sábado, dezembro 22, 2007

"Caso" Marote para durar (II)

Na sequência do meu anterior cometário, tenho o dever de noticiar neste espaço, porque se não o fizesse estaria a ser sectariamente manipulador dos factos, a posição do DN local, a propósito do chamado "caso" (despedimento) Rui Marote. Aqui fica a nota do jornal hoje divulgada: "Conforme foi divulgado amplamente pela comunicação social, a Empresa Diário de Notícias despediu o trabalhador ao seu serviço, Rui Marote, no âmbito de um processo disciplinar.O jornalista Rui Marote requereu no Tribunal de Trabalho do Funchal a suspensão do seu despedimento, que foi deferida mediante decisão proferida no dia 21 do corrente.Tem vindo a ser divulgado que por força dessa decisão o jornalista Rui Marote iria retomar imediatamente as suas funções.Aquela decisão de suspensão do despedimento é susceptível de recurso que será interposto pela Empresa Diário de Notícias. Esclarece-se que o referido jornalista não retomará as suas funções por força desse mesmo recurso".

Depois choram...

Diz hoje o DN de Lisboa, que "dois adolescentes norte-americanos foram acusados esta semana da morte de uma menina de sete anos, de que estavam a tomar conta, usando golpes do jogo de computador Mortal Kombat. A meia-irmã da vítima, Heather Trujillo, de 16 anos, e o namorado Lamar Roberts, de 17, vão ser julgados como adultos e podem ser condenados a 48 anos de prisão. De acordo com o relatório da polícia, os jovens estavam a tomar conta de Zoe Garcia a 6 de Dezembro , enquanto a mãe foi trabalhar. A menina terá perdido a consciência e parado de respirar depois de ter sido espancada e pontapeada por Heather e Lamar, que imitaram os movimentos do Mortal Kombat". Depois choram, sobretudo quando já é tarde...

Europa: mais um...

Miguel Monjardino, professor universitário, escreve no "Expresso" que hoje se publioa: "A União Europeia só terá hipótese de se transformar num actor de primeira grandeza na política mundial se o Tratado de Lisboa for referendado pela maioria dos eleitorados europeus. Ao longo dos últimos dez dias, os líderes e a maioria dos partidos políticos dos países europeus têm vindo a usar uma série de argumentos jurídicos e políticos para evitar submeter o tratado a um referendo. Como era de esperar, os argumentos estratégicos têm sido completamente ignorados. Escrevo como era de esperar por uma razão muito simples. Como já tive oportunidade de escrever aqui, a maioria das sociedades e governos europeus aboliu a estratégia. Paradoxalmente, a abolição da ameaça do uso ou do uso do poder militar para atingir fins políticos coincide com o aumento das ambições internas e externas da União Europeia e dos seus membros. Esta situação é surrealista. É também extremamente imprudente. Mais tarde ou mais cedo, este paradoxo dará quase de certeza origem a um desastre político. Evitar este desastre exige que as questões estratégicas sejam trazidas para a primeira linha do debate sobre o Tratado de Lisboa. O contexto político é decisivo para compreendermos o que está a acontecer. Do ponto de vista interno da União Europeia, vemos uma coisa muito curiosa. Sempre que falamos dos EUA, da China e de Moscovo falamos de coisas como “poder” e “influência.” Quando falamos de Bruxelas e das agendas e interesses dos países europeus, entramos numa espécie de nevoeiro conceptual onde estas palavras e tudo o que as rodeia desaparece misteriosamente. O problema é que palavras como “poder” e “influência” são decisivas para percebermos o que está a acontecer dentro e fora da União Europeia. Do ponto de vista interno, o acontecimento mais importante na Europa foi e é a reunificação da Alemanha. A reunificação foi conduzida de forma exemplar pela Alemanha mas não foi por isso que deixou de alterar profundamente todo o mapa geopolítico europeu. Do ponto de vista externo, coisas como a globalização, a ascensão de uma Ásia que vai do Irão ao Japão cada vez mais consciente das suas potencialidades, as enormes expectativas de Washington em relação ao papel das economias e forças armadas europeias na política internacional, as suspeitas de muitos eleitorados do Velho Continente em relação aos EUA, dúvidas em relação a Moscovo e as dificuldades em reconstruir e estabilizar estados como o Afeganistão mostram que temos pela frente vários cenários. Uns podem ser mais benignos do que os outros mas todos eles estão rodeados por desafios políticos exigentes. Os líderes e as elites europeias sabem isto muito bem e olham para o Tratado de Lisboa como um instrumento para transformar rapidamente a União Europeia numa instituição indispensável na política mundial. Durão Barroso foi, como é costume, particularmente claro sobre este ponto. O tratado assinala “o nascimento de uma nova Europa” pronta para “enfrentar os problemas globais”. O problema é que, na melhor tradição europeia, esta ambição é proclamada sem que os eleitorados e, suspeita-se, muitos políticos compreendam o verdadeiro alcance estratégico daquilo que está a ser proposto. A ambição das sociedades, governos e países europeus em manter o seu poder e influência internacional através da União Europeia é perfeitamente compreensível e desejável. O que não é nada compreensível é que toda esta conversa seja conduzida sem ter em conta coisas essenciais como meios e fins, custos e consequências, motivações políticas e apoios das opiniões públicas. Os últimos dias mostram que os governos europeus estão na fase da espargata estratégica. De um lado, enorme ambição política. Do outro, enorme relutância em discutir de uma forma honesta com os seus eleitorados o que é que esta ambição realmente implica. Manter esta espargata será muito difícil e doloroso. O referendo é a melhor maneira de pôr fim a esta situação (...)". Mais um...

