la Asociación para el Progreso de la Dirección, Beteta ha explicado que los gobiernos autonómicos han tomado "medidas de reforma muy positivas, tras un periodo de zozobras e inexactitudes". El secretario de Estado ha advertido sin embargo de que el proceso tendrá un hito importante en junio, cuando se verá si esos planes de ajuste se aplican. Las cuentas de las autonomías, además, será públicas y estará al alcance de los ciudadanos pero también de los mercados. La nota más crítica del Ministerio de Hacienda la ha evidenciado la secretaria de Estado de Presupuestos, Marta Fernández Currás, que ha afirmado que algunas comunidades elaboraron sus presupuestos con unas previsiones irreales, como si fueran "una carta a los Reyes Magos" dirigida a la entonces ministra de Economía, Elena Salgado. En una jornada sobre los presupuestos generales del Estado organizada por PwC y APD, Fernández Currás ha señalado que cuanto más irreales y electoralistas fueran esos presupuestos de algunas comunidades más recorte deberán hacer ahora. Tras su intervención y en declaraciones a los periodistas, Fernández Currás ha incidido en que en julio pasado el Gobierno socialista envió una comunicación a las comunidades con unas entregas a cuenta que eran "absolutamente ambiciosas e irreales", al partir de una previsión de crecimiento para 2012 que ya se sabía que no iba a haber. En este sentido, ha subrayado que el PP pidió al Consejo de Política Fiscal y Financiera que se llevara a cabo una revisión inmediata de las cuentas, algo que no se hizo, "a pesar de que aunque no hubiera presupuesto estatal para 2012 organismos y analistas auguraban que las previsiones del Gobierno no se cumplirían". Sobre el Consejo de Política Fiscal y Financiera (CPFF) que se celebra mañana, ha expresado su satisfacción por el hecho de que Catalunya y Andalucía hayan adoptado las medidas necesarias para el cumplimiento del objetivo de déficit y ha mostrado su deseo de que todas las comunidades estén "a la altura de las circunstancias".Crise das autonomias espanholas: “Montoro, implacable con las Comunidades Autónomas"
Escreve o jornalista do El Confidencial, Carlos Hernanz: "La urgencia del ministro Cristóbal Montoro porque las Comunidades Autónomas acaten los planes de ajuste dictados desde el Ministerio de Hacienda están abriendo heridas en las propias baronías del Partido Popular. El primero en alzar la voz públicamente fue ayer el presidente de Extremadura, José Antonio Monago, pero hace unos días el mismo mensaje llegó desde Valencia, aunque de manera privada. El presidente de esta comunidad autónoma, Alberto Fabra, exigió menos frivolidades a Madrid ante los rumores propalados de una posible intervención de su región. El malestar en la capital del Turia es generalizado y va más allá de la estructura oficial del Partido Popular. Buena parte de la élite empresarial afín a las tesis populares, o que al menos criticó públicamente la gestión del anterior Gobierno del PSOE, discrepa de la estrategia marcada desde el Palacio de La Moncloa y desde Hacienda, donde han decidido presentar a las Comunidades Autónomas ante la opinión pública como el principal problema de la actual crisis, además de cuestionar sus competencias políticas para poder cumplir con el objetivo de reducción del déficit que exige Bruselas. El momento de máxima tensión se produjo hace dos semanas, a raíz de los rumores sobre una posible intervención de Andalucía y Valencia. Los primeros desplantes del socialista José Antonio Griñán señalaron a la comunidad andaluza como primer candidato a estar sometido a la ejecución de esa amenaza. Sin embargo, la insistencia por colocar a Valencia, "uno de los nuestros", en el mismo nivel de excepcionalidad ha desairado a los poderes fácticos locales, que se prestaron a cerrar filas en torno a Fabra tras la bochornosa salida de Francisco Camps por el caso de los trajes de Gürtel. Varios de los barones del PP consideran que la corriente de opinión creada respecto a las Comunidades Autónomas puede volverse en contra del propio Gobierno. Además, según el razonamiento trasladado a Génova, la demonización del sistema autonómico carece de recompensas de puertas afuera, donde se percibe como primer y principal problema de España la reforma del sistema financiero. Precisamente, esta tesis se ha visto reforzada tras la aprobación el pasado viernes del segundo Real Decreto impulsado por Economía en tres meses para sanear los balances de bancos y cajas. Además, en caso de existir la necesidad de revisar el modelo autonómico, desde las comunidades populares señaladas por Hacienda se insiste en abrir el debate a todas las regiones en lugar de estigmatizar sólo una parte, a pesar de que los problemas sean comunes, más allá de los niveles de déficit. En este sentido, algunos barones critican en voz baja el silencio que se extiende sobre la Comunidad de Madrid, que a finales de marzo afloró otros 1.000 millones de déficit en sus cuentas de 2011 como si de un error matemático fuera, o sobre su Ayuntamiento, el más endeudado de España.
