sexta-feira, janeiro 09, 2009

Portugal: famílias sobreendividadas duplicam

Escreve o Correio da Manhã num texto da jornalista Diana Ramos e outros que "os pedidos de apoio das famílias com problemas de endividamento à Associação de Defesa do Consumidor (DECO) subiram praticamente para o dobro em 2008, face aos dados do ano anterior. Já o número de agregados directamente ajudados pelo Gabinete de Endividamento da DECO quase quadruplicou nos últimos quatro anos. Ainda antes de o País ter entrado em recessão e perante o avolumar da crise económica, em 2008, "houve um aumento significativo dos pedidos de esclarecimento de famílias com problemas de endividamento". Os números a que o CM teve acesso mostram que, no último ano, entre ajuda directa e indirecta, 8758 portugueses recorreram ao aconselhamento da DECO por não conseguirem pagar empréstimos e serviços (dívidas ao banco, crédito para a compra de electrodomésticos e facturas da água e luz): 2810 pediram informações telefónicas e pessoais, 2728 pediram apoio por escrito e 1186 foram acompanhados nas consultas. Em 2007, eram apenas 4641. Nos casos mais graves, a DECO abriu 2034 processos de ajuda, quando há quatro anos eram apenas 573. Desde 2000, quando a associação começou a fazer o acompanhamento de problemas financeiros, o número de casos graves tratados pelo gabinete tem vindo a crescer, tendo já chegado aos 7512 processos. Os números são ainda mais preocupantes quando reflectem o volume das dívidas existentes. Perto de dois terços (60%) dos agregados têm mais de três créditos e menos de dez contraídos e apenas 35% está numa situação em que os encargos se resumem a dois empréstimos. Aliás, quando os valores são cruzados com o dinheiro que cada família tem ao seu dispor em cada mês, as dificuldades acrescem. Os dados mostram que 29% das famílias sobreendividadas apoiadas pela DECO têm salários situados entre os 500 e os 1000 euros. Outros 30% não recebem mais de 1500 euros no total do rendimento familiar. Fazendo um retrato de norte a sul, apesar de os pedidos de auxílio surgirem de todos os pontos do País, as Regiões de Lisboa, Porto e Coimbra são aquelas em que se contabiliza maior número de casos. Na capital, 2008 encerrou com 897 processos de acompanhamento, no Porto houve 431 e em Coimbra 258".
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Empresa quer suspender trabalhadores
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Fábrica da Toyota fecha

Canárias terá o pior rendimento familiar bruto em 2009

Segundo o digital Canarias Ahora, "los españoles tendrán este año un 3% menos de renta familiar bruta disponible que en 2008, sobre todo los canarios, los catalanes y los madrileños, que verán cómo el dinero que manejan se sitúa en niveles inferiores a hace dos años. Así se desprende del adelanto de la tasa de crecimiento real para el año 2009 que la Fundación de Cajas de Ahorro (Funcas) recoge en sus previsiones económicas de las comunidades autónomas. Según este análisis, la renta familiar bruta disponible menguó en 2008 en todas las comunidades autónomas en comparación con 2007, especialmente en Canarias, Madrid y Murcia, y la caída se acentuará en 2009, sobre todo en Canarias, Cataluña y Madrid. De patrones de crecimiento superiores al 3% en todas las comunidades (excepto Baleares) registrados en 2007, la renta familiar bruta disponible pasó a situarse en índices negativos en 2008, con una caída media del -1,2%. Más pronunciado ha sido este descenso en Canarias (-2,1%), Madrid (-1,8%) y Murcia (-1,6%), pero también están por encima del promedio nacional autonomías como Cataluña (-1,4%) y Andalucía (-1,3%). Las comunidades que han resultado menos afectadas son Baleares y La Rioja (ambas con -0,4%), País Vasco (-0,5%) y Navarra (-0,6%)".

EUA: rapaz com 12 anos mata a mãe com 8 tiros!

Li no Sol que "um rapaz de 12 anos foi condenado por homicídio premeditado nos Estados Unidos por matar a própria mãe após uma discussão sobre tarefas domésticas. Um juiz no Estado do Arizona considerou que a criança agiu intencionalmente ao disparas oito vezes contra a mãe, Sara Madrid, no ano passado. O jovem, da cidade de Douglas no Condado de Cochise, não foi identificado à imprensa e deve receber a sentença no fim do mês. Pela lei do Arizona, o jovem poderá ficar preso apenas até completar 18 anos. Segundo o Ministério Público, o jovem discutiu com a mãe, que estava a pedir-lhe que fizesse algumas tarefas domésticas. O filho usou uma arma que era guardada em casa para matar a mãe. O namorado dela, Alfonso Muñoz, testemunhou o homicídio e recebeu a arma do jovem quando este a entregou após ter cometido o crime. Muñoz disse que tinha ensinado o rapaz a usar a arma em caso de emergência e para se defender. O advogado do jovem argumentou que este não tinha intenção de matar a mãe e que estava a querer vingar-se dela por abusos sofridos"

Bancos cobram comissões ilegais nas contas a descoberto

Atenção, tal como foi hoje noticiado, "os bancos cobram comissões ilegais aos seus clientes nas situações de contas a descoberto, isto é contas com um saldo temporariamente negativo, denuncia Leonor Coutinho, da Associação Portuguesa dos Utilizadores e Consumidores de Serviços e Produtos Financeiros (Sefin)."Pomos em causa que certas comissões [cobradas pelos bancos] sejam legais", disse à Lusa, Leonor Coutinho, exemplificando com situações de descoberto bancário - pagamentos feitos através de uma conta bancária que superam o seu saldo, ficando com um valor negativo. Quando por alguma razão as pessoas ficam com um saldo negativo nas suas contas bancárias (descoberto bancário), os bancos cobram multas, além das taxas de juro que cobram, segundo a dirigente da associação".

CGTP denuncia «autêntica campanha de saque ao Estado»

Diz o Sol que "a CGTP acusou sexta-feira o Governo de «financiar empresas de diversos sectores, em nome da manutenção do emprego, com duvidosos critérios», e de permitir que «diversos sectores patronais oportunistas» realizem uma «campanha de saque ao Estado». Numa tomada de posição face às alterações ao Orçamento do Estado para 2009, a CGTP-IN lançou duras críticas ao Governo e em particular à forma como o Executivo está a ajudar as empresas. Em conferência de imprensa, Carvalho da Silva condenou a forma como o Governo anunciou as alterações ao OE, a que «só por motivos políticos, não chamou rectificação». A central sindical atribui ainda parte da responsabilidade da crise económica nacional às políticas do actual Governo, e não ao cenário internacional. Mas é a resposta a esta mesma crise que mais críticas merece por parte da intersindical. «O Governo está a financiar empresas de diversos sectores, em nome da manutenção do emprego, com duvidosos critérios. Essa capacidade está a propiciar que diversos sectores patronais oportunistas desencadeiam uma autêntica campanha de saque ao Estado», acusa a CGTP, num documento distribuido aos jornalistas. «Mais do que em qualquer outro período, a transparência das contas do Estado tem que ser assegurada. O Governo não pode continuar a instrumentalizar a construção e a gestão do OE para jogos de oportunidade da sua politica, desde logo para gerir o calendário eleitoral», reitera".

Autor do diploma diz que “ajuste directo” nas obras públicas é um risco!