Referendo: está a melhor...

Diz o semanário "Expresso" que hoje vai opara as bancas, que "Cavaco aceita referendo ao Tratado". E acrescenta: "Cavaco Silva não dá margem para desculpas. Se o Parlamento o aprovar, convoca referendo europeu. O Presidente ‘‘convocará o referendo ao Tratado de Lisboa, se o Parlamento o aprovar’’. Com esta declaração ao Expresso, uma fonte autorizada desmentiu as especulações surgidas nas últimas semanas. Recorde-se que Marcelo, na RTP, afirmou que Cavaco Silva estaria a exercer pressões sobre José Sócrates para evitar o recurso a uma consulta popular. A mesma fonte sublinhou ainda que a doutrina presidencial sobre os referendos é conhecida e já foi confirmada no aborto". Isto está a ficar melhor...

Uma decisão

Com o Natal à porta, resolvi parar por uns dias. Sem antes ter tomado uma decisão quanto a este blogue. No próximo dia 27 de Dezembro faz um ano que tenho mantido este blogue, procurando através dele não só fornecer informação útil, como também incluir comentários pessoais, os quais só a mim vinculam, enquanto cidadão com direito a uma opinião, bem como propiciar algumas notícias que me chegam ao conhecimento. Não escondo que tudo isto resulta do facto de ter sido durante mais de duas décadas jornalista profissional. Contudo, um ano depois de ter lançado este blolgue, a 27 de Dezembro de 2006, cheguei à conclusão, por estarem ultrapassados os motivos de ordem académica que me levaram a entrar na blogoesfera, que porventura chegou a hora de acabar com este espaço. Essa foi a minha primeira decisão. Não me sinto minimamente interessado em ser parte de um clima de deturpação dos princípios essenciais que estiveram na origem do surgimento e do “boom” da blogoesfera e que por causa de algumas situações em concreto em nada sai dignificada, pelo contrário. Contudo, reflectindo, optei por manter este espaço adormecido, mas sem qualquer compromisso, nem comigo próprio, sem a obrigatoriedade de o manter actualizado, ou de diariamente deixar aqui qualquer comentário que seja. Fico grato pelas mais de 70 mil visitas que este espaço conquistou, e que são reais, sendo importante que, por um acaso, ou por convicção, mais de 30 mil visitantes (registados desde Agosto passado) provenientes de quase 100 países por aqui tenham passado. Mantive ao longo deste ano uma rigorosa observância quanto ao cumprimento de princípios éticos e deontológicos que sempre defendi em relação a outros protagonistas da blogoesfera, e que regra geral pugnaram pela verdade e pela recusa, salvo excepções pontuais facilmente compreensíveis, em me envolver em polémicas ou críticas mais direccionadas, embora admita possam ter sido nalguns casos algumas, poucas, possam ter sido excessivas. Provavelmente tratar-se-á de uma decisão irreversível que me libertará de pressões ou até de obrigações, dado que julgo ter primado pela actualidade e pela pontualidade, respeitando sempre os direitos de autor, sempre e quando aqui foram citados. O próximo domingo marca o início desse novo tempo para o "Ultraperiferias".