Montoro, implacable con la CCAA
Mientras tanto, Montoro sigue firme en su discurso amenazante contra las CCAA para que rebajen su déficit al exiguo 1,5%. La última región objeto de sus dardos ha sido Asturias, donde el desacuerdo existente para formar gobierno entre FAC, PP y UPyD desató las iras del titular de Hacienda. Tampoco Cataluña ha estado al margen de las críticas del ministro jienense, a pesar de que la Generalitat, al tiempo que reclama el cumplimiento del pacto fiscal, va ya por su tercer programa de ajustes, tras presentar ayer lunes el último lote de medidas para recortar el agujero presupuestario en 1.500 millones de euros más. Este nivel de tensión está dando lugar a situaciones tan contradictorias, en principio, como la protagonizada por el propio Monago, que como presidente de Extremadura ha echado un capote a su homologo socialista Griñán, al que reconoce la voluntad de equilibrar las cuentas y reducir el déficit. No en vano, el presidente andaluz presentó también ayer lunes su programa de ajustes, centrado en la subida de impuestos y bajar sueldos a los funcionarios. A pesar de tener que recurrir todos a medidas similares, las comunidades autónomas amenazan con un frente común contra el centralismo de Madrid.
Montoro, implacable con la CCAA
Mientras tanto, Montoro sigue firme en su discurso amenazante contra las CCAA para que rebajen su déficit al exiguo 1,5%. La última región objeto de sus dardos ha sido Asturias, donde el desacuerdo existente para formar gobierno entre FAC, PP y UPyD desató las iras del titular de Hacienda. Tampoco Cataluña ha estado al margen de las críticas del ministro jienense, a pesar de que la Generalitat, al tiempo que reclama el cumplimiento del pacto fiscal, va ya por su tercer programa de ajustes, tras presentar ayer lunes el último lote de medidas para recortar el agujero presupuestario en 1.500 millones de euros más. Este nivel de tensión está dando lugar a situaciones tan contradictorias, en principio, como la protagonizada por el propio Monago, que como presidente de Extremadura ha echado un capote a su homologo socialista Griñán, al que reconoce la voluntad de equilibrar las cuentas y reducir el déficit. No en vano, el presidente andaluz presentó también ayer lunes su programa de ajustes, centrado en la subida de impuestos y bajar sueldos a los funcionarios. A pesar de tener que recurrir todos a medidas similares, las comunidades autónomas amenazan con un frente común contra el centralismo de Madrid.
PSD-Porto: líder acusa Governo de "inércia"...
Li no Publico que "o líder da distrital do Porto do PSD, Virgílio Macedo, acusou o Governo de "inércia e falta de capacidade de decisão" em matérias como o desemprego e empresas públicas, prejudicando o Norte do país. "O Norte está a ser esquecido naquilo que é importante para a região e para o país." Para Virgílio Macedo, "existe uma incompatibilidade entre a mensagem correcta" do primeiro-ministro, quanto à necessidade de "os portugueses serem empreendedores e não se acomodarem à situação", e "os sinais contrários" do Governo, como a "inércia, o adiamento de assembleias e tomadas de decisão". Recorda que a administração do Metro do Porto "não existe há um ano", o que, sublinhou, também ocorre com a STCP. A mesma situação acontece na APDL, acrescenta Virgílio Macedo, lamentando não se conhecer ainda "o modelo dos portos e das empresas de transportes". Diz, por outro lado, ser preocupante o país não saber qual o modelo de privatização da ANA, "com as consequências importantíssimas que isso poderá ter no aeroporto do Porto". À Lusa, frisou ser "importante haver um processo de decisão" em relação a esta matéria, porque o aeroporto do Porto "é a principal infra-estrutura no Norte do país na captação de turismo". "É a infra-estrutura que está a segurar a economia local do Porto". Segundo Virgílio Macedo, a inércia do Governo traduz-se em "sinais contrários de que a região tem sido um pouco esquecida e adiada". "Espero que o Porto e o Norte sejam tratados [pelo Governo] com o devido respeito", afirmou. Mantendo o tom crítico em relação ao Governo liderado pelo seu partido, o líder distrital disse ser "inadmissível" o executivo estar há um ano para fazer uma lei orgânica para os centros de emprego, quando "o principal problema do Norte do país é o desemprego". "Se os empresários tivessem a mesma atitude de inércia em relação às decisões que têm de tomar nas suas empresas, essas já teriam ido à falência", recordou, acrescentando: "O tempo para o Governo decidir já passou (...)". Questionado pela Lusa sobre o que dizem os governantes, em Lisboa, quando são confrontados com estas matérias, Virgílio Macedo respondeu: "Dizem pouco e quando dizem é mal e por meias palavras".Crise das autonomias espanholas: “Castilla-La Mancha eliminará las escuelas rurales con menos de 10 alumnos”…
