O Banco de Portugal divulgou hoje um estudo, denominado "Instrumentos de Pagamento den Retalho em Portugal: Custos e Benefícios", que refere: "O estudo foi realizado com base num modelo de organização a dois níveis: o nível directivo e o nível técnico. Ambos os níveis incluíram representantes do Banco de Portugal e das principais instituições que estão relacionados com o funcionamento dos meios de pagamento em Portugal. Cada uma destas instituições indicou um representante com responsabilidades de direcção e coordenação para o grupo a nível directivo e um ou mais representantes operacionais para o grupo a nível técnico. Para assegurar a prossecução dos trabalhos e a articulação entre os diversos participantes, foi constituída uma equipa técnica no Banco de Portugal. Adicionalmente, o estudo beneficiou do recurso à capacidade de produção e análise estatística do Banco de Portugal e da colaboração das principais empresas de distribuição, que disponibilizaram a informação de base indispensável para a análise da utilização dos instrumentos de pagamento nas grandes superfícies, bem como informação referente a custos e utilização desses instrumentos. O sistema de pagamentos de retalho português é reconhecidamente um sistema muito evoluído em termos de tecnologia, acessibilidade, economias de tempo e cobertura nacional. Dado o seu alto nível de integração, nem sempre bem compreendido quando sujeito a análises parcelares deste ou daquele instrumento, tem permitido disponibilizar uma grande diversidade e universalidade de serviços. Acresce que é um sistema que processa diariamente milhões de operações, em milhares de agências e em dezenas de bancos, com um número de reclamações que, em termos relativos, se pode considerar muito reduzido, o que é um bom teste da sua qualidade global".quinta-feira, dezembro 13, 2007
Banco de Portugal divulga estudo sobre instrumentos de pagamentos
O Banco de Portugal divulgou hoje um estudo, denominado "Instrumentos de Pagamento den Retalho em Portugal: Custos e Benefícios", que refere: "O estudo foi realizado com base num modelo de organização a dois níveis: o nível directivo e o nível técnico. Ambos os níveis incluíram representantes do Banco de Portugal e das principais instituições que estão relacionados com o funcionamento dos meios de pagamento em Portugal. Cada uma destas instituições indicou um representante com responsabilidades de direcção e coordenação para o grupo a nível directivo e um ou mais representantes operacionais para o grupo a nível técnico. Para assegurar a prossecução dos trabalhos e a articulação entre os diversos participantes, foi constituída uma equipa técnica no Banco de Portugal. Adicionalmente, o estudo beneficiou do recurso à capacidade de produção e análise estatística do Banco de Portugal e da colaboração das principais empresas de distribuição, que disponibilizaram a informação de base indispensável para a análise da utilização dos instrumentos de pagamento nas grandes superfícies, bem como informação referente a custos e utilização desses instrumentos. O sistema de pagamentos de retalho português é reconhecidamente um sistema muito evoluído em termos de tecnologia, acessibilidade, economias de tempo e cobertura nacional. Dado o seu alto nível de integração, nem sempre bem compreendido quando sujeito a análises parcelares deste ou daquele instrumento, tem permitido disponibilizar uma grande diversidade e universalidade de serviços. Acresce que é um sistema que processa diariamente milhões de operações, em milhares de agências e em dezenas de bancos, com um número de reclamações que, em termos relativos, se pode considerar muito reduzido, o que é um bom teste da sua qualidade global".
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