Li no DN do Funchal o seguinte: "Rubina Sequeira foi porta-voz da acção de pré-campanha do Partido da Nova Democracia, realizada ontem e que teve como alvo a candidata do PSD Cláudia Aguiar. A porta-voz do PND referiu-se a uma "senhora loura que de burra não tem nada" e que, segundo Rubina Sequeira, chegou a candidata do PSD porque se inscreveu "na maior central de favores de cunhas e de angariação de emprego da Madeira que é a JSD-M". Não sei se a candidata Rubina Sequeira tem alguma coisa ver com o meu amigo e colega de Liceu, Filipe Sequeira, já que trabalha na empresa de advocacia propriedade deste. Mas, caso seja, recomendo-lhe que não seja, não deve enveredar pelos caminhos da suspeição contra qualquer pessoa que não seja candidata do PND ou de qualquer outro partido da oposição, apenas por isso. Ou seja, quem é do PSD é um mamão, um corrupto, um bandalho, um gajo (ou gaja) das cunhas, etc. Os sérios, os puros, os imaculados (ou imaculadas), os competentes, os impolutos, esses (as) estão nos partidos do contra. Rubina Sequeira, se você soubesse as histórias que existem desse lado, no "contra"... Espero que ao menos tenha a racionalidade de ser diferente, de não repetir um discurso gasto, ou de ao menos ter a inteligência - e parece-me que tem condições para não ser instrumentalizada - para se distanciar da mediocridade, porque disso já temos demais. Agora uns porventura encontrarem emprego por causa de cunhas. Outros não precisaram, porque natural e familiarmente tiveram a protecção garantida, e muito bem, pelos progenitores, pelos primos, tios, etc, em empresas privadas próprias. Não fosse isso sempre gostaria de ver... A Cláudia Aguiar - que não me passou procuração mas que conheço há uns anos - tem o direito a ser do PSD (e da JSD) como sei que é há muitos anos. Recordo-lhe que ela começa por já não ter o pai vivo, ao contrário da Rubina - e são ambas jovens, praticamente da mesma idade, com a legitimidade de sonharem com o futuro - o que, por si só, deveria ser motivo de algum respeito. Em segundo lugar, ela formou-se na Universidade do Minho e obteve mestrado no etsrangeiro, formação que lhe permitiu uma carreira profissional própria e autónoma - é quadro do grupo hoteleiro privado liderado por António Trindade, que não me parece seja um "reles" social-democrata e muito menos se deixe influenciar por "cunhas laranjas" (honra lhe seja feita quanto a isso). Se a ideia do PND é essa, a e inventar e ofender as pessoas, então começamos a nos aproximar perigosamente dos limites do tolerável e do razoável e não creio que ficasse bem ao PSD trazer para esta campanha questões pessoais, envolvendo ou não o PND e os seus candidatos, recordar desavenças, referir-se a problemas pessoais, familiares ou profissionais, ou outras diatribes supostamente existentes entre os filiados dos partidos da oposição, apenas por serem membros de partidos da oposição. Façamos uma campanha eleitoral com lisura e rigor, sem insultos, pois caso contrário as coisas complicam-se e acho isso repugnante. Porque se for para falarmos de oportunismo na política, é fácil. Aliás, trata-se de um vasto campo de apreciação, deturpação, manipulação, acusação e seriação complexo e que, provavelmente, começaria muito mais perto do que a candidata Rubina Sequeira do PND eventualmente julga. Não acredito que os jovens dos nossos tempos sejam espelho ou reflexo do que acabo de referir.
sexta-feira, maio 13, 2011
FMI põe Espanha no mesmo saco que Grécia, Irlanda e Portugal'
Li no Sol que "as notícias em Espanha, hoje não são animadoras. Logo após a manchete sobre o sismo que sacudiu a cidade de Lorca, perto de Murcia, o El Pais titula: "El FMI mete a España en el mismo saco que a Grecia, Irlanda y Portugal". Os jornalistas do diário espanhol analisam o último relatório sobre a Europa do Fundo Monetário Internacional e concluem que, no documento, "o Fundo analisa os países da zona euro em dois grupos e Espanha fica do lado dos maus, embora o organismo admita que se foi afastando um pouco destes". Escrevem ainda que o FMI "usa para as suas análises, comentários e gráficos, uma categoria que denominou EA4 (euro área 4) na qual Espanha está no mesmo saco que os três países que precisaram de resgate: Grécia, Portugal e Irlanda". Em trinta ocasiões, acrescentam. A explicação avançada, apesar de o relatório não explicar claramente porque usa essa categoria nem que factores a definem, é que "estes são os países mais atrasados na recuperação, com problemas de competitividade, um elevado défice público e um importante desequilíbrio externo". O El Pais adianta ainda que, para o FMI, a procura interna "se manterá débil em Espanha, Grécia, Irlanda e Portugal, onde persistem os esforços para corrigir os grandes desequilíbrios acumulados antes da crise". Sem esquecer de lembrar as projecções que põem as economias grega e portuguesa em recessão durante este ano".
RTP: revolta na RTP/Açores
Garante o Correio dos Açores que “a direcção de informação da RTP/N decidiu extinguir o programa informativo ‘Notícias do Atlântico’, com 15 minutos diários de notícias dos Açores, sem dar qualquer explicação à direcção da RTP, na Região, soube o ‘Correio dos Açores’. A falta de qualidade de algumas notícias incluídas nos blocos informativos de 15 minutos dos Açores e Madeira terá sido uma das razões desta decisão. A opção editorial da RTP/N foi espartilhar as notícias dos Açores e Madeira pelos seus noticiários ao longo do dia. < Na redacção da RTP/Açores há alguma revolta por a RTP/N ter decidido extinguir o programa sem informar a televisão açoriana das razões desta opção. O ‘Notícias do Atlântico’ era o único programa informativo dos Açores e Madeira nas estações nacionais de televisão feito com notícias a partir das televisões públicas dos dois arquipélagos. Merecia, por isso, a atenção dos açorianos e madeirenses radicados em Portugal continental. Era, também, uma forma de alguns milhares de portugueses acompanharem o que constitui notícias nos Açores e Madeira. Normalmente, são as tragédias e os escândalos que são notícia dos Açores nos principais canais portugueses de televisão. Entretanto, o jornalista Rui Goulart deixou de editar o Telejornal, alegadamente por desentendimento com o director da RTP/Açores, Pedro Bicudo. Não conseguimos confirmar estas notícias junto da direcção do canal açoriano de televisão”.
Alberto João Jardim: “É a hora de os pôr na rua”!
"Certamente todos se recordam do garrote financeiro que os socialistas impuseram ao Povo Madeirense, utilizando o Estado para vingança político-partidária, roubando-nos centenas de milhões de euros, enquanto tal dinheiro ia em parte beneficiar os Açores socialistas, e noutra parte alimentar os disparates do Governo Sócrates-Teixeira dos Santos.
Todos perceberam que essas centenas de milhões de euros que nos foram roubados representaram menos dinheiro a circular na Madeira.
Representaram menos investimento público, menos obras ou medidas sociais, todas necessárias ao Povo Madeirense.
Representaram menos emprego, menos postos de trabalho, menos disponibilidade de meios pelas Famílias madeirenses.
Representaram a pobreza nalguns lares da nossa terra.
Representaram dificuldades financeiras agravadas, inultrapassáveis pela Região Autónoma.
A pergunta que se põe é clara, directa.
Vamos contribuir para que estes socialistas continuem a governar em Lisboa?
Vamos votar nos socialistas da Madeira que traíram o Povo Madeirense e que instigaram e foram cúmplices de toda essa pirataria política contra nós?
E no CDS?
Um CDS que arrogantemente prega Valores, mas que, como autênticos Pilatos, se abstiveram, quer nesta ofensiva socialista contra o Povo Madeirense, quer também quando uma maioria formada na Assembleia da República revogou a lei vergonhosa dos socialistas.
Quando desta revogação, os Madeirenses recordam-se das mentiras vis que a propaganda socialista, desesperada, pôs a correr contra o Povo Madeirense, através dos seus mercenários na comunicação social?...
Também os Madeirenses e os Portossantenses se lembram de que apesar da tragédia que se abateu sobre nós, em Fevereiro do ano passado, cujas consequências foram depois agravadas, quer pelas cinzas vulcânicas que lesaram a deslocação de turistas, quer pelos incêndios florestais sem precedente, no Verão. Apesar dessa tragédia, a Madeira só pôde beneficiar de uma lei de emergência em nosso auxílio – a Lei de Meios – em troca da suspensão da lei da Assembleia da República que revogara a lei maldita de finanças regionais, ficando assim esta em vigor até 2013!
São estes socialistas que vamos deixar no poder em Lisboa?!..
É em gente desta que um Madeirense de consciência pode votar?!...
Também os Madeirenses e os Portossantenses se recordam que os socialistas, anti-democraticamente, tentaram destruir o pluralismo de informação na Região Autónoma da Madeira, com a cumplicidade do CDS.
Através de uma lei que o Senhor Presidente da República se recusou a assinar, tão reles ela era, os socialistas fechavam o “Jornal da Madeira” e quase todas as rádios privadas, para que o monopólio da imprensa escrita diária ficasse nas mãos do panfleto político diário dos Blandys, este uma aliança entre interesses do capitalismo selvagem da “Madeira Velha” com jornalistas que são políticos militantes de “esquerda”.
É nestes socialistas que são contra o pluralismo de informação, contra as liberdades democráticas, que o Povo Madeirense quer continuar a ver Portugal entregue?...
Esta gente socialista que controla também a RTP e a RDP da Madeira e que instiga os seus agentes aí colocados a fazer uma guerra facciosa e de mentira contra os autonomistas sociais-democratas. O panfleto “diário de notícias”, de manhã diz as mentiras mais vergonhosas – é o jornal diário mais desmentido em todo o território nacional – e, durante todo o dia, articulados e cúmplices, a RTP e a RDP socialistas vão repetindo a sujidade daquele panfleto.
É este o conceito de pluralismo democrático na Informação que os socialistas praticam!
Vamos continuar a aturar gente desta?!...
E vamos votar num CDS que, feito com os socialistas, reabriu o ataque ao pluralismo de informação na Madeira e ao “Jornal da Madeira”? Levando para a Assembleia da República matéria que é da competência da nossa Assembleia Legislativa, agredindo e desprestigiando a Autonomia Política desta forma, só para fazer o frete aos socialistas e ao Blandy?!...
Vamos votar nos fariseus do CDS que, dizendo-se “cristãozinhos”, vão atentando contra a Madeira e contra o “Jornal da Madeira, só para pagar os favores que o diário dos Blandys lhes faz para instrumentalizá-los contra o PSD?!...
Em vez de libertar Portugal dos socialistas, votando no único partido que os pode derrotar, depois disto tudo os Madeirenses e os Portossantenses vão desperdiçar votos com o CDS?!...
Um CDS que, por exemplo, na Madeira, andou sempre de mãos dadas com os socialistas, ao ponto de com eles, incoerentemente, fazer coligações!
O Povo Madeirense está também perante a situação de mais uma vingança político-partidária dos socialistas, ao pretenderem destruir a Zona Franca da Madeira e as suas centenas de postos de trabalho. Quando, para além do rendimento que proporciona à Região Autónoma, num País desgraçado como Portugal, ela representa meio por cento de todo o Produto Nacional!