Pobreza e Fome no Mundo


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Citações ao acaso (III)

Suportar a Adversidade
"Das ocorrências indesejadas, falando de maneira genérica, algumas acarretam naturalmente dor e vexação, mas, na maior parte dos casos, é falsa a noção que nos habituou a nos enfadarmos com elas. Como específico contra este tipo de ocorrência, é conveniente ter à mão um dito de Menandro: «Nada te aconteceu de facto enquanto não te importares muito com o ocorrido». Isso quer dizer que não há motivo para o teu corpo e a tua alma se mostrarem afectados se, por exemplo, o teu pai é de baixa extracção, a tua mulher cometeu adultério, tu mesmo te viste privado de alguma coroa honorífica ou privilégio especial, pois nada disso te impede de prosperar de corpo ou alma. Para a primeira categoria - doenças, privações, a morte de amigos ou filhos -, que parece acarretar naturalmente dor e vexação, esta linha de Eurípedes deve estar à mão: "Ai! por que ai? É o quinhão da mortalidade que nos coube". Nenhum outro argumento lógico pode romper de forma tão efectiva a espiral descendente das nossas emoções, do que a reflexão de que somente através da compulsão comum da Natureza, um dos elementos da sua constituição física, é que o homem se torna vulnerável à Fortuna; nos seus aspectos principais e essenciais, permanece seguro" (Plutarco, "Do Contentamento")

Boas Festas

A todos os nossos amigos, aos que nos visitam, aos que nos detestam, aos que nos criticam, aos que comentam, aos que ajudaram a construir este espaço, desejo um Bom Natal de 2007, para as respectivas famílias, esperando que a quadra seja passada em paz, harmonia e com muita esperança. Já agora, com sonhos.

Canárias: CES diz que financiamento está obsoleto

Diz o digital "Canárias Agora" que o CES de Canárias considera que "la inversión estatal en Canarias es sin duda menor a la media, pero ese "no es el problema", sino que el sistema de financiación ha quedado obsoleto y la distribución de los recursos no la pueden fijar los estatutos de autonomía, según el presidente del Consejo Económico y Social (CES), Fernando Redondo. El responsable del Consejo Económico y Social, que rechazó las referencias al "desequilibrio" presupuestario entre islas, agregó que nadie discute que la inversión en las Islas recogida en los presupuestos estatales son menor a la media y confirmó que la Ley del Régimen Económico y Fiscal se incumple en este aspecto. Sin embargo, consideró que el problema es que hay que actualizar el sistema de financiación, que no debe estar dirigido desde las autonomías, pues pedirán que prime el criterio que más les interese, sea población o territorio. La política estatal, prosiguió, debe existir mientras exista el Estado y su gobierno debe distribuir sus recursos de forma solidaria y según las necesidades, pues no consideró correcto que Cataluña o Andalucía digan dónde se debe invertir el dinero. En el caso concreto de Canarias, pidió además que se aclare cuál es el "coste de la insularidad" al que alude constantemente el REF para fijar criterios y recursos que pertenecen a Canarias. En cuanto al desequilibrio entre islas, dijo que el CES nunca ha entrado ni entrará. En cualquier caso, consideró que un año o cuatro no son tiempo suficiente para valorarlo porque una gran infraestructura, como una circunvalación o una ampliación portuaria, revela desequilibrio en tan corto periodo, por lo que se deben estudiar decenios. Lo mismo sucede si se compara la Península y Canarias, ya que en las Islas no hay trenes y en el interior peninsular no hay puertos. A juicio de Redondo, la economía canaria evoluciona favorablemente, ya que los dos últimos años fueron extraordinarios y el próximo se espera que crezca entre el 2,6% y el 3%. El problema fundamental de la economía canaria es la baja productividad y la necesidad de mejor calidad en el empleo, además de la diversificación, que aseguró que se realiza poco a poco pues es un objetivo de lento cumplimiento. Citó tres ejemplos de mejoras que se han producido en las Islas en los últimos años, el primero de ellos el transporte aéreo y marítimo interinsular, que experimentó una revolución a su juicio no valorada. El turismo ha experimentado, por su parte, un cambio al pasar de los apartamentos a los hoteles de alto nivel y la tecnología, por último, ha avanzado hacia mayores niveles de competitividad".

