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quinta-feira, agosto 22, 2013

Quais os investimentos mais rentáveis a curto e a longo prazo



A Associação Portuguesa de Seguros comparou a rentabilidade de vários produtos a 5 anos e a um ano (2012). Veja quais os mais rentáveis – Dinheiro Vivo

sexta-feira, abril 10, 2009

A urgente..."urgência" de alguns investimentos públicos acelerados por Lisboa

Diz o Expresso, o semanário Expresso num texto do jornalista Helder C. Martins intitulado "Nove auto-estradas não são necessárias" que “dez a 12 mil veículos por dia é o volume de tráfego a partir do qual se justifica construir uma auto-estrada. Isto de acordo com os parâmetros internacionais e com as normas vigentes no próprio Plano Rodoviário 2000. Fomos fazer as contas ao tráfego médio registado e a conclusão é, no mínimo, preocupante: nove auto-estradas não têm razão de existir. Abaixo deste limite ficam três no Norte (A11, A7 e A24), duas no centro (A14, A17) e quatro mais a sul (A10, A15, A13 e A6) (ver infografia). E uma análise troço a troço multiplicaria os exemplos acima das dezenas. Quando o Eurostat, o gabinete de estatísticas europeu, diz que Portugal é dos países da Europa com mais auto-estradas por habitante e densidade geográfica e que a Região de Lisboa e Vale do Tejo é a “campeã” da Europa, está a atestar o resultado de décadas de política de betão. A discussão se há ou não estradas a mais divide opiniões dentro do Governo e no próprio mundo empresarial, mas “há que remunerar os accionistas”. Por isso, os concursos não ficam desertos. Uma situação que levou o Presidente da República há duas semanas a afirmar que “em Portugal ainda se confunde custo com benefício. Uma estrada é toda ela custos. O benefício é o trânsito que passará nela. Se não houver trânsito não há benefício, é zero”, disse Cavaco Silva. Em tempos de crise económica profunda um estudo das necessidades e uma definição de prioridades é a tónica dominante não só dos especialistas como das próprias associações de construção. A nível da União Europeia há também uma inflexão, mesmo o plano de relançamento económico dá a prioridade ao transporte marítimo e à ferrovia. “Depende muito da rede existente no local, mas o valor de referência internacional está entre os 10 mil e os 12 mil veículos por dia”, adianta o professor do IST José Manuel Viegas".
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Sobre o mesmo tema refira-se que na mesma edição do Expresso e com o título "Novas estradas custam três vezes mais do que o prometido pelo Governo" um texto do jornalista Helder C. Martins sublinha que, “apesar dos custos das concessões, Paulo Campos diz que no fim dos 75 anos de concessão da EP há um benefício de 8 mil milhões. O Governo diz que o investimento nas cinco novas concessões já adjudicadas é de €2564 milhões, a preços correntes e segundo os estudos de viabilidade disponíveis no Ministério das Obras Públicas. Mas os custos totais para o Estado nos próximos 25 anos, isto é, as taxas a pagar pela Estradas de Portugal (EP) em termos de disponibilidade e de serviço, subtraído das portagens, quase triplicam aquele valor, chegando aos €7190 milhões (ver quadro). Feitos ao abrigo do novo modelo das Estradas de Portugal, que detêm a concessão da rede viária por 75 anos, os contratos só começam a ser pagos a partir de 2012-2014. Neste modelo, as Estradas de Portugal pagam uma taxa de disponibilidade (pela existência da via) e uma taxa de serviço (dependendo do número de veículos que por lá passam). O investimento diz respeito apenas à construção, faltam ainda os custos com a operação da estrada, a manutenção, os custos com o financiamento (serviço da dívida) e a remuneração dos investidores (rentabilidade). O secretário de Estado das Obras Públicas, Paulo Campos prefere utilizar outro critério de análise: o valor actualizado líquido a Janeiro de 2009 dos custos da EP com as cinco concessões em questão é de €2231 milhões. Valor que sobe para €2669 milhões incluindo a Grande Lisboa, Douro Litoral e Túnel do Marão... Das oito concessões contratadas nesta legislatura as Estradas de Portugal recebem €70 milhões da Grande Lisboa e €208 milhões da Douro Litoral. Em contrapartida, a EP paga €174 milhões pelo Túnel do Marão, €360 milhões pela Transmontana, €696 milhões no Douro Interior, €287 milhões no Baixo Alentejo, €309 milhões pelo Baixo Tejo e €579 pelo litoral Oeste. Em termos de custo benefício, “no final dos 75 anos de concessão das Estradas de Portugal, haverá um saldo positivo de 8 mil milhões, a preços de hoje”, salienta Campos. Isto porque o conjunto de benefícios (tempo, sinistralidade, ambiente, economia) são estimados em €10939 milhões”.
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terça-feira, outubro 07, 2008

Habilidades...