Vamos continuar à mercê destas vinganças miseráveis dos socialistas?!...
Vamos contribuir para pôr em Lisboa um Governo socialista que destrua a nossa Zona Franca, quando a Região precisa de internacionalização dos Serviços que pode prestar, como de pão para a boca?!...
Como de pão para a boca, porque é este o único caminho possível de desenvolvimento económico, num arquipélago com tão poucos recursos, como o nosso!
É evidente que, ao longo destes seis anos, os Madeirenses e os Portossantenses assistiram ao permanente cortejo de mentiras dos socialistas, uma palhaçada que seria de gargalhada constante, não fosse a bancarrota que trouxe ao País.
A bancarrota que todos temos de pagar durante anos.
O único mérito de Sócrates foi ser considerado o “sogro do ano”. Deixou tudo à nora!...
Haverá, ainda, alguém que, na Madeira e no Porto Santo, seja tão fanático, tão fanático, que mesmo com todos estes encargos que os socialistas fazem pesar sobre cada um de nós, ainda vá votar em semelhante gente?!...
É que lhes acresce outras mentiras com que foram entretendo a Região Autónoma da Madeira.
Disseram-nos, já há dois anos, para fazermos um “dossier” de questões pendentes com Lisboa. Apresentámo-lo, mas fizeram umas reuniões que foram apenas para deitar poeira nos olhos. Até hoje NADA resolveram!
Bom pretexto para, quem for servil, quem tiver alma de escravo ou alma de colonizado, votar nesses socialistas!
É que, a par desta farsa, tentaram nos aplicar “sanções” financeiras, para nos roubar ainda mais dinheiro. Felizmente que a dignidade dos Tribunais a que recorremos lhes anulou mais esta tentativa de agressão selvagem ao Povo Madeirense.
Mas há, ainda, quem seja devoto de tais socialistas!...
Mais. Nem a esta gente, o Estado de Direito democrático escapou. A lei do Orçamento de Estado manda entregar verbas aos Municípios da Madeira. Pois os socialistas recusam-se a cumprir a lei, visando assim também afogar as Autarquias Locais da Madeira e do Porto Santo. E estão nesta posição, enfrentando também o Senhor Presidente da República que interveio e lhes pediu explicações para o não cumprimento da lei, mas de nada serviu.
Tudo isto é mais do que suficiente para o Povo Madeirense, bem justificadamente, ajudar a pôr os socialistas no olho da rua do Governo da República!
Todos perceberam que essas centenas de milhões de euros que nos foram roubados representaram menos dinheiro a circular na Madeira.
Representaram menos investimento público, menos obras ou medidas sociais, todas necessárias ao Povo Madeirense.
Representaram menos emprego, menos postos de trabalho, menos disponibilidade de meios pelas Famílias madeirenses.
Representaram a pobreza nalguns lares da nossa terra.
Representaram dificuldades financeiras agravadas, inultrapassáveis pela Região Autónoma.
A pergunta que se põe é clara, directa.
Vamos contribuir para que estes socialistas continuem a governar em Lisboa?
Vamos votar nos socialistas da Madeira que traíram o Povo Madeirense e que instigaram e foram cúmplices de toda essa pirataria política contra nós?
E no CDS?
Um CDS que arrogantemente prega Valores, mas que, como autênticos Pilatos, se abstiveram, quer nesta ofensiva socialista contra o Povo Madeirense, quer também quando uma maioria formada na Assembleia da República revogou a lei vergonhosa dos socialistas.
Quando desta revogação, os Madeirenses recordam-se das mentiras vis que a propaganda socialista, desesperada, pôs a correr contra o Povo Madeirense, através dos seus mercenários na comunicação social?...
Também os Madeirenses e os Portossantenses se lembram de que apesar da tragédia que se abateu sobre nós, em Fevereiro do ano passado, cujas consequências foram depois agravadas, quer pelas cinzas vulcânicas que lesaram a deslocação de turistas, quer pelos incêndios florestais sem precedente, no Verão. Apesar dessa tragédia, a Madeira só pôde beneficiar de uma lei de emergência em nosso auxílio – a Lei de Meios – em troca da suspensão da lei da Assembleia da República que revogara a lei maldita de finanças regionais, ficando assim esta em vigor até 2013!
São estes socialistas que vamos deixar no poder em Lisboa?!..
É em gente desta que um Madeirense de consciência pode votar?!...
Também os Madeirenses e os Portossantenses se recordam que os socialistas, anti-democraticamente, tentaram destruir o pluralismo de informação na Região Autónoma da Madeira, com a cumplicidade do CDS.
Através de uma lei que o Senhor Presidente da República se recusou a assinar, tão reles ela era, os socialistas fechavam o “Jornal da Madeira” e quase todas as rádios privadas, para que o monopólio da imprensa escrita diária ficasse nas mãos do panfleto político diário dos Blandys, este uma aliança entre interesses do capitalismo selvagem da “Madeira Velha” com jornalistas que são políticos militantes de “esquerda”.
É nestes socialistas que são contra o pluralismo de informação, contra as liberdades democráticas, que o Povo Madeirense quer continuar a ver Portugal entregue?...
Esta gente socialista que controla também a RTP e a RDP da Madeira e que instiga os seus agentes aí colocados a fazer uma guerra facciosa e de mentira contra os autonomistas sociais-democratas. O panfleto “diário de notícias”, de manhã diz as mentiras mais vergonhosas – é o jornal diário mais desmentido em todo o território nacional – e, durante todo o dia, articulados e cúmplices, a RTP e a RDP socialistas vão repetindo a sujidade daquele panfleto.
É este o conceito de pluralismo democrático na Informação que os socialistas praticam!
Vamos continuar a aturar gente desta?!...
E vamos votar num CDS que, feito com os socialistas, reabriu o ataque ao pluralismo de informação na Madeira e ao “Jornal da Madeira”? Levando para a Assembleia da República matéria que é da competência da nossa Assembleia Legislativa, agredindo e desprestigiando a Autonomia Política desta forma, só para fazer o frete aos socialistas e ao Blandy?!...
Vamos votar nos fariseus do CDS que, dizendo-se “cristãozinhos”, vão atentando contra a Madeira e contra o “Jornal da Madeira, só para pagar os favores que o diário dos Blandys lhes faz para instrumentalizá-los contra o PSD?!...
Em vez de libertar Portugal dos socialistas, votando no único partido que os pode derrotar, depois disto tudo os Madeirenses e os Portossantenses vão desperdiçar votos com o CDS?!...
Um CDS que, por exemplo, na Madeira, andou sempre de mãos dadas com os socialistas, ao ponto de com eles, incoerentemente, fazer coligações!
O Povo Madeirense está também perante a situação de mais uma vingança político-partidária dos socialistas, ao pretenderem destruir a Zona Franca da Madeira e as suas centenas de postos de trabalho. Quando, para além do rendimento que proporciona à Região Autónoma, num País desgraçado como Portugal, ela representa meio por cento de todo o Produto Nacional!
Vamos continuar à mercê destas vinganças miseráveis dos socialistas?!...
Vamos contribuir para pôr em Lisboa um Governo socialista que destrua a nossa Zona Franca, quando a Região precisa de internacionalização dos Serviços que pode prestar, como de pão para a boca?!...
Como de pão para a boca, porque é este o único caminho possível de desenvolvimento económico, num arquipélago com tão poucos recursos, como o nosso!
É evidente que, ao longo destes seis anos, os Madeirenses e os Portossantenses assistiram ao permanente cortejo de mentiras dos socialistas, uma palhaçada que seria de gargalhada constante, não fosse a bancarrota que trouxe ao País.
A bancarrota que todos temos de pagar durante anos.
O único mérito de Sócrates foi ser considerado o “sogro do ano”. Deixou tudo à nora!...
Haverá, ainda, alguém que, na Madeira e no Porto Santo, seja tão fanático, tão fanático, que mesmo com todos estes encargos que os socialistas fazem pesar sobre cada um de nós, ainda vá votar em semelhante gente?!...
É que lhes acresce outras mentiras com que foram entretendo a Região Autónoma da Madeira.
Disseram-nos, já há dois anos, para fazermos um “dossier” de questões pendentes com Lisboa. Apresentámo-lo, mas fizeram umas reuniões que foram apenas para deitar poeira nos olhos. Até hoje NADA resolveram!
Bom pretexto para, quem for servil, quem tiver alma de escravo ou alma de colonizado, votar nesses socialistas!
É que, a par desta farsa, tentaram nos aplicar “sanções” financeiras, para nos roubar ainda mais dinheiro. Felizmente que a dignidade dos Tribunais a que recorremos lhes anulou mais esta tentativa de agressão selvagem ao Povo Madeirense.
Mas há, ainda, quem seja devoto de tais socialistas!...
Mais. Nem a esta gente, o Estado de Direito democrático escapou. A lei do Orçamento de Estado manda entregar verbas aos Municípios da Madeira. Pois os socialistas recusam-se a cumprir a lei, visando assim também afogar as Autarquias Locais da Madeira e do Porto Santo. E estão nesta posição, enfrentando também o Senhor Presidente da República que interveio e lhes pediu explicações para o não cumprimento da lei, mas de nada serviu.
Tudo isto é mais do que suficiente para o Povo Madeirense, bem justificadamente, ajudar a pôr os socialistas no olho da rua do Governo da República!
Até porque a Madeira e o Porto Santo não aguentam mais continuar numa República governada por socialistas que A usam como vingança político-partidária numa guerra imoral e separatista contra o Povo Madeirense. Esta é a hora de nos vermos livres deles, para seguirmos em frente com condições de progresso, pese embora o estado em que eles puseram o País. Esta é a hora de correr com os salteadores que saquearam Portugal, não gastando votos com outros que não conseguem ter votos para formar Governo, caso do CDS e dos comunistas do PCP e do “bloco”. É a hora de os pôr na rua, domingo, dia 5 de Junho. Rua!" (texto de Alberto João Jardim publicado na última edição do quinzenário do PSD-Madeira, "Madeira Livre").
Estado assumiu mais dez mil milhões de euros para introdução de portagens nas SCUT
Li no Publico que “os aditamentos feitos aos contratos das SCUT onde foram ou vão ainda ser introduzidas portagens representaram para o Estado encargos adicionais de dez mil milhões de euros, que não são em grande parte cobertos pelas novas receitas das portagens. Neste contexto, segundo uma auditoria do Tribunal de Contas ainda em curso, “os contratos iniciais apresentavam pagamentos fixos a realizar pelo Estado relativamente curtos”, mas “com a alteração dos mecanismos de pagamento, as concessionárias passaram a beneficiar de rendas avultadas, baseadas no conceito de disponibilidade”, conta o Correio da Manhã de hoje, que teve acesso ao documento e deu a notícia. Diz-se também que “o facto de se introduzirem portagens não alterará o facto do contribuinte pagador”, pois será “este que continuará a pagar a maior fatia daqueles encargos”, pois as receitas previstas das portagens não são suficientes para cobrir as rendas anuais de cerca de 650 milhões de euros a pagar pelo Estado, lê-se naquele jornal. O documento da auditoria ainda não foi aprovado pelo Tribunal de Contas, que por isso se recusou a comentar o caso ao Correio. Ontem a TVI também tinha noticiado esta auditoria, dizendo que os juízes se queixaram de ter sido induzidos em erro para aprovar cinco auto-estradas, no valor de dez mil milhões de euros, porque lhes terão sido sonegadas informações. Àquela estação de televisão explicou que antes, “o Estado devia às concessionárias 178 milhões de euros” e que agora, “a empresa pública Estradas de Portugal ficou comprometida com um dívida superior a 10 mil milhões de euros. Com a renegociação de contratos, para introduzir portagens, as estradas ficaram 58 vezes mais caras.” O problema é que “a receita de portagens fica longe dos novos encargos assumidos pelo erário público”.
