"O que de pior pode acontecer à auto-estima dos Portugueses, é sentirem que são gozados. É que podemos passar dificuldades, enfrentarmos obstáculos terríveis, ter dúvidas profundas sobre caminhos a seguir, ou mesmo sentir uma certa impotência para eliminar uma conjuntura situacionista que comprovadamente não nos serve. São momentos que surgem na vida das Nações, que Portugal já atravessou e superou ao longo da sua História, que superou quando as elites se mexeram e o Povo não se deixou vencer por dogmas tontos, como agora o dogma desta religiosidade socialista do Estado que alimenta a Situação política vigente.
Portanto, problemas todos têm, como é uso dizer.
Agora, sentir-se gozado, lá isso não.
Sentir-se gozada e não reagir, é o mais fundo que pode bater uma Nação.
Reparem.
Portugal chegou à gravíssima situação em que se encontra. Se chegou a esta situação dolorosíssima para os Portugueses, nomeadamente para as classes mais desfavorecidas e sobretudo para a classe média, se chegou a isto, foi que alguém governou o País ao ponto de termos caído assim. Logo, quem fez isto aos Portugueses, tinha de ser sancionado politicamente, tinha de ser afastado, substituído por outros.
Mas, oh mais uma originalidade portuguesa!
Bastou os infractores, a propósito de um Orçamento de Estado, virem dizer que, ou as coisas continuavam como eles queriam, ou então iam embora. E as coisas tinham de continuar Estado socialista como eles queriam, mesmo admitindo que, daqui a um ano, para os Portugueses tudo estará pior. Imediatamente todos os políticos da Situação, leia-se os instalados, mesmo aqueles que deviam ser oposição e pôr os socialistas no olho da rua, todos logo se juntaram, a par de uma propaganda para enganar os papalvos, e pediram aos infractores para, mesmo que titulares de comprovadíssima asneirada, continuassem no poder, não fosse o regime estremecer.
Depois de tudo o que vem sucedendo, ainda pediram aos responsáveis pela hecatombe, o favor de não se ir embora, demonstrando-se assim que quando as coisas apertam, todos sacodem para o lado. E tudo isto sucedeu com a maior pompa e circunstância, onde não faltaram dramatizações, não faltou o jogo do empurra, as queixinhas de jardim de infância, nem sequer o cagaço para fazer as mudanças que se impõem. Para salvar o regime, a «classe política» que temos e os seus mercenários da propaganda, em linguagem de futebol optaram por beneficiar o infractor. Os culpados seriam os que não têm culpa do ao que Portugal chegou.
Digam-me!
Isto não é estar a gozar com nós todos?!..." (crónica de Alberto João Jardim, hoje na rubrca "Palavras Assinadas", da TVI24. Veja aqui o video)
Portanto, problemas todos têm, como é uso dizer.
Agora, sentir-se gozado, lá isso não.
Sentir-se gozada e não reagir, é o mais fundo que pode bater uma Nação.
Reparem.
Portugal chegou à gravíssima situação em que se encontra. Se chegou a esta situação dolorosíssima para os Portugueses, nomeadamente para as classes mais desfavorecidas e sobretudo para a classe média, se chegou a isto, foi que alguém governou o País ao ponto de termos caído assim. Logo, quem fez isto aos Portugueses, tinha de ser sancionado politicamente, tinha de ser afastado, substituído por outros.
Mas, oh mais uma originalidade portuguesa!
Bastou os infractores, a propósito de um Orçamento de Estado, virem dizer que, ou as coisas continuavam como eles queriam, ou então iam embora. E as coisas tinham de continuar Estado socialista como eles queriam, mesmo admitindo que, daqui a um ano, para os Portugueses tudo estará pior. Imediatamente todos os políticos da Situação, leia-se os instalados, mesmo aqueles que deviam ser oposição e pôr os socialistas no olho da rua, todos logo se juntaram, a par de uma propaganda para enganar os papalvos, e pediram aos infractores para, mesmo que titulares de comprovadíssima asneirada, continuassem no poder, não fosse o regime estremecer.
Depois de tudo o que vem sucedendo, ainda pediram aos responsáveis pela hecatombe, o favor de não se ir embora, demonstrando-se assim que quando as coisas apertam, todos sacodem para o lado. E tudo isto sucedeu com a maior pompa e circunstância, onde não faltaram dramatizações, não faltou o jogo do empurra, as queixinhas de jardim de infância, nem sequer o cagaço para fazer as mudanças que se impõem. Para salvar o regime, a «classe política» que temos e os seus mercenários da propaganda, em linguagem de futebol optaram por beneficiar o infractor. Os culpados seriam os que não têm culpa do ao que Portugal chegou.
Digam-me!
Isto não é estar a gozar com nós todos?!..." (crónica de Alberto João Jardim, hoje na rubrca "Palavras Assinadas", da TVI24. Veja aqui o video)
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