Segundo a jornalista Alexandra Marques do Jornal de Notícias, "o diploma - em audição pública - prevê o ajuste directo, por entidades estatais e autarquias, de obras até cinco milhões de euros. Os autarcas querem incluir projectos que são co-financiados, mas Bruxelas nunca irá autorizar, diz o pai do novo Código."Acho muito perigoso". É assim que João Amaral e Almeida , autor do Código dos Concursos Públicos (CCP), aprovado em Julho de 2008, avalia o diploma de excepção que prevê que organismos do Estado e autarquias possam, em 2009 e 2010, fazer o ajuste directo de empreitadas orçadas até cinco milhões de euros. O valor fixado no Código para adjudicações directas é de 150 mil euros para entidades estatais e munícipios e de um milhão para empresas públicas e municipais e permite o convite a uma empresa para fazer a obra ou a consulta a várias, sem limite definido. O diploma ainda não foi aprovado. "Está em consulta pública porque a Associação Nacional de Munícipios Portugueses já deu parecer, mas falta o das regiões autónomas", disse ao JN, a assessora de imprensa do ministro da Presidência. "E será aprovado oportunamentequando terminar o período da consulta", precisou. O ajuste directo pode abranger a contratação de empresas, bens e serviços, mas apenas nos quatro eixos prioritários para o Governo: parque escolar, e eficiência energética e renováveis e redes de transporte de energia.Para o pai do Código, o problema começa logo em como se vai aferir a relação que têm os projectos adjudicados com estes eixos. Mas o maior óbice, diz o jurista, é o limite de 5, 1 milhões de euros para o ajuste directo estar muito próximo dos limiares comunitários. "A Comissão não vai ficar nada agradada. Porque já tinha ficado apreensiva com os limites do Código", refere.Além de que "o ajuste directo é o contrário do princípio da concorrência consignado no Tratado de Roma e que deveria ser estimulado em período de crise".

Futebol: incerteza no meu Sporting

Soares Franco não se recandidata à presidência
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Paulo Bento não comenta saída do Presidente
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Manuel Fernandes ao lado de Soares Franco

Futebol: Casillas o melhor guarda-redes

Segundo o El Pais, "Iker Casillas (Real Madrid) ha sido elegido Mejor Portero del Mundo 2008, con una gran ventaja sobre el segundo clasificado, el italiano ''Gigi'' Buffon, tras la votación efectuada por parte de la Federación Internacional de Estadística y Resultados (IFFHS) con la ayuda de 85 expertos de 85 países de los cinco continentes. Cada votante podía designar a cuatro porteros ordenados del uno al cuatro a los que se les atribuyó cuatro, tres, dos y un punto. Casillas es la primera vez que consigue este galardón, tras 22 ediciones. Ha sido campeón de la Liga española con el Real Madrid y continúa en la Liga de Campeones, además fue una máxima garantía en la portería de la selección campeona de Europa. La segunda posición ha sido para el anterior poseedor del título, el italiano "Gigi" Buffon, que a causa de las lesiones no pudo jugar durante gran parte de la temporada. El holandés Edwin van der Sar quedó en tercer lugar, por delante del checo Petr Cech. Estos cuatro porteros destacaron por encima de todos. Seis de los 16 mejores porteros del mundo del año 2008 son latinoamericanos y nueve son europeos. La lista se completa con el norteamericano de 37 años "Brad" Friedel, que juega en el Birmingham inglés. España, Brasil, Rusia y Alemania están representadas con dos porteros cada una dentro del "top 16".

Crise: Alemanha nacionalizou parcialmente o segundo maior banco do país!

Tal como escreve a jornalista do Publico, Ana Rita Faria, "apesar de os governos ocidentais estarem a fazer tudo por tudo para restaurar a confiança do sector financeiro, a crise económica e financeira continua a minar a confiança dos maiores bancos mundiais. Ontem foi a vez do Commerzbank, o segundo maior banco da Alemanha, anunciar que vai ser parcialmente nacionalizado pelo Governo, que passará a deter 25 por cento do capital da instituição. A nacionalização parcial do banco é feita em troca de uma injecção de capital de dez mil milhões de euros no Commerzbank. O dinheiro permitirá ao segundo maior banco alemão completar finalmente a compra do rival Dresdner Bank à seguradora Allianz, por cinco mil milhões de euros. Por enquanto, o banco detém apenas uma participação de 60 por cento no rival, já que os restantes 40 por cento só deverão ser adquiridos este mês.O novo investimento no Commerzbank surge apenas dois meses depois de o Governo alemão ter injectado 8,2 mil milhões de euros no banco, no âmbito de seu programa de ajuda ao sector financeiro. Com o novo anúncio de ajuda, o investimento total do estado no Commerzbank ultrapassa os 18 mil milhões de euros".

Aves: o "Trepador Azul"

Conheciam? Dizem que esta ave, um "danado" do Trepador Azul sobe que se farta, mas raramente consegue escapar e nunca consegue enganar.

Divirtam-se

Acreditem nas idiotices que estão bem, servidos. Frustrações não me dizem respeito. Dizem-lhe a si? Então divirta-se com elas. Mas cuidado com a baba e ranho... Deixem-no ser feliz depois destes anos todos.

Europeus alarmados com o aumento dos preços

Segundo o Parlamento Europeu, "de acordo com o último inquérito Eurobarómetro, publicado em Dezembro de 2008, o aumento dos preços e a crise económica são as duas principais preocupações dos europeus, poucos meses antes das eleições europeias de Junho de 2009. Mas apesar do pessimismo económico manifestado por muitos dos inquiridos, a adesão à União Europeia continua a ser entendida como um factor positivo pela maioria dos europeus.Num momento em que os Estados-Membros da União Europeia entraram ou estão em vias de entrar numa fase de recessão económica, a maioria da opinião pública europeia considera que o desemprego e a situação económica irão piorar ao longo dos próximos 12 meses 71% dos europeus inquiridos estão particularmente pessimistas quanto à situação económica, apesar de considerarem que a economia europeia está numa situação melhor do que as economias nacionais ou a economia mundial.
Eslovacos confiantes, irlandeses cépticos

A Eslováquia, os Países Baixos, a Dinamarca e a Finlândia são os países onde a percepção económica é mais optimista, contrariamente a Portugal, Hungria, Grécia, França, Irlanda e Itália, que constituem o grupo de países menos optimistas. Por outro lado, a Eslováquia, que aderiu ao euro no dia 1 de Janeiro de 2009, é o único país onde a percepção pública da economia nacional é agora mais positiva do que no Outono de 2007. Apesar da actual conjuntura económica, os europeus mantêm-se relativamente optimistas quanto à sua situação económica pessoal: 64% dos inquiridos estão optimistas quanto à situação financeira dos respectivos agregados familiares e 56% consideram ter uma boa situação profissional. No que se refere às expectativas sobre a vida em geral, a Suécia e a Dinamarca são os países com opiniões mais positivas, o contrário sucedendo com a Hungria, Portugal e a Lituânia, onde as expectativas são bastante negativas.
Inflação, desemprego, reformas
O aumento dos preços, a inflação e a deterioração da situação económica foram os principais motivos de preocupação na Europa, ao longo do Outono de 2008. A inflação é considerada a principal preocupação nacional por 15 Estados-Membros. Na Áustria, na Letónia, na Eslovénia, na Bulgária e na Lituânia esta preocupação é manifestada por mais de metade dos cidadãos inquiridos. A situação económica é a principal preocupação nacional em 9 Estados-Membros, com os Países Baixos a liderar a lista (64%), seguindo-se a Grécia (51%) e a Estónia (50%). Entre as principais preocupações manifestadas incluem-se o desemprego (em Espanha foi referida por 45% dos inquiridos), o sistema de segurança social (mencionado por 43% dos cidadãos polacos), a imigração (manifestada por 48% dos cidadãos malteses) e as reformas, que se encontram no topo das preocupações dos cidadãos búlgaros, húngaros, austríacos e eslovenos.
Adesão à União Europeia: um factor positivo
Com os problemas económicos a liderar as preocupações dos eleitores europeus, poucos meses antes das eleições para o Parlamento Europeu, em Junho de 2009, a adesão à União Europeia continua a ser entendida com um aspecto positivo pela maioria dos cidadãos inquiridos.
Eleições europeias de Junho de 2009
As eleições europeias de Junho de 2009 serão uma oportunidade importante para os eleitores decidirem as políticas que querem ver implementadas pela União Europeia, nomeadamente no que se refere à gestão da crise económica, com a qual todos os europeus se confrontam actualmente".