Marinho Pinto interrompido por protesto de alunos...
Um grupo de alunos da Universidade de Lisboa invadiu o auditório da Faculdade de Direito. Tratou-se de um protesto contra a política seguida pela Ordem dos Advogados.
Estudo revela que Portugal está a ficar velho
Portugal já está entre os países mais envelhecidos da Europa e dentro de um século poderá ter apenas metade da população, ou pouco mais que isso. São resultados de um estudo realizado pelo Instituto Nacional de Estatística que revela ainda, para o futuro do país, várias alterações económicas e mesmo nas caraterísticas de várias regiões.
Estudo revela que Portugal está a ficar velho
Portugal já está entre os países mais envelhecidos da Europa e dentro de um século poderá ter apenas metade da população, ou pouco mais que isso. São resultados de um estudo realizado pelo Instituto Nacional de Estatística que revela ainda, para o futuro do país, várias alterações económicas e mesmo nas caraterísticas de várias regiões.
Portugal é um dos países onde o peso dos imposto nos salários é maior
A análise é feita tendo por base os 34 países pertencentes à OCDE. Pior do que Portugal estão Bélgica, Alemanha e França com uma percentagem de 50 por cento. Situação muito diferente da que se verifica no Chile, onde a carga fiscal sobre os salários é de 7 por cento.
Acordo de 1999 dá aos pilotos da TAP entre 10 a 20% em caso de privatização!!!
Dizs o site da SIC-Notícias que "os pilotos da TAP têm direito a uma percentagem de entre dez a 20 por cento da empresa, em caso da privatização definida no memorando assinado para Portugal receber auxílio financeiro. Questionado pela agência Lusa sobre o acordo de 1999 que dá aos pilotos esta participação, fonte do Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) afirmou que "o acordo celebrado em 1999 é para ser cumprido pois consagra direitos adquiridos no processo de privatização". Os pilotos membros do SPAC "decidiram, na última Assembleia-Geral, lembrar ao Governo e à administração da TAP que o acordo é para cumprir", referiu a mesma fonte do sindicato. Na sequência de um processo de contestação laboral em 1999, o Conselho de Administração da TAP e o SPAC assinaram o acordo no dia 20 de julho do mesmo ano. Seis dias mais tarde, a 26 de julho, o sindicato anunciava que os pilotos teriam uma participação de entre 10 a 20 por cento do capital social da empresa de transportes aéreos que resultasse da cisão da companhia em três empresas. Com esta entrada ficou ainda garantida aos pilotos, a nomeação de um representante no conselho de administração da empresa aérea nascida da cisão, dizia então o sindicato. "Os pilotos têm sensibilizado as partes para a importância do acordo e, uma vez que o Governo está demissionário, essa sensibilização será também feita a todos líderes partidários, numa perspetiva pró-ativa para que o futuro processo decorra sem altercações", disse hoje o fonte do SPAC à agência”
ZEC: La entidad cuenta con un total de 374 empresas activas que tienen contratados a 5.292 trabajadores
Li no site da ZEC que "el presidente de la Zona Especial Canaria (ZEC), Juan Alberto Martín, anunció que pese a las dificultades económicas, la entidad mantiene a cierre de 2010 cifras similares respecto a ejercicios precedentes y, aseguró que este registro es “todo un éxito”. Martín señaló entonces que 2010 se salda con la autorización de 104 proyectos, dato idéntico al de 2008, mientras que en 2009 la cifra fue de 105. “En los dos últimos años se ha logrado mantener las cifras y, en términos relativos, podemos señalar que hemos progresado”, aseguró el titular del consorcio. No obstante, Martín puntualizó que la difícil situación económica se había notado en el registro de empresas inscritas (activas) en el ROEZEC, constatando que en 2010 se había procedido al registro de 64, mientras en 2009 (66) y en 2008 (70). “Las empresas autorizadas encuentran muchas dificultades para materializarse, entre ellos, por ejemplo problemas para obtener créditos, entre otros”. Asimismo, pese a que cierre de los datos de las inscritas no se podrá tener hasta el mes de abril, Martín estimó que en estos momentos la ZEC cuenta con un total de 374 empresas vivas que tienen empleados a 5.292 trabajadores. Respecto a la cifra de empleo comprometido por las 104 empresas autorizadas en 2010, Martín constató un cierto repunte al registrado por a las 105 registradas en 2009 cuya estimación fue de 1.680. En el capítulo de la inversión comprometida para 2010, la cifra es de 291,44 millones de euros, mientras que en 2009 fue de 338,02 millones de euros. Al respecto puntualizó que este descenso se produce porque el dato global de 2009 recoge la inversión de una empresa que comprometió 200 millones de euros. Por otra parte, Martín añadió que durante el pasado año dieciocho empresas solicitaron la ampliación de actividad económica. En el apartado de la procedencia del capital que entra Canarias, a través de la ZEC, señaló que el 68,3 por ciento de las empresas autorizadas en 2010 (104) cuentan con inversión exterior o mixto. Referido a los sectores de actividad de estas empresas enumeró el comercio mayorista e intermediación comercial, actividad de las tecnologías de la información y de la comunicación (TIC), energías renovables y reciclaje, I+D+i, actividades anexas al turismo, industria y transporte. Con las previsiones para 2011, Martín se mostró optimista que pese a que, según matizó, será un año muy difícil ya que la situación presupuestaria, es decir, la dotación aportada a la ZEC por los gobiernos, estatal y regional, ha sufrido una rebaja de casi el 50 por ciento. El presupuesto para este año es de 2,1 millones de euros con un 1,3 de déficit. El presidente explicó que este recorte presupuestario, pese a los intentos tras reuniones con responsables de ambos gobiernos para solventar la situación, derivó en la eliminación de los departamentos de promoción e informática. Una decisión que calificó de “dura” pero que asegurará la estabilidad del resto de la plantilla del consorcio de cara a los próximos años. No obstante, el titular del consorcio precisó que esto obliga a buscar nuevas formulas de captación y nuevos mecanismos para seguir alcanzando objetivos como se viene haciendo. “Estamos muy esperanzados con la Proposición de Ley para remodelar la ZEC que se llevará a efectos tras la ratificación de Bruselas, lo que potenciaría este instrumento y haría viable la atracción de grandes y pequeñas empresas. Esperamos que este año se haga factible”.
ZEC: Canárias não desiste de a defender
Li no site da ZEC que "el presidente de la Zona Especial Canaria (ZEC), Juan Alberto Martín y el consejero de Economía y Hacienda del Gobierno de Canarias, Jorge Rodríguez, mantuvieron en Las Palmas de Gran Canaria, un encuentro con el ex ministro de Economía y Hacienda, y antiguo comisario europeo de Asuntos Económicos, Pedro Solbes. Solbes, que actualmente elabora un informe sobre los objetivos y los retos que deben de afrontar las Regiones Ultraperiféricas (RUP) ante las nuevas perspectivas económicas-financieras de la Unión Europea (UE) para el periodo 2014-2020, recabó información sobre aquellas cuestiones relativas a Canarias ante la estrategia “Europa 2020” como la gran línea de acción que desarrollará la Unión en los próximos años.
La ZEC: El instrumento forlaleza de Canarias
En este contexto, Martín trasladó a Solbes qué papel podría jugar la ZEC dentro del nuevo enfoque de Europa sobre las RUP, consideradas como “regiones-oportunidad”, es decir, que éstas pueden aportar riqueza a la Unión. Martín argumentó que esta herramienta fiscal puede ser una de las fortalezas de Canarias por diversas cuestiones. En primer lugar señaló que este incentivo está concebido para atraer empresas de sectores novedosos, innovadores y tecnológicos que diversifican la economía a través de la actividad industrial y el establecimiento de actividades económicas con valor añadido. Asimismo, en segundo lugar, el presidente explicó que la posición geoestratégica de Canarias junto a su fiscalidad juega un papel determinante para atraer inversión internacional interesada en operar en los mercados de los países de la costa oeste africana. Otro de los valores que señaló es el hecho de que esta herramienta juegue un doble papel, ya que atrae; por un lado, inversión extranjera, y por otro, la derivada de la emprendeduría regional. Otro de los aspectos en los que el presidente incidió fue en el de la Proposición de Ley para la modificación de la ZEC con la que espera, puntualizó, que esta herramienta dé un salto cualitativo respecto a su potencialidad. Aunque, según Martín, el objetivo es hacer de la ZEC un instrumento de política económica-financiera, de promoción de la actividad en territorios con especiales dificultades y de apoyo a iniciativas empresariales innovadoras, entre otras cuestiones".
Amigos da onça: Bruxelas lucra 1,3 mil milhões por ano com empréstimo…
Escreve o jornalista do Correio da Manhã, Pedro H. Gonçalves, que a Comissão Europeia vai emprestar 52 mil milhões de euros a Portugal, “a um juro anual médio entre 5,5 e 6 por cento. O Fundo Monetário Internacional (FMI), que empresta os restantes 26 mil milhões de euros, pede uma taxa mais baixa, entre 3,25 e 4,25 por cento. Dada a taxa a que o Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF) se financia, Bruxelas vai ter um lucro de 1,3 mil milhões de euros anuais pelo pacote de ajuda. São cerca de 120 euros por cada português todos os anos. Para Filipe Silva, do Banco Carregosa, os portugueses acabam por pagar dois terços do pacote de ajuda a juros semelhantes aos que o mercado pedia em Abril. "Isto significa que ninguém nos vai pagar a nossa crise e os nossos problemas. Vamos ser nós a pagá-la, ou seja: não há ajudas grátis", conclui. No total dos 52 mil milhões de euros que os 26 países da UE emprestam, Portugal pagará uma média de juros anual de 2,86 mil milhões de euros, dos quais 1,3 mil milhões são lucro, uma vez que o FEEF se financia a 2,9 por cento e empresta-nos cobrando quase o dobro.
"A taxa de juro é calculada de acordo com a fórmula do Eurogrupo que significa seguir a política de preços do FMI, com um margem pequena e assim conduzir a taxa de juro, acima de 5,5 mas seguramente abaixo de 6 por cento", afirmou ontem Olli Rehn, comissário europeu dos Assuntos Económicos depois de a Comissão Europeia ter aprovado o resgate. O responsável garante que o pacote "não sofrerá alterações após as eleições", eliminando margem de manobra para o próximo Governo renegociar medidas. O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, que hoje se encontra com a chanceler alemã Angela Merkel afirmou que o programa de assistência "é muito exigente" mas acabou por se tornar "indispensável perante a situação de pré-ruptura financeira a que Portugal chegou". O pacote deverá ser aprovado a 16 de Maio na reunião dos ministros das Finanças, onde estará também o director do FMI, Strauss-Kahn”.
