Madeira sem vagas no internato médico (ano comum)
Relativamente ao chamado ano comum - o primeiro - do internato médico, e ao contrário do que acontecia nos anos anteriores - onde a Madeira tinha em média entre 27 e 30 vagas abertas que depois eram alargadas aos 33 a 35 com mais algumas transferências pontuais - para 2011 está confirmada a ameaça da Ordem dos Medidos já que nenhuma vaga foi atribuída à Madeira o que implica que os jovens médicos naturais da Madeira, e acabados de licenciar-se terão que permanecer por mais algum tempo no Continente, até que a Ordem dos Médicos ponha côbro a uma série de patifarias que nada tem a ver com as baboseiradas que o bastonário hipócrita e mentirosamente andou a vender na RTP e no DN do Funchal, em declarações prestadas a estes dois ocs, mas apenas com o boicote deliberado da OM em resposta à publicação do diploma regional sobre medicamentos ne receituário e à recusa da região em suspender ou revogar o referido diploma como foi exigido. Uma matéria que deveria ser suficiente para que o Ministério Público suspendesse imediatamente por providência cautelar a realização do concurso nacional e investigasse as reais motivações subjacentes a uma "guerra" o que pode indiciar o uso abusivo e fraudulento de cargos e de funções em prejuízo de instituições ou mesmo de regiões. O quadro das vagas do referido ano comum pode ser visto aqui, faltando acrescentar que este conburso decorre entre 12 e 29 de Novembro. Embora podendo pecar por excesso - porque há jovens clínicos continentais ou mesmo dos Açores que podem escolher vagas da Madeira - podemos admitir que esta patifaria criminosa do bastonário prejudica à volta de 40 a 45 médicos da Madeira, entre ano comum e início da especialidade (internato) o que mostra bem a gravidade do assunto.
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