segunda-feira, abril 18, 2022

O maior risco para a economia global de que ninguém está a falar


Quase 400 milhões de pessoas em 45 cidades da China estão sob confinamento total ou parcial como parte da rígida política zero-covid da China. Juntos representam 40%, ou 7,2 mil milhões de dólares, do Produto Interno Bruto anual para a segunda maior economia do mundo, de acordo com dados da Nomura Holdings. Os analistas fazem soar os alarmes, mas dizem que os investidores não estão a avaliar adequadamente a gravidade das consequências económicas globais destas ordens de isolamento prolongadas.

"Os mercados globais podem ainda subestimar o impacto, porque muita atenção continua focada no conflito da Rússia com a Ucrânia e na subida das taxas da Reserva Federal dos EUA", escreveu Lu Ting, economista-chefe da Nomura na China e alguns colegas numa nota na semana passada. O mais alarmante é o confinamento indefinido em Xangai, uma cidade de 25 milhões de habitantes e um dos principais centros de produção e exportação da China.

Açores: Bolieiro apresentou nova orgânica do governo ao Representante da República

Já está nas mãos do Representante da República a remodelação do décimo terceiro governo regional dos Açores. Para o governo entram Berta Cabral e Maria João Carreiro e saem Bastos e Silva (Finanças), Mota Borges (Turismo), Susete Amaro (Cultura e Transição Digital) e Ana Carvalho (Obras Públicas). Duarte Freitas transita para as finanças. 

Vila Real: Bomba de combustível viciada cobrava até 1,65 euros por nada

Uma bomba de gasóleo em Vila Pouca de Aguiar (Vila Real) tinha o contador viciado, imputando ao consumidor um valor até 1,65 euros antes de se iniciar o abastecimento, revelou esta segunda-feira a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE). Em comunicado, a ASAE refere que se trata da quarta ocorrência semelhante que detetou “nos últimos meses”. Numa fiscalização ao posto de abastecimento de carburantes em causa, refere a ASAE, “verificou-se que, no início de cada abastecimento, após o ‘reset’ do contador e mesmo antes de ser pressionado o manípulo da agulheta da bomba, o contador alterava-se automaticamente, cobrando valores até 1,65 euros, sem que o consumidor tenha feito qualquer abastecimento efetivo”. A ASAE refere ter “procedido à sua selagem e apreensão, de forma cautelar, para a respetiva perícia técnica”. A bomba de gasóleo já tinha sido sujeita a controlo metrológico este ano, “exibindo o selo de validade e de conformidade”. Os factos foram comunicados ao Ministério Público por estarem em causa “fortes indícios do crime de especulação (delito antieconómico) e eventual crime de falsificação de notação técnica” (CNN-Portugal)

Venezuelanos queimam boneco com os rostos de Putin e Maduro em tradição pascal

A presidente da Câmara Municipal de Caracas, Carmén Meléndez e o ministro da Energia Elétrica, Néstor Reverol também faziam parte do boneco. Dezenas de venezuelanos no centro de Caracas queimaram um boneco de quatro cabeças com os rostos dos Presidentes russo e venezuelano, Vladimir Putin e Nicolás Maduro, respetivamente, numa recriação da tradicional “Queima do Judas” no Domingo de Ressurreição. No domingo de Páscoa, um boneco, feito de roupa velha, cartão e restos de tecido, foi colocado numa cadeira na zona da La Candelária, no centro da capital venezuelana, com as fotografias dos quatro intitulados “culpados de alta traição” na cabeça e incendiado depois de lida uma sentença.

Chega ainda não faz tremer Açores...