Garante o El Pais que "el consejero de Educación, Cultura y Deporte de Castilla-La Mancha, Marcial Marín, ha anunciado que el próximo curso escolar se cerrrarán 64 escuelas rurales pequeñas de la comunidad. Aunque no dio los detalles del plan -que se presentará "en breve" junto a los presupuestos-, Marín ha explicado que se llevará a los alumnos que hasta ahora asistían a las aulas unitarias de menos de 10 alumnos y con edades comprendidas entre los tres y 11 años a centros rurales agrupados, escuelas mayores en localidades un poco más grandes a las que asisten jóvenes de distintos pueblos, informa la agencia Europa Press. En declaraciones a los medios, antes de participar en la I Jornadas sobre colaboración público-privada en educación, organizadas por el periódico Magisterio, Marín ha argumentado que existe un mayor fracaso y abandono escolar entre los alumnos que proceden de las 'aulas unitarias' cuando llegan a 1 de la ESO. "Donde haya aulas unitarias aisladas de menos de 10 alumnos, de nueve niveles distintos, vamos a cerrarlas para llevarles a un centro rural agrupado con transporte escolar gratuito para que puedan estar con niños de su edad, con profesores fijos y no cambiantes", ha asegurado. Marín ha censurado la "demagogia" del PSOE por criticar la agrupación de alumnos en el entorno rural. "Ellos (socialistas) empezaron a cerrar 'aulas unitarias", ha recordado, para añadir que "al final, se ha demostrado que los padres cuyos hijos fueron trasladados a los 'centros ruralesagrupados' no quieren volver al 'aula unitaria". Este tipo de escuelas rurales pequeñas son muy caras para la administración, para la que es más barato ofrecer transporte gratuito para que los alumnos se desplacen a colegios más grandes. Sin embargo, un portavoz de la consejería asegura que no se trata de una medida de ahorro -el cual es muy pequeño, insiste-, sino de un cambio de concepción del modelo educativo para ofrecer mayor calidad a estos alunos".
Crise das autonomias espanholas: “Andalucía y Cataluña bajan sueldos públicos y suben impuestos y tasas”
Segundo o jornalista J. Viñas do Cinco Dias, "Andalucía y Cataluña fueron las dos únicas comunidades, junto con Canarias, que no apoyaron el objetivo de estabilidad fijado por Hacienda que contempla rebajar el déficit autonómico al 1,5%. Sin embargo, ambos territorios han entendido que para evitar una posible intervención no tienen otra alternativa que cumplir con el umbral impuesto por el Gobierno central. Bajo la premisa de que "la austeridad no es un castigo, sino un valor", el presidente de la Generalitat, Artur Mas, y su consejero de Economía, Andreu Mas-Colell presentaron un duro plan de ajuste para lograr que el déficit de la Generalitat baje del 2,7% registrado en 2011 al 1,5%, lo que equivale a un esfuerzo de casi 4.500 millones de euros. Mas confirmó que aplicará una reducción de los complementos salariales a los funcionarios de la Generalitat de un 5% (un 3% en junio y un 2% en diciembre). La política también se aplicará sobre los funcionarios del Estado que reciben complementos autonómicos. Esta medida es adicional a la rebaja de sueldos ya aprobada por el Gobierno catalán. De hecho, el presidente de la Generalitat recordó que los "interinos han perdido entre un 25% y un 30% de su sueldo entre congelaciones y rebajas salariales. Los funcionarios, entre un 10% y un 15%". Mas quiso destacar que el "sacrificio de los empleados públicos es lo que permite que la ciudadanía en general no note los efectos de la reducción del gasto". La Generalitat instó al Ejecutivo a seguir la misma senda y a aprobar una reducción de los salarios públicos. De hecho, Mas volvió a denunciar al Gobierno central por no abonar la deuda pendiente en virtud de la disposición adicional tercera del Estatuto catalán. El ajuste anunciado ayer se suma a otras medidas como la implementación del bautizado como tíquet moderador (copago farmacéutico) o la creación de una tasa sobre el turismo que grava las pernoctaciones en hoteles.Para afrontar la reducción de los números rojos, la Generalitat también suspenderá subvenciones y privatizará empresas públicas como los Túnels de Vallvidrera o Aigües Ter-Llobregat. Si bien no lo dijo claramente, también se suprimirán organismos dependientes de las distintas Consejerías. Todo ello supondrá la pérdida de puestos de trabajo que todavía no se han contabilizado. Por otra parte, se creará una tasa para la Formación Profesional de grado superior de unos 20 euros mensuales hasta un máximo de 200 euros anuales. Además, la Generalitat aplicará los recortes aprobados por el Gobierno central en sanidad y educación. Ello supone incrementar las tasas universitarias y el número de alumnos por aula. Andalucía, en cambio, rechaza elevar el ratio de alumnos, aunque asegura que su intención es cumplir con el 1,5% del déficit. Para ello, la Junta de Andalucía, formada por el PSOE e IU, rebajará un 5% el sueldo del presidente de la Junta, consejeros y viceconsejeros y reducirá retribuciones variables a funcionarios e interinos. También aumentará de 35 a 37,5 horas la jornada laboral de los empleados públicos, reducirá altos cargos, bajará el número de horas extraordinarias y los complementos adicionales de las pagas extra de junio y diciembre. Todo ello servirá para evitar el "despido de 30.000 personas" del sector público. Además, este año no se realizará ninguna obra pública nueva salvo casos muy excepcionales. Por el lado de los ingresos, se subirá nuevamente el IRPF a las rentas superiores a 120.000 euros y se aumentará el gravamen en el impuesto sobre el patrimonio, el llamado céntimo sanitario y el tipo de actos jurídicos documentados, que pasará del 1,2% al 1,5%. Con estas medidas, Andalucía confía en lograr un ahorro de 3.500 millones".
