domingo, agosto 06, 2017

Venezuela: Assembleia Constituinte estende o seu mandato de seis meses para dois anos

A Assembleia Constituinte aprovou este sábado por “aclamação”, na sua primeira sessão de trabalhos, uma proposta do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), no Governo, para estender de seis meses para dois anos o tempo do seu próprio mandato. Nas bases para a eleição da Assembleia Constituinte (AC) “o companheiro Presidente Nicolás Maduro indicou que se adotariam os estatutos da AC de 1999 (que estabelece seis meses de duração máxima), até que fosse estabelecido um estatuto próprio. Poderíamos fazer o trabalho num mês, mas queremos propor que o funcionamento se prolongue até dois anos”, disse Diosdado Cabello, vice-presidente do PSUV. A proposta foi aprovada, mas a Assembleia cessará, segundo Cabello, ao fim de dois anos de funcionamento “sempre e quando tenha cumprido com as tarefas encomendadas, as funções para a qual foi designada”.

MP de Lisboa demora em média quatro anos e meio para investigar casos de corrupção

A demora da Operação Marquês, que envolve José Sócrates, não é afinal caso único. O Ministério Público de Lisboa demorou em média mais de quatro anos e meio para investigar processos de corrupção.

Venezuela: Assembleia Constituinte toma posse sob fortes medidas de segurança

A Assembleia Constituinte da Venezuela tomou posse esta sexta-feira, apesar das contestações da oposição e da comunidade internacional. Sob fortes medidas de segurança, os 545 eleitos desfilaram em Caracas antes de jurar mudar a Constituição. 

Notícias ao Minuto: O que disse agora Ana Gomes sobre o CINM

- Centrando-nos mais no seu trabalho como eurodeputada, Ana Gomes é vice-presidente da Comissão de Inquérito dos Panama Papers. Um caso que prometia dar tanto que falar ficou um pouco esquecido?
- Não ficou nada esquecido. Olhe para o Paquistão, onde há uma grande investigação que inclusivamente põe em causa o primeiro-ministro, olhe para Malta que fez eleições por causa do escândalo dos Panama Papers. Estamos a trabalhar no relatório, há interações extremamente importantes com a Comissão Europeia que resultou daquilo que temos vindo a apurar dos Panama Papers. Há conclusões muito importantes, há muitas medidas que a Comissão não teria tomado se não tivesse sob pressão desta comissão de inquérito dos Panama Papers. 

Risco de bancarrota dispara na Venezuela

O preço de segurar a dívida do país governado por Maduro atingiu esta semana um máximo de 10 anos. Desde o referendo organizado pela oposição, o custo dos denominados cds subiu 56%. O custo de segurar a dívida venezuelana a cinco anos disparou 56% desde 17 de julho e atingiu um pico de 6419 pontos base a 3 de agosto, um máximo, de pelo menos, 10 anos.
O custo avalia-se pelo preço dos credit default swaps (cds, no acrónimo em inglês), um derivado financeiro.
Aquele preço é um indicador do risco de bancarrota do país latino-americano presidido por Nicolás Maduro e deriva do curso recente da grave crise política no país. Poderá agravar-se em função do desenrolar interno do confronto entre Presidência e Oposição e do reforço das sanções dos Estados Unidos, o principal parceiro comercial.

Alberto João Jardim: “Portugal é uma partidocracia e isso vai ter de acabar”

Retirado da política, Jardim aproveita para viajar e escrever livros. Mantém-se irónico e não se arrepende do estilo combativo, que diz ter sido necessário para desenvolver a Madeira. O confronto – com Lisboa, com a Justiça “sovietizada” ou com os media – é mais honesto que o falso consenso, diz.
Helder Santos
Alberto João Jardim recebeu o Económico Madeira na sede da Fundação Social Democrata da Madeira, que fica na casa que o viu nascer há 74 anos. Em entrevista, fala da reforma, do seu primeiro livro de ficção – que está a escrever – e da sua visão sobre o sistema político. Sem rodeios, não poupa nas críticas ao sucessor Miguel Albuquerque e ao líder do PSD, Pedro Passos Coelho. Os partidos políticos estão condenados a mudar, defende ainda o ex-presidente do Governo Regional da Madeira, que se define como um dos últimos sociais-democratas e sá-carneiristas do PSD. O partido “não é nada” e anda ao “sabor da corrente”, diz.