"A taxa de juro é calculada de acordo com a fórmula do Eurogrupo que significa seguir a política de preços do FMI, com um margem pequena e assim conduzir a taxa de juro, acima de 5,5 mas seguramente abaixo de 6 por cento", afirmou ontem Olli Rehn, comissário europeu dos Assuntos Económicos depois de a Comissão Europeia ter aprovado o resgate. O responsável garante que o pacote "não sofrerá alterações após as eleições", eliminando margem de manobra para o próximo Governo renegociar medidas. O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, que hoje se encontra com a chanceler alemã Angela Merkel afirmou que o programa de assistência "é muito exigente" mas acabou por se tornar "indispensável perante a situação de pré-ruptura financeira a que Portugal chegou". O pacote deverá ser aprovado a 16 de Maio na reunião dos ministros das Finanças, onde estará também o director do FMI, Strauss-Kahn”.
Jaime Ramos: “Socialistas gastam milhares de euros dos impostos nas campanhas da televisão e rádio pública e privada e jornais de camaradas”
"Conforme já se previa, a forma desastrosa como os socialistas liderados por Sócrates governaram Portugal durante os últimos 6 anos obrigou Portugal a recorrer ao apoio do Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Bank Central Europeu. Não foi falta do PSD chamar a atenção do Governo e alertar o Povo que o País não teria possibilidade de crescer e de criar emprego sem o apoio financeira externo.
Sócrates sempre disse, e até afirmou, que não seria primeiro-ministro com o FMI, CE e BCE, mas agora diz que foi óptimo e necessário e até já governa com o controlo do País a ser feito pela chamada “Troika”. Um “golpe de rins” de um verdadeiro “malabarista” que é José Sócrates, que consegue um dia afirmar uma coisa e passado uma semana desmente e afirma outra.
Homens com “h” pequeno como este também temos na Assembleia Legislativa, na oposição e no panfleto do “DN” órgão oficial de oposição ao PSD/Madeira, ao Dr. Alberto João Jardim e ao Povo da Madeira e do Porto Santo. Queriam que o PSD aprovasse um tal PEC IV, que não era mais do que pedir aos mais carenciados esforços extraordinários e deixar de fora os mais abastados. É esta a política socialista de Sócrates, e aquela que Serrão e os seus “ignorantes” camaradas querem aplicar na Madeira. O homem com “h” pequeno não deve estar bem ou é um “doente”, pois quando aparece na televisão junto à “múmia” de Teixeira dos Santos só falava do que não ia ser aplicado pela “Troika” e ocultou propositadamente tudo aquilo que os Portugueses e Madeirenses temiam que acontecesse, face ao desgoverno de 6 anos dos Socialistas.
Sabemos que os Socialistas gastaram e gastam milhares de euros dos Impostos do Povo nas campanhas da Televisão Pública e Privada, Rádios Públicas e Privadas e nos Jornais dos seus camaradas, que se dizem independentes. Na verdade, não passam de “mercenários” que fazem com que esta comunicação social “vendida” tente desvirtuar a verdade e a realidade, como se tem verificado. Mas, temos a certeza que durante a campanha eleitoral, e junto do Povo, o PSD e Passos Coelho vão ter a possibilidade de esclarecer o Povo Português, da forma vergonhosa como Sócrates usou os dinheiros públicos para desvirtuar a verdade. Na Madeira, o dia 5 de Junho é importante, pois podem os 4 Deputados do PSD/Madeira serem fundamentais para uma maioria na Assembleia da República, de forma a constituir um Governo Social-Democrata que saiba colocar o País num novo ciclo de desenvolvimento social e económico, o que não conseguiu Sócrates e o Partido Socialista. O Povo Madeirense sempre demonstrou e tem demonstrado que é inteligente e sabe o que quer e não se deixa enganar por “medíocres”, “invejosos”, “cobardes”, “complexados” e “ignorantes” que em conjunto com o panfleto do DN tentam denegrir a imagem da Madeira e dos Madeirenses dentro e fora da Madeira. O Partido Social-Democrata da Madeira estará com o Dr. Alberto João Jardim e com os restantes candidatos da República em toda a Ilha a partir de 15 de Maio num contacto directo, a fim de podermos passar a verdadeira mensagem ao Povo da Madeira e do Porto Santo, pois, ganhando o PSD/Madeira, ganha a Madeira e ganha o Povo Madeirense!" (editorial de Jaime Ramos na última edição do quinzenário do PSD, "Madeira Livre".
Sócrates sempre disse, e até afirmou, que não seria primeiro-ministro com o FMI, CE e BCE, mas agora diz que foi óptimo e necessário e até já governa com o controlo do País a ser feito pela chamada “Troika”. Um “golpe de rins” de um verdadeiro “malabarista” que é José Sócrates, que consegue um dia afirmar uma coisa e passado uma semana desmente e afirma outra.
Homens com “h” pequeno como este também temos na Assembleia Legislativa, na oposição e no panfleto do “DN” órgão oficial de oposição ao PSD/Madeira, ao Dr. Alberto João Jardim e ao Povo da Madeira e do Porto Santo. Queriam que o PSD aprovasse um tal PEC IV, que não era mais do que pedir aos mais carenciados esforços extraordinários e deixar de fora os mais abastados. É esta a política socialista de Sócrates, e aquela que Serrão e os seus “ignorantes” camaradas querem aplicar na Madeira. O homem com “h” pequeno não deve estar bem ou é um “doente”, pois quando aparece na televisão junto à “múmia” de Teixeira dos Santos só falava do que não ia ser aplicado pela “Troika” e ocultou propositadamente tudo aquilo que os Portugueses e Madeirenses temiam que acontecesse, face ao desgoverno de 6 anos dos Socialistas.
Sabemos que os Socialistas gastaram e gastam milhares de euros dos Impostos do Povo nas campanhas da Televisão Pública e Privada, Rádios Públicas e Privadas e nos Jornais dos seus camaradas, que se dizem independentes. Na verdade, não passam de “mercenários” que fazem com que esta comunicação social “vendida” tente desvirtuar a verdade e a realidade, como se tem verificado. Mas, temos a certeza que durante a campanha eleitoral, e junto do Povo, o PSD e Passos Coelho vão ter a possibilidade de esclarecer o Povo Português, da forma vergonhosa como Sócrates usou os dinheiros públicos para desvirtuar a verdade. Na Madeira, o dia 5 de Junho é importante, pois podem os 4 Deputados do PSD/Madeira serem fundamentais para uma maioria na Assembleia da República, de forma a constituir um Governo Social-Democrata que saiba colocar o País num novo ciclo de desenvolvimento social e económico, o que não conseguiu Sócrates e o Partido Socialista. O Povo Madeirense sempre demonstrou e tem demonstrado que é inteligente e sabe o que quer e não se deixa enganar por “medíocres”, “invejosos”, “cobardes”, “complexados” e “ignorantes” que em conjunto com o panfleto do DN tentam denegrir a imagem da Madeira e dos Madeirenses dentro e fora da Madeira. O Partido Social-Democrata da Madeira estará com o Dr. Alberto João Jardim e com os restantes candidatos da República em toda a Ilha a partir de 15 de Maio num contacto directo, a fim de podermos passar a verdadeira mensagem ao Povo da Madeira e do Porto Santo, pois, ganhando o PSD/Madeira, ganha a Madeira e ganha o Povo Madeirense!" (editorial de Jaime Ramos na última edição do quinzenário do PSD, "Madeira Livre".
Sondagem: Passos Coelho e Portas juntos conquistam maioria absoluta
Noticia o Económico, num texto do jornalista Francisco Teixeira que, “segundo a sondagem da Marktest, no último mês, o PSD e o CDS aumentaram as intenções de voto, enquanto os partidos da esquerda caíram: PS, PCP e BE. O programa do PSD foi bem recebido pelos portugueses e, depois de Pedro Passos Coelho ter apresentado as suas ideias para o País, as intenções de voto no partido subiram 4,4 pontos percentuais para os 39,7%. Com o Partido Socialista que, em Abril, tinha recuperado a liderança na sondagem da Marktest para o Diário Económico e TSF, aconteceu precisamente o contrário: caiu 2,7 pontos percentuais para os 33,4% e passou a segunda força política. A diferença entre os dois principais partidos passou, por isso, a ser de 6,3 pontos percentuais, praticamente o dobro da margem de erro (3,45%). O trabalho de campo desta sondagem foi realizado entre os dias 9 e 10 de Maio (segunda e terça-feira desta semana) logo depois do PSD ter tornado público o seu programa e já incorporando o frente-a-frente televisivo entre José Sócrates e Paulo Portas, na TVI, que teve perto de dois milhões de telespectadores - 55% dos inquéritos foram realizados depois dos líderes de PS e CDS se terem encontrado na televisão. É, também, a primeira vez que a Marktest mede o impacto das medidas impostas pela ‘troika' e anunciadas na semana passada para que Portugal possa beneficiar de um empréstimo de 78 mil milhões de euros ao longo dos próximos três anos. A par com o PSD, o partido de Paulo Portas também sobe ao longo do último mês passando de 7,5% para 9%. Aliás, tal como aconteceu com os social-democratas quando viabilizaram o plano de austeridade, em Maio de 2010, no último mês os dois partidos da oposição que estiveram ao lado do Governo na viabilização do memorando de entendimento com a ‘troika' acabaram por aumentar as suas intenções de voto. Na última semana Paulo Portas e Pedro Passos Coelho têm reforçado a garantia de que não governaram com Sócrates embora assumam que Portugal precisa de um Governo maioritário após as eleições de 5 de Junho. À luz desta sondagem se juntarmos as intenções de voto nos dois partidos é possível concluir que poderiam formar um Governo maioritário com 49% dos votos. Com comunistas e bloquistas aconteceu precisamente o contrário. Depois de terem recusado, sequer, manter qualquer encontro com os técnicos do FMI, BCE e Comissão Europeia, o PCP caiu 1,6 pontos percentuais para os 6,5% e o Bloco de Esquerda recuou 1,2 pontos percentuais para os 4,8%. A dez dias do início da campanha e já com as campanhas no terreno o número de indecisos caiu no último mês. Entre Março e Abril o número de inquiridos que Não Sabe/Não Responde passou de 29% para 36%, 7,3% declararam não votar e 7,6% revelaram que vão votar em branco. Embora seja impossível de confirmar as transferências de voto que ocorreram ao longo do último mês, a verdade é que o centro-direita (PSD e CDS juntos) sobe seis pontos percentuais, enquanto os partidos de esquerda (PS, BE e PCP) caem cinco pontos.
Maioria dos portugueses está mais pessimista
A maioria dos portugueses acredita que dentro de um ano, a sua situação pessoal e a do país vai ser pior do que a actual, revela a sondagem da Marktest para o Diário Económico e TSF. Cerca de 63% dos inquiridos perante as fortes medidas de austeridade que esperam vir a ser implementadas na sequência do pedido de ajuda ao Fundo Europeu de Estabilização Financeira vão agravar a situação económico. Num quase mimetismo, 61,3% acreditam que a situação económica pessoal e do agregado familiar também vai ser pior. O pessimismo é quase idêntico entre homens e mulheres, mas é mais significativa entre os inquiridos da classe média baixa e com mais de 54 anos (quanto à situação pessoal). Em termos regionais, o Grande Porto também é mais pessimista. Quanto à filiação partidária, os militantes do PSD surgem mais pessimistas.