Jornais ingleses "brincam" com avião de Hollande
Li no Expresso, num texto da jornalista Carolina Reis que "o primeiro dia de François Hollande como Presidente não foi fácil. Primeiro a chuva intensa na tomada de posse, depois o avião que o levava a Berlim foi atingido por um raio. Os jornais ingleses não perderam a oportunidade...François Hollande aguentou terça-feira, imperturbável, a chuva que se fez sentir em Paris durante a sua tomada de posse. Como se não bastasse o mau tempo na cerimónia, um raio obrigou o avião, que levava o Presidente francês a Berlim, a voltar para trás. Os jornais britânicos não perderam a oportunidade de "brincar" com a situação e compará-la com o momento de crise que se vive na Europa. "A caminho de Berlim, o seu avião foi atingido por uma raio quatro minutos depois de ter levantado voo. Tal como a implosão na Grécia, não é abusivo pensar que os deuses lhe enviaram um aviso", escreve o "Daily Telegraph". O tabloide "The Sun" vai mais longe e classifica o acontecimento como um "mau presságio" para o euro. "Calamitoso", é assim que o jornal inglês com mais tiragem define o primeiro dia do novo Presidente francês. Já o "Daily Mail" diz que a figura de Hollande lembra o incompetente mas sortudo inspetor Clouseau, da Pantera Cor-de-Rosa. "O homem apelidado de 'Monsieur Normal' pelos franceses teve uma chuva bíblica na tomada de posse, o seu avião foi atingido por um raio e, finalmente, quando chegou à Alemanha teve de pedir desculpas pelo atraso, ainda na passadeira vermelha." O jornal "Times" compara o incidente com uma cena de uma ópera. "A tentativa do Presidente François Hollande lançar em Berlim uma nova estratégia europeia para fortalecer os laços entre os dois países parece uma cena do "Crepúsculo dos deuses" de Richard Wagner, quando o céu se abre e o seu avião é obrigado a voltar atrás por causa do mau tempo". O Citroën híbrido DS5, que Hollande escolheu para ser o automóvel do Presidente, também é alvo de gozo por parte do "Times", que o considera "cómico" e "inapropriado".Estado com menos 2.600 trabalhadores no 1º trimestre de 2012
Segundo o governo de Lisboa, "o número de trabalhadores do setor público diminuiu em mais de 2600 no primeiro trimestre de 2012, segundo a Síntese Estatística do Emprego Público que o Ministério das Finanças passa a divulgar trimestralmente. As administrações central, regional e local e as entidades empresariais públicas empregavam 608 mil pessoas em 31 de março, quando tinham empregado 611 mil em 31 de dezembro de 2011, representando um quebra de 0,4%. Durante o primeiro trimestre, saíram da administração 14 187 funcionários e entraram 12 488. O maior Ministério é o da Educação e Ciência, como 235 mil funcionários, sendo o maior grupo - em toda a administração - o dos docentes (150 mil), seguido do pessoal auxiliar ou operário (140 mil); o mais reduzido é o dos diplomatas (372)".
Troika volta a Portugal na próxima semana...