Alberto João Jardim: “Cafôfo vai ganhar e Albuquerque deve fazer o que a consciência mandar”

Alberto João critica o executivo por apostar no “assistencionalismo” e não no investimento. E não tem dúvidas: Cafôfo vai ser reeleito no Funchal e Albuquerque deve fazer “o que a consciência mandar”.
Acredita que o atual presidente da Câmara do Funchal, Paulo Cafôfo, vai ser reeleito com grande maioria?
Penso que sim. Sabe, a lista dele é muito fraca e penso que cometeu um erro. Podia ter feito uma lista só com base no PS e tem para lá gente que é execrável, da JPP e do Bloco de Esquerda e tal. Penso que aí vai perder votos. Se terá maioria absoluta, não sei. O erro do Cafôfo é ter gente na lista que não vale a pena. Não precisava dessas pessoas para ganhar.
Se o resultado da candidata do PSD, Rubina Leal, for fraco, Miguel Albuquerque deve retirar consequências? Deve fazer o quê?
O que a consciência dele mandar. Como Passos Coelho deve fazer o mesmo. Agora, também as outras pessoas vão ter o direito de avaliar o que está na consciência deles.
O seu filho [Pedro] está na lista da candidata Rubina Leal, do PSD, num lugar que à partida será não elegível. Como vê a participação do seu filho na lista de uma candidata apoiada por Miguel Albuquerque, seu adversário e sucessor na liderança do Governo Regional?
Os meus filhos nunca assumiram cargos políticos enquanto fui chefe do Governo Regional. Só uma das filhas foi chefe de gabinete de um vice-presidente, e agora é chefe de gabinete do secretário regional das Finanças. Mas é o próprio presidente do Governo, meu adversário, que reconhece que está lá por qualidade pessoal. Agora, eu disse ao meu filho que em políticas tomam-se decisões com a nossa consciência. O que ele decidir em consciência, o pai está com ele, pois há uma ligação entre pai e filho. E ele colocou-me a questão de uma maneira que eu não contesto: “o partido, neste momento, está na mó de baixo e é nesta altura que eu devo avançar e dar a cara. Porque se o partido estivesse na mó de cima havia muita gente a querer aparecer. Em segundo lugar, sou amigo pessoal da candidata e a amizade honra-se. Em terceiro lugar, exigi uma posição não-elegível, para demonstrar que não quero tacho”. Eu respondi-lhe, em brincadeira: és o último romântico da política! Mas eu penso que, do ponto de vista dos princípios, tem razão. Foi uma decisão tomada em consciência e com os pressupostos bem pensados. Fica com um capital de razão para amanhã poder dizer, ‘atenção, eu fiz assim’. Aqui está quem deu a cara. Ele tem uma certa aversão à política, mas costumo dizer que fez um bom investimento com esta opção.

Venezuela: o ditador vai cair!

A queda do regime venezuelano - uma ditadura e ponto final, goste o PCP ou não de o ouvir - vai acontecer mais rapidamente do que as pessoas pensam. A bancarrota vem a caminho, a crise económica e social instalou-se, a fome e a miséria aumentam todos os dias, a elite corrupta e bandalha que domina as forças armadas vai começar a dividir-se e a perder o controlo da situação. O que se passou hoje com a revolta de uma pequena unidade de militares faz-me lembrar o 25 de Abril em que as segundas linhas foram as autoras e executoras da revolução contra as estruturas militares dirigentes nomeadas pelo regime anterior.
Maduro, colombiano que a reboque de Chaves se apoderou do poder em Caracas e vive com base numa teia de interesses e de alta corrupção em cumplicidade com generais de aviário nomeados por Maduro assentes em transferências de dinheiro, centenas de milhares de milhões de dólares para o estrangeiro, vai cair, porque é um ditador e um bosta sem qualquer capacidade para exercer qualquer cargo público. Não gostam de ouvir ou de ler? Paciência. Fiquem bem mas não me chateiem por favor
E dispenso os comentários de uns frustrados hipócritas que por aí andam que sempre que alguém fala da Venezuela ou do Pólo norte recusam décadas na Madeira porque pararam no tempo e não conseguiram sarar as feridas da frustração de terem sido antigos membros efectivos e activos do sistema que pomposamente dizem contestar quando na realidade apenas existem motivações e vinganças pessoais subjacentes a tudo o que dizem ou escrevem. Falemos da ditadura venezuelana porque é isso que está em causa. O resto é trampa. (LFM)

sábado, julho 22, 2017

Atrasos nos voos da TAP operadoras e outras agora é por causa do "congestionamento do aeroporto e Lisboa" ?

