sexta-feira, setembro 09, 2011

Parceira da Madeira nas Ultraperiferias: Shell anuncia descoberta de petróleo ao largo da Guiana Francesa




Revela o Publico que "o grupo petrolífero Shell anunciou que foi encontrado petróleo a 150 quilómetros ao largo da Guiana Francesa, depois de prospecções exploratórias em águas profundas. A plataforma de exploração petrolífera foi instalada em Março passado a 150 quilómetros de Caiena, a capital. Apesar de ainda ser cedo para avaliar as reservas de petróleo, o grupo diz, em comunicado, que “os primeiros resultados são encorajadores”. “Estamos satisfeitos com os resultados preliminares deste primeiro poço de exploração petrolífera off-shore, a grande profundidade, na Guiana Francesa”, comentou Dave Lawrence, vice-presidente do departamento de Exploração da Shell.O poço de prospecção foi explorado graças a uma parceria que envolve a Shell (45 por cento), a companhia britânica Tullow Oil (27,5 por cento) e a Total (25 por cento). A licença autoriza uma exploração até aos seis mil metros de profundidade (dois mil metros de água e mais quatro mil metros no subsolo oceânico)".

Governo corta nos incentivos ao turismo e revê plano estratégico

Escreve a jornalista do Publico Raquel Almeida Correia que “o Governo decidiu cortar nos incentivos atribuídos ao turismo, através de um programa criado em 2007 pelo anterior executivo. As candidaturas à linha que apoiava a organização de eventos foram suspensas e os benefícios concedidos aos centros de congressos deverão desaparecer. Também os incentivos à requalificação de infra-estruturas estão em reavaliação. O Programa de Intervenção do Turismo (PIT), que abrange estas três linhas de apoio, tinha uma dotação de 100 milhões de euros. Desde que foi criado, foram contratados praticamente 50 milhões de euros em incentivos. A maior fatia desta verba (30,4 milhões) foi atribuída a investimento em infra-estruturas, como projectos de requalificação de monumentos e de zonas costeiras, por exemplo. Não tendo havido candidaturas à linha que apoia a criação de requalificação de centros de congressos, os restantes 20,2 milhões de euros dizem respeito a contratos assinados com promotores de eventos. Só em 2011, já foram concedidos mais de 3,2 milhões para apoiar a organização de 27 projectos deste tipo. A próxima fase de candidaturas deveria ter começado a 1 de Setembro, mas o Governo suspendeu o processo, por via de um despacho assinado pela secretária de Estado do Turismo. O documento, que data de 30 de Agosto, refere que "entende-se adequado determinar a suspensão do prazo para apresentação de candidaturas (...) até à aprovação do novo regime enquadrador desta linha de apoio".
Fazer mais com menos
Em entrevista ao PÚBLICO, Cecília Meireles explicou que esta decisão foi tomada porque "fazia sentido repensar" esta linha de apoio, já que o Governo pretende "centrar-se nos eventos com maior probabilidade de retorno" e "racionalizar custos". "Pareceu-me incoerente deixar que fossem apresentadas candidaturas", quando está em revisão o Plano Estratégico Nacional do Turismo (PENT) - o documento que define as linhas orientadoras para o sector e no qual está abrangido o PIT. A secretária de Estado do Turismo assumiu que a ideia é "ter menos eventos" em Portugal, mas garantir que cumprem um objectivo "estratégico": a promoção externa. "Nesta altura, e tendo em conta as necessidades de promoção internacional, faz sentido haver uma racionalização", explicou. As candidaturas deverão ser retomadas "em breve", estando a secretaria de Estado a preparar, neste momento, o orçamento para a linha de apoio, acrescentou. Já a revisão do PENT deverá estar concluída "até ao final do ano".
Reavaliação transversal
No entanto, os incentivos à realização de eventos não vão ser os únicos sujeitos a alterações. O PÚBLICO apurou que a linha que apoia a criação de requalificação de centros de congressos deverá desaparecer, uma vez que não terá havido qualquer promotor a candidatar-se desde que foi criada, em Junho de 2010. E também a linha de apoio destinada à requalificação de infra-estruturas está a ser reequacionada. "É preciso trabalhar com prioridades, sendo que a promoção externa é uma prioridade. Haverá um tempo para olhar para a política de investimento, mas esta questão da promoção, até por uma questão de calendário, deixou-nos pouca margem de manobra e exigiu uma análise muito mais urgente", avançou Cecília Meireles. O PIT, criado pelo anterior Governo, foi o substituto do antigo Piqtur (Programa de Intervenções para a Qualificação do Turismo), que vigorou até 2007. As candidaturas estão abertas a entidades públicas e privadas, desde que, no caso destas últimas, o Estado exerça uma influência dominante na sua gestão”.

The Readers' Travel Awards 2011: Choupana Hills na lista dos SPAs

Your favourite spa in the UK is C-Side at Cowley Manor in Cheltenham: you expressed a healthy appreciation for its body treatments and facilities. The Spa at Gleneagles Hotel in Perthshire performed best overall for individual approach, while the best facial treatments can be had at Calcot Spa at Calcot Manor in Gloucestershire. In London, The Spa at Mandarin Oriental Hyde Park provides pampering par excellence with the highest score for ambience/decor.
1 C-Side, Cowley Manor, Cheltenham
2 The Spa at Gleneagles by ESPA, Gleneagles Hotel, Perthshire
3 Calcot Spa, Calcot Manor, Gloucestershire
4 Sequoia at The Grove, The Grove, Hertfordshire
5 The Spa, Mandarin Oriental Hyde Park, London
6 Aquarias Spa, Whatley Manor, Wiltshire
7 Cowshed, Babington House, Somerset
8 The Spa, Chewton Glen, Hampshire
9 The Bathhouse Spa, The Royal Crescent Hotel, Bath
10 The Spa, Four Seasons Hotel Hampshire
11 Herb House Spa, Lime Wood, Hampshire
12 Garden Spa, Barnsley House, Gloucestershire
13 The Serenity Spa, Seaham Hall, County Durham
14 Verbena Spa, Feversham Arms Hotel, Yorkshire
15 The Spa, Coworth Park, Berkshire
DESTINATION SPAS
For a complete workout, head for The BodyHoliday, LeSport on St Lucia, which gained top marks for exercise programmes and facilities. This year, long-time favourite Chiva-Som International Health Resort in Thailand won you over for its accommodation and service/staff, while you say the amenities/products at Ananda in the Himalayasare exceptional and the body treatments at COMO Shambhala Estateon Bali are quite simply the best in the world.
1 The BodyHoliday, LeSport, St Lucia, Caribbean
2 Chiva-Som International Health Resort, Hua Hin, Thailand
3 Blue Lagoon, Reykjavik, Iceland
4 Ananda in the Himalayas, India
5 SHA Wellness Clinic, Alicante, Spain
6 Monart, County Wexford, Ireland
7 COMO Shambhala Estate, Bali
8 Oasis Spa, LaSource Grenada, Caribbean
9 Mayr & More, Austria
10 La Maison Guerlain, Paris, France
11 Terme di Saturnia Spa & Golf Resort, Tuscany, Italy
12 Grayshott Spa Hotel, Surrey
13 Sanctuary Camelback Mountain Resort & Spa, Arizona, USA
14 Inchydoney Island Lodge & Spa, Cork, Ireland
15 Fonteverde Natural Spa Resort, Tuscany, Italy
Spas in overseas hotels
This year's winner, the Six Senses Spa at Six Senses Samui, Thailand, captured your imagination for its individual approach and body treatments, but CHI Spa at Shangri-La's Barr Al Jissah Resort & Spa in Oman has the best cuisine and facial treatments. Elsewhere, you say the real beauty of the Six Senses Spa at Soneva Gili by Six Senses in the Maldives is its accommodation, closely followed by COMO Shambhala Retreat at Parrot Cay in the Caribbean.1 Six Senses Spa, Six Senses Samui, Koh Samui, Thailand
2 CHI Spa, Shangri-La's Barr Al Jissah Resort & Spa, Muscat, Oman
3 Six Senses Spa, Soneva Gili by Six Senses, Maldives
4 COMO Shambhala Retreat, Parrot Cay, Turks & Caicos
5 Six Senses Spa, Soneva Fushi by Six Senses, Maldives
6 Blue Spa, Carlisle Bay, Antigua, Caribbean
7 Cinque Mondes Spa, Beau-Rivage Palace, Lausanne, Switzerland
8 Six Senses Spa, Porto Elounda, Crete
9 Victoria-Jungfrau Spa, Victoria-Jungfrau Grand Hotel & Spa, Interlaken, Switzerland
10 Wellness Spa, Choupana Hills Resort & Spa, Funchal, Madeira
11 Spa Henri Chenot, L'Albereta, Lombardy, Italy
12 Kaya Kalp - The Royal Spa, ITC Mughal, Agra, India
13 ESPA, L'Andana, Tuscany, Italy
14 The Spa, Four Seasons Hotel Ritz Lisbon
15 The Spa, Grand-Hôtel du Cap-Ferrat, Saint Jean Cap-Ferrat, France (fonte: cntraveller)

The Readers' Travel Awards 2011

Earlier this year we asked you to vote for your favourite travel experiences - from hotels to tour operators, islands to spas. From your answers we have produced this, our 14th annual Readers' Travel Awards, your choice of the best the travel world has to offer.
DESTINATIONS
Islands
We asked you to rate your favourite islands on 10 criteria and while you thought exotic Zanzibar has the best beaches and lush Seychellesthe most appealing scenery, the Greek Islands fended off the competition by scoring above on all 10 criteria. If you are looking for luxury-on-a-budget and a friendly welcome, head for Phuket (you scored it highly for value for money and for people/hospitality). Long-time favouriteBalicame up trumps for variety of attractions and Caribbean stalwart Barbados continues to seduce you with its climate.
1 Greek Islands
2 Maldives
3 Bali
4 Barbados
5 Mauritius
6 Balearic Islands
7 Zanzibar
8 St Lucia
9 Seychelles
10 Phuket
11 Sicily
12 Antigua
13 Sardinia
14 Cuba
15 Fiji
16 Corsica
17 Madeira
18 Bahamas
19 Malta
20 Great Barrier Reef

Countries

You like everything about this year's winner, Italy, but are seriously in love with its culture and food/restaurants. Elsewhere, you are convinced SouthAfrica has the most glorious scenery in the world and you are guaranteed the world's warmest welcome in India, while you decided that Turkey outdoes the competition for its value for money.

1 Italy
2 USA
3 Turkey
4 Thailand
5 France
6 India
7 Australia
8 South Africa
9 New Zealand
10 Greece
11 Spain
12 Canada
13 Malaysia
14 Brazil
15 Mexico
16 Argentina
17 Vietnam
18 Croatia
19 Cambodia
20 Portugal

Overseas cities

If it's value for money you are after (and who isn't these days?), head for Buenos Aires: you awarded it highly on that criterion. But money doesn't always make the world go round: this year's winner, New York, may be hard on your bank balance but it's easy to get around (top marks for user friendliness), offers a great range of accommodation and sure is fun . Elsewhere, Vancouver is your best bet for a peaceful holiday (with a high mark for safety), Sydney is well groomed (awarded for cleanliness) and Rome is the centre of civilisation (you liked its culture). And where will you find the best food/restaurants? Well, Cape Town, followed by San Francisco.

1 New York
2 Paris
3 Barcelona
4 Rome
5 Sydney
6 Venice
7 Cape Town
8 San Francisco
9 Florence
10 Istanbul
11 Buenos Aires
12 Berlin
13 Prague
14 Amsterdam
15 Vancouver
16 Marrakech
17 Rio de Janeiro
18 Shanghai
19 Copenhagen
20 Madrid


UK cities


Why is London your favourite British city? It has the best nightlife/entertainment for a start, the most appetising food/restaurants, and impressive museums and theatres. It is also ahead of the competition for range of accommodation ( followed by Manchester). Liverpool is the friendliest city, with a top-ranking for people/hospitality, and provides the best value for money, while Bath and York are the cleanest. Edinburgh came out on top for culture and Oxford's dreaming spires helped crown it the UK's most beautiful city, with a top score for aesthetics/architecture.

1 London
2 Edinburgh
3 Bath
4 Liverpool
5 York
6 Brighton
7 Manchester
8 Oxford
9 Glasgow
10 Cambridge
11 Bristol
12 Newcastle
13 Cardiff
14 Leeds
15 Chester (fonte: cntraveller.com)

quinta-feira, setembro 08, 2011

Felipe Gonzalez contra os egoísmos nacionalistas

"Pocos políticos como Felipe González -presidente del Gobierno en 1986, cuando España ingresó en la UE- han dedicado tanto esfuerzo a reflexionar sobre Europa. Tras dirigir los trabajos del Grupo de Sabios y entregar hace año y medio -con escaso aprovechamiento en Bruselas- sus recomendaciones, participa ahora en el Consejo para el Futuro de Europa.
Pregunta. ¿Qué ha cambiado en Europa en esta crisis?
Respuesta. Lo nuevo, incluso lo dramático, es que todas las reuniones del Consejo Europeo -y ha habido más que nunca- sirven de apagafuegos más que de previsión de incendios. Como dice Jacques Delors (expresidente de la Comisión, miembro también de este 'think tank') no debemos ser bomberos, sino arquitectos del proyecto. Yo lo explico de otra manera: no podemos seguir siendo galgos tras una liebre mecánica que se escurre cada vez que creemos que la vamos a agarrar. Necesitamos una visión capaz de enfrentar la coyuntura dramática del día y los problemas de medio plazo y estructurales que hay que anticipar para resolver. Lo que ha cambiado es que vamos corriendo detrás de la coyuntura de la crisis, y no analizando con visión europea.
P. ¿Es exagerado hablar de la necesidad de una refundación del proyecto europeo?
R. No, no lo es, se podría decir de cualquier forma, y esa es una buena forma de decirlo. Lo que hay que plantear es que la UE ha sido extraordinariamente exitosa durante su existencia y ahora está fracasando al enfrentar el cambio que está viviendo el mundo, el cambio civilizatorio. Es una crisis económica, pero también de nuevos repartos de poder, de nuevas fronteras de desarrollo y subdesarrollo. Estamos en una frontera que a lo mejor tardamos en ver 50 años, cuando ya no seamos nada relevantes, la misma que se produjo al pasar de la sociedad agrícola y artesanal a la industrial. Ahí, Occidente está claramente perdiendo posiciones frente a Oriente, y dentro de Occidente, Europa está quedando muy rezagada y marginalizada.
P. ¿Por qué?
R. Por falta de comprensión del fenómeno y por recuperación de nacionalismos egoístas torpes, no inteligentes. Si no adaptamos a los nuevos tiempos nuestro modelo, que es muy bueno, la irrelevancia continuará. Y lo malo es que la UE pierde relevancia para los ciudadanos; si la pierde para ellos, ¿Cómo va a tenerla para los demás? Lo que me angustia es que Europa no es consciente de que estamos en un tránsito histórico de era y en una situación de emergencia que no es la que se vive día a día, sino de cambio civilizatorio, de modelo.
P. La gobernanza brilla por su ausencia en esta situación.
R. Así es. Se avanza agónicamente, arrastrados. ¿Cómo es posible no ver que el Banco Central Europeo se equivoca subiendo los tipos de interés? ¿Cómo es posible que no se vea que sin crecimiento de la economía los problemas de la deuda y de los déficits se van a agravar? Hay que garantizar crecimiento a medio y largo plazo y para eso, hace falta estabilidad macro, pero necesitamos un impulso al crecimiento con los instrumentos disponibles. Para países como el nuestro, no son posibles nacionalmente estímulos al crecimiento en este programa severo de ajustes que tenemos que llevar a cabo; pero hay países como Alemania que no tienen por qué ayudar a contraer la economía, que podían aumentar el consumo.
P. ¿Cuándo, tras el primer impacto, se perdió de vista la política adecuada contra la crisis?
R. Bueno, primero se dijo que era un problema de los americanos; segundo, cuando nos golpea con dureza, reaccionamos para rescatar las instituciones más afectadas, pero después se dice: no es tan grave, se pasará. Este discurso de optimismo profesional no tenía fundamento. Luego, como todo se agrava, se va corriendo agónicamente detrás de los acontecimientos...
P. ¿Hay puntos comunes en las muy distintas protestas ciudadanas en lugares absolutamente diversos?
R. Sí. Cada revuelta tiene una o varias razones (tienen más éxito las que concentran el objetivo; es uno de los problemas del 15-M: una carta a los reyes se diluye; uno o dos objetivos, como en Israel o en la primavera árabe, y no hay quien lo destruya). Pero hay un trasfondo de insatisfacción que se puede enmarcar en ese cambio civilizatorio. No es una crisis como las demás, y en cada sitio se va a padecer de manera diferente: vemos el éxito de China porque crece, pero no vemos las tensiones internas, bastante agobio tenemos con las nuestras. Son protestas distintas, pero comunes
" (fonte: El Pais, com a devida vénia)

"Goebbels era un monstruo frío y distante"

Li no El Mundo um texto da jornalista Silvia Román, segundo o qual “Brunhilde Pomsel puede pasar por las calles del barrio muniqués de Schwabing por una ancianita venerable más. Nada más lejos de la realidad. Pomsel fue la secretaria del ministro de Propaganda nazi, Joseph Goebbels, entre 1942 y 1945, y es poseedora de información muy interesante y detalles terriblemente escalofriantes. Sin embargo, Pomsel decidió guardar silencio y no ha sido hasta ahora, a sus 100 años, cuando se ha lanzado a hablar. Esta anciana alemana ha elegido al popular diario 'Bild' para contar sus recuerdos y experiencias. "Me dedicaba a tomar dictado y a leer la correspondencia de Goebbels", explica. "Pero ni aún así me enteré del Holocausto hasta que acabó la guerra", se justifica. De su jefe sólo tiene malos recuerdos: "Era un monstruo frío y distante. Inaccesible. Nunca me hizo una sola pregunta personal. Estoy segura de que nunca llegó a saber ni cómo me llamaba". El 1 de mayo de 1945, sus colegas le informaron de que Goebbels se había suicidado, junto a su esposa y seis hijos, a los que les había matado con cianuro. "Nunca le perdonaré", dice Pomsel, quien guarda buenos recuerdos de Magda Goebbels -quien le regaló varios vestidos cuando se quedó sin nada tras ser su casa bombardeada por los aliados- y de los pequeños. "Fue una muerte cobarde. Pero Goebbels era muy astuto. Sabía lo que le esperaba si le cogían los aliados", apunta a quien sí detuvieron los rusos y encerraron durante cinco años en los campos de concentración (antes nazis) de Buchenwald, Sachsenhausen y Hohechschönhausen. Sus vivencias durante la guerra y junto a Goebbels fueron tan traumáticas que llegó a pensar que nunca más sería feliz. "Pero al final lo conseguí", comenta esta centenaria, sin dar la clave de su felicidad, pero sí de lo que le marcó trabajar junto al poderoso esbirro de Adolf Hitler”.

Açores: menos 2.560 alunos e menos 300 professores no arranque do ano lectivo nos Açores

Segundo o Correio dos Açores, "para o ano lectivo 2011/2012 estão inscritos nas escolas dos Açores 41.464 alunos, a maioria inscritos nas escolas do primeiro ciclo. De acordo com dados da Secretaria Regional da Educação e Formação, este ano estão inscritos no ensino pré-escolar 4.998 alunos, 11.654 no primeiro ciclo, 6.398 no segundo ciclo, 9.680 no terceiro ciclo e 6.440 no ensino secundário. Os mesmos dados dão conta que estão ainda inscritos 2.326 alunos em recuperação de escolaridade e nos programas específicos de educação especial. O que representa que este ano estão inscritos menos 5,4 por cento de alunos no ensino regular, em comparação com o ano lectivo anterior (44.034 alunos inscritos), com excepção para a ilha do Corvo. Já em relação ao ensino especial e recuperação".

Sonda da NASA fotografou vestígios das missões Apollo à Lua

Uma sonda da NASA fotografou os vestígios deixados pelas missões Apollo que levaram o homem à Lua. As imagens são as mais nítidas alguma vez captadas no espaço. É possível visualizar o rasto das missões Apolo 12, 14 e 17 e os locais onde pousaram. Também é possível ver as pegadas que os astronautas deixaram ao explorar a superfície lunar. O objetivo da NASA é encontrar o local onde foram recolhidas as amostras de rocha lunar trazidas à Terra.


Adiós a 'Don Balón'?

Diz o El Pais que "el 7 octubre de 1975 salía por primer vez a la venta Don Balón, revista futbolística que se ha convertido, a lo largo de las últimas décadas, en una institución para los aficionados del balompié en España. Su importancia iba más allá de las fronteras nacionales. Como miembro de la Asociación Europea de Revistas Deportivas, era una de las publicaciones que presidían la Bota de Oro, trofeo que premia el mejor goleador de las ligas europeas. Esta semana, por primera vez desde aquel día de hace casi 36 años, los quioscos se quedaron sin ella. "Por problemas económicos", según declaraciones del director de ediciones internacionales de la misma, Rogelio Rengel Ros, a la agencia EFE. "La cosa está muy jodida y en 24 ó 48 horas daremos una respuesta tras reunirnos con la plantilla, aunque ya avanzo que una de las soluciones pasaría por convertirse en una revista mensual", afirmó Rengel Ros. Las dificultades financieras de la empresa editora, Don Balón S. A. están relacionadas con la detención, la pasada semana, del editor Rogelio Rengel Mercadé por su presunta implicación en un desvío de dinero. "Efectivamente es una relación causa-efecto con este suceso", admitió Rengel Ros, quien también explicó que la empresa le adeuda unas cantidades a la plantilla de la revista. "Estas cuestiones judiciales han paralizado definitivamente la revista" aseguró un componente de la plantilla”.

Caso Kleber: Conselho de Justiça indeferiu recurso do Marítimo

Li aqui que "o Conselho de Justiça (CJ) da Federação Portuguesa de Futebol decidiu indeferir o recurso apresentado pelo Marítimo relativamente à transferência de Kléber para o FC Porto, avança a agência Lusa. De acordo com o acórdão, os elementos da CJ consideram que o FC Porto não cometeu nenhuma irregularidade durante o processo negocial com Kléber, isto porque o jogador brasileiro nunca foi, tecnicamente, jogador do Marítimo. O avançado brasileiro representou o clube insular nas duas últimas temporadas, mas fê-lo a título de empréstimo do Atlético Mineiro. Ainda assim, o presidente do Marítimo, Carlos Pereira, não se conforma com a decisão. "A decisão é surpreendente e contraria os regulamentos da FIFA, por isso não a aceitamos e estamos agora a estudar juridicamente a situação, de modo a impugnar a decisão", garantiu, citado pela agência Lusa".

Jardim: Resolver situação financeira é objectivo prioritário

Li no DN de Lisboa que "o presidente do PSD-Madeira afirmou quarta-feira que o seu primeiro objectivo é fazer o acordo financeiro com o Executivo da República para resolver os custos da "resistência às medidas do PS", à qual atribuiu o aumento da dívida regional. "A resistência às medidas do Governo do PS custou caro. A dívida cresceu bastante e é preciso pôr as finanças em ordem para levar isto para a frente e poder pagar os atrasos que estão por pagar", disse Alberto João Jardim num dos comícios da pré-campanha na freguesia da Boaventura, no concelho de S. Vicente. Por isso, o líder madeirense salientou que "fazer o acordo financeiro com o Estado português" é o seu primeiro objectivo. "Agora estou a tratar com novo Governo para resolvermos o problema da dívida da Madeira", declarou, garantindo ter "capacidade de negociar com o Governo da República". Sustentou ter "costas largas" para aguentar com as críticas dos comentadores das televisões do Continente, frisando que dá a Lisboa "o mesmo tratamento dado à oposição" na Madeira. "Não ligo, nem passo cartão, e vou em frente porque atrás de mim está o povo da Madeira", afirmou. Jardim argumentou também que tem sido muito criticado porque "muitos em Lisboa queriam que o povo madeirense pagasse e fizesse sacrifícios para resolver as diabruras deles, mas não queriam que a Madeira também regularizasse as suas contas. Os sacrifícios pedidos eram só para resolver problemas do Continente". Depois de afirmar que os Açores, com o governo de Sócrates, receberam três vezes mais dinheiro que a Madeira do Estado português e da União Europeia, "mas continuam atrasados", Jardim disse: "O dinheiro que vem para Portugal também tem de vir para Madeira". Cabeça de lista do PSD às eleições legislativas regionais de 9 de Outubro, Jardim afirmou que quer "calar e derrotar a Madeira Velha e as vozes que em Lisboa estão sempre contra o povo madeirense". Depois de na terça-feira ter apelado ao voto da Esquerda, Jardim apelou hoje ao "voto certo do eleitorado da Direita no PSD", destacando que foi o PSD que "fez as mudanças que permitiu à Direita viver em paz e ganhar dinheiro" nos últimos anos no arquipélago".

Nasceu na Madeira e já foi a Casa Branca em Lisboa

Segundo o DN de Lisboa, num texto do jornalista Carlos Diogo Santos, "Stefano Saviotti inaugurou o primeiro hotel Dom Pedro na Madeira em 1978, pouco tempo depois de o seu pai ter ficado encantado com a beleza da baía de Machico. A unidade mais conhecida do grupo Dom Pedro é a das Amoreiras. Não é o hotel mais antigo, mas o facto de estar na capital e de já ter sido durante alguns dias a residência do presidente dos Estados Unidos da América, Bill Clinton, de Sílvio Berlusconi e de Vladimir Putin faz que o Dom Pedro Palace já tenha percorrido o mundo. Construído em 1998, o edifício envidraçado, que não passa despercebido a quem chega àquele ponto nobre de Lisboa vindo do Marquês de Pombal, é apenas um dos oito hotéis da grande cadeia hoteleira Dom Pedro: além deste, existem quatro hotéis no Algarve, dois na ilha da Madeira e um "irmão caçula" no Ceará, Brasil. A história desta cadeia hoteleira remonta a meados do século passado, quando Pietro Saviotti, um turista italiano, chegou à ilha da Madeira e se apaixonou pela beleza da baía de Machico. A intenção de abrir um hotel naquela região foi mais tarde concretizada pelo seu filho, Stefano Saviotti, que veio unicamente com esse propósito para Portugal. Em 1978, nascia assim o primeiro hotel, o Dom Pedro Baía. O que faz que ainda hoje a sede do grupo seja na Madeira. Pedro Ribeiro, actual director comercial do grupo, justifica o sucesso deste gigante hoteleiro, com o facto de um dos maiores objectivos do Dom Pedro ser, desde sempre, a inovação com qualidade: "Nesse sentido, fomos os primeiros a ter pacotes com tudo incluído na Madeira e no Algarve, fomos os primeiros a ter acordos de golfe e os primeiros com meia pensão buffet." O responsável sublinha que por isso "o grau de satisfação dos clientes do Dom Pedro é de 97 por cento". E, a julgar pelas instalações do hotel lisboeta, é fácil perceber a aprovação dos visitantes. Considerado o centro operacional do grupo, o Dom Pedro Palace é a unidade com maior volume de negócios. Mais alto que os grandes edifícios das Amoreiras, a unidade proporciona aos visitantes uma paisagem de 360 graus sobre Lisboa. A entrada para o 21.º andar, onde está - fechada na maior parte do ano - a suíte presidencial, é feita através de um elevador independente e com uma chave própria. Quando as portas se abrem, os visitantes são recebidos por um enorme espelho. Mais à frente, numa luxuosa sala, a televisão só pode ter um papel secundário. Isto porque a maioria das paredes é rasgada por enormes janelas, que nada mais são que telas em constante movimento. Desde o Monsanto a Campolide, sem esquecer Belém e o Marquês, é possível saber, em tempo real, o que se passa em cada ponto da cidade. No quarto principal, onde terão dormido os três ilustres visitantes, a decoração é sóbria e pouco colorida. A contrastar, na parede do fundo da cama, há uma porta de vidro para um terraço de onde se vê o simpático casario da capital. Naquela que foi uma das poucas visitas da comunicação social à suíte especial, e enquanto apontava para alguns pontos da cidade, Pedro Ribeiro fez questão de lembrar que só com elevada qualidade é que "este edifício pôde já ser, por algumas horas, a Casa Branca em Lisboa". A expansão ao Brasil aconteceu em 2008, e é a mais recente aposta deste grupo, que criou uma espécie de Veneza tropical no Ceará. O Dom Pedro Laguna é o maior empreendimento turístico do Brasil de padrão internacional, numa área total de 300 hectares, com 58 hectares de área de protecção ambiental e 1800 metros de frente mar. Mas ainda que este seja um grupo de sucesso, o responsável comercial salienta que, "como todas as empresas com 40 anos", o grupo Dom Pedro também já passou por alguns períodos críticos: "No caso do Algarve, não estamos a passar por um excelente momento, mas o nosso posicionamento no mercado permite-nos dar a volta por cima."

Como funciona fundo de despedimentos

Segundo o Dinheiro