Li no Económico que "a quarta avaliação trimestral da 'troika' ao plano de assistência económica e financeira a Portugal começa na terça-feira. "Durante aproximadamente duas semanas, as autoridades portuguesas com responsabilidades no âmbito do Programa irão analisar, juntamente com representantes da Comissão Europeia, do Fundo Monetário Internacional e do Banco Central Europeu, o trabalho realizado até ao momento e o planeamento dos trimestres seguintes", refere o comunicado enviado pelo ministério das Finanças esta manhã. Recorde-se que o programa de resgate acordado com a troika prevê a realização de avaliações regulares, a realizar trimestralmente, ao longo da sua vigência. Assim, a quarta avaliação regular terá lugar este mês, de acordo com o calendário pré-estabelecido. E o início destes trabalhos está previsto para a próxima terça-feira, dia 22 de Maio, de acordo com a mesma fonte. Tal como o Diário Económico avança na edição de hoje, a equipa da troika vai avaliar o problema grego como o principal risco externo de execução do memorando de entendimento em Portugal. Serão pensadas as linhas de acção a tomar, caso o risco de saída dos gregos do euro se concretize. De qualquer modo, o plano completo de contingência (que trará as medidas efectivas a adoptar) será sempre discutido no âmbito de Bruxelas, esclareceu ao Diário Económico fonte da Comissão em Portugal. Em cima da mesa estará também o desemprego, que atingiu os 14,9% da população activa no primeiro trimestre deste ano. Governo e ‘troika' consideram que o aumento do número de desempregados está a demonstrar um ritmo superior ao que seria expectável face à evolução da actividade económica. Nesse sentido, vão analisar ao pormenor a situação do mercado de trabalho e rever em alta a previsão do desemprego para este ano, bem como o impacto desta subida na Segurança Social. O crescimento económico também será discutido, com os técnicos internacionais a quererem perceber para onde está a caminhar a economia nacional - os dados avançados na terça-feira pelo Instituto Nacional de Estatística, que dão conta de uma quebra em cadeia do PIB de 0,1%, são vistos com cautela, porque são baseados em informação incompleta. Mas uma coisa é certa: a ‘troika' não vê grande margem para, com o objectivo de promover o crescimento, relaxar as metas do programa ou para novos financiamentos à economia, a não ser os provenientes dos fundos comunitários".Ameças: "Troika" estuda plano B para Portugal caso Atenas saia do euro
Garantem os jornalistas do Económico, Margarida Peixoto e Luís Reis Pires, que "os responsáveis da ‘troika’ chegam a Portugal na próxima semana e vão analisar o risco da saída da Grécia do euro e preparar um plano para esse cenário. A ‘troika' vai estudar um plano de contingência para proteger Portugal perante uma eventual saída da Grécia da zona euro. Os técnicos internacionais vão avaliar os riscos à volta da economia nacional e, no plano externo, a crise política em Atenas é o principal tema em análise. Em cima da mesa estará também o desemprego, que será revisto em alta, e o seu impacto na execução orçamental da Segurança Social. As autoridades internacionais chegam a Lisboa na próxima semana para a quarta revisão do memorando de entendimento com o Governo português. Com os rumores de que a Grécia poderá abandonar a moeda única a subirem de tom, o Diário Económico sabe que a análise de um plano de contingência para fazer face a tal cenário vai marcar a agenda das reuniões. Recorde-se que o risco de Atenas regressar ao ‘dracma' subiu drasticamente nas últimas semanas, depois de nenhum partido político ter conseguido formar governo na Grécia, após as eleições de 6 de Maio. Os gregos vão agora voltar às urnas em 17 de Junho, mês em que o Estado helénico poderá ficar sem dinheiro - a ‘troika' recusa continuar a financiar o país enquanto não houver um governo que garanta a continuidade do programa de ajustamento. A saída da Grécia da moeda única já deixou inclusive de ser tabu para as autoridades. Na terça-feira foi a vez de Christine Lagarde, directora do FMI, afirmar que a zona euro poderá ser obrigada a preparar uma "saída ordenada" de Atenas. A hipótese ganhou uma força tal que o regresso da economia helénica ao ‘dracma' é considerado o principal risco externo neste momento para Portugal, levando as autoridades nacionais e internacionais a debruçarem-se sobre o assunto nas próximas semanas. Este será um dos cenários de risco a ser avaliado e serão pensadas medidas para o caso de se concretizar. Em cima da mesa estará também o desemprego, que atingiu os 14,9% da população activa no primeiro trimestre deste ano. Governo e ‘troika' consideram que o aumento do número de desempregados está a demonstrar um ritmo superior ao que seria expectável face à evolução da actividade económica. Nesse sentido, vão analisar ao pormenor a situação do mercado de trabalho e rever em alta a previsão do desemprego para este ano, bem como o impacto desta subida na Segurança Social. Recorde-se que na última revisão, em Fevereiro, a previsão inscrita no programa foi de 14,4%. Na semana passada, a Comissão Europeia divulgou as suas previsões de Primavera, nas quais aponta para uma taxa de 15,5%. Este valor será o ponto de partida para a revisão da ‘troika', que terá ainda em conta os riscos ascendentes que existem neste momento. O crescimento económico também será discutido, com os técnicos internacionais a quererem perceber para onde está a caminhar a economia nacional - os dados avançados na terça-feira pelo Instituto Nacional de Estatística, que dão conta de uma quebra em cadeia do PIB de 0,1%, são vistos com cautela, porque são baseados em informação incompleta. Mas uma coisa é certa: a ‘troika' não vê grande margem para, com o objectivo de promover o crescimento, relaxar as metas do programa ou para novos financiamentos à economia, a não ser os provenientes dos fundos comunitários".Desemprego: há 24 anos que não havia tão poucas pessoas a trabalhar no País!
