quinta-feira, maio 31, 2018
quarta-feira, maio 30, 2018
Orçamento da UE: Desenvolvimento regional e Política de Coesão para além de 2020
Para o próximo orçamento a longo prazo, relativo ao período de 2021-2027, a Comissão propõe modernizar a sua Política de Coesão, que constitui a sua principal política de investimento e uma das suas expressões mais concretas de solidariedade. Embora a economia da UE esteja em recuperação, são necessários investimentos adicionais para colmatar lacunas persistentes nos Estados-Membros, ou entre eles. Dispondo de autorizações orçamentais de 373 mil milhões de EUR para 2021-2027, a futura Política de Coesão tem uma capacidade de investimento para ajudar a colmatar essas lacunas. Os recursos continuarão a ser dirigidos para as regiões que necessitam de recuperar o seu atraso em relação ao resto da UE. Ao mesmo tempo, manter-se-á uma forte ligação direta entre a UE e as suas regiões e municípios. Jyrki Katainen, Vice-Presidente responsável pelo Emprego, Crescimento, Investimento e Competitividade, afirmou: «Ao longo da próxima década, a Política de Coesão irá ajudar todas as regiões a modernizar a sua indústria e a investir na inovação e na transição para uma economia circular hipocarbónica. Além disso, a nossa proposta irá contribuir para criar um ambiente favorável às empresas na Europa, criando condições propícias ao crescimento, à criação de emprego e ao investimento.»
Venezuela: Europa vai aumentar sanções contra a elite
A União Europeia vai reforçar as sanções económicas contra a elite governamental da Venezuela em resposta à realização de eleições que, de acordo com os ministros europeus dos Negócios Estrangeiros, “não foram livres, nem justas”. Os responsáveis pela diplomacia dos 28 Estados-membros decidiram-no esta segunda-feira por unanimidade: os novos castigos vão ser acionados contra as figuras consideradas responsáveis pela crise económica e as manobras destinadas a silenciar a oposição. Estas sanções, asseguram os ministros europeus, serão desenhadas de maneira a “não prejudicar a população venezuelana, cujo jugo a União Europeia pretende suavizar”.
Desenvolvimento regional e Política de Coesão após 2020: Perguntas e respostas
Uma Política de Coesão mais moderna, para todas as regiões
A Comissão propõe a modernização da Política de Coesão. O objetivo consiste em aumentar a convergência económica e social, ajudando simultaneamente as regiões a usufruir plenamente da globalização e equipando-as com os instrumentos adequados para um crescimento sólido e duradouro. Todas as regiões continuam a ser elegíveis para financiamento a título da Política de Coesão na Europa, sempre com base em três categorias: regiões menos desenvolvidas, em transição e mais desenvolvidas.
Quais são as novas prioridades de investimento da Política de Coesão?
Entre onze «objetivos temáticos» definidos para o período de 2014-2020, a nova Política de Coesão irá agora focalizar os seus recursos em cinco objetivos políticos, que a UE está mais bem colocada para atingir:
1) Uma Europa mais inteligente, através da inovação, digitalização e transformação económica, assim como do apoio às pequenas e médias empresas;
2) Uma Europa mais «verde», sem emissões de carbono, aplicando o Acordo de Paris e investindo na transição energética, nas energias renováveis e na luta contra as alterações climáticas;
3) Uma Europa mais conectada, com redes de transporte e redes digitais estratégicas;
4) Uma Europa mais social, concretizando o Pilar Europeu dos Direitos Sociais e apoiando o emprego de qualidade, a educação, as competências, a inclusão social e a igualdade de acesso aos cuidados de saúde;
5) Uma Europa mais próxima dos cidadãos, apoiando estratégias de desenvolvimento dirigidas a nível local e o desenvolvimento urbano sustentável em toda a UE.
Portugal vai receber quase 24 mil milhões de euros nos fundos comunitários 20-30
Portugal vai receber 23.873 milhões de euros de fundos de Bruxelas no próximo quadro de apoio. A SIC sabe que o quadro de apoios 20-30 dá em média 2.300 euros a cada português. A Comissão Europeia deverá anunciar ao início da tarde as verbas destinadas a cada país, no chamado quadro 20-30. Na prática, este montante significa uma redução das verbas que estão disponíveis no atual quadro de ajudas. Mas como o financiamento diminui por causa da saida do Reino Unido, a proporção não será muito diferente.