Cinco meses depois, o Chega Açores volta a ameaçar chumbar o próximo Orçamento. E, novamente, com a garantia de que agora será mesmo de vez. Mas nenhum outro partido está a dar grande importância às declarações de José Pacheco, deputado único do Chega na Assembleia Legislativa, que na semana passada garantiu que “acabou” o seu apoio ao Governo Regional. Primeiro, porque o Orçamento só será discutido daqui a mais de meio ano, depois, porque se dizem todos mais preocupados com as crises sucessivas: à crise provocada pela pandemia somaram-se os efeitos económicos e sociais da guerra na Ucrânia e a crise sismovulcânica na ilha de São Jorge. Foi justamente de visita àquela ilha que o presidente do Governo Regional, José Ma­nuel Bolieiro, descreveu a mais recente ameaça do Chega como um assunto “lateral”, garantindo estar “pronto, responsavelmente, para a estabilidade”.

Preços das obras do PRR alertam Governo de Costa

Os investimentos públicos em infraestruturas previstos no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para 2021-2026 já estão a ser pressionados pela escalada de preços, confirmou ao Expresso fonte oficial do gabinete da ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva. “A Europa está a atravessar uma fase de subida generalizada dos preços, não só no sector da construção como em todos os segmentos do mercado, devido à rutura das cadeias logísticas de abastecimento de matérias-primas e da escassez de mão de obra e, mais recentemente, dos efeitos da crise na Ucrânia, particularmente nos sectores dos combustíveis e da energia”, enquadra o gabinete da ministra. “Estes impactos deverão fazer-se sentir em várias medidas do PRR, com especial incidência naquelas que envolvem obra pública em infraestruturas.”

Questionada sobre a necessidade de mobilizar mais empréstimos da ‘bazuca’ ou de rever os projetos e prazos do PRR face à escalada dos preços agravada pela guerra, a mesma fonte responde que “o PRR está no seu primeiro ano de execução, sendo uma oportunidade única para realizar investimentos e reformas transformadoras”. Mas alerta: “O Governo está a acompanhar muito proximamente a execução de todas as reformas e investimentos do PRR, procurando identificar riscos e mitigá-los de forma a garantir a execução do PRR, socorrendo-se dos instrumentos que tiver à sua disposição. (Expresso)

Porto Santo distinguido pela melhor praia da Europa


O Porto Santo foi distinguido pela plataforma de Melhores Destinos Europeus como a melhor praia da Europa. À RTP Madeira, residentes e turistas dizem que a distinção já era esperada.

Este ano a Câmara do Funchal não vai reembolsar o IRS aos munícipes


A vice-presidente da autarquia diz que a anterior gestão camarária não comunicou à autoridade tributária a devolução desse valor. Uma recomendação à CMF. Perante esta notícia seria recomendavel que a edilidade funchalense elaborasse e distribuisse um comunicado de imprensa devidamente esclarecedor. Os funchalenses não podem andar a meio de uma "guerra" político-partidária entre os actuais responsáveis autárquicos da capital e os antigos, discussão que parece mais assentar em argumentos e não em contar a verdade, com números, com todos os dados disponíveis para que os funchalenses percebam o que se passa, sobretudo depois desta notícia que em nbada beneficia a CMF. Assim, com meias conversas ou meias verdades, tudo cheira a esturro. Não acham? Eu, e não tenho receio em afirmá-lo, ainda não percebi integralmente os contornos desta história.

domingo, abril 17, 2022

Ridícula ingerência ucraniana: Embaixador expressa satisfação ao Vaticano por alteração na Via Sacra

O embaixador ucraniano na Santa Sé, Andrii Yurash, expressou hoje ao secretário de Estado do Vaticano a sua satisfação pela mudança realizada numa das estações da Via Sacra, que decorreu na sexta-feira no Coliseu de Roma. Antes da cerimónia religiosa, gerou desconforto o facto de, na XIII estação da Via Sacra, estar previsto que a cruz fosse transportada por duas amigas, uma enfermeira ucraniana e uma estudante russa. Na noite de sexta-feira, a cruz foi transportada pelas duas mulheres conforme estava previsto, mas, numa alteração do programa inicialmente divulgado pelo Vaticano, a meditação que deveria ser lida no momento foi eliminada e substituída por uma oração pela paz no mundo.