Comparem a amplitude das decisões e depois digam alguma coisa sobre a hipocrisia e o oportunismo que por aí vai...
Facto
Tribunal de São Vicente terá de esperar: há outras prioridades na região - Tão cedo São Vicente não terá um novo tribunal. É o que se depreende das declarações do secretário de Estado da Justiça, João Tiago Silveira, que considerou que o actual tribunal reúne boas condições de funcionamento. “O edifício hoje responde às necessidades. É um tribunal que funciona bem do ponto de vista da sua organização. Bem arrumado, bem organizado. São instalações antigas com um bom estado de conservação”. Esta foi uma das razões que o secretário de estado apresentou para justificar o adiamento da construção do tribunal, mas há mais. “Este tribunal não tem um índice processual muito elevado. O caso mais grave é o de Santa Cruz, aí temos mesmo de resolver a situação” explicou, para dizer depois, que a construção do novo tribunal em São Vicente, não está colocada de parte (notícia do DN do Funchal). Qual o investimento a ser realizado?
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Facto
Justiça investe 18 mil euros no sistema de video-conferência - Todos os tribunais da Região serão contemplados. O investimento concedido ao abrigo do programa Justiça XXI foi anunciado por José Conde Rodrigues, durante a visita aos tribunais de Santa Cruz, São Vicente e Ponta do Sol. O secretário de Estado adjunto e da Justiça, José Conde Rodrigues, anunciou que o Ministério da Justiça investirá 18 mil euros na substituição do sistema de vídeo-conferências nas salas de audiência em todos os tribunais na Madeira. "Até Janeiro de 2009 vamos substituir todo o equipamento de vídeo-conferências em todos os tribunais da Madeira", disse à comunicação social o secretário de Estado após ter visitado o Tribunal de Santa Cruz. José Conde Rodrigues revelou que o Tribunal de Santa Cruz deverá ser transferido para o espaço multiusos no Centro de Santa Cruz, aguardando o Ministério da Justiça a celebração de um protocolo com a autarquia. Ao abrigo do Programa Justiça XXI, o Governo da República, através do Ministério da Justiça, já investiu 600 mil euros em todo o território nacional ao nível do aperfeiçoamento do sistema de vídeo-conferência nas salas de audiência dos tribunais portugueses que passaram a ter a possibilidade de inter-agirem em simultâneo em julgamentos. (notícia do DN do Funchal) Investimento realizado: 18 mil euros
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FACTO
Cidade judicial de P. Delgada, Açores, vai custar 2,4 milhões de euros
O secretário de Estado Adjunto e da Justiça iniciou uma visita de dois dias aos Açores, para apresentar vários projectos e visitar o imóvel que vai albergar a futura "cidade judicial" em Ponta Delgada. O Ministério da Justiça prevê investir 2,4 milhões de euros nas obras de recuperação de um edifício na maior cidade açoriana, para ai instalar uma verdadeira "cidade judicial" e reduzir despesas."Julgo que haverá condições, não havendo nenhum entrave, para que a obra arranque em Janeiro de 2009", adiantou à agência Lusa Conde Rodrigues.Há nove anos que o Ministério da Justiça adquiriu o Palácio da Praia e Monforte ao Governo açoriano, com o intuito de concentrar vários serviços judiciais dispersos pela cidade de Ponta Delgada.Presentemente, os tribunais do Trabalho, Família e Menores e Administrativo e Fiscal de Ponta Delgada funcionam em edifícios alugados e dispersos pela maior cidade açoriana, mas dentro de uma ano estarão concentrado num único espaço físico. Em Junho, José Conde Rodrigues anunciou vários investimentos com vista ao melhoramento de várias instâncias judiciais no país, com destaque para o Palácio Praia e Monforte, que fica junto ao Tribunal da comarca de Ponta Delgada.O secretário de Estado Adjunto e da Justiça anunciou, ainda, que o próximo Orçamento de Estado já contempla um investimento de cerca de meio milhão de euros para "obras de remodelação geral" no palácio da justiça da Povoação. "Trata-se de um investimento que se justificava nos Açores", afirmou à Lusa Conde Rodrigues, acrescentando que o Ministério da Justiça tem, também, prevista para 2009 a construção do estabelecimento prisional de Angra do Heroísmo. O Ministério da Justiça tem previstas para os Açores outras obras importantes como a construção do estabelecimento prisional de Angra do Heroísmo, uma obra de 18 milhões de euros que deverá estar concluída em 2009. Quanto ao estabelecimento prisional de Ponta Delgada, que funciona num edifício do século XIX e que está super lotado, também já está prevista a recuperação do imóvel (notícia publicada aqui). Investimento total: 20,9 milhões de euros!!!!