Ela foi uma das atiradoras de elite mais mortíferas da Segunda Guerra Mundial: era soviética, acumulando 59 baixas confirmadas. Ela só queria ir para a faculdade e ver a primavera de novo. Ele morreu aos 20 anos. Roza Shanina nasceu em 3 de abril de 1924 em uma vila no norte da Rússia e, antes da guerra, sua vida parecia seguir outro rumo. Ele caminhava longas distâncias para estudar, percorria cerca de 200 quilômetros pela taiga para continuar seus estudos e trabalhava em um jardim de infância. Mas a invasão nazista mudou tudo: um de seus irmãos morreu em 1941 e Roza decidiu se alistar. Ela ingressou na Central Women's School of Snipers e se destacou tanto que lhe ofereceram permanecer como instrutora, mas recusou porque queria ir para a linha de frente. Ele entrou em combate em abril de 1944 e, em seus primeiros dias, começou a acumular baixas. No final de agosto de 1944, ela tinha 42, e logo depois seu total subiu para 46 e depois para 51, até alcançar os 59 pelos quais seria lembrada.
Sua fama cresceu tanto que até jornais ocidentais a chamaram de "terror invisível da Prússia Oriental." Ela também foi a primeira mulher da 3ª Frente Bielorrussa a receber a Ordem da Glória, além de obter a 2ª classe da mesma condecoração e a Medalha de Valor. Ainda assim, em seu diário, ela minimizava sua celebridade e escrevia como alguém exausta pela guerra, não como uma heroína triunfante. Em janeiro de 1945, durante a ofensiva soviética na Prússia Oriental, a situação tornou-se brutal. Em uma carta, ele escreveu que sua unidade havia perdido 72 dos 78 homens. Em 27 de janeiro, foi gravemente ferida por um estilhado de projétil enquanto protegia um oficial ferido, e morreu no dia seguinte, 28 de janeiro de 1945. Aí está a parte mais difícil de sua história: por trás dos registros, medalhas e manchetes, havia uma garota de 20 anos que não sonhava com m4tar, mas sim em estudar, viver e ver outra primavera. Seu diário sobreviveu à guerra e acabou revelando que um dos atiradores mais mortais do conflito ainda era, no fundo, um estudante cujo futuro foi roubado pela guerra (fonte: Facebook, Historia Incompreendida)
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