Esta semana uma ligação entre o Funchal e Lisboa, que devia sair pelas 14.40 horas, acabou por fazê-lo quase 30m depois, situação que ficou a dever à chegada tardia do aparelho de Lisboa. Segundo o próprio comandante - informando os passageiros o atraso criado  ficou a dever-se ao congestionamento do aeroporto de Lisboa, argumento agora pomposamente usado pela TAP para outras situações incluindo ligações desde várias cidades europeias a Lisboa (há duas semanas um amigo meio vindo de Paris para uma reunião em Lisboa esteve quase 45m às voltinhas em Lisboa até que tivessem autorização de aterragem...). Será que com este bater da tecla no argumento de um "aeroporto congestionado" Bruxelas vai dar luz verde ao governo da geringonça para avançar definitivamente com o projecto da construção ou ampliação, ou seja lá o que for? No caso das ilhas só espero que os atrasos da TAP ou de outra companhia não passem a ser apenas justificados com a frase lapidar do "congestionamento do aeroporto de Lisboa". Ou será que tudo isto é feito de propósito para pressionar Bruxelas a tratar com Lisboa a procura de uma solução que custa muito dinheiro e em relação à qual a Europa parece franzir o olho?

Funchal-Lisboa de avião: junte mais 45m a 60m de espera pela bagagem!

Aqueles tipos em Lisboa são sempre o mesmo e do mesmo. Vangloriam-se que vão ter milhões de passageiros a movimentar-se no aeroporto de Lisboa, despedem centenas, talvez milhares de trabalhadores ao longo dos últimos anos e o que acontece agora?
Um passageiro que viaja da Madeira para Lisboa pensa mesmo que demorará apenas 1h 20m ou 1h 30m? Engane-se. Para além desse tempo de voo, há que acrescentar mais 45 a 1 hora de espera pelas bagagens. Ainda ontem um avião da TAP saiu para Lisboa com algum atraso - já falarei disso noutro post - aterrou pelas 23.37 horas de ontem. A bagagem demorou tanto que os passageiros começaram a sair do aeroporto lisboeta às 00.33 minutos de hoje sábado, quase uma hora depois da aterragem! Realmente estamos perante um pais terceiro-mundista mas que para aumentar as taxas  (ou seja quando de trata de mamar) - isso agora a cargo da Vinci, esse logro que apareceu em Portugal a chupar-nos o tutano nos tempos da crise e da troika e que não tem actividade em nenhum dos principais aeroportos europeus - não há quem nos supere em rapidez. É tira e queda.

Acredite mesmo: há uma sondagem no Funchal que não é divulgada...

Garantiram-me hoje que existe uma sondagem, feita sensivelmente na mesma altura da que o DN divulgou ontem, que a propósito do Funchal apesar de não colocar o PSD a ganhar, reduz substancialmente a diferença entre Cafofo e Rubina a cerca de 4 pontos. Eu não se mais nada, nem quero saber. Foi este o "zumbir" que me chegou, acredito que sim. O problema é que essa sondagem não será registada para não ser conhecida, pelo que também não poderá ser objecto de tratamento informativo. O que eu acho importante - embora tenha muitas dúvidas sobre a empresa que alegadamente terá feito essa sondagem, empresa com pouca visibilidade no mercado apesar de durante alguns anos ter estado em destaque em dois jornais nacionais... - é que alguma coisa terá de ser feito por quem de direito porque gostem ou não de ouvir, a verdade é que a divulgação de uma sondagem com os indicadores da que consta do trabalho do DN-Funchal, deixam marcas, desde logo psicológicas a que se junta o risco da falta de convicção, a dúvida perigosamente generalizada, a dificuldade de mobilização, a de falta de tudo. E se não existir um contra-peso efectivo - e não inventado só para neutralizar o "inimigo"e as suas jogadas de bastidores, porque no fundo é disso que falamos - julgo que dificilmente se inverterá uma determinada realidade política e eleitoralmente perigosa. E repito: ou em Setembro a campanha muda radicalmente ou as coisas podem correr o risco de descambar e de ser bem piores do que aparentam ser. Claro que, já sei, esta é a opinião de um tipo do "jardinismo" - logo lixo - que ainda por cima não percebe nada de política e muito menos de campanhas eleitorais, apesar de por lá ter andado 20 anos!