Qualidade de vida na Europa: persistem as disparidades

Segundo a Comissão Europeia, "o inquérito realizado pela Fundação Europeia para a Melhoria das Condições de Vida e de Trabalho (Eurofound) revela a existência de importantes disparidades entre os antigos e os novos Estados-Membros da União Europeia (UE), bem como entre os países do Norte e do Sul. Nos novos Estados-Membros e nos países candidatos, o poder de compra é muito inferior à média europeia (cerca de 55%). A proporção de pessoas que têm, por vezes, de se privar de bens considerados essenciais (aquecimento adequado, roupa nova, férias anuais) é muito mais elevada nestes países do que no resto da UE. Estas diferenças reflectem-se também nas condições de habitação. Os habitantes dos novos países da UE são, na sua maioria, proprietários das suas casas (contra 40% nos antigos países da UE), mas estas encontram-se geralmente em pior estado. Assim, 42% dos Romenos queixam-se de problemas de vetustez dos edifícios, enquanto apenas 9% dos Finlandeses se dizem afectados por este problema. Quanto ao acesso aos cuidados de saúde, o inquérito revela um défice de equipamentos médicos, principalmente no Sul da Europa, com excepção de Espanha, e nas zonas rurais. Nos países que aderiram à UE em 2004 e 2007, cerca de 50% das pessoas mais pobres têm dificuldade em pagar uma consulta médica; na Europa Ocidental, esta proporção é de 31%. Estes problemas são ainda agravados pelo envelhecimento da população europeia. O grau de satisfação em relação à vida é menor nos novos países da UE, na Itália, Portugal e Grécia, sendo os cidadãos dos países nórdicos os que se mostram mais satisfeitos. Em contrapartida, muitas pessoas dos novos Estados-Membros se sentem optimistas, ao contrário do que sucede com os Franceses, Italianos, Portugueses e, também, Húngaros e Búlgaros. Globalmente, o número de optimistas passou de 64%, em 2003, para 55% actualmente". Mais informações sobre a Fundação Europeia para a Melhoria das Condições de Vida e de Trabalho, aqui.

Resposta à ameaça de queixa?

Quando a partir de 13 de Janeiro a TAP aplicar uma redução de 26 euros para a Madeira, as coisas começam a recompor-se. Mais ainda hoje ficamos a saber que a transportadora aérea açoriana vai baixar, a partir da próxima terça-feira, a taxa de combustível dos voos entre os Açores e o continente e o arquipélago da Madeira. Além da SATA, que só vai pôr as novas taxas em vigor para a semana porque tem de reprogramar os sistemas, também a TAP anunciou a mesma redução nos voos da Madeira e Açores. Trimestralmente, o Instituto Nacional de Aviação Civil faz o cálculo desta taxa nos voos para os Açores, com base na evolução do preço dos combustíveis e na variação do dólar face ao euro. Esta redução era uma obrigação que peca por tardia porque os preços dos combustíveis, inclusivamente para as companhias aéreas há muito que baixaram. O problema é que o INAC apenas apresenta cálculos trimestralmente, questão que, segundo jugo saber, também será posta pela RAM a Bruxelas. Estas reduções poderão constituir uma aparente resposta das companhias, articuladamente, quer à adição a ter lugar na Assembleia da Madeira, quer sobretudo à decisão de ser formalizada uma queixa junto das instâncias comunitárias, assunto que ficou condicionado àqueles encontros, mas que mantém-se no essencial, devido aos preços verdadeiramente intoleráveis, de puro roubo, que são praticados pelas companhias e que colocam em causa o princípio da continuidade territorial, um dos mais importantes da União e a defesa da especificidade das regiões insulares e ultraperiféricas.
Recordo que foi aprdovada uma Resolução da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira n.º 19/2008/M - Proposta de lei à Assembleia da República — Alteração ao Decreto-Lei n.º 66/2008, de 9 de Abril, que regula a atribuição de um subsídio social de mobilidade aos cidadãos beneficiários, no âmbito dos serviços aéreos entre o continente e a Região Autónoma da Madeira - publicada em Agosto de 2008 no Diário da República e que um dia depois o Presidente da TAP foi à SIC falçar da realidade da empresa que se afundava incluindo:
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Finalmente, pelo interesse e conteúdo do mesmo, recordo um parecer do Comité Económico e Social Europeu sobre "Uma melhor integração no mercado interno: Um factor crucial para a coesão e o crescimento das regiões insulares", emitido em Julho de 2008.

Resolvam este "caso"

Acho vergonhoso que continue sem solução a questão das devoluções relativas às passagens realizadas a Lisboa pelos madeirenses que no âmbito da sua liberdade de escolha e de decisão viajam na "Easyjet". Hoje ficamos a saber que a situação continua sem solução e que, segundo o DN local, "os passageiros residentes na Madeira continuam a ver recusados, pelos CTT, os reembolsos das viagens realizadas através da 'easyJet'. A denúncia é do delegado na Madeira da APAVT. Em declarações à TSF, João Welsh garante que vai enviar ainda hoje (sexta-feira) uma carta à Secretaria Regional do Turismo e também à Administração dos Correios pedindo uma intervenção das autoridades competentes. João Welsh faz um balanço positivo destes primeiros nove meses de liberalização da linha aérea entre a Madeira e o Continente, mas não deixa de apontar questão do subsídio de mobilidade como o aspecto mais negativo deste processo". Resolvam esta porcaria de uma vez.

Publicidade: nova versão do Magalhães?

Agora para a cozinha... Ou será dos óculos?

Respeito?

Qual respeito qual carapuça? Alguma vez algum dos demais 46 deputados, ou de todos os outros desde 1992, têm razão de queixa da minha pessoa? Deixe-se de idiotices. Eu tenho um percurso de vida, profissional e familiar, que não me envergonho, não escondo nem renego. Você insulta indiscriminadamente, lança a suspeição permanente e depois vem pedir respeito? Você é que deve respeito a toda a gente, a tanta gente que insulta, a começar por si próprio. Eu já lhe disse, não lhe devo nada, não tenho satisfações a lhe dar, não o conheço de lado nenhum, tal como você a mim (graças a Deus), nunca falei nem me importa sequer alguma vez falar consigo, estou-me nas tintas para o que diz, faça ou comente. Na blogoesfera você é igual a mim e aos demais bloggers. E escusa de vir com galões porque deputado igual a si, já o fui várias vezes antes de se ter colado ao PS. Respeito? Comece por respeitar-se a si mesmo olhando-se ao espelho. Que moral tem para atacar, insultar ou insinuar seja quem for uma pessoa que perdeu o mandato autárquico por não ter cumprido uma obrigação legal a que estava obrigado? Não me ofende, como é evidente, mas sistematicamente chama-me de "funcionário" - quer discutir comigo o quê? Origens? Estatutos sociais e outros factos à volta disto? - você foi e continua ser funcionário, foi sempre isso, hoje sabe-se lá de quem. Por isso não misture a minha actividade profissional - na qual sou melhor que você, a séculos de distância, sem ter nunca a razão muito menos a veleidade de ser perfeito ou sequer andar lá perto, tal como na sua profissão terá o direito de dizer que é melhor que todos os demais habitantes do planeta terra - com o seu estatuto ou com blogues. Sempre que me apetecer, quando souber da sua verborreia do costume ou de ataques pessoais - porque repito, recuso perder tempo com "retretes" de frustrações - leva a resposta que eu quiser dar. Estamos entendidos? O respeito que quer que eu tenha por si é o mesmo que lhe exijo a mim.