Contas nacionais: Desaceleração europeia põe Portugal na cauda do crescimento
Portugal foi um dos países europeus em que o PIB menos cresceu no primeiro trimestre, mas a desaceleração ficou patente nas generalidade das economias europeias (Jornal Económico, por Mário Malhão)
Portugal tem o gás mais caro da UE. Preço da luz é o segundo mais alto
Portugal manteve, em 2017, os preços mais elevados da União Europeia (UE) no gás e o segundo lugar no preço da electricidade, em termos de paridade do poder de compra, segundo o Eurostat. De acordo com o gabinete de estatísticas da UE, Portugal está no segundo lugar da tabela dos preços mais altos da electricidade expressos em paridade do poder de compra (28,0 PPC por 100 quilowatt-hora, kWh), logo depois da Alemanha (28,8) e seguido da Bélgica (26,4), da Roménia (26,0) e da Polónia (25,4). Os mais baixos observaram-se na Finlândia (13,0% PPC), no Luxemburgo (13,4) e na Holanda (14,0). No que respeita aos preços do gás, Portugal é o país onde este é mais caro (10,0 PPC por 100 kWh), seguindo-se a Espanha (9,6), a Itália (8,9), a Suécia (9,5) e a República Checa (8,3). Os consumidores no Luxemburgo são os que pagam menos (3,3 PPC por 100 kWh), seguindo-se os do Reino Unido (4,5) e da Bélgica (5,1).
Por outro lado, mais de metade do que se paga na conta da luz em Portugal (52%) corresponde a taxas e impostos, sendo que os residentes na Alemanha contribuem mais (55%) e os em Malta são os menos taxados (5%). As taxas e impostos do gás representam, em Portugal, 27% do preço, sendo a Holanda o país com maior carga fiscal (51%) e o Reino Unido com a menor (9%). Já em 2016, Portugal tinha os preços mais altos do gás e os segundos mais altos da electricidade (Lusa)
Mais de metade da conta da luz em Portugal é para impostos
Só Dinamarca (69%) e Alemanha (55%) tem uma carga fiscal maior sobre o preço da electricidade. A média dos 28 Estados-membros é de 40%, um valor muito abaixo do registado em Portugal (52%). Em Portugal, a percentagem de impostos e outras tarifas sobre a electricidade representaram 52% do preço médio da luz, no segundo semestre de 2017, o que corresponde à terceira percentagem mais elevada em toda a União Europeia, de acordo com dados do Eurostat revelados esta quarta-feira. Só Dinamarca (69%) e Alemanha (55%) vêem a carga fiscal sobre o preço da electricidade pesar mais. A média dos 28 Estados-membros é de 40%, um valor muito abaixo do registado em Portugal. O gabinete de estatística da União Europeia divulgou hoje os dados sobre os preços da energia (gás e electricidade) entre os 28 Estados-membros, para 2017, onde se observou que os preços da energia mantiveram-se estáveis, registando-se uma redução de apenas 0,2% na luz e 0,5% no gás, face a 2016.
Portugueses são os que pagam mais pelo gás na União Europeia. Na luz, só os alemães têm uma fatura mais pesada
É em Portugal que os preços do gás são mais elevados, no quadro da União Europeia. De acordo com o Eurostat, em relação à electricidade, só a Alemanha consegue destronar as tarifas lusitanas. É em Portugal que os preços do gás são mais elevados, no quadro da União Europeia. De acordo com o Eurostat, em relação à electricidade, só a Alemanha consegue destronar as tarifas lusitanas. Usar gás em Portugal custa mais do que em qualquer outro Estado-Membro da União Europeia. De acordo com os dados divulgados, esta quarta-feira, pelo Eurostat, são os portugueses quem mais paga por este tipo de energia, mesmo tendo-se registado um recuo de 2% destas tarifas. No que diz respeito à eletricidade, Portugal só perde o campeonato dos preços altos para a Alemanha. Os números do gabinete de estatística de Bruxelas revelam que, em termos de paridade do poder de compra, foi em Portugal, em Espanha e em Itália que os consumidores mais pagaram pelo gás consumido. Luxemburgo, Bélgica e Estónia foram, por outro lado, os países onde menos se pagou pelo gás. Entre julho e dezembro do ano passado, por cá, os clientes pagaram 7,99 euros por cada 100kWh de gás, o que representou uma queda homóloga de 2% da tarifa. Isto quando, em média, na União Europeia, os preços do gás rondam os 6,33 euros. No preço praticado a nível nacional, as taxas e impostos tomaram uma fatia de 27%, o que fica em linha com a média comunitária.
