Dizem as agências noticiosas mundiais que um "grande satélite espião norte-americano perdeu energia e poder de propulsão e pode embater na Terra em finais de Fevereiro ou em Março, informaram hoje fontes governamentais dos Estados Unidos. Desconhece-se em que local pode ocorrer o impacto do satélite, que já não pode ser controlado. As fontes, que falaram sob condição de anonimato por se tratar de uma informação classificada, indicaram ainda que o satélite pode conter materiais perigosos. Um satélite espião, oficialmente designado satélite de reconhecimento, é um satélite de observação da Terra ou de comunicação utilizado para fins militares ou de espionagem. Contactado pela Associated Press, a agência que deu a informação, um porta-voz do conselho de segurança nacional dos Estados Unidos, Gordon Johndroe, declarou que "as agências governamentais adequadas estão a acompanhar a situação". "Ao longo dos anos, vários satélites saíram de órbita e caíram sem provocar danos. Estamos a analisar quais são as alternativas para minimizar quaisquer danos que este satélite possa causar", acrescentou".sábado, janeiro 26, 2008
Satélite vai cair-nos em cima?
Dizem as agências noticiosas mundiais que um "grande satélite espião norte-americano perdeu energia e poder de propulsão e pode embater na Terra em finais de Fevereiro ou em Março, informaram hoje fontes governamentais dos Estados Unidos. Desconhece-se em que local pode ocorrer o impacto do satélite, que já não pode ser controlado. As fontes, que falaram sob condição de anonimato por se tratar de uma informação classificada, indicaram ainda que o satélite pode conter materiais perigosos. Um satélite espião, oficialmente designado satélite de reconhecimento, é um satélite de observação da Terra ou de comunicação utilizado para fins militares ou de espionagem. Contactado pela Associated Press, a agência que deu a informação, um porta-voz do conselho de segurança nacional dos Estados Unidos, Gordon Johndroe, declarou que "as agências governamentais adequadas estão a acompanhar a situação". "Ao longo dos anos, vários satélites saíram de órbita e caíram sem provocar danos. Estamos a analisar quais são as alternativas para minimizar quaisquer danos que este satélite possa causar", acrescentou".
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