Escrevem, os jornalistas do Económico, Margarida Peixoto e Luís Reis Pires que "a taxa de desemprego em Portugal atingiu um novo recorde no trimestre: 14,9%. É preciso recuar a 1988, quando Cavaco Silva era primeiro-ministro e George Michael liderava os tops com o single ‘Faith', para encontrar um ano com tão poucos trabalhadores em Portugal, face ao conjunto das pessoas disponíveis. Os dados revelados ontem pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram que há apenas 4.662,5 mil trabalhadores - um número que representa pouco mais de metade da população em idade activa (com mais de 15 anos, nove milhões de pessoas). Os desempregados, pelo contrário, nunca foram tantos. O grupo dos trabalhadores está cada vez mais magro - e, entre os que trabalham, bem mais de metade (63,5%) ganha menos de 900 euros. Além disso, trimestre após trimestre a população empregada tem vindo a cair - uma tendência que no longo prazo pode ser explicada pelo envelhecimento da população, mas que no curto prazo está a ser acentuada pela subida do desemprego. Face ao conjunto da população em idade activa, há 24 anos que o número de trabalhadores não era tão baixo. São 51,7% do total. Em termos absolutos, o número de empregados está ao nível do registado em 1997, mas nesse ano a população em idade activa também era mais baixa.
Agora, trata-se antes de uma destruição líquida de postos de trabalho, com o consequente aumento dos desempregados. O INE registou menos 203,5 mil empregos no primeiro trimestre deste ano, face ao mesmo período de 2011. A consequência foi um aumento do número de desempregados para valores nunca vistos: há 819,3 mil pessoas activamente à procura de trabalho. Entre Janeiro e Março deste ano, quem ficou desempregado foram sobretudo homens, com habilitações ao nível do ensino secundário e pós-secundário, que trabalhavam nos Serviços. O mais provável é que a maioria destes desempregados leve mais de um ano a sair desta situação. A taxa de desemprego de longa duração continua a aumentar (atingiu já 7,6%) e o INE mostra que 50,8% dos desempregados demora mais de 12 meses a encontrar trabalho.E apesar do desemprego ser mais acentuado entre a população mais velha - dos 45 aos 64 anos -, o impacto da crise também se está a reflectir de forma significativa nas ofertas de trabalho para a população mais nova: a taxa de desemprego jovem - dos 15 aos 24 anos, segundo a metodologia do INE - supera já os 36%.
Há 1,2 milhões de pessoas que queriam trabalhar mais
Apesar da dimensão histórica dos números do desemprego, estes dados escondem, ainda assim, uma realidade mais negra. Para contar nas estatísticas dos desempregados, o critério do INE - que é o mesmo seguido em toda a União Europeia - exige que os indivíduos tenham procurado activamente trabalho nas últimas três semanas. Caso contrário, não são considerados desempregados, mesmo que digam que não trabalham, mas gostavam de trabalhar. Ainda assim, é possível calcular o desemprego real: aquele que contabiliza todas as pessoas que querem trabalhar mas por alguma razão não fizeram diligências para isso, bem como aquelas que estão empregadas, mas queriam trabalhar mais horas e não encontram alternativa. Ora, fazendo as contas a este universo verifica-se que há 1.224,4 mil pessoas que, no critério do senso comum, poderiam ser consideradas desempregadas.
Sem crescimento não há criação de emprego
O valor recorde do primeiro trimestre poderá dar lugar a algum alívio nos próximos meses. "É possível que no segundo trimestre haja alguma melhoria em relação aos 14,9%, devido a movimentos sazonais", afirma Paula Carvalho, economista do BPI, acrescentando que, "se tal se verificar, isso pode acomodar algum agravamento" que deverá ocorrer na segunda metade do ano. No entanto, frisa a economista, por agora "os registos nos centros de emprego continuam a aumentar bastante". O eventual alívio no segundo trimestre nunca será ao ponto de evitar uma taxa historicamente elevada, avança Eduardo Catroga. "Infelizmente, vamos continuar com uma taxa de desemprego elevada este ano e no próximo, seguramente", disse o economista e ex-ministro das Finanças à Lusa. "A economia portuguesa começa a criar emprego quando a taxa de crescimento económico caminha para os 2%. Não vejo capacidade de criação de emprego enquanto isso não acontecer", concluiu. A opinião dos economistas é corroborada pelas perspectivas dos empresários contactados pelo Diário Económico: é unânime a afirmação de que, enquanto a economia nacional não inverter o ciclo recessivo, não haverá lugar à contratação".
Agora, trata-se antes de uma destruição líquida de postos de trabalho, com o consequente aumento dos desempregados. O INE registou menos 203,5 mil empregos no primeiro trimestre deste ano, face ao mesmo período de 2011. A consequência foi um aumento do número de desempregados para valores nunca vistos: há 819,3 mil pessoas activamente à procura de trabalho. Entre Janeiro e Março deste ano, quem ficou desempregado foram sobretudo homens, com habilitações ao nível do ensino secundário e pós-secundário, que trabalhavam nos Serviços. O mais provável é que a maioria destes desempregados leve mais de um ano a sair desta situação. A taxa de desemprego de longa duração continua a aumentar (atingiu já 7,6%) e o INE mostra que 50,8% dos desempregados demora mais de 12 meses a encontrar trabalho.E apesar do desemprego ser mais acentuado entre a população mais velha - dos 45 aos 64 anos -, o impacto da crise também se está a reflectir de forma significativa nas ofertas de trabalho para a população mais nova: a taxa de desemprego jovem - dos 15 aos 24 anos, segundo a metodologia do INE - supera já os 36%.
