Garante o semanário "Sol" que o ambiente que se vive no Governo "é de expectativa pelo início das mudanças que José Sócrates deverá fazer no Executivo. A saída de membros de gabinetes de alguns ministérios para empresas públicas, que já começa a verificar-se, é o sinal mais claro de que a remodelação estará iminente. Entre os membros do Governo e os conselheiros de Sócrates já se instalou a ideia de que este é o momento certo para mexer na equipa. Mas ainda há dúvidas sobre a dimensão das mexidas, já que o primeiro-ministro preferirá fazer acertos e não uma remodelação profunda. As pedras em que Sócrates irá mexer estão dependentes das suas prioridades para os próximos tempos. Terminada a presidência da União Europeia, o Governo, no início de 2008, tem de avançar com a revisão das leis laborais e dar um impulso para a entrada em vigor do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN). Isto além de ter de responder àquele que tem sido o problema mais díficil de lidar: o desemprego. Essa necessidade de voltar a estar mais presente e dar mais atenção às questões internas é, aliás, assumida por Sócrates. «Tenho feito o maior esforço para compaginar a presidência da União Europeia com a governação do país», confessou o primeiro-ministro no debate parlamentar de terça-feira".
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