Funchal: informação cultural

A Câmara Municipal do Funchal tem na internet um projecto - que confesso não conhecia - que constitui uma fonte de informação sobre as actividades culturas da edilidade da capital. Falo do Funchal*Cultura.com, ao qual pode aceder aqui e pode juntar aos favoritos.

Luís Amado na Madeira

O Ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, que residiu na Madeira, onde foi quadro superior do Tribunal de Contas e deputado regional eleito pelo PS, veio ontem à tarde ao Funchal. Não sei se para aproveitar o fim-de-semana para um descanso de dois dias, depois de mais uns dias de pressão devido à crise no Médio Oriente. Simpático como sempre, discreto e bem-educado (aliás uma das particularidades que provavelmente o levaram ao MNE), Amado certamente que não se veio reunir com Gouveia para tratar das listas dos socialistas locais para as legislativas deste ano. Era o que faltava! E depois como é que JCG cumpria as promessas ou cedia às pressões?!...

Estatutos...

E ainda aponta o dedo? Nestas deambulações pela internet a dada altura, e a propósito de um seminário realizado em Lisboa, li aqui esta notícia:
"O Seminário a ser presidido por Andrew Coutts, CEO ILM - THR e Ole Jespersen, Joint Manager Director IRG Portugal, e orientado por Len Silverfine, conta também com a participação especial de um conjunto de “provocateurs” cuja função será fomentar a discussão. Entre estes destaca-se a presença do Dr. Carlos Pereira, Presidente do Conselho de Administração da Segthor, que irá apresentar a empresa como especialista em Customer Relationship Management, Fernando Figueiredo, Partner da ACCEDO, Marketing Interactivo e e-Business, Diogo Gaspar Ferreira, CEO Vale do Lobo S.A. e Sílvio Santos, Administrador Grupo SIRAM". (Nota: para a populaça ou os mais ignorantes, como eu, "Customer Relationship Management", sem esta finesss termológica, significa na nossa língua...Gestão de Relacionamento com o Cliente. Desde logo constata-se a presença de um dr. e os outros, incluindo Andrew Coutts, licenciado em Dorset University (UK) e Switzerland (Lucerne), ou Fernando Figueiredo, licenciado e investuigador do ISCTE na área de informática ou Ole Jespersen, dinamarquês e advogado, Silvio Santos, licenciado em gestão, etc. Curiosamente a mesma notícia, publicada aqui (a entidade organizadora do evento) foi a seguinte: "O Seminário a ser presidido por Andrew Coutts, CEO ILM■THR e Ole Jespersen, Joint Manager Director IRG Portugal, e orientado por Len Silverfine, conta também com a participação especial de um conjunto de “provocateurs” cuja função será fomentar a discussão. Entre estes destaca-se a presença de Diogo Gaspar Ferreira, CEO Vale do Lobo S.A., Sílvio Santos, Administrador Grupo SIRAM, Carlos Pereira, Presidente do Conselho de Administração da Segthor, empresa especialista em Customer Relationship Management e Fernando Figueiredo, Partner da ACCEDO, Marketing Interactivo e e-Business.". Lá se foi o dr... E a sequência dos participantes alterada, reparem. Tomando por exemplo as idiotices sobre a agenda da Assembleia, também tenho o direito que foi o próprio funcionário em questão a dar instruções à sua empresa para não se esquecerem do "dr." porque isso é que dá estatuto. Uma questão menor, uma patetice, bem vistas as coisas, tal como catalogo nas etiquetas deste comentário. Mas o problema é quando apontam o dedo e julgam os outros em vez de se verem ao espelho, só isso.

Molhe

O Molhe fechou! Que "tristeza". Nem vou dormir. Por acaso isso importa a alguém? Aquilo, que nunca deveria ter sido autorizado, interessa a quem? Ao povo? O que não faz falta são restaurantes. O mais curioso é que me constou que um dos divulgadores desse encerramento - até meteu a "Quinta das Lágrimas" que explorava o espaço... - é o tal funcionário-deputado, que trabalhou sempre por conta de outrem, mas hoje ao que parece com vários interesses recentes (embora sempre trabalhando para outrem), é a pessoa indicada e em condições (vão lá saber porquê) para dar essa informação, até porque ele melhor do que ninguém conhece a "Quinta das Lágrimas", por negócios, e conhece Silvio Santos, por participações em seminários.

Idiotices

Não tenho por hábito passar cartão a "trepadores sociais" - e nem tenho por hábito falar de episódios sobre este tema da treparia social local... - mas alertaram-me para o facto de um individuo, o mesmo frustrado de sempre, ter insinuado no blogue que transforma na retrete das suas frustrações - e por isso não tem credibilidade senão entre os socialistas - que eu teria alguma cosia a ver com a patética questão da agenda da Assembleia Legislativa. Nada mais absurdo. Era o que me faltava. O eterno funcionário por conta de outrem (mas subitamente auto-suficiente), mas também deputado, não consegue entender ele sabe, mas finge não saber - que existem competências definidas, pelo que era o que me faltava ter que preocupar-me com agendas. Não estou com isto a sacudir água do capote, porque se houve um erro, seja de quem for, a responsabilidade tem que ser co-assumida por todos os quem têm responsabilidades. Eu próprio sou responsável pelas responsabilidades que tenho. Por isso, e tendo recebido a referida agenda - um "caso" de Estado!!! - depois do deputado ter sido contemplado, só percebi o erro quando li a notícia publicada no DN local, graças aos bons ofícios de algum deputado do "contra" que descobriu o erro e transformou-o em notícia. Não, não vou falar nem de pareceres de viabilidade económica - li isso há dias algures, ou terei sido eu outra vez? - não vou falar de autorizações assinadas que depois permitiram o apoderar de determinados projectos - ouvi isto creio que no hemiciclo, ou terei sido eu outra vez? Continuo na mesma: agradeço o alerta de pessoas amigas, mas recuso ler "retretes" onde se despejam invejas, ataques pessoais, insinuações, frustrações, derrotas mal curadas, convencimentos esquizofrénicos, etc. A seu tempo talvez falaremos, a seu tempo...

quinta-feira, janeiro 08, 2009

Portugal: um frio que chega ao osso...

Foi um dos dias mais frios dos últimos anos
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Idosos em risco com o frio polar
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Bébes, idosos e doentes crónicos os mais vulneráveis

Confiança económica em mínimos de 20 anos

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Pode ler a informação do INE aqui, em pdf ou consultar os quadros em excel, aqui.
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Reformados trabalham para obter rendimentos complementares
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UGT acusa empresários de usarem a crise para violar a lei
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Dívidas obrigam famílias a procurar aconselhamento

Açores: Atlanticoline na mira do Tribunal de Contas

Um ante-projecto de relatório do Tribunal de Contas põe em causa a transparência do processo de construção de navios por parte da Atlanticoline, em Viana do Castelo.