Há 1,2 milhões de pessoas que queriam trabalhar mais
Apesar da dimensão histórica dos números do desemprego, estes dados escondem, ainda assim, uma realidade mais negra. Para contar nas estatísticas dos desempregados, o critério do INE - que é o mesmo seguido em toda a União Europeia - exige que os indivíduos tenham procurado activamente trabalho nas últimas três semanas. Caso contrário, não são considerados desempregados, mesmo que digam que não trabalham, mas gostavam de trabalhar. Ainda assim, é possível calcular o desemprego real: aquele que contabiliza todas as pessoas que querem trabalhar mas por alguma razão não fizeram diligências para isso, bem como aquelas que estão empregadas, mas queriam trabalhar mais horas e não encontram alternativa. Ora, fazendo as contas a este universo verifica-se que há 1.224,4 mil pessoas que, no critério do senso comum, poderiam ser consideradas desempregadas.
Sem crescimento não há criação de emprego
O valor recorde do primeiro trimestre poderá dar lugar a algum alívio nos próximos meses. "É possível que no segundo trimestre haja alguma melhoria em relação aos 14,9%, devido a movimentos sazonais", afirma Paula Carvalho, economista do BPI, acrescentando que, "se tal se verificar, isso pode acomodar algum agravamento" que deverá ocorrer na segunda metade do ano. No entanto, frisa a economista, por agora "os registos nos centros de emprego continuam a aumentar bastante". O eventual alívio no segundo trimestre nunca será ao ponto de evitar uma taxa historicamente elevada, avança Eduardo Catroga. "Infelizmente, vamos continuar com uma taxa de desemprego elevada este ano e no próximo, seguramente", disse o economista e ex-ministro das Finanças à Lusa. "A economia portuguesa começa a criar emprego quando a taxa de crescimento económico caminha para os 2%. Não vejo capacidade de criação de emprego enquanto isso não acontecer", concluiu. A opinião dos economistas é corroborada pelas perspectivas dos empresários contactados pelo Diário Económico: é unânime a afirmação de que, enquanto a economia nacional não inverter o ciclo recessivo, não haverá lugar à contratação".
Desempregados: mais de 113 mil portugueses inscritos no último ano
Li no Económico que "o número de desempregados inscritos nos centros de emprego registou em Abril um aumento de 21% face ao mês homólogo do ano anterior. No final do mês de abril, estavam inscritos nos centros de emprego do continente e regiões autónomas, 655.898 desempregados - mais 113.924 desempregados inscritos do que em abril de 2011 -, representando 83,6% de um total de 784.292 pedidos de emprego. A variação do desemprego verificada pelo IEFP em abril traduziu-se, ainda assim, num decréscimo de 0,8% (-5.505 desempregados inscritos) face ao mês anterior. Recorde-se que o Instituto Nacional de Estatística divulgou na quarta-feira os dados do desemprego em Abril, dando conta de uma subida da taxa na ordem dos 14,9% da população ativa no primeiro trimestre de 2012, o nível mais alto de sempre. A taxa divulgada pelo INE equivale a 819,3 mil trabalhadores no desemprego - mais 48,3 mil pessoas que no trimestre anterior, e mais 130,4 mil pessoas do que no primeiro trimestre de 2011. A previsão do Governo para a taxa de desemprego média em 2012 é 14,5%, mas o ministro das Finanças anunciou uma revisão do método de previsão cujos resultados serão anunciados no início do próximo mês".
Sondagem: imagem de Presidente e Primeiro-ministo atinge mínimos
Os dados do Barómetro Político da Marktest de Abril indicam que tanto o Presidente da República como o Primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, atingiram o saldo de imagem mais baixo de sempre, o que significa que os portugueses foram este mês ainda mais críticos na avaliação negativa da sua actuação. Em Abril, os portugueses reprovaram novamente a actuação de todos os líderes partidários com assento parlamentar, bem como como a actuação do Presidente da República. Este último, chegou ao mês de Abril com o valor mais baixo de sempre: -34%.