Braga: Bolo-rei causa guerra entre pastelarias...

Isto acontece na minha Braga. Segundo o semanário "Sol", bolo-rei causa guerra entre pastelarias: "Guerra entre pastelarias acaba em tribunal. O Tribunal de Braga absolveu hoje os dois proprietários e o pasteleiro da Nobreza, acusados pela sua Pastelaria Paula do crime de contrafacção por alegadamente terem copiado o denominado «bolo-rei escangalhado». O juiz considerou que os arguidos, o casal de proprietários e o pasteleiro, desconheciam o registo da patente do bolo feito pela Pastelaria Paula.Sustentou, por isso, que não agiram com dolo ao fabricar o bolo.O tribunal advertiu, no entanto, os arguidos que não podem fabricar o “bolo-rei escangalhado” enquanto a sua propriedade estiver registada a favor da Confeitaria Paula".

TC desconfia das contas do Estado de 2006...

Diz o "Publico", citando a agência Lusa de informação que "o Tribunal de Contas afirmou hoje que continua a ter dúvidas sobre as contas do Estado, porque a informação disponível não permite certezas sobre as receitas e as despesas públicas, e, consequentemente, sobre a dimensão do défice orçamental.Na síntese conclusiva do parecer sobre a Conta Geral do Estado de 2006, hoje divulgado, o Tribunal de Contas diz que "a conta consolidada do Estado, incluindo a da segurança social, continua a apresentar deficiências já assinaladas em anteriores pareceres". Por isso, o Tribunal de Contas "mantém as reservas que tem vindo a colocar aos valores globais da receita e da despesa evidenciados na CGE e, consequentemente, ao valor do défice aí apresentado, em termos de contabilidade pública". Um assunto também debatido pelo jornalista Tiago Figueiredo Silva, do "Diário Económico": "Na síntese conclusiva do parecer sobre a Conta Geral do Estado de 2006, o Tribunal de Contas diz que "a conta consolidada do Estado, incluindo a da segurança social, continua a apresentar deficiências já assinaladas em anteriores pareceres".Por isso, o TC "mantém as reservas que tem vindo a colocar aos valores globais da receita e da despesa evidenciados na CGE e, consequentemente, ao valor do défice aí apresentado, em termos de contabilidade pública".Em relação às receitas, o Tribunal diz que se repete a falta de fiabilidade continuada e a consistência na sua contabilização, tornando impossível garantir que o valor da receita efectiva é igual à receita contabilizada na CGE".