Tem bilhetes pendurados na TAP? Não é o único. Companhia deve 644 milhões a passageiros...


Cancelamentos de voos por causa da covid-19 adiaram milhares de bilhetes que já estavam pagos. Muitos desses passageiros não receberam o dinheiro de volta e ainda não usaram o crédito para voar. Dois anos depois do início da pandemia, créditos sobre a TAP ainda somam 644 milhões de euros São centenas de milhões de euros. A TAP recebeu o dinheiro dos passageiros mas, depois da catadupa de adiamentos e cancelamentos de voos causada pela pandemia, nem o devolveu, nem os voos foram entretanto realizados ou remarcados pelos passageiros.   Ao todo, os passageiros têm um crédito de 644 milhões de euros sobre a companhia, tal como consta nas suas contas de 2021, apresentadas esta semana. O valor sobe para os 685 milhões contando com as milhas do programa de fidelização TAP Miles&Go. O alerta, noticiado este sábado pelo jornal Eco, é dado pelos próprios auditores da PwC na sua avaliação ao relatório e contas da TAP.

Le Monde Diplomatique: A ameaça de uma guerra nuclear


Anunciando que colocava a sua força de dissuasão nuclear em estado de alerta, o presidente russo Vladimir Putin obrigou o conjunto dos estados-maiores a actualizar as suas doutrinas, na maioria dos casos herdadas da Guerra Fria. A certeza da aniquilação mútua ­­­— o seu acrónimo em inglês, MAD, significa «louco» — já não basta para excluir a hipótese de ataques nucleares tácticos, pretensamente limitados. Com o risco de uma escalada descontrolada. 

O tom da réplica — seco, para não dizer exasperado — não escapou a ninguém. «Não venham com histórias! Esta ideia de que vamos enviar [para a Ucrânia] equipamentos ofensivos, aviões e carros de combate… Podem todos dizer o que quiseram, mas a isso chamar-se-ia Terceira Guerra Mundial.» No dia 11 de Março de 2022, refutando vigorosamente sugestões de eleitos e especialistas que reclamavam um envolvimento mais directo dos Estados Unidos no conflito, Joe Biden fechou a porta a uma oposição convencional directa entre Washington e Moscovo. Ao mesmo tempo, o presidente norte-americano afirmou que assumiria uma escalada eventual até ao extremo se a ofensiva russa viesse a estender-se ao território de um dos membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

A teia de ligações a Putin de associações que estão a acolher refugiados ucranianos em Portugal


Colaboravam com a Fundação Russkiy Mir, criada pelo presidente russo, participaram em eventos organizados pela agência de propaganda do Kremlin e já foram a Moscovo ouvir Putin a discursar. Quem são os líderes das quatro associações de apoio aos que fogem da guerra e que a embaixada da Ucrânia acusa de estarem a colaborar com Moscovo. Um russo que a embaixadora da Ucrânia diz trabalhar para a Câmara Municipal de Setúbal (que bega), uma professora da mesma nacionalidade que trabalha na escola eslava, em Lisboa, e duas ucranianas, uma tradutora e uma ex-empregada de limpeza. Os quatro lideram as associações que a embaixadora da Ucrânia em Portugal, Inna Ohnivets, acusa de serem pró-russas e de estarem mesmo assim a acolher refugiados da guerra colocando em causa a sua segurança e a dos seus familiares que estão a lutar na linha da frente. As teias de ligação destas associações ao Kremlin e ao governo de Putin, que a diplomata garante existirem, constam de um documento que está nas mãos das secretas portugueses. Foi enviado à secretária-geral do SIRP, pelo presidente da associação dos ucranianos em Portugal, Pavlo Sadhoka.

Os bancos estão a ganhar muito dinheiro com a dívida russa...


