Escreve hoje o jornalista Jorge Sousa, no DN do Funchal, a propósito do PSD, e citando este meu blogue que me estaria a dirigi a Jaime Filipe Ramos quando ontem aqui disse – e mantenho – que há no PSD pessoas que não são capazes, pela ambição, pela vaidade, pela arrogância, por estarem ao serviço de interesses mais vastos, de colocar-se no seu lugar, de serem colaborantes em vez de desestabilizadores, e de terem a honestidade intelectual para perceberem que não tem nem perfil nem ganham eleições. Carlos Costa Neves, nos Açores, foi tudo: delfim, membro do Governo regional, deputado na Assembleia da Republica, deputado ao parlamento Europeu, membro do Governo da Republica. Não ganhou uma eleição que fosse nos Açores, pelo contrário, vai tentar agora de novo, provavelmente a sua última tentativa. As coisas são assim mesmo, nada a fazer.
Eu não me dirigi, nem directa nem indirectamente fosse a quem fosse porque nem de nomes falei. Eu sei, no meu caso, que não sou candidato sanada, que não ganharia eleições, caso fosse líder, pelo que não posso estar a destruir tudo, a boicotar todos os candidatos que ao contrário de mim teriam essa possibilidade. Estaria a ser hipócrita. O que eu disse foi exactamente o que já sublinhei no início deste comentário. O que se tem passado, e continua a passar, é uma mediocridade que apenas fragiliza o partido e o conduz para caminhos que nada têm a ver com o que, supostamente, todos pretenderão para depois de 2011. Uma nota final porque comigo não há nem paninhos quentes, nem hipocrisias: há indivíduos que ambicionam a liderança do PSD mas que nunca terão o meu apoio. Nunca. Também nem dele precisarão, julgo eu… Esta minha posição por ser um compromisso tomado para comigo mesmo. Mas não tenho rigorosamente nada a ver, estou-me absolutamente nas tintas, para o facto deles quererem ser líderes do partido e do partido hipoteticamente um dia os eleger. Os erros devem ser assumidos por quem de direito. Mas um dia falaremos disso, quem sabe se num livro…
Eu não me dirigi, nem directa nem indirectamente fosse a quem fosse porque nem de nomes falei. Eu sei, no meu caso, que não sou candidato sanada, que não ganharia eleições, caso fosse líder, pelo que não posso estar a destruir tudo, a boicotar todos os candidatos que ao contrário de mim teriam essa possibilidade. Estaria a ser hipócrita. O que eu disse foi exactamente o que já sublinhei no início deste comentário. O que se tem passado, e continua a passar, é uma mediocridade que apenas fragiliza o partido e o conduz para caminhos que nada têm a ver com o que, supostamente, todos pretenderão para depois de 2011. Uma nota final porque comigo não há nem paninhos quentes, nem hipocrisias: há indivíduos que ambicionam a liderança do PSD mas que nunca terão o meu apoio. Nunca. Também nem dele precisarão, julgo eu… Esta minha posição por ser um compromisso tomado para comigo mesmo. Mas não tenho rigorosamente nada a ver, estou-me absolutamente nas tintas, para o facto deles quererem ser líderes do partido e do partido hipoteticamente um dia os eleger. Os erros devem ser assumidos por quem de direito. Mas um dia falaremos disso, quem sabe se num livro…
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