Taxa de resposta
Por imposição legal todas as sondagens têm de publicar uma taxa de resposta que, ao contrário do que tem sido dito, não reflecte o número de inquiridos que responderam de forma válida a uma sondagem. A este inquérito da Marktest para o Diário Económico e TSF responderam de forma válida 805 pessoas. A taxa de resposta é o esforço que todas as empresas de sondagens têm de realizar para encontrar o tipo e o número de inquiridos necessários de acordo com a distribuição geográfica, o sexo e o escalão etário. Ainda no caso concreto da sondagem que hoje publicamos foram inquiridas 805 pessoas embora a taxa de resposta seja de 26,6%”.
Sondagem: Popularidade de Cavaco dispara, a de Louçã e Jerónimo derrapa
Escreve o jornalista do Económico, Francisco Teixeira que “o Presidente da República tem uma recuperação histórica de 23 pontos percentuais no saldo entre opiniões positivas e negativas. Depois do histórico mês de Abril em que a popularidade de Cavaco Silva caiu a pique para o valor mais baixo de que há memória para um Presidente da República, em Maio a tendência inverteu praticamente com a mesma força. No último mês caiu de 46,6% para 36% o número de portugueses que têm uma opinião negativa do desempenho do Presidente e subiu de 35,3% para 47,5% o número de inquiridos da Marktest que tem de Cavaco uma opinião positiva. Num mês marcado pela assinatura do resgate financeiro com a ‘troika' e pelo pedido de Cavaco Silva e dos ex-Presidentes para que os principais partidos se entendam - feito durante as cerimónias do 25 de Abril -, o saldo da imagem do Chefe de Estado passou de -11,3% para 11,5%. Apesar dos líderes de PSD, CDS e BE já terem recusado de forma categórica governar com o actual líder do PS, o insistente pedido de Cavaco Silva para que haja concertação, diálogo e entendimento entre os principais partidos, feito nas redes sociais e em público, está a beneficiar a forma como os portugueses avaliam o seu desempenho. Entre os líderes partidários, o destaque negativo de Maio vai, na íntegra, para os líderes do PCP e do Bloco de Esquerda que continuam a diabolizar o resgate financeiro que Portugal assinou com o FMI, BCE e Comissão Europeia. O saldo da imagem de Francisco Louçã caiu 16,9 pontos percentuais (as opiniões negativas cresceram 9,8 pontos e as positivas caíram 7,1) enquanto saldo de Jerónimo de Sousa recuou 13 pontos percentuais (as opiniões negativas aumentaram 7,2 pontos e as positivas deslizaram 5,8). Conclusão? Os portugueses penalizaram os líderes de "partido de protesto" como são classificados PCP e Bloco de Esquerda pelos politólogos. Paulo Portas continua a ser o líder partidário mais popular e o único que tem um saldo positivo: 3,9% em Maio. No último mês, Portas foi mesmo quem mais cresceu com as opiniões positivas a passarem de 39,5% para 45,1% e as negativas a caírem de 46,7% para 41,2%. A praticamente uma semana do primeiro e único frente-a-frente televisivo entre José Sócrates e Passos Coelho que se realiza no próximo dia 20 de Maio, na RTP, o líder do PSD está a recuperar mais do que o líder socialista. No último mês, o saldo de Passos Coelho melhorou 5,6 pontos enquanto o de Sócrates apenas 1,5 - apesar de ter assinado o mais austero resgate financeiro da história da democracia. Entre opiniões positivas e negativas, Passos tem um saldo de -23,6 enquanto Sócrates, o mais impopular de todos os líderes partidários, se fica pelos -45,5%”.
Portugueses têm a maior quebra do poder de compra em 27 anos
Li no Económico que “os consumidores arriscam-se a sofrer a maior perda de poder de compra dos últimos 27 anos. A escalada dos preços - confirmada ontem pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) - promete desvalorizar os salários médios de toda a economia, mas os funcionários públicos estarão entre os principais afectados. Pelo segundo mês consecutivo, os preços voltaram a subir em Abril. De acordo com os números divulgados ontem pelo INE, a inflação acelerou para 4,1%, quando comparada com o mesmo mês do ano passado. Aplicando este aumento de preços à previsão mais recente da Comissão Europeia para a evolução dos salários (-1,3%), verifica-se que este ano os consumidores podem esperar uma perda de poder de compra real na ordem dos 5,4%. A desvalorização das remunerações será a mais agressiva desde 1984, exactamente o ano que se seguiu à última intervenção do FMI no país, e em que se registou uma perda de poder de compra de 9,2%. Mas para os funcionários públicos o cenário será ainda mais negro. Ao corte médio de 5% aplicado aos seus salários, há que juntar os 4,1% engolidos pelo aumento dos preços. Contas feitas, a desvalorização é de 9,1%, praticamente o mesmo do verificado há quase três décadas. João Loureiro, professor na Faculdade de Economia do Porto, explica que a evolução do poder de compra está determinada por dois factores: por um lado, a conjuntura económica do país faz descer os salários; e por outro, o aumento dos preços da energia eleva os custos de produção das empresas, inflacionando os preços dos produtos finais. De acordo com o INE, os principais contributos para o aumento do custo de vida verificaram-se nos bens essenciais. Os transportes contribuíram com a maior fatia, tendo os preços aumentado 10,3% de um ano para o outro. A segunda classe de bens que mais contribuiu foi a da habitação, água, electricidade, gás e outros combustíveis (que aumentou 5,6%) e o terceiro maior contributo foi dado pelos produtos alimentares e bebidas não alcoólicas. Esta última classe de bens registou um aumento de preços de 2,4%. Ou seja, a margem de manobra das famílias para enfrentar o aumento dos preços é reduzida, uma vez que ele se está a verificar sobretudo em bens de procura muito rígida. Para os próximos meses, o cenário tenderá a agravar-se: Jean-Claude Trichet, presidente do Banco Central Europeu, já sinalizou que a tendência dos juros até ao final do ano é de subida, o que penaliza o custo dos empréstimos à habitação. Além disso, não se espera um desagravamento significativo dos preços do petróleo - que inflacionam os custos da energia”.
Governo socialista de gestão já inaugurou mais de 40 obras públicas...
Dizem as jornalistas do Económico, Catarina Duarte e Ana Petronilho que a “oposição acusa o Governo de “caça ao voto” e de estar a fazer campanha com vaga de inaugurações. Partidos prometem mudar a lei na próxima legislatura. A caravana governamental não tem dado tréguas aos pneus no último mês. São milhares de quilómetros percorridos pelo País para inaugurar escolas, centros de saúde e outras obras públicas, em contra-relógio até às eleições de 5 de Junho. De acordo com a contagem do Diário Económico, os vários ministérios já inauguraram 44 obras públicas desde o dia 1 de Abril - depois do Presidente da República ter aceite a demissão do Executivo e convocado eleições - e marcaram presença noutras tantas visitas. Ontem mesmo, enquanto o secretário de Estado Adjunto da Saúde, Manuel Pizarro, inaugurava mais duas unidades de saúde familiar no Norte, a ministra Ana Jorge estreava outras duas instalações de saúde na região de Lisboa, reservando para a tarde visitas a outras duas instituições. À mesma hora, o seu outro secretário de Estado, Óscar Gaspar, fazia uma "visita informal" ao novo Hospital de Braga. O Ministério da Saúde é, aliás, aquele que mais estruturas inaugurou no último mês (27), entre unidades de saúde familiar, unidades de cuidados continuados e outros serviços de saúde. Contactado pelo Diário Económico, o Ministério da Saúde garante que a agenda dos membros da equipa governativa "não sofreu qualquer alteração", e que as inaugurações e visitas seguem "ao ritmo a que as obras nas unidades vão sendo terminadas e sobretudo após a sua entrada em funcionamento". A ministra da Educação, Isabel Alçada, também não tem poupado nas inaugurações e visitas a escolas, levando consigo colegas do Governo. No passado dia 25 de Abril, depois de assistir às comemorações no Palácio de Belém, o primeiro-ministro rumou ao Norte para inaugurar as obras de requalificação da Escola Secundária de Tomaz Pelayo, em Santo Tirso. Hoje, é a vez de Jorge Lacão, ministro dos Assuntos Parlamentares, acompanhar Isabel Alçada até Abrantes, para inaugurar a remodelada Escola Secundária Dr. Solano de Abreu. Fonte oficial do ministério de Isabel Alçada recusa, contudo, que a vaga de inaugurações tenha qualquer propósito eleitoralista, afirmando que "as inaugurações de equipamentos de educação são o culminar de trabalho desenvolvido, por iniciativa do Governo ou das autarquias, para proveito de toda a comunidade educativa". E lembra que no dia 5 de Outubro de 2010 foram inauguradas 100 escolas requalificadas por altura das comemorações do Centenário da República.
Oposição promete mudar lei na próxima legislatura
Os partidos da oposição acusam o Governo de caça ao voto e querem mudar a lei já na próxima legislatura, aproximando-a da lei espanhola. Para Miguel Relvas "é claramente a caça ao voto. As "inaugurações são um sinal do sucesso do Governo e este Governo não é de sucesso porque levou o País à bancarrota", disse o secretário geral do PSD ao Diário Económico. O deputado social-democrata Pedro Duarte, em declarações à TSF, já admitiu que poderá ser o seu partido a apresentar a iniciativa de alterar a lei na próxima legislatura. Uma proposta que colhe o apoio do Bloco de Esquerda e do CDS-PP. "No período de campanha o que faz sentido é que haja uma clara separação das funções do Governo e as funções de um partido", defende o centrista João Almeida. Os socialistas também não afastam completamente a ideia de uma revisão à lei eleitoral. O secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, João Tiago Silveira, já admitiu que o PS está disposto a discutir a questão mas não agora: "[O PS] não está é disposto a contribuir neste momento para um debate que visa ganhar votos à custa de mesquinhez eleitoral", disse à TSF
Lei espanhola
Espanha reviu a lei eleitoral no início do ano proibindo quaisquer acções e inaugurações que contenham referências aos objectivos conseguidos, a partir do momento em que são convocadas eleições (período que este ano vai de 29 de Março até ao próximo dia 22 de Maio, data das eleições locais e regionais em Espanha). Segundo o diário El Mundo, os partidos em campanha trocaram as inaugurações por sucessivas visitas à Junta Electoral Central (órgão máximo eleitoral e correspondente à Comissão Nacional de Eleições portuguesa) onde têm apresentado várias queixas contra os adversários partidários por violação da nova lei. A legislação eleitoral espanhola passou a proibir também a distribuição de folhetos e o uso da Internet e outros suportes publicitários para enaltecer actos de gestão governativa”.