sexta-feira, julho 21, 2017

Novidades na corrida eleitoral funchalense...

Acabei de ler a imprensa regional para hoje e retive três notas importantes sobre as eleições no Funchal:

1 - Rubina Leal abandona o Governo Regional - provavelmente assumirá o lugar de deputada até final do processo eleitoral tal como outros candidatos à CMF lá estão - o que lhe permite estar mais em cima da sua campanha, estar mais no terreno, começar a ir a todas as freguesias, ouvir as pessoas, enfim, iniciando uma pré-campanha e campanha que quem está na oposição tem que fazer. Portanto, decisão positiva. Resta saber se Cafofo vai também saber criar a diferença entre o presidente da Câmara e o candidato, se vai distanciar-se mais de uma função para privilegiar outra ou se vai confundir tudo, acabando por legitimar quaisquer críticas que a partir deste momento lhe possam ser feitas.
2 - A sondagem do DN, apesar do espalhafato feito no digital, mostra contudo que a tal maioria absoluta está pelas peles, ou seja, nada garante que Cafofo não voltará a precisar de entendimentos com outros partidos para que, caso seja ele a ganhar as eleições, governe a cidade. Contudo, como a campanha verdadeiramente dita ainda está para começar, tudo indica que a distância entre Cafofo e Rubina possa ser reduzida e que ambos olhem com mais atenção para este processo que é essencialmente político.
3 - Finalmente importante que Rubina, através do JM, tenha começado a divulgar nomes, os primeiros nomes, envolvidos na sua equipa de 11 pessoas, efectivos, e mais 11 suplentes. O que as pessoas querem saber é isso mesmo, quem são as caras que se forem eleitas, zelarão pela cidade e pela sua população. Portanto, um aspecto positivo o aparecimento dos primeiros nomes, e que isso tenha sido,  finalmente, assumido por quem de direito. Tardar mais com isto poderia ser trágico eleitoralmente (LFM)

Funchal: assim não!

Já sei que alguns partidos ou pessoas vão dizer que estão na posse de uma espécie de sondagens que os resultados são diferentes, etc, mas que escondem no mais secreto dos cofres e dos segredos. Resta saber se isso é apenas música para evitar desmobilização ou desânimo ou se, pelo contrário, esses indicadores existem e então estamos perante um embuste - que não acredito seja real - propiciado por estas sondagens encomendadas pelo DN Funchal. Pergunto: por que razão não se conhece um nome que seja da lista de vereadores candidatos social-democratas no Funchal? Eu sei. Eu é que sou um merda que não percebo nada disto. Pois é, que seja. Mas, já agora, anotem isto: o segredo da campanha eleitoral não é o que fizeram até hoje ou vão fazer até final de Agosto. As pessoas esquecem rapidamente tudo isso, férias, festas, emigrantes de visita à terra, famílias reunidas, etc. O segredo destas campanhas eleitorais autárquicas reside em tudo o que vai ser feito, dito ou mostrado em Setembro, durante a campanha eleitoral. Acresce que esta campanha não tem tempos de antena locais ou regionais, salvo se algumas rádios entenderem emitir. Outro conselho, as campanhas eleitorais são momentos políticos, de política pura e dura, não tempos usados por alguns tecnocratas cinzentos que a reboque de outras funções, de repente acham que já percebem de campanhas eleitorais. Entendido? Política pura e dura, contacto directo, campanha permanente junto das pessoas, ouvindo-as, convivendo com elas, percebendo através delas quais são os reais problemas, as expectativas, os sonhos, etc. (LFM)