Um mundo injusto

Citações ao acaso (II)

"A Verdade Universal Não Existe
Consultei os filósofos, folheei os seus livros, examinei as suas diversas opiniões; achei-os todos orgulhosos, afirmativos, dog­máticos - mesmo no seu pretenso cepticismo -, não ignorando nada, não demonstrando nada, troçando uns dos outros; e esse ponto, que é comum a todos eles, pareceu-me ser o único em que todos concordavam. Triunfantes quando atacam, não têm vigor quando se defendem. Se examinais as suas razões, só as têm pa­ra destruir; se contais os seus caminhos, cada um está limitado ao seu; só se põem de acordo para discutir; prestar-lhes ouvidos não era o meio de me livrar da minha incerteza. Compreendi que a insuficiência do espírito humano é a pri­meira causa dessa prodigiosa diversidade de sentimentos, e que o orgulho é a segunda.
Nós não temos a medida dessa imensa máqui­na, não podemos calcular as suas proporções; não lhe conhecemos nem as primeiras leis nem a causa final; ignoramo-nos a nós mes­mos; não conhecemos nem a nossa natureza nem o nosso princípio activo; mal sabemos se o homem é um ser simples ou composto: mistérios impenetráveis rodeiam-nos por todos os lados; pairam por cima da região sensível; para os compreendermos, supomos ter inteligência, e apenas temos imaginação. Cada um de nós abre­ através desse mundo imaginário - um caminho que supõe ser o bom; nenhum de nós pode saber se o caminho que abriu conduz ao objectivo que tem em mente. Porém, queremos compreender tudo, tudo conhecer. A única coisa que não conseguimos é ignorar o que não conseguimos saber. Preferimos entregar-nos ao acaso, e crer naquilo que não existe, a reconhecer que nenhum de nós pode com­preender o que é. Pequena parte de um grande todo cujos limites não alcançamos, e cujo autor entrega às nossas loucas discussões, somos suficientemente vãos para pretender decidir o que é esse to­do, e o que nós próprios somos, em relação a ele. Mesmo que os filósofos tivessem a possibilidade de descobrir a verdade, qual, de entre eles, se interessaria por ela? Cada um de­les sabe muito bem que o seu sistema não tem mais fundamentos que os dos outros; mas sustenta-o, porque é seu. Não houve um único que, tendo chegado a distinguir o verdadeiro e o falso, não ti­vesse preferido a mentira que encontrou à verdade descoberta por outro. Onde se encontra o filósofo que, para defender a sua glória, não enganaria cientemente o género humano? Onde se encontra aquele que, no âmago do seu coração, tem outro propósito que não seja o de se distinguir? Contanto que se eleve acima do vulgar, con­tanto que apague o brilho dos seus concorrentes, que mais deseja ele? O essencial é pensar diferentemente dos outros. Para os cren­tes, é um ateu; para os ateus, seria um crente
" (Jean-Jacques Rousseau, "Emílio")

Casamentos...

As 10 maravilhas dos apanhados!

Canárias: conheça a sondagem do CES

Aos mais interessados, recomendo a leitura mais atenta e prolongada ao trabalho realizado pelo CES de Canárias, aqui, e que referi no comentário anterior.

Canárias: o Governo Regional é a pior instituição local

Segundo o digital "Canárias Ahora", "el Gobierno canario es la institución peor valorada por los canarios, que puntúan su calidad de vida en un 6,5 y consideran que el principal problema es el paro, aunque el que más les afecta es la sanidad, según el I barómetro del Consejo Económico y Social de Canarias (CES). El 81% piensa que el turismo es muy importante para Canarias, pero el 45% cree que evolucionará negativamente, mientras en la pregunta de cómo le ha afectado la subida de los tipos de interés, el 38% asegura que de ninguna forma y el 36% que ahorra menos. La ciudadanía opina que el Gobierno canario debe invertir principalmente en sanidad, vivienda y educación, y para ello propone que saque los recursos de sus destinos actuales. Se trata de algunos de los datos del primer estudio realizado por el Consejo Económico y Social de Canarias (CES), cuyo objetivo es realizar dos encuestas al año para que sirvan de guía al Gobierno en la toma de decisiones, explicó su presidente Fernando Redondo". Um tema também debatiodo pelo "El Dia", aqui.

Futebol: gostei!