Portugueses têm cada vez menos capacidade de poupança
Escreve o jornalista do Económico, Rui Barroso que o “indicador de poupança da APFIPP e da Universidade Católica voltou a cair e esperam-se novas descidas nos próximos trimestres. Poupar é um verbo cada vez mais difícil de conjugar para os portugueses. A APFIPP e a Universidade Católica revelaram hoje que o indicador de poupança "desceu de 86,8 em Março para 84,9 em Abril 2011. O Indicador tem sofrido uma tendência descendente desde Junho, apontando para uma diminuição da taxa de poupança (em % do PIB) das famílias Portuguesas e encontra-se agora significativamente abaixo da sua média histórica de 95,5" Quer isto dizer que deverá ter existido uma diminuição da poupança nas famílias de cerca de 0,6-0,8% do PIB no primeiro trimestre. Além disto, o estudo refere que "o indicador de capacidade de poupança das famílias do inquérito da Comissão Europeia voltou a diminuir em Abril em resultado do aumento da taxa de desemprego e dos impostos, que afectam negativamente os rendimentos das famílias, e do acréscimo da inflação, que agrava os gastos de consumo até nos bens de primeira necessidade". Hoje, por exemplo, ficou a saber-se que os preços tiveram uma subida mensal de 4,1% em Abril. E as novas medidas que Portugal terá de adoptar para corrigir as contas públicas tornarão a poupança ainda mais difícil. "Estas tendências deverão manter-se nos próximos trimestres devido à aprovação das novas medidas de austeridade e à pressão continuada dos preços das matérias-primas, nomeadamente dos bens energéticos e alimentares, na inflação", conclui o relatório da APFIPP e da Católica
Deputado alemão envia carta a Sócrates a pedir que Portugal rejeite pacote de ajuda
Diz o Jornal de Negócios, num texto do jornalista Diogo Cavaleiro, que “Michael Schlecht dá o exemplo da situação na Grécia para aconselhar Portugal a exigir outro tipo de auxílio à Europa. E escreve que a Alemanha também recebeu ajudas após a Segunda Guerra Mundial sem serem impostas medidas de austeridade. Um deputado da quarta força política do parlamento alemão enviou uma carta dirigida ao primeiro-ministro português em que aconselha os políticos nacionais a recusarem o pacote de ajuda definido pela Comissão Europeia, Fundo Monetário Internacional e Banco Central Europeu. “Recusem o prosseguimento da política de austeridade”, defende Michael Schlecht na missiva, referindo que o plano de resgate prejudica o desenvolvimento de Portugal, além de representar uma ameaça à democracia. “[As] medidas de poupança aliadas a uma enorme deterioração, inclusivamente no sector político-social, ameaçam prolongar a crise que o país atravessa”, escreve o deputado do Die Linke (A Esquerda). Para que isso não aconteça, Schlecht diz que o país deve exigir ajudas da União Europeia para recuperar economicamente. E deu o exemplo da Alemanha no período que se seguiu à Segunda Guerra Mundial, uma altura em que recebeu auxílio para a sua reconstrução através do Plano Marshal “e não devido à aplicação de planos de austeridade”. O partido, de acordo com este deputado que é o responsável pela área económica, pretende que sejam os mais ricos a suportar os encargos da crise financeira. E, adianta o deputado da força política Die Linke no Bundestag, a União Europeia e a Alemanha não se iriam opor a essa via, porque os estados-membros não querem colocar o país em insolvência, precisamente porque isso colocaria em risco a moeda única. “O governo da República Federal Alemã tem plena consciência de que a Alemanha é a principal beneficiária do euro e que muito tem a perder”, salienta aquele que é um dos 76 deputados do partido de esquerda presentes nos 621 assentos no parlamento alemão. A rejeição da ajuda é uma medida que o parlamentar defende na missiva dirigida a José Sócrates devido à situação económica vivida actualmente pela Grécia que, depois de receber a ajuda há um ano, está agora em risco de ter de reestruturar a sua dívida. “Esta política conduziu a efeitos catastróficos no desenvolvimento económico da Grécia”, escreve. “A actual situação da Grécia é uma série advertência para Portugal”, evidencia Michael Schlecht, dizendo que, se o plano de austeridade definido for aplicado, “para além do sofrimento agora exigido ao povo português, os sacrifícios seriam em vão”. E deixa um aviso relativamente ao crescimento dos partidos e de movimentos populistas e nacionalistas, caso sejam cada vez mais pedidos esforços adicionais. “Sendo estes [partidos] coroados de êxito, a Europa ficaria ameaçada por um futuro hediondo e obscuro”, adverte”.
Açores: Tribunal de Contas após auditoria não aprova Instituto de Acção Social
Li no Correio dos Açores que “uma auditoria às contas do Instituto de Acção Social dos Açores, realizada em 2009, revelou que os saldos das contas bancários não estavam certos. A notícia foi avançada pela Antena 1 Açores que adianta ainda que a análise às contas do Instituto, que mais tarde se fundiu com o Instituto de Regimes de Segurança Social, revela que houve dinheiro do fundo de maneio que foi furtado em Angra do Heroísmo - quatrocentos euros - e mais tarde reposto de forma contabilisticamente incorreta. O relatório da auditoria, que a Antena 1 teve acesso, revela a existência de várias deficiências nas contas do instituto. Não houve propriamente irregularidades graves, mas foram registados muitos erros e falta de rigor na apresentação dos números. Ainda de acordo com a Antena 1 as maiores falhas estavam nas contas bancárias. Houve mapas de reconciliação com contas que já não existiam e movimentos em trânsito que estavam encerrados há, pelo menos, três anos. O saldo de uma conta que o Instituto tinha no BANIF, por exemplo, apresentava uma divergência entre o extracto e a declaração da instituição, de mais de 300 mil euros. Havia também outras contas no BES, que apesar de terem sido encerradas em 2002, continuavam a apresentar movimentos em trânsito por regularizar. Segundo a Antena 1 em 2009, desapareceram também 400 euros do fundo de maneiro da Divisão da Acção Social de Angra do Heroísmo, verba que segundo o relatório, foi alvo de furto. O dinheiro terá sido reposto mais tarde mas registado de forma incorreta. O caso que mais estranheza provocou aos auditores do Tribunal de Contas foi o secretismo que rodeava as operações extra-orçamentais do Instituto de Acção Social. O relatório diz que as operações não estavam discriminadas e, que além disso, tinham um código de aceso próprio, inacessível ao utilizador comum e sem explicações adicionais. Por tudo isto, o Tribunal de Contas deixa um rol de recomendações ao Governo e dá um prazo de seis meses para que tudo fique regularizado”.
segunda-feira, maio 09, 2011
Irão: intrigas e idiotices cercam o radical Ahmadineyad
Polémica película
La razón oficial esgrimida para las detenciones es una polémica película religiosa que está bajo la investigación de la fiscalía, en la que se anuncia que la llegada del duodécimo imán está "muy próxima". Según la tradición de los chiíes duodecimanos, dominantes en Irán, el citado Imán, Muhamad ibn Hasan al Mahdi, se ocultó en el siglo IX y reaparecerá en algún momento de la historia para dar paso al final de los tiempos. Aunque el propio Ahmadineyad ha expresado en numerosas ocasiones su confianza en que el presunto advenimiento será pronto, conjeturar sobre la fecha está prohibido y puede ser considerado un delito de brujería, que la jurisprudencia iraní castiga con la pena capital. Sin embargo, parece que tras la supuesta excusa legal se esconde, en realidad, el enfrentamiento que el presidente mantiene con la clase religiosa a causa de las controvertidas declaraciones y acciones de su influyente cuñado. La disputa se reveló en toda su crudeza el pasado 17 de abril, tras el intento fallido de Ahmadineyad de destituir actual ministro de Inteligencia, Heydar Moslehi, enfrentado a su cuñado y a quien clérigos y políticos ultraconservadores han tildado de enemigo del sistema. De acuerdo con el diario estadounidense 'Los Angeles Times', el origen de la discordia procede de una supuesta trama de espionaje desde el Ministerio de Inteligencia al ex jefe de la oficina presidencial. Pocas horas después de que el cese de Moslehi fuera anunciado por la prensa oficial, el ministro fue reintegrado en su puesto por orden directa y pública del líder supremo.
Ultimátum
Durante las dos siguientes semanas, Ahmadineyad desapareció de la escena pública e incluso se ausentó de dos Consejos de Ministros, azuzando los rumores de boicot y de crisis en el seno del régimen iraní. De acuerdo con una información divulgada por la página web iraní Ayandeh, Jamenei habría dado un ultimátum al presidente para que reincorporara a Moslehi o renunciara a su cargo. La supuesta amenaza del líder supremo, que hasta la fecha ha defendido la reelección del mandatario pese a las denuncias de fraude electoral por parte de la oposición, no ha sido confirmada ni desmentida por fuentes oficiales. Lo que sí parece indudable, es que con su defensa de Mashai, el ataque a Moslehi y su boicot de nueve días, Ahmadineyad ha roto la baraja y se ha enfrentado a la poderosa casta clerical. El pasado viernes, uno de los clérigos más influyentes, el ayatolá Ahmad Jatamí, le advirtió de que no debía "sobrevalorar su poder". Incluso Taghi Mesbah Yazdi, al que se considera el principal valedor de Ahmadineyad frente a la clase religiosa, señaló que las órdenes del líder supremo "deben ser acatadas". Y también la poderosa Guardia Revolucionaria ha pedido al presidente que no prosiga con una polémica "que beneficia a los enemigos".
Opinião: "La crisis existencial del líder liberal"
"Dicen que los recientes partidos Madrid-Barça han generado desagradables tensiones personales entre los jugadores que normalmente se llevan bien cuando juegan en la selección española. La brecha en la relación entre los conservadores y los liberal-demócratas -los socios del Gobierno de Reino Unido- es aún más marcada tras sus discrepancias sobre la reforma electoral. Como el fútbol, la política es un duro deporte de contacto, y el referéndum de ayer ha dejado más que algunas lesiones. La pregunta clave ahora es si la coalición liderada por el tory David Cameron y el liberal Nick Clegg puede sobrevivir al encuentro: ¿serán capaces de volver a jugar en el mismo equipo otra vez?El voto contundente contra el cambio ha dejado a Clegg con una fuerte jaqueca política por tres razones. Primero, sin la reforma, su posibilidad de romper la hegemonía tory-laborista es nula. Pero es más porque va a provocar una crisis casi existencial en su partido. La reforma constitucional ha sido una parte central de su programa durante más de medio siglo y el tajante rechazo deja el partido con un problema muy grave de identidad para explicar al electorado lo que ahora representan. Segundo, Clegg lo tendrá cada vez más difícil para controlar sus propias filas. Antes de las últimas elecciones generales hubo un desacuerdo abierto entre las distintas facciones de los liberal-demócratas sobre su política económica y las divisiones se resolvieron solo cuando el partido entró en el Gobierno. La izquierda del partido ha aguantado los recortes del gasto público solo a cambio de promesas de actualizar el sistema de votación y la Cámara de los Lores. Sin la zanahoria de estos cambios, la continuación de su apoyo a medidas como una importante reforma sanitaria ya está en entredicho. Por último, Clegg personalmente ha perdido el valor más codiciado por cualquier político: la credibilidad. Muy tocado por el apoyo que ha prestado a una agenda derechista -incluso más radical que la que propuso Thatcher en su día-, la impopularidad de Clegg es tal que casi no se atrevió a participar en la campaña a favor de la reforma. Pero su foto sí salía en la propaganda de la campaña en contra (es decir, los tories) bajo la pregunta: "¿De verdad puedes confiar en este hombre?". Esto, que desató la ira de los liberales que acusaron a sus socios tories de "deslealtad" y "juego sucio", al final deja la impresión de que Clegg es un político iluso que no se sabe salir con la suya. Como consecuencia del referéndum los liberal-demócratas se enfrentan a unos dilemas incómodos: deben demostrar una mayor influencia en la coalición, pero al sufrir una derrota catastrófica en las elecciones municipales de ayer no pueden arriesgarse a unas generales anticipadas. Y aunque muchos desean que Clegg se vaya, no pueden arriesgarse a crear una impresión de desunión que les perjudique aún más. Por fortuna para los liberales, el Partido Laborista también quiere evitar elecciones: diputados socialistas reconocen en privado que el partido sigue estando agotado después de 13 años en el poder y aún no está en condiciones de formar otro Gobierno. Así que, como consecuencia del voto de ayer, la coalición seguirá en pie; pero con el primer ministro David Cameron controlando su destino más que nunca” (texto de David F. Mathiesom, antigo assessor do governo trabalhista e publicado no El Pais, com a devida vénia).