Os bancos norte-americanos deixaram a Rússia, mas isso não significa que tenham deixado de ganhar dinheiro com a terrível invasão do Kremlin à Ucrânia. A venda da dívida russa associada à campanha do presidente russo Vladimir Putin na Ucrânia e as sanções que se seguiram criaram uma janela de oportunidade para um novo tipo de arbitragem que está a ser aproveitada por alguns no mundo da finança, que a veem como uma hipótese de ganhar dinheiro fácil. A ideia é aquilo que é conhecido como uma transação de base negativa, ou seja, comprar obrigações do governo ou de empresas russas a um preço muito baixo juntamente com swaps de risco de inadimplência, que funcionam como um seguro contra um potencial incumprimento por parte do devedor. Normalmente, este tipo de transações não faz sentido, mas com os investidores institucionais a procurar retirar rapidamente das suas carteiras qualquer coisa relacionada com a Rússia, os preços das obrigações caíram mais rápido do que a subida do preço para protegê-las.

Caracas: Imposição de novos símbolos gera descontentamento

 



A Academia Nacional de História da Venezuela (ANH) condenou a decisão das autoridades locais, afetas ao chavismo, de impor uma nova bandeira, hino e escudo para a cidade de Caracas sem consultar aquela instituição, foi hoje divulgado. “A história venezuelana tem-nos ensinado, desde o século XIX, que todas as celebrações, símbolos e datas políticas que foram impostas por parcializações políticas do momento e os seus respetivos governantes, foram, sem exceção, de efémera duração”, explica o organismo num comunicado. Para a ANH, a deliberação anunciada pelas autoridades locais trata-se de uma “imposição irrefletida”, com o organismo a defender que uma decisão desta natureza “deve ser submetida à mais ampla consulta”, nomeadamente à própria Academia Nacional de História, “por ser esta instituição uma das autorizadas para emitir um parecer fundamentado sobre o assunto, de acordo com as Leis da República”.

Le Monde Diplomatique: Quem são os falcões russos?


A invasão da Ucrânia por parte de Moscovo assinala a vitória de uma corrente de pensamento que preconiza, desde a queda da União Soviética, um confronto militar e civilizacional com o Ocidente. Se a ideologia só em parte explica uma decisão cujos meandros são geopolíticos e militares, a influência crescente desses «falcões» russos contribuiu para o movimento de passagem à guerra.

A 26 de Fevereiro de 2022, no dia em comemorava os seus 84 anos, o escritor russo Aleksandr Prokhanov dava uma entrevista em directo do cockpit de um avião de combate que sobrevoava a Ucrânia. Frente aos seus olhos, o sonho que tinha de reconstituir o império soviético ganhava forma por via da violência: «Sobrevoo a terra negra ucraniana que os tanques russos atravessam, corrigindo a ferida monstruosa cometida contra a história russa em 1991. (…) Hoje, voltamo-nos a casar com a Ucrânia».

Le Monde Diplomatique: O mercado dos hidrocarbonetos virado do avesso


Prescindir do gás e do petróleo russos é um objectivo mais fácil de atingir para os Estados Unidos do que para a Europa. Muitos países exportadores, pouco desejosos de alienar Moscovo, resistem a substituir-se à Rússia. Definir como alvo «a principal artéria da economia russa» proibindo as importações de petróleo, de gás e de outros produtos energéticos provenientes da Rússia: é esta a estratégia adoptada pelos Estados Unidos, a 6 de Março, para punir Moscovo depois da invasão militar da Ucrânia. «Nós não vamos participar no financiamento da guerra de [Vladimir] Putin», declarou o presidente Joe Biden, que em seguida precisou que os importadores americanos tinham quarenta e cinco dias para rescindir os contratos de aquisição. Os europeus, a começar pela Alemanha, não seguiram completamente esta via, ainda que tenham anunciado que pretendem libertar-se da dependência em relação ao abastecimento russo. «Não podemos depender de um fornecedor que nos ameaça explicitamente», declarou Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia (8 de Março). Nos dois casos, a intenção é a mesma: o bloqueio ao petróleo e ao gás natural russos será, a prazo, de dimensão considerável e prolongado, ainda que Berlim espere que um rápido regresso à paz na Ucrânia permita regressar à situação prevalecente antes da invasão. Perfila-se, portanto, uma grande reorganização do comércio mundial dos hidrocarbonetos, com os ocidentais a precisarem de encontrar novos fornecedores e Moscovo a precisar de novos clientes.