O Nacional da Madeira cometeu sexta-feira a proeza de quebrar a invencibilidade do FC Porto na Liga portuguesa de futebol, ao vencer por 1-0 na recepção ao bicampeão e líder destacado da prova, em jogo da 14ª jornada. O avançado uruguaio Lipatin, através de um portentoso remate à entrada da área, aos 58 minutos. Depois de 13 jornadas, eis o Nacional a conseguir o impensável: a primeira derrota ao FC Porto. Gostei, porque travou o Porto e vai certamente ajudar o meu Sporting...

sexta-feira, dezembro 21, 2007

Europa: conjunto de programas de desenvolvimento rural aprovado para o período 2007-2013

O Comité do Desenvolvimento Rural (composto por representantes dos 27 Estados-Membros) emitiu hoje um parecer positivo relativamente aos programas de desenvolvimento rural da Bulgária, Finlândia (ilhas Åland), França (La Guyane, La Corse), Alemanha (quadro nacional), Itália (4 regiões), Letónia, Malta, Portugal (Madeira), Espanha (4 regiões) e Reino Unido para o período 2007-2013. Estes programas são definidos para garantir infra-estruturas, criar novas oportunidades de rendimento para as regiões rurais, promover o crescimento e combater o desemprego. A Comissão ainda tem de adoptar formalmente os programas nas próximas semanas. A aprovação dos programas para outros países e regiões prosseguirá nos próximos meses."A adopção dos programas de desenvolvimento rural a aprovar pelo Comité é vital para o futuro das nossas zonas rurais. Estes fundos ajudam o sector a diversificar-se, além de financiarem projectos ambientais cruciais e apoiarem a criação de empregos fora da actividade agrícola", referiu Mariann Fischer Boel, Comissária responsável pela agricultura e pelo desenvolvimento rural". Leia tudo no site da Comissão Europeia, aqui. Caso queira pode ainda aceder ao site da Política de Desenvolvimento Rural 2007-2013: "Com mais de 60 % da população dos 27 Estados-Membros da União Europeia (UE) a viver em zonas rurais (90% do território), o desenvolvimento rural é uma área política de importância vital. A agricultura e a silvicultura continuam a ter uma importância fundamental na utilização das terras e na gestão dos recursos naturais nas zonas rurais da União Europeia e como plataforma para a diversificação económica em comunidades rurais. O reforço da política comunitária de desenvolvimento rural tornou-se assim uma prioridade global da União Europeia"

Joe Berardo é o Homem do Ano

O "Jornal de Negócios" elegeu Joe Berardo como o Homem do Ano 2007. E escolheu ainda o negócio do ano, a companhia cotada do ano, o descalabro do ano. Segundo o jornalista Pedro Santos Guerreiro, daquele jornal, "Berardo é um homem muito discutível mas é indiscutível que Joe Berardo foi o homem do ano 2007. Pelo que fez, pelo que não fez e pelo que desfez, ninguém teve tanta intervenção em tantos palcos e em tantas primeiras páginas de jornais como o madeirense comendador empresário investidor raider ou, como dizem os que o abominam (e são muitos), cidadão Berardo. Declaração de interesses: também no Jornal de Negócios a eleição deste "homem do ano" não foi fácil. Afinal, foi este jornal em que, em Editoriais recentes, Berardo foi chamado de "caimão", "inimputável", "incendiário", "especulador", "tubarão" e outras coisas. Foi também este o jornal que, em Maio, publicou uma investigação aos negócios que faz em Bolsa, que entretanto evoluiu para uma investigação na CMVM. Mas foi também a este jornal que Joe Berardo deu uma entrevista incrível em Julho, a Anabela Mota Ribeiro. E é este mesmo jornal que o noticia diariamente: este ano, aqui foram publicados mais de 500 artigos com a palavra "Berardo" - e "Berardo" não há outro. Da parte dos leitores, a popularidade (a curiosidade?) prova-se com outro recorde: foi o homem mais pesquisado este ano no Jornal de Negócios Online, mais de mil, muito à frente do segundo, Sócrates".