Opinião: "Las urnas barren a Nick Clegg y su reforma del sistema electoral"
En cambio, fue un buen día para David Cameron. Su partido apenas cayó un 2% en votos en Inglaterra, según sus cifras (no hay datos oficiales de las municipales) e incluso obtuvo algunos nuevos concejales (77, elevando el total a 4.805, más del doble que los laboristas). Un resultado discreto si se analiza como meras cifras pero positivo si se tiene en cuenta que Cameron preside un gobierno y lidera un partido que está recortando el gasto a una escala y ritmo insólitos. Un año después de llegar al poder, Cameron ha evitado el tradicional revolcón que se llevan los gobiernos en las municipales; ha conseguido que el electorado convierta a los liberales-demócratas y en especial a su líder, Nick Clegg, en los paganos del ajuste; ha visto desaparecer el fantasma de una reforma electoral a la que se oponía y que, de haber prosperado, habría minado su autoridad en el partido y reducido las posibilidades de victoria de los conservadores en unas elecciones generales; y, salvo revuelta liberal, verá prosperar lo único que de verdad le interesaba del paquete reformista electoral: equiparar las circunscripciones electorales en número de votantes para reducir el sesgo a favor de los laboristas del actual sistema. ¡Bingo! El gran perdedor, no hay duda, es Nick Clegg. Y el Partido de los Liberales-Demócratas. Después de ayer, se encuentran atrapados en una coalición contraria a su naturaleza que aceptaron por las circunstancias del momento y con dos objetivos: reformar el sistema electoral y demostrar que las coaliciones pueden dar gobiernos tan estables como las mayorías absolutas. Pero, fracasada la reforma electoral y con la perspectiva de futuros martirios en las urnas, ¿tiene sentido seguir en la coalición? Quizás solo uno: evitar tener que ir ahora a unas elecciones generales que a Cameron le dan menos miedo hoy que la semana pasada y que amenazarían con reducir a la mínima expresión la presencia liberal en los Comunes. Y también, claro, ser coherentes con la tesis de que las coaliciones son estables...
Nick Clegg aceptó ayer el tamaño colosal de la derrota pero no hizo ademán de dimitir. Tampoco se lo pidieron, excepto algunas voces marginales. Pero los liberales-demócratas entrarán ahora en una fase de debate interno para decidir qué hacer. Ayer perdieron la reforma electoral, 12 de los 17 escaños que tenían en Escocia, un tercio de los votos en Gales y la mitad de los 18 ayuntamientos que controlaban en Inglaterra y casi 700 de los 1.700 concejales que tenían. Romper la coalición sería tanto como renegar de su propio credo, que reniega de unas mayorías absolutas que no pueden alcanzar. Cambiar de líder puede ser una tentación. La otra tentación es la de distanciarse de los conservadores sin llegar a salir del Gobierno. Airear en público sus diferencias en lugar de arreglarlas en privado. Romper de vez en cuando la disciplina de voto, sobre todo en cuestiones de alto valor simbólico. Pero a la larga, todo eso no haría más que dar la razón a quienes han defendido que las coaliciones no son cosa de britânicos” (texto do jornalista do El Pais, WALTER OPPENHEIMER, com a devida vénia)
Escócia avança para referendo sobre independência?
Escreve o jornalista do El Pais, W. OPPENHEIMER que “los independentistas del Partido Nacionalista Escocés (SNP) obtuvieron un histórico triunfo en las elecciones autonómicas del jueves que les ha dado la mayoría absoluta y les permitirá convocar un referéndum sobre la independencia de Escocia. Aunque los sondeos ya auguraban su victoria, muy pocos esperaban que el partido que lidera el carismático Alex Salmond alcanzara la barrera de la mayoría absoluta. El SNP, que gobernó en minoría en la pasada legislatura, logró 69 de los 129 escaños del Parlamento de Holyrood, 23 más de los que tenía, con un 45% de los votos. El crecimiento independentista se produjo a costa de los tres grandes partidos británicos. Los laboristas se quedaron con 37 escaños (siete menos que en 2007), los conservadores con 15 (cinco menos) y los liberal-demócratas fueron literalmente barridos y mantuvieron solo cinco de los 17 escaños que tenían hasta ahora. El SNP arrasó en Edimburgo, donde no tenía ningún escaño, al ganar en cinco de las seis circunscripciones, y se adjudicó también escaños en bastiones laboristas de Glasgow. El líder laborista escocés, Iain Gray, presentó su dimisión, que será efectiva en otoño. El primer ministro británico, el conservador David Cameron, felicitó a los independentistas por su "enfática victoria" y se comprometió a "hacer todo lo posible, obviamente, por trabajar con el ministro principal de Escocia". Añadió: "Siempre trataré al pueblo escocés y al Gobierno escocés con el respeto que se merecen". "Pero en la cuestión del Reino Unido, si quieren convocar un referéndum haré campaña para mantener junto al Reino Unido con todas las fuerzas que tenga", advirtió. Salmond calificó su triunfo de "histórico" y anunció que, efectivamente, convocará un referéndum durante la legislatura, como proponía su programa electoral. Antes negociará con el Gobierno de Londres un incremento de los poderes del Parlamento escocés, el derecho a tener su propio impuesto de sociedades y un incremento de la capacidad de endeudamiento para que alcance los 5.000 millones de libras (5.600 millones de euros). Salmond ya intentó convocar un referéndum sobre la independencia en la anterior legislatura, pero su Gobierno minoritario no consiguió el apoyo que necesitaba de los liberales-demócratas para aprobar la convocatoria. Ahora, con mayoría absoluta, no depende de nadie para decidir sobre la consulta. Tiene especial relevancia el que la cuestión de la independencia no haya sido tan central en esta campaña como en 2007, en parte porque la crisis es lo que más preocupa a los ciudadanos y derrumbó el mito de que países como Islandia e Irlanda eran la prueba de que la independencia de Escocia es viable. Para el SNP, eso tiene una lectura agridulce. Agria porque significa que buena parte de sus votos no son de independentistas. Según los sondeos, solo en torno al 30% de los escoceses quieren la independencia. Pero dulce porque eso significa que los escoceses le han votado porque están satisfechos de su gestión al frente del Gobierno y ven al SNP como la fuerza política más capaz de enfrentarse a un Gobierno en Londres que amenaza con el hacha del recorte del gasto público. Varios analistas explican el éxito arrollador del SNP en una combinación de varios factores. Una muy buena campaña con un líder muy superior al resto. Un enorme deseo del electorado de castigar a los conservadores pero sobre todo a los liberal-demócratas por los ajustes impulsados por la coalición. Y una torpe estrategia de los laboristas al centrar la campaña en cuestiones británicas en lugar de preocupaciones escocesas: Ed Miliband ha planteado la campaña como un primer paso para devolver a los laboristas al poder en Londres”.
La mujer misteriosa de la foto del Ala Oeste
Li no El Mundo: "Quién es la mujer joven que estaba con Obama y sus asesores durante la caza de Bin Laden? Tras la difusión de la foto de la Casa Blanca, Audrey Tomason ya tiene entrada en la Wikipedia. La Casa Blanca ha confirmado que trabaja con el Consejo de Seguridad Nacional. Su carrera en los servicios de inteligencia puede verse dañada por la fotografia. La fotografía de la Sala de Situaciones de la Casa Blanca, en la que Obama y sus colaboradores siguieron en vivo la Operación Gerónimo, sigue suscitando tantas preguntas como la propia muerte de Osama Bin Laden. Muchas miradas se han posado en la mujer joven que asoma al fondo de la imagen, a la derecha. La Casa Blanca se ha limitado a indicar que se trata de Audrey Tomason, directora de la lucha contra el terrorismo. Pero las preguntas siguen en el aire. El hecho de que sea la única mujer -junto con la secretaria de Estado, Hillary Clinton- y su juventud, entre los 11 hombres de la foto no hace sino disparar la curiosidad sobre la misteriosa integrante del grupo. De hecho, cuatro días después de que la Casa Blanca distribuyese la imagen, Tomason ya tiene su propia entrada en la Wikipedia (inexistente hasta entonces). La información, sin embargo, sigue siendo escasa y la que comienza a circular por la red resulta difícil de confirmar. Algunos apuntan a que Tomason tiene 34 años, otros señalan que estudió en la Universidad Tufts y después obtuvo un master en la Kennedy School de Harvard, aunque según asegura el corresponsal de Newsweek en la Casa Blanca, en The Daily Beast, estas instituciones no lo han confirmado. Entre la rumorología han surgido incluso manchas en su currículum, tampoco confirmadas. Según un bloguero que cita el Daily Mail, ella podría ser culpable de un secuestro 'erróneo' de la CIA, el del ciudadano alemán, Jaled El-Masri, encarcelado durante cinco meses. La agencia AP apuntaba que la responsable del error fue una analista de inteligencia, citada como Frances. Ese es el segundo nombre de Tomason... según su perfil de Wikipedia.Una notoriedad mala para su carrera
En la Casa Blanca han facilitado escasa información sobre la misteriosa mujer. Según el Beast, su departamento de prensa ha confirmado que Tomason trabaja con el Consejo de Seguridad Nacional (el órgano asesor del presidente en materia de seguridad nacional y política internacional y con un papel clave en la operación que dio caza a Bin Laden), pero precisó que la Casa Blanca no habla de su personal en las agencias gubernamentales secretas o de inteligencia. Tommy Vietor, portavoz del Consejo de Seguridad Nacional, confirmó que trabajaba en su departamento. ¿Por qué, entonces, nunca se había sabido nada de ella? "Bueno, nunca habíamos matado a Bin Laden", aseguró a la web estadounidense. Lo cierto es que parece que la foto del Ala Oeste podría suponer un indeseado daño colateral para Tomason. "Si es cierto que el trabajo de Tomason es de naturaleza clandestina, es razonable pensar que esta foto no será buena para su carrera. Ni su nueva entrada en la Wikipedia", aventura una bloguera del Washington Post. "Puedes hacer la razonable deducción de que es un miembro de la comunidad de [los servicios de] inteligencia", ha dicho al Beast Michael Barrett, un experto en seguridad nacional. "¿Es eso algo que [la Casa Blanca] quiera hacer público? El hecho de que podamos ver su cara podría dañar su carrera".