Venezuela: Nicolás Maduro acusa União Europeia de ingerência interna
O Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, condenou a adoção, pela União Europeia (UE), de novas sanções contra a Venezuela e acusou a instituição de querer "meter o nariz" nos assuntos internos do seu país. "Aí vemos um comunicado dos ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia, que de maneira insolente pretende meter o nariz na vida interna da República bolivariana da Venezuela e repetem mentiras insolentes", disse. Nicolás Maduro falava durante um conselho federal de Governo, transmitido pela televisão estatal venezuelana. Segundo o Presidente da Venezuela, a partir da Europa olham para os venezuelanos "por cima do ombro", mas "a Venezuela não é colónia de ninguém".
Venezuela: Especialistas internacionais apontam crimes contra a humanidade
Um relatório de um painel de especialistas internacionais, reunido a pedido da Organização de Estados Americanos (OEA), indicou ter encontrado "fundamentos suficientes" de que foram cometidos crimes contra a humanidade na Venezuela. "Existem fundamentos suficientes para considerar que têm sido cometidos crimes contra a humanidade, na Venezuela, que remontam pelo menos a 12 de fevereiro de 2014", de acordo com um comunicado ivulgado pelo secretário-geral da OEA, Luis Almagro. O painel, composto por Santiago Cantón, da Argentina, Irwin Cotler, do Canadá, e Manuel Ventura Robles da Costa Rica, recomendou à OEA que o relatório e as evidências reunidas sejam enviados para o Tribunal Penal Internacional (TPI). O relatório apresentado tem 400 páginas e mais 400 páginas de anexos e foi dividido em duas partes.
segunda-feira, maio 28, 2018
Clima: falta de água ameaça metrópoles
A Cidade do Cabo
está na iminência de ser a primeira grande cidade a ficar sem água potável. A
cidade sul-africana exemplifica um problema para o qual os especialistas
alertam há muito porque, apesar da água cobrir 70% do planeta, apenas 3% é água
doce. Além da Cidade do Cabo, há outras onze grandes cidades ameaçadas pela
escassez de água (Jornal Económico, Mário Malhão)
Crédito: empréstimos a particulares diminuíram em 2017
O total de crédito
concedido pelas instituições financeiras monetárias a particulares desceu até
novembro, segundo dados do Banco de Portugal, apesar de haver mais empréstimos
para consumo. Dentro deste último segmento, o crédito concedido para compra de
automóveis tem o maior peso, já segundo estatísticas da ASFAC - Associação de Instituições
de Crédito Especializado (Jornal Económico, Mário Malhão e João Madeira)
Turismo na Madeira: Por ar ou mar, em hotel ou pensão, um ano de recordes
Os dados para o
conjunto do ano ainda não foram divulgados, mas tudo indica que 2017 foi um ano
de recordes no turismo na Madeira. Os números até novembro no que se refere às
dormidas e aos proveitos totais já superaram os máximos atingidos nos 12 meses
de 2016, sendo previsível que o rendimento médio por quarto também supere o
valor do ano anterior. A estada média na Madeira tem rondado os 5,3 dias, cerca
do dobro da média nacional (Jornal Económico, Mário Malhão)
Mobilidade: Deloitte City Mobility Index
O Deloitte City
Mobility Index foi elaborado com base em dados disponíveis publicamente,
entrevistas com clientes e numa análise feita pela Deloitte UK (Jornal
Económico, Mário Malhão)
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