Madeira com voo direto de Bucareste

A partir de hoje, a Madeira ganhou mais uma nova ligação, desta vez com Bucareste, a capital da Roménia. Uma ligação que reforça a importância dos turistas do leste da Europa e da zona do Báltico, que representaram no ano passado, 8 por cento do turismo da Madeira

Frota do atum passa Páscoa no cais

Esta semana só um atuneiro se fez ao mar. Não há cardumes próximos e o preço do combustível são as razões que levam os barcos a ficar no cais. Esta é a primeira Páscoa em que todas as embarcações estão dentro do Porto do Caniçal 

Le Monde Diplomatique: A Venezuela dilacerada pelas sanções


A administração norte-americana, desejosa de garantir o seu abastecimento de petróleo no contexto da guerra na Ucrânia, enviou, no início de Março, uma equipa a Caracas — cujas autoridades, até então, Washington recusava reconhecer. Após ter semeado o caos no país através das sanções, talvez os Estados Unidos considerem que a Venezuela se tenha transformado o suficiente para lhes ser novamente útil. É um pouco como no Star Wars, quando Darth Vader estrangula alguém. É o que nós fazemos ao regime no plano económico.» A afirmação de John Bolton no canal de televisão Univision, no dia 22 de Março de 2019, quando era conselheiro para a segurança nacional dos Estados Unidos, visava esclarecer a estratégia do seu país em relação à Venezuela. Iniciadas em Julho de 2017, as sanções ditadas por Washington transformaram a crise local, já profunda, naquilo que o antigo embaixador norte-americano no país William Brownfield qualificava, no dia 12 de Outubro de 2018, de «tragédia». Antes de acrescentar, sereno: «Se pudermos fazer qualquer coisa para o acelerar, temos de fazê-lo, sabendo que isso vai ter um impacto sobre milhões de pessoas que já têm dificuldades em encontrar alimentação e medicamentos. (.…) O nosso objectivo justifica esta severa punição».

Le Monde Diplomatique: A neutralidade, uma arma para a paz


Os dirigentes ucranianos poderão renunciar a integrar a Aliança Atlântica para conseguir a retirada das tropas russas. O estatuto de país neutro, agora no centro das negociações, pode parecer precário, mas apresenta também várias vantagens. A menos que o mundo se encaminhe para a catástrofe, só uma solução política poderá restabelecer a paz. (…) O acordo teria como objecto estabelecer e garantir a neutralidade dos povos da Indochina, e o seu direito a disporem de si mesmo como são efectivamente, e sendo cada qual inteiramente responsável pelos seus próprios assuntos.» No discurso de Phnom Penh contra a intervenção estado-unidense no Vietname (1 de Setembro de 1966), o general de Gaulle esboçou uma solução que teria, sem dúvida, evitado mais nove anos de combates.

Depois da guerra do Dniestr, que opôs o Estado central às forças da Transnístria apoiadas pelo exército russo, durante a Primavera de 1992, a Moldávia optou por esta solução. A antiga república soviética decidiu inscrever a «neutralidade permanente» na sua Constituição, adoptada em Junho de 1994. E mantém-na, apesar das alternâncias políticas, enquanto as mudanças de maioria conduziram a Ucrânia vizinha a tergiversar na questão das suas alianças desde o fim da URSS.