INE edita Revista de Estudos Demográficos

O Instituto Nacional de Estatística acaba de editar o n.º 44 da REVISTA DE ESTUDOS DEMOGRÁFICOS (RED). A RED tem uma longa tradição na divulgação de estudos demográficos em Portugal. O primeiro número foi editado em Junho de 1945 e, desde então, tornou-se num pólo de referência para a divulgação de estudos que procuram caracterizar as principais linhas de evolução da situação demográfica nacional e o seu enquadramento na situação internacional. Reeditada em 2002, após alguns anos de interrupção, a RED tem, desde então, uma periodicidade semestral, sendo um número temático e outro generalista. Refira-se que "o presente número da RED aborda um conjunto de temas tais como a participação das mulheres imigrantes no mercado de trabalho, exemplificado para os casos de França e Itália, a polarização demográfica evidenciada pelo município de Ponta Delgada, nas últimas duas décadas do século passado, caracterizando o respectivo processo de urbanização. À semelhança dos anteriores números generalistas analisa-se a situação demográfica do país com base na informação mais recente, destacando as mudanças mais relevantes e os factores que as determinam. Em Notas e Documentos divulgam-se dois artigos: um que expõe o contributo da obra de António Almeida Garrett para os estudos de população em Portugal e da própria Revista do Centro de Estudos Demográficos; outro sobre o impacte de diferentes cenários migratórios na evolução da estrutura da população em Portugal no horizonte 2009-2060", podendo a sua versão integral em pdf ser lida e guardada através deste link

Crianças de seis e sete anos fogem de casa para casarem em África!

Li hoje no Sol que "duas crianças alemãs fugiram de casa com a intenção de «se casarem em África», mas acabaram por ser apanhadas pela polícia quando chegaram a uma estação de comboios. Um rapaz de sete anos de idade e uma rapariga de seis que moram em Hannover, no norte da Alemanha, fizeram as malas e fugiram de casa. As crianças conseguiram chegar até à estação de comboios da cidade, onde foram interceptados pela polícia. Segundo as crianças, queriam «ir a África para se casarem e viverem lá». Os 'fugitivos' tinham feito as malas e levavam a irmã da menina, de cinco anos, para servir de «testemunha do casamento». Na bagagem, as crianças levavam fatos de banho, um colchão de ar, óculos escuros e comida. Queriam apanhar o comboio para o aeroporto na estação central de Hannover. Funcionários da estação chamaram a atenção dos polícias, que conseguiram convencer as crianças de que sem bilhetes e sem passaporte não conseguiriam chegar a África. Como consolação, as crianças puderam fazer um passeio guiado e exclusivo pela esquadra da polícia da estação, incluindo uma visita a uma cela. Os pais, que ainda não tinham percebido a fuga, já que os seus filhos saíram da casa enquanto estes dormiam, foram buscar os filhos à esquadra. As crianças disseram que queriam viver em África porque «lá é sempre quente». Actualmente, a Alemanha está a passar por um duro Inverno com temperaturas abaixo de zero".,

Quando ela chega a casa...

Futebol: inglesices...

Futebol: nas "arábias" resolve-se à chapada

Memórias..

É desta memória (de elefante) que alguns políticos parece que precisam...

Crise no sector automóvel

Trogloditas

O pior que pode acontecer na política, é tolerar que esta seja invadida por trogloditas oportunistas, gente sem escrúpulos e sem honradez, que consegue o milagre da bipolarização, comportando-se e sendo uma coisa no Funchal, mas transfigurando-se por completo quando estão fora da Região, nomeadamente aterram no aeroporto da Portela e chegam a Lisboa, aos seus negócios e aos seus interesses, na política e/ou fora dela. Eles julgam que conseguem manter-se assim, mas valha-nos ao menos a certeza que as pessoas começam, finalmente, a conhecê-los...

Quando nasce um japonês...

A propósito de prioridades...

Em duas versões diferentes, mas ambas relativas ao mesmo tema - "Losing my religion" - esperando que as pessoas percebam quais são as prioridades dedalguns na sociedade dos nossos (e novos) tempos:
Gregorian - "Losing My Religion"
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R.E.M. - "Losing My Religion"

Negociar cedendo?

O desespero não pode levar as pessoas a tolerar que sejam tomadas (ou negociadas) medidas que parecendo ser a solução para alguns problemas que a seu tempo terão que ser resolvidos, acabam por constituir um exemplo da contradição e a justificação para que tudo o que foi feito não o tivesse sido. Diz o povo que a caminho do céu são todos anjos. O problema é quando todos chegam à porta, porque só lá vemos (e conhecemos) os que vão para um lado e os que descerão aos infernos. Quando, por desespero, se aceita negociar tudo - uma espécie de vender a alma por um cêntimo - ainda por cima negociando com quem era suposto fosse o adversário, então a promiscuidade é mais grave e complicada do que parece. E neste caso, o melhor que temos a fazer é começarmos a fazer a mala e nos pormos a andar, porque não concebo a política sem um mínimo de ética, de verticalidade e de vergonha na cara. O problema é quer o desespero parece estar dos dois lados. O que me consta esta por aí a passar-se é patético, anedótico e, pior do que isso, revela uma desonestidade política e moral que transcende os limites do tolerável. Fiquemos por aqui até ver, sem mais pormenores...

Obras sem concurso

Ronaldo: 300 mil ao ar mas fica a vida

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Cristiano Ronaldo crash a car!
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Cristiano Ronaldo car crash ferrari accident
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Cristiano Ronaldo has Car Crash
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Cristiano Ronaldo Destruye su Ferrari

