Garante o jornalista Luís Reis Ribeiro, do "Diário Económico", que "as taxas de juro dos empréstimos às famílias e empresas, a Euribor, continuam demasiado elevadas e a pesar nas prestações aos bancos. É como se a taxa directora do Banco Central Europeu (BCE) estivesse em 4,25% e não em 4%, como acontece desde meados do ano passado. A autoridade monetária da zona euro sabe disso – que os mercados a estão a substituir no controlo da inflação – pelo que ontem optou por manter juros, apesar de estar com muita vontade de os subir para prevenir uma eventual derrapagem nos preços europeus este ano. Mas fez também outra coisa: Jean-Claude Trichet, o presidente do banco central mostrou-se extraordinariamente agressivo relativamente aos aumentos salariais, mas em contrapartida citou “riscos descendentes” sobre o crescimento das economias na abertura do seu discurso. Não o fazia desde Junho de 2003, o ano da recessão em vários países europeus, Portugal incluído, observa Julian Callow, economista do Barclays Capital". Acreditam nisto? Era óptimo...
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