Gylfi Zoega, do Banco Central da Islândia: “Portugal deve investigar quem do Governo e banca está na origem do endividamento”
Segundo o Publico, num texto da agência Lusa, "o membro do Banco Central da Islândia Gylfi Zoega considera que Portugal deve investigar quem está na origem do elevado endividamento do Estado e bancos, e porque o fez, e que “foi uma bênção” Portugal estar no euro. Temos de ir aos incentivos. Quem ganhou com isto? No meu país eu sei quem puxou os cordelinhos, porque o fizeram e o que fizeram, e Portugal precisa de fazer o mesmo. De analisar porque alguém teve esse incentivo, no Governo e nos bancos, para pedirem tanto emprestado e como se pode solucionar esse problema no futuro”, diz o responsável. A participar nas conferências do Estoril, o economista, que também participou no documentário premiado com um Óscar “Inside Job -- A verdade sobre a crise”, disse em entrevista à Agência Lusa que Portugal beneficiou muito de estar no euro nesta altura, porque para além do apoio dos seus parceiros da união monetária, terá de resolver os seus problemas estruturais ao invés de recorrer, como muitas vezes no passado, à desvalorização da moeda.“Talvez para Portugal estar no euro nesta altura seja uma bênção, porque apesar de não conseguir sair do problema de forma tão fácil como antes, através da depreciação [da moeda], vocês têm de lidar com os problemas estruturais que têm”, disse. A Islândia, na sequência da grave crise económica que sofre desde 2008, derivada do colapso do seu sistema financeiro (que chegou a ser 10 vezes maior que a economia islandesa), também teve de recorrer ao Fundo Monetário Internacional para resolver os seus problemas de financiamento, mas neste caso a experiência não é nada mal vista. “Penso que o FMI é útil neste sentido, porque é uma instituição que pode ajudar a coordenar as acções. Existem coisas impopulares que têm de ser feitas, e pode ser utilizada como um bode expiatório para essas medidas impopulares, que teriam de ser aplicadas de qualquer forma. Ajuda os políticos locais a justificar aquilo que podiam não conseguir fazer por eles próprios”, diz. O responsável diz mesmo que a experiência do seu país tem sido “muito boa” e que a instituição tem feito um grande esforço de coordenação para garantir que as medidas têm os efeitos desejados. “A experiência com o FMI acabou por ser muito boa, porque actualmente têm uma tendência para serem muito pragmáticos, para encontrar soluções que funcionem. Tiveram algumas medidas pouco ortodoxas, como os controlos de capital e outras para reduzir o défice, e ajudaram a garantir que o programa estava no caminho certo, visitando todos os ministérios, o banco central. Tem sido um esforço em grande cooperação”, explica. No entanto, recorrer a ajuda externa tem as suas consequências e a principal tem sido a falta de confiança dos mercados, explica ainda Gylfi Zoega, acrescentando que ainda não existe previsão para quando ou se a Islândia vai conseguir voltar a financiar-se nos mercados. “[A Islândia] Não tem qualquer acesso aos mercados de capitais actualmente, e é uma questão em aberto. Quanto tempo demorará? Se os mercados ficarão completamente fechados? Se olham para isto como um problema isolado que podem perdoar ou se olham e pensam nisto como algo mais crónico. Portanto, nós não sabemos como vai ser o nosso acesso ao mercado no futuro”, afirma.
Reduzir salários é prioridade
Gylfi Zoega defende ainda que Portugal tem de baixar os salários “o mais rapidamente possível” para que a economia possa ganhar competitividade e voltar a crescer. “Claramente para Portugal, o que precisam de fazer, o que o programa aponta para terem crescimento e competitividade é através de salários mais baixos. Os salários precisam de ser reduzidos, o mais rapidamente possível”, afirmou o economista. Para que isso possa acontecer, o responsável considera que o Governo e os sindicatos têm de se unir e debater a questão e que este deve ser uma espécie de “imperativo nacional”, porque terá de existir essa redução. “Tem de ser uma espécie de imperativo nacional. Porque vai acontecer mais cedo ou mais tarde. É só uma questão de demorar cinco ou dez anos, ou fazê-lo mais cedo. [...] O perigo é não fazerem nada. Continuarem a não serem competitivos, endividados e sem crescimento por um longo período de tempo”, diz. O responsável do Banco Central da Islândia aponta ainda a redução da segurança salarial dos trabalhadores mais antigos como uma necessidade para estimular o emprego dos jovens e evitar uma vaga de emigração dos mais jovens. “É por isso que precisam de um esforço colectivo para fazer isto. Porque a alternativa é os jovens mudarem de país e a economia não crescer”, concluiu”.
Sondagem Expresso: os 6 deputados da Madeira...
Segundo o jornalista do Expresso, Martim Silva, "a sondagem converte intenção de voto em mandatos e mostra que a maioria absoluta da direita é um cenário forte mas não absolutamente garantido. A emoção parece garantida até à noite eleitoral de 5 de junho. Depois do acordo com as instâncias internacionais para o plano de ajuda a Portugal, e com meio país a pedir entendimentos e acordos alargados de governação, a intenção de voto está repartida entre direita e esquerda. A sondagem da Eurosondagem para o Expresso, SIC e Rásio Renascença faz a conversão de votos em mandatos e mostra que PSD e CDS somados podem ter entre 111 e 123 deputados (114 a 126 se considerarmos que o PSD obtém três dos quatro dos círculos da emigração). Enquanto a soma de PS, BE e CDU pode situar-se entre os 104 e os 114 parlamentares (sendo que o PS elege sempre pelo menos um dos quatro nos círculos da emigração, que devem ser somados ao total). Ainda existem, como mostra o mapa, sete deputados em disputa entre esquerda e direita, em seis círculos eleitorais: Lisboa, Porto, Setúbal, Beja, Açores e Faro
Ficha técnica
Estudo de opinião efetuado pela Eurosondagem, S.A. nos dias 28 de abril a 3 de maio de 2011, tendo como universo a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental. Entrevistas diretas e pessoais, realizadas por entrevistadores selecionados e supervisionados, em 20 freguesias de Portugal Continental escolhidas de modo a que, no seu conjunto, o resultado verificado nas últimas eleições para a Assembleia da República se aproxima do resultado nacional. Aos entrevistados foi apresentado um boletim de voto, sendo-lhes solicitado que assinalassem, no mesmo, a sua intenção de voto e que o colocassem na urna fechada de que o entrevistador dispunha para o efeito. Foram efetuadas 2525 tentativas de recolha de voto, e destas 477 (18,9%) não aceitaram colaborar no estudo. Foram validadas 2048 respostas, correspondentes a 81,1%, que constituem a amostra, distribuídas, em termos geográficos, por: Região Norte, 20,6%; A.M. do Porto, 15,1%; Região Centro, 28,9%; A.M. de Lisboa, 25,6%; e Região Sul, 9,8%. O erro máximo da amostra é de 2,17%, para um grau de probabilidade de 95,0%. Um exemplar deste estudo de opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social"
Ficha técnica
Estudo de opinião efetuado pela Eurosondagem, S.A. nos dias 28 de abril a 3 de maio de 2011, tendo como universo a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental. Entrevistas diretas e pessoais, realizadas por entrevistadores selecionados e supervisionados, em 20 freguesias de Portugal Continental escolhidas de modo a que, no seu conjunto, o resultado verificado nas últimas eleições para a Assembleia da República se aproxima do resultado nacional. Aos entrevistados foi apresentado um boletim de voto, sendo-lhes solicitado que assinalassem, no mesmo, a sua intenção de voto e que o colocassem na urna fechada de que o entrevistador dispunha para o efeito. Foram efetuadas 2525 tentativas de recolha de voto, e destas 477 (18,9%) não aceitaram colaborar no estudo. Foram validadas 2048 respostas, correspondentes a 81,1%, que constituem a amostra, distribuídas, em termos geográficos, por: Região Norte, 20,6%; A.M. do Porto, 15,1%; Região Centro, 28,9%; A.M. de Lisboa, 25,6%; e Região Sul, 9,8%. O erro máximo da amostra é de 2,17%, para um grau de probabilidade de 95,0%. Um exemplar deste estudo de opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social"
Humor: Deputado do PS que furtou gravadores processa revista "Sábado"
Segundo o Publico, num texto da jornalista Margarida Gomes, “o deputado e vice-presidente da bancada do PS Ricardo Rodrigues, que há um ano furtou os gravadores de dois jornalistas da revista Sábado durante uma entrevista, decidiu processar judicialmente a revista e os dois jornalistas, pedindo uma indemnização de 35 mil euros por "danos não-patrimoniais sofridos". Acusado recentemente pelo Ministério Público de atentado à liberdade de imprensa, na sequência de uma queixa da Sábado, Ricardo Rodrigues alega que a publicação da entrevista violou os seus "direitos de personalidade", o "direito ao bom-nome e reputação", tendo "manifestamente ultrapassado o direito de informar". Contactado ontem pelo PÚBLICO, o deputado recusou fazer declarações sobre o caso, alegando tratar-se de uma questão do foro privado. "Não faço declarações sobre as minhas acções privadas e não acho que isso tenha relevância pública. Trata-se de um assunto que compete aos tribunais resolver", declarou, afirmando que retirou a "imunidade parlamentar para tratar desse assunto de forma privada e não pública". Foi com alguma surpresa que Maria Henrique Espada, que, com um colega seu, o entrevistou, recebeu a notícia que o deputado tinha processado a revista. "A entrevista foi precisamente há um ano e por isso acho surpreendente que o tenha feito agora. Não sei o que é que o motiva, mas é pelo menos surpreendente", disse a jornalista ao PÚBLICO. O deputado admite que concedeu a entrevista sem colocar quaisquer condições relativamente aos temas a abordar. No entanto, ter-se-á sentido desconfortável com as perguntas efectuadas - que, do seu ponto de vista, terão levantado suspeitas sobre a sua idoneidade. Após a publicação, refere o parlamentar, voltou a "reviver toda a situação em que se viu envolvido em 2003" e "sentindo o mesmo embaraço e vergonha que então tinha sentido". Refira-se que nesse ano, Ricardo Rodrigues apresentou a sua demissão do governo regional dos Açores na sequência de rumores que circulavam na região sobre a sua alegada participação numa rede de pedofilia que ficou conhecida como o caso Farfalha. Na queixa refere ainda que foi "alvo de comentários na Assembleia da República por parte de membros dos partidos da oposição ao Governo que lhe fizeram notar que, se calhar, em virtude das suspeitas lançadas pelos jornalistas, não estava à altura de exercer as funções que exerce nas comissões parlamentares". Queixa-se também de ter sido "alvo de chacota pelo alegado facto de, tal como diz o artigo publicado, dar a entender ter estado durante toda a entrevista de olhos postos nos gravadores dos jornalistas, preparado para os retirar".
Depois de Espanha: SJ apela ao boicote a conferências de imprensa condicionadas
Depois da Espanha o ter feito há duas semanas, foi a vez do Sindicato dos Jornalistas de Portugal referir que "a prática de convocar órgãos de comunicação social para conferências de imprensa em que os jornalistas não podem fazer perguntas e em que a recolha de imagens é limitada às televisões deve merecer o boicote dos profissionais da comunicação social, advoga o Sindicato dos Jornalistas (SJ) em comunicado divulgado no passado dia 6 de Maio". Leia o comunicado do Sindicato aqui.
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