quarta-feira, janeiro 07, 2009

Espanha: balanço das reuniões com as Comunidades autonómicas

No âmbito da discussão do novo modelo de financiamento das autonomias espanholas, e com base na informação distribuída pelo Palácio da Moncloa (primeiro-ministro), é o seguinte o balanço às reuniões que Zapatero manteve com os presidentes dos executivos das Comunidades Autónomicas de Espanha:
Castilla y León
El Presidente del Gobierno explicó a Juan Vicente Herrera la propuesta del Gobierno sobre financiación autonómica recogida en el documento enviado a todas las Comunidades Autónomas el pasado 30 de diciembre. Dicha propuesta recoge las peticiones de Castilla y León como son que el nuevo modelo de financiación autonómica tenga en cuenta la dispersión y el envejecimiento como criterios para el reparto de los recursos. Atendiendo a la petición de Castilla y León, el Jefe del Ejecutivo se ha comprometido a incorporar al nuevo modelo la consideración de la evolución demográfica. De esta manera, se estudiará una fórmula para compensar a las Comunidades Autónomas que, aun teniendo una renta per cápita superior a la media, registran una evolución demográfica por debajo de la media.
Aragón
Por su parte, Marcelino Iglesias comunicó al Presidente del Gobierno que el nuevo modelo es un buen punto de partida e hizo un análisis positivo del mismo, al tiempo que planteaba la necesidad de que se pueda atender adecuadamente políticas asistenciales y sanitarias en aquellas Comunidades Autónomas en las que, por cuestiones como la de la dispersión de la población, la prestación de estos servicios tiene mayores costes. Iglesias mostró su acuerdo con la posibilidad de que se estudie una nueva fórmula que tenga en cuenta la dispersión y el envejecimiento como cuestiones para el reparto de los recursos en el nuevo modelo de financiación autonómica.
Murcia
La propuesta del Gobierno recoge la principal petición de la Región de Murcia, que es el reconocimiento del incremento de la población. Éste será uno de los ejes del nuevo sistema de financiación, lo que implica que Murcia será una de las grandes beneficiadas por la actualización de la población y por la mejora del sistema que propone el Gobierno. Otra de las peticiones de la Región de Murcia, la multilateralidad en la negociación, ha quedado plenamente garantizada, tanto en el proceso de negociación llevado a cabo por el Ministerio de Economía y Hacienda, como en la ronda de contactos que el Presidente del Gobierno está manteniendo con los Presidentes autonómicos.
Castilla-La Mancha
Por su parte, el Jefe del Ejecutivo informó de distintos aspectos que presenta el nuevo modelo de financiación autonómica al Presidente de Castilla-La Mancha; concretamente, sobre la inclusión de la evolución demográfica y la dispersión en el reparto de los recursos por parte del Gobierno a las Comunidades Autónomas.Barreda se mostró favorable al nuevo modelo de financiación, que consideró muy positivo, y expresó su satisfacción por los términos de la propuesta enviada por el Gobierno a las Comunidades Autónomas.
Comunidad Valenciana
El Presidente del Gobierno, José Luis Rodríguez Zapatero, ha explicado al Presidente de la Comunidad Valenciana, Francisco Camps, las líneas generales del nuevo modelo de financiación autonómica. La reunión ha sido satisfactoria y útil y ha servido para constatar la sintonía de la Comunidad Valenciana con los planteamientos generales del nuevo modelo de financiación que va a proponer el Gobierno. El Presidente del Gobierno ha explicado a Camps las líneas generales del nuevo sistema, que recoge las principales cuestiones planteadas por el Presidente de la Comunidad Valenciana negociación en pie de igualdad con todas las Comunidades Autónomas, igual financiación de los servicios fundamentales para todos los ciudadanos, independientemente de la Comunidad Autónoma donde vivan, y ajustes para reconocer el incremento de la población. Estas coincidencias constituyen, en opinión del Gobierno, una buena base de entendimiento para lograr un acuerdo. El Presidente del Ejecutivo también ha informado de que se va a estudiar la propuesta formulada ayer por el Presidente de la Xunta, Emilo Pérez Touriño, para que los costes adicionales derivados de las lenguas cooficiales sean tenidos en cuenta dentro del nuevo sistema de financiación. Otra de las peticiones del Presidente valenciano ha sido incluir en la negociación al Partido Popular. Una cuestión que coincide plenamente con el planteamiento del Gobierno central, ya que no hay que olvidar que, previa a la ronda del Presidente del Gobierno con los presidentes de las Comunidades Autónomas, el Vicepresidente segundo, Pedro Solbes, se reunió el miércoles de la semana pasada con el responsable económico del PP, Cristóbal Montoro, para exponerle las líneas generales del nuevo sistema. Por otro lado, dentro de los planes del Gobierno figuran también otras demandas de Camps, como el envío, en breve, a las Comunidades Autónomas de un documento con la propuesta del nuevo modelo de financiación y la reunión del Consejo de Política Fiscal y Financiera antes de cerrar el acuerdo. El Ejecutivo reitera su intención de que el acuerdo con todas las comunidades autónomas sea global de carácter multilateral con elementos de bilateralidad, dadas las singularidades de las diferentes autonomías.
Galicia
El Presidente del Gobierno, José Luis Rodríguez Zapatero, ha explicado al Presidente de la Xunta, Emilio Pérez Touriño, las líneas generales del nuevo modelo de financiación, que garantizará iguales recursos para cubrir los servicios públicos esenciales que reciben todos los ciudadanos, independientemente de la Comunidad Autónoma en la que residan. El Presidente del Gobierno cree que la reunión ha sido satisfactoria y tiene la impresión de que Emilio Pérez Touriño ha acogido de forma favorable la propuesta. Durante la reunión, el Presidente de la Xunta ha planteado que los costes diferenciales procedentes del envejecimiento y la dispersión de la población sean tenidos en cuenta de forma significativa en el nuevo sistema. El Presidente del Gobierno ha asegurado durante el encuentro que la petición es razonable y que se tendrá en cuenta.Pérez Touriño ha planteado la necesidad que el nuevo sistema de financiación disponga de recursos para atender los costes derivados de las lenguas cooficiales y el Presidente del Gobierno se ha comprometido a estudiarlo.
Madrid
El Gobierno valora positivamente la reunión mantenida esta tarde por el Presidente del Gobierno con la presidenta de la comunidad de Madrid, Esperanza Aguirre. En el encuentro se han abordado los objetivos del Gobierno en relación al nuevo modelo de financiación autonómica, dentro de la ronda informativa que el Presidente del Ejecutivo realiza estos días con los diferentes Presidentes de las Comunidades Autónomas. A la reunión han asistido el Presidente del Gobierno y el Secretario de Estado de Hacienda, Carlos Ocaña, y por parte de la Comunidad de Madrid, su Presidenta, Esperanza Aguirre, y el Consejero de Hacienda, Antonio Beteta . El Ejecutivo cree que carecen de fundamento las criticas lanzadas en las ultimas horas por dirigentes del Partido Popular y de algunas Comunidades Autónomas gobernadas por el principal partido de la oposición ante el encuentro mantenido el pasado sábado entre los Presidentes del Gobierno y de la Generalitat de Cataluña, José Montilla. También reitera que el acuerdo será multilateral con componentes bilaterales. La intención del Presidente del Gobierno es continuar en los próximos días y semanas con sus encuentros con el resto de los Presidentes de las Comunidades Autónomas y que el nuevo modelo de financiación sea aprobado con consenso y dialogo entre todas ellas. El nuevo modelo aumentará equitativamente el gasto en educación, sanidad y dependencia en todas las Comunidades Autónomas, garantizará una financiación suficiente para las autonomías y cubrirá por igual las necesidades básicas de los ciudadanos.
La Rioja
La reunión con el Presidente de La Rioja se centró, entre otros temas, en la petición de multilateralidad en la negociación del nuevo modelo de financiación autonómica. El Presidente del Gobierno trasladó a Pedro Sanz que el Ejecutivo ha afrontado la reforma del modelo con unos objetivos claros de transparencia y multilateralidad, y así lo ha desarrollado tanto en las reuniones del Ministerio de Economía y Hacienda, como en esta ronda de contactos con los Presidentes de las Comunidades Autónomas. En el encuentro ha quedado patente la necesidad de que el sistema contemple la diferencia del coste de servicios básicos de acuerdo con las características de la población que debe acudir a ellos, como, por ejemplo, el porcentaje de mayores de 65 años o de menores de 18 años.
Canarias
Canarias reclamó en su día el reconocimiento del incremento de la población, así como la especificidad de la insularidad, en las competencias transferidas. Ambos elementos se recogen en el documento enviado a las Comunidades Autónomas el pasado 30 de diciembre. El Jefe del Ejecutivo ha garantizado a Paulino Rivero que el nuevo modelo de financiación autonómica aportará más recursos a Canarias para cubrir los servicios básicos de sus ciudadanos. El nuevo sistema de financiación recoge el incremento de la población a la hora de repartir los recursos. Canarias aumentó su población desde el año 1999 en más de un 20 por 100, por lo que se beneficiará de la actualización de la población y la mejora del sistema que propone el Gobierno. Hay que tener en cuenta también que la insularidad es uno de los criterios reconocidos en el ajuste de la población.