Sondagem do DN-Madeira lança o alerta: Paulo Cafôfo com maioria absoluta

Se as Autárquicas fossem hoje, Paulo Cafôfo voltava a ganhar as eleições no Funchal e a coligação ‘Confiança’ teria maioria absoluta. Uma vitória com valor acima dos 40% e que pode render seis mandatos. Estas são algumas das linhas fortes do estudo de opinião encomendado pelo DIÁRIO e pela TSF-Madeira à Eurosondagem, que revelaremos em pormenor na edição imprensa de amanhã. Uma sondagem feita na semana passada, mais propriamente entre 12 e 14 de Julho que implicou 825 tentativas de entrevistas. Destas 117 (14,2%) não aceitaram colaborar, sendo validadas 708 entrevistas. A menos de três meses do sufrágio autárquico damos conta como estão posicionadas as já assumidas sete candidaturas à Câmara Municipal do Funchal e também revelamos que 15,3% dos funchalenses revelaram para já não saber em quem votar ou simplesmente não responderam à questão. O erro máximo da amostra é de 3,67%, para um grau de probabilidade de 95% e, como é norma, o estudo está já depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social. No primeiro estudo rumos às Autárquicas de 1 de Outubro, publicado a 19 Janeiro deste ano, na altura com 16,3% de indecisos, na distribuição dos onze mandatos em disputa no Funchal, a lista liderada por Paulo Cafôfo, com 48% na projecção, poderia vir a ser responsável por 6 a 7 mandatos, enquanto que o PSD encabeçado por Rubina Leal, com 25,8%, teria ao seu alcance 3 a 4 lugares. Rui Barreto, com 8,7%, seria o único vereador centrista. Na altura, Artur Andrade e Gil Canha corriam o risco de não ser reeleitos. Em 2013, num sufrágio em que se registou 49,5% de abstenção, a então coligação ‘Mudança’, composta por PS-BE-PND-MPT-PTP-PAN venceu no Funchal com 39,2%, o que lhe garantiu cinco mandatos. A lista liderada por Paulo Cafôfo foi seguida do PSD com 32,4%, que renderam 4 mandatos, do CDS com 14,5% e da CDU com 8,3%, ambos com um mandato (texto do jornalista Ricardo Oliveira do DN-Funchal, com  devida venia)

domingo, julho 16, 2017

Opinião: Mais do que uma simples disputa autárquica no Funchal

A dois anos das eleições regionais de 2019 (Outubro) as autárquicas de 1 de Outubro, no caso da Madeira, significam politicamente muito mais do que as simples disputas partidárias à dimensão da freguesia ou do município.
Todos insistem na recusa em confundir atos eleitorais alegadamente diferentes, mas todos sabem também que só por hipocrisia, a meio mandato da atual legislatura regional, se pode dissociar dois tempos eleitorais diferentes é certo, separados dois anos entre si, mas que acabam por ter alguns protagonistas comuns a esses dois tempos eleitorais distintos.
Em função dos resultados de 1 de Outubro, muita coisa pode acontecer como também, o reverso da medalha, muita coisa pode deixar de concretizar-se traindo algumas expetativas.

Quer poupar (muito) dinheiro? Mude de banco

Os bancos continuam a aumentar as taxas, comissões e preços dos serviços, aos clientes. As subidas dos preços têm sido significativas e em poucos meses. Mas há soluções. Já pensou em mudar de banco para poupar (muito) dinheiro?

Há novas regras para o crédito à habitação. Saiba tudo o que vai mudar

Foi publicada a legislação que define novas regras nos contratos de crédito hipotecário. Vão ser reforçados os direitos dos devedores e dos fiadores. E também há novas medidas que impedem que o gestor bancário seja remunerado de acordo com o número de contratos que celebra. Estas são algumas das novidades que entram em vigor a 1 de janeiro de 2018 (Jornal Económico)

Cristiano Ronaldo já tinha uma bota de ouro (agora tem de cristais Swarovski)

Designer cria botas de luxo para comemorar o tempo do jogador na Premier League com o Manchester United e na Liga com o Real Madrid.

Aeroporto do Funchal: familiar de passageiro relata a #"epopeia" com o avião da Easyjet


Erro do piloto da Easyjet no aeroporto do Funchal? Tudo indica que sim...