No que respeita aos líderes partidários com assento parlamentar, o Primeiro-ministro e líder do PSD, Pedro Passos Coelho, foi o líder partidário com o saldo de imagem mais baixo: -29.6%. É ainda de salientar que este valor foi o mais baixo desde que Pedro Passos Coelho foi eleito líder do PSD e correspondeu a uma quebra mensal de 14.8 pontos percentuais e anual de 6.7 pontos percentuais. Paulo Portas, líder do CDS-PP, apresentou em Abril o segundo saldo de imagem mais baixo entre os líderes partidários com assento parlamentar: -28%. Este valor correspondeu a uma quebra mensal de 14.2 pontos percentuais e anual de 21.8 pontos percentuais. António José Seguro, líder do PS, apresentou em Abril um saldo de imagem de -19.1%, subindo 0.3 pontos percentuais face a Março. Francisco Louçã, líder do Bloco de Esquerda, obteve um saldo de -15.0% (o segund valor menos negativo, entre os líderes partidários). Este valor correspondeu a uma subida mensal de 0.8 pontos percentuais e anual de 3.2 pontos percentuais. O líder do PCP, Jerónimo de Sousa, foi novamente o líder partidário com melhor saldo de imagem, facto que se verifica desde Fevereiro. Ainda assim, este valor não foi além de -7.1%, correspondendo a uma subida mensal de 1.5 pontos percentuais e homóloga de 7.1 pontos percentuais. O gráfico permite acompanhar a evolução da avaliação da actuação destas personalidades.
França regressa à reforma aos 60 e corta salários dos ministros
Segundo o Expresso, "a primeira decisão, hoje, do novo Governo francês será a redução em 30% do salário do Presidente e dos ministros. A reforma aos 60 anos regressa também, sob condições, em junho. É uma medida simbólica e será tomada por decreto na primeira reunião do Conselho de Ministros do Governo francês: os salários do Presidente e dos ministros vão sofrer um corte de 30%.O chefe de Estado, François Hollande, bem como o primeiro-ministro, Jean-Marc Ayrault, passarão a receber cerca de 13 mil euros por mês em vez dos 20 mil que recebiam até agora. Os ministros passarão a auferir um salário de 9 mil euros, menos cinco mil euros do que era pago até agora. Outra medida que será objeto de um decreto, antes das legislativas de 10 e 17 de junho, será o regresso da reforma aos 60 anos para os assalariados que entraram cedo no mercado do trabalho e descontaram durante 41 anos para a caixa das pensões de reforma. Para os restantes trabalhadores mantém-se a reforma aos 62 anos, decidida pelo anterior poder, mas o Governo socialista anunciou que vai reunir com os parceiros sociais, em julho, com o objetivo de permitir também a reforma a partir dos 60 anos aos assalariados empregados em funções mais duras e penosas.Regresso do imposto sobre as grandes fortunas
Depois das eleições legislativas, o novo Governo deverá igualmente elaborar um Orçamento Retificativo que incluirá uma reforma da política fiscal com, designadamente, o regresso da antiga barra menos elevada do imposto sobre as grandes fortunas - cerca de 300 mil contribuintes, até agora isentos desse imposto, passarão a pagar mais. O Executivo de Jean-Marc Ayrault também não exclui decretar o controlo dos preços dos combustíveis se estes voltarem a subir nos próximos tempos. O novo Governo, composto por 34 ministros, entre eles 17 mulheres, quatro descendentes de imigrantes (Espanha, Argélia e Marrocos), três dos territórios ultramarinos e uma ecologista, aposta numa vitória da esquerda, com maioria absoluta nas legislativas".
Alcochete com maior área comercial per capita
Os dados da Marktest disponíveis no sistema de geomarketing Sales Index mostram como o concelho de Alcochete é aquele que apresenta uma maior densidade comercial per capita, tendo em conta a área bruta dos centros comerciais aí localizados. De acordo com os dados disponíveis no sistema de geomarketing Sales Index , recolhidos pela Marktest junto dos principais operadores deste mercado, em 2010 existiam em Portugal 190 centros comerciais, localizados em 59 concelhos do país. Este número representa uma taxa de cobertura de 1.8 estabelecimentos por 100 mil habitantes. O concelho do Porto é aquele onde um maior número de centros comerciais se concentra, com 24 estabelecimentos. É seguido por Lisboa, com 17, Coimbra e Braga, com 12 cada, e Vila Real, com 8. No total, estes centros comerciais têm uma área bruta superior a 3,3 milhões de m2, o que representa uma densidade de 190 m2 por 1000 habitantes. Lisboa é o concelho com maior área comercial destes estabelecimentos, concentrando 9.7% do total. É seguido por Porto, Matosinhos, Coimbra e Vila Nova de Gaia. Em conjunto, estes cinco concelhos concentram 29.3% da área total. Mas, a análise da densidade comercial per capita mostra outra realidade, com o concelho de Alcochete a destacar-se como aquele onde é maior a área bruta destas superfícies pelos residentes do concelho. Neste concelho, é de 4167 m2 a área comercial por 1000 habitantes. Albufeira, com 1571 m2 por 1000 habitantes, e Portimão, com 1547 m2 por 1000 habitantes, ocupam os lugares seguintes. O mapa mostra a densidade comercial por 1000 habitantes, assinalando a laranja mais escuro os concelhos onde essa desidade é superior à média nacional (fonte: Markest.com, Maio de 2012)
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