Espanha: perceber o novo modelo de financiamento autonómico

Madrid divulga na próxima semana montantes do novo financiamento

Segundo o jornal espanhol ABC, “el presidente de Cantabria, Miguel Ángel Revilla, ha dicho hoy que el Gobierno dará a conocer las cifras del nuevo modelo de financiación la próxima semana, o como máximo en dos semanas, con la idea de tratar de llegar un acuerdo con las comunidades autónomas en el mes de febrero. Revilla ha hecho esta afirmación tras entrevistase en el Palacio de La Moncloa con el jefe del Gobierno, José Luis Rodríguez Zapatero, que hoy ha retomado las reuniones bilaterales con presidentes autonómicos a fin de perfilar un documento definitivo para reformar el sistema de financiación autonómica. El jefe del Ejecutivo cántabro, que también hoy ha llegado en taxi al Palacio de la Moncloa, se ha mostrado satisfecho de la reunión después de que Zapatero le haya garantizado que habrá más dinero para todas las comunidades y que se tendrán en cuenta el coste que representan los servicios por la dispersión y el envejecimiento de la población. Revilla ha reconocido que han dedicado más de la mitad de la reunión a hablar de viejos temas pendientes de Cantabria, como son las deudas que, según ha dicho, tiene esta comunidad en materia de infraestructuras. Tras esta reunión, de una hora y media de duración, Rodríguez Zapatero ha recibido en el Palacio de la Moncloa al presidente de La Rioja, Pedro Sanz, con el que se encuentra reunido, y por la tarde será el turno del jefe del Ejecutivo canario, Paulino Rivero".
OS FUNDOS DO NOVO MODELO
Junto los fondos de convergencia, el nuevo modelo de financiación autonómica incluirá otros dos ya previstos con anterioridad:
- Fondo de garantía del Estado de bienestar
Las necesidades de financiación de cada comunidad se calcularán mediante la suma de lo que recibieron en 2006 (ninguna pierde) y lo que le corresponda del dinero adicional, informa Alejandro Bolaños. Para cubrir esas necesidades, el nuevo sistema plantea cuatro fondos. El más importante será el de garantía de los servicios fundamentales. Su cuantía estará ligada al peso de las competencias de salud, educación y servicios sociales. Se nutrirá casi en exclusiva (una mínima parte puede ser dinero estatal) de los impuestos cedidos. Todas las comunidades aportarán a ese fondo una porción elevada e idéntica de su cesta de impuesto. Y esa bolsa se distribuirá con el novedoso objetivo de que todas tengan el mismo nivel de financiación por habitante. Aquí, la población se ajustará con otras variables: dispersión, superficie, insularidad, mayores de 65 años (servicios sociales), tramos de edad (sanidad) o menores de 18 años (educación).
- Fondo de suficiência
El resto de competencias no incluidas en el fondo de garantía se cubren con el fondo de suficiencia. Aquí se contemplan dos posibilidades: habrá autonomías (las que tengan más capacidad de recaudación) a las que les bastará con la parte de su cesta de impuestos no utilizada en el fondo de garantía; además, podrán quedarse con el dinero que les sobre. Y habrá otras que no tendrán suficiente con sus impuestos; el dinero del Gobierno servirá para completar los recursos autonómicos hasta cubrir la necesidad de financiación restante".
Aqui
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O IMPACTO NAS COMUNIDADES
- Comunidades autónomas ricas, que se beneficiarán del sistema por su aumento de población: Baleares, Murcia, Comunidad Valenciana, Cataluña y Madrid;
- Comunidades autónomas pobres a las que el sistema compensa su baja renta per cápita: Canarias, Estremadura, Andalucía, Galicia y Castilla-La Mancha
- Autonomías 'intermedias' que se benificiarán del nuevo fondo para estimular el crecimiento de población: Asturias, Castilla y León y Aragón. Aqui.

Madeira analisa Políticas de coesão territorial a 18 de Fevereiro

Segundo o jornalista Paulo Miguel Madeira do Publico, "a discussão sobre a coesão territorial europeia foi lançada hoje em Lisboa, com o objectivo de dar um contributo nacional para a estratégia e as políticas europeias neste domínio, para já vertidas no Livro Verde sobre a Coesão Territorial da Comissão Europeia, publicado em Outubro do ano passado e que está em discussão pública na UE até ao fim de Fevereiro.A coesão territorial foi assumida no Tratado de Lisboa como um objectivo a par da coesão económica e da coesão social e assume uma perspectiva territorial daquelas duas dimensões – a económica e a social – com vista a tirar partido da diversidade territorial da UE. Visa-se assim alcançar um desenvolvimento harmonioso, em termos de eficácia económica, coesão social e equilíbrio ecológico, de territórios que vão do círculo polar árctico às ilhas gregas, de metrópoles como Paris e Londres às pequenas vilas históricas, segundo o próprio Livro Verde.No contexto da discussão europeia, a Associação Portuguesa de Geógrafos (APG) decidiu lançar um debate nacional sobre “Ordenamento do Território e Coesão Territorial”, com a colaboração de várias outras associações e ordens profissionais, bem como das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Portugal continental e as suas congéneres dos Açores e da Madeira.Na sessão desta tarde, a primeira de sete que vão ter decorrer até 18 de Fevereiro, o secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades, João Ferrão, realçou que a discussão a fazer deverá atender a que se trata de uma questão contextualizada politicamente (porque há agendas europeias que definem em concreto as prioridades territoriais) e que Portugal deve procurar enriquecer estas prioridades com as suas perspectivas próprias. Aliás, adiantou que o Governo também vai organizar um encontro com esse objectivo.João Ferrão lembrou também que o ordenamento do território não é uma competência comunitária, o que obriga a ter sempre presente a questão da subsidiariedade (a tomada de decisões ao nível hierárquico mais próximo possível das populações), e que por isso esta discussão abre uma nova fronteira de legitimidade política europeia, pois a gestão do uso do território tem sido vista como um dos últimos redutos da soberania nacional na UE.Evitar erros do passadoO moderador do debate de ontem, o geógrafo José Manuel Simões, lançou quatro questões sobre a questão da coesão territorial que deverão constituir o núcleo central dos debates: a definição e compreensão/medição da coesão territorial, a escala e âmbito da acção com vista à coesão territorial, os instrumentos de gestão territorial e a melhor cooperação territorial, e, finalmente, a melhor coordenação de políticas e governação territorial.O arquitecto Ribeiro Teles (da Associação Portuguesa de Arquitectos Paisagistas), um dos participantes na mesa redonda, chamou a atenção para a necessidade de se resolver o problema de o território português estar a perder a diversidade que o Livro Verde diz ser necessário tirar partido com vista à coesão. E recomendou que não se repetisse o que aconteceu com a PAC (Política Agrícola Comum), “em que dominaram os interesses da França e da Alemanha” e em Portugal ficámos reduzidos a duas ou três culturas agrícolas, sendo as nossas florestas “monoculturas” de árvores.Por outro lodo, a economista Regina Salvador (da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional), alertou contra um eventual uso do indicador do rendimento (PIB) por habitante como determinante para as questões da coesão territorial, defendeu a manutenção do princípio da subsidiariedade e lembrou que “nos últimos 25 a 30 anos houve um agravamento dos desequilíbrios regionais apesar das políticas de competitividade territorial”. (Versão integral em www.publico.pt.)Seguem-se conferências em Faro (dia 14), Évora (21), Porto (28), Ponta Delgada (4 de Fevereiro), Coimbra (12 de Fevereiro) e Funchal (18 de Fevereiro), e no final a APG produzirá uma síntese das conclusões das várias sessões".

Canárias: Madrid só investiu 36% do previsto...

Segundo o El Dia, "el Gobierno central ha ejecutado el 36% de la inversión real prevista en Canarias en 2008, después de reconocer el gasto de 62,01 millones de euros hasta septiembre de los 168,06 créditos presupuestados. En el caso de la provincia de Santa Cruz de Tenerife, se ha cubierto casi al completo la inversión prevista, con 32,04 millones de los 33,3 millones iniciales, mientras que en Las Palmas se han superado los 15,08 millones presupuestados, hasta los 25,82 millones de euros. En cambio, de la mayor partida prevista para el Archipiélago y en la que no se especifica provincia de destino, de los 135,3 millones de euros sólo se han invertido 4,14 millones de euros. Así, quedan sin ejecutar más de 106 millones de euros a la espera de datos de los últimos tres meses del año. En lo que se refiere a la ejecución de inversiones reales de organismos estatales, de los 14,01 millones de euros previstos, hasta septiembre se habían invertido 15,7, de los que 9,77 millones corresponden a Santa Cruz de Tenerife y 5,86 millones de euros a Las Palmas".

Canarias: Zapatero discute com Rivero financiamento

Segundo o digital Canarias Ahora, "el presidente de Canarias, Paulino Rivero, ha afirmado este miércoles que existe en el Gobierno central "receptividad" para incluir en el nuevo modelo de financiación autonómica las singularidades de las islas y que, por ello, las dos administraciones avanzan hacia el acuerdo.Rivero se ha expresado de este modo en la conferencia de prensa posterior a la entrevista que ha tenido este miércoles, durante cerca de hora y media, con el jefe del Gobierno, José Luis Rodríguez Zapatero.El presidente canario ha fijado como condición indispensable para que su Ejecutivo acepte el nuevo sistema de financiación el reconocimiento del "hecho diferencial" que constituye el Régimen Económico Fiscal (REF) del archipiélago.Si esto ocurriera, y por tanto, que los ciudadanos de las islas estén en las mismas condiciones que los de la Península, Canarias daría el visto bueno a la propuesta del Gobierno, aunque Rivero ha puesto énfasis en aclarar que su aprobación ni mucho menos está asegurada". Também citando a agência espanhola efe, o Canarias Ahora sublinha que "el presidente de Canarias, Paulino Rivero, ha afirmado hoy que existe en el Gobierno central "receptividad" para incluir en el nuevo modelo de financiación autonómica las singularidades de las islas y que, por ello, las dos administraciones avanzan hacia el acuerdo.Rivero se ha expresado de este modo en la conferencia de prensa posterior a la entrevista que ha tenido hoy, durante cerca de hora y media, con el jefe del Gobierno, José Luis Rodríguez Zapatero.El presidente canario ha fijado como condición indispensable para que su Ejecutivo acepte el nuevo sistema de financiación el reconocimiento del "hecho diferencial" que constituye el Régimen Económico Fiscal (REF) del archipiélago.Si esto ocurriera y los ciudadanos de las islas estuvieran en las mismas condiciones que los de la Península, Canarias daría el visto bueno a la propuesta del Gobierno, aunque Rivero ha puesto énfasis en aclarar que su aprobación de la misma ni mucho menos está asegurada.Con la entrevista con Rivero, el jefe del Ejecutivo prácticamente ha cerrado -sólo queda el balear Francesc Antich- la ronda de contactos que en los últimos días ha mantenido con los presidentes autonómicos a fin de cerrar al máximo posible la reforma del sistema de financiación.El líder de Coalición Canaria ha planteado al presidente del Gobierno que Canarias tiene unas especificidades derivadas, entre otras cuestiones, de un régimen económico propio y de la insularidad.Por ello, ha pedido que el nuevo modelo incluya el "sobrecoste" financiero que suponen "la insularidad y la fragmentación del territorio" así como el sistema tributario particular de las islas, donde no se recaudan ni el IVA ni los Impuestos Especiales, pero sí otros, como el que grava el combustible.Rivero ha solicitado que el nuevo sistema tenga en cuenta ese "esfuerzo fiscal".No han terminado aquí las reclamaciones del presidente canario, para quien resulta fundamental que con carácter anual se proceda a la corrección de la variable poblacional, en lo que hay acuerdo con el Gobierno, y que en la aplicación del fondo de cooperación la tasa de paro sea otro criterio a considerar.Como el presidente del Gobierno se ha mostrado "receptivo", Rivero ha afirmado que "las bases de la negociación están bien asentadas" y que ésta "progresa adecuadamente".Ha precisado, a tenor de lo hablado con Zapatero, que el Gobierno tiene intención de convocar el Consejo de Política Fiscal y Financiera -el órgano económico que reúne a todas las comunidades con el Ejecutivo- cuanto antes, si bien será necesario que previamente tengan lugar "reuniones más técnicas".Así que, tal y como ha sentenciado Rivero, el camino hacia el acuerdo está trazado, aunque "no será fácil" llegar a él. "Queda poner muchos puntos sobre las íes, poner mucho negro sobre blanco, y firmaremos el modelo si los acuerdos son justos para Canarias", ha resumido.Rivero, para quien el modelo de 1999 es bueno, aunque ha quedado "descompensado", ha indicado además que Zapatero y él no han hablado de cantidades, sólo de "conceptos".

França: o regresso da ministra Rachida...

Segundo o El Mundo, “la ministra francesa de Justicia, Rachida Dati, ha decidido prescindir de la baja por maternidad que le corresponde y ha acudido al Consejo de Ministros de hoy, 7 de enero, tras haber dado a luz a su hija, Zohra, el pasado día 2. Dati, de 43 años, que parece haber recuperado su figura milagrosamente, ha elegido para su sonriente e impecable reaparición un modelo negro y unos altos tacones. Su vuelta al trabajo se produce precisamente el día en el que el presidente Sarkozy va a presentar una reforma judicial consistente, según la prensa gala, en la supresión de los jueces de instrucción, medida que ha suscitado una viva polémica sobre la independencia de este cuerpo. Este no será el único acto al que acuda hoy la ministra francesa, ya que tiene previsto asistir a la imposición de condecoraciones que llevará a cabo en París su homólogo español, Mariano Fernández Bermejo, a 10 miembros de la magistratura francesa con la Cruz de Honor de la Orden de San Raimundo de Peñafort. Esta ceremonia se celebrará en la sede de la Embajada de España en la capital francesa. Con esta renuncia a la baja por maternidad, que en Francia es de cuatro meses para el primer y el segundo hijo, Rachida Dati supera el caso de la ministra de Defensa española, Carme Chacón, que tuvo un hijo en mayo del año pasado y volvió al trabajo seis semanas después de dar a luz. Según especulaciones de la prensa francesa, el comportamiento de Dati, divorciada de 43 años, podría deberse a su inminente salida del Gobierno de Sarkozy. La titular gala de Justicia ha suscitado muchas críticas y se ha dicho que su estilo es demasiado áspero y sus políticas no están bien pensadas. Además, al parecer era una protegida de Cécilia Cigagner, ex exposa del presidente, pero que ahora Carla Bruni no siente demasiada saimpatía por ella".

Realidade açoriana...

Açores: “Hotel Terra do Mar” com salários em atraso
No Hotel Terra do Mar, na Ilha Terceira, há sessenta funcionários que não recebem desde Novembro.Também os fornecedores esperam por pagamentos.

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Açores: fábrica de peixe atrasada um ano
A construção da fábrica de peixe "Pronto e fresco" só agora obteve luz verde da Câmara de Ponta Delgada.Em consequência, trinta novos postos de trabalho ficam sem efeito por mais um ano.
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Açores: cadeia contestada
Os moradores da Terra Chã, ilha terceira, contestam a projectada nova cadeia porque tem um muro demasiado grande.

Açores: empresa madeirense com Salários em atraso no Faial

Dez trabalhadores duma empresa de construção civil que está a fazer a obra de subempreitada do Departamento de Oceanografia e Pescas não recebem há dois meses.

Açores: Carlos César contra Estado Federado

Presidente do Governo dos Açores diz que as autonomias regionais devem ser dinâmicas, mas rejeita a tese do Estado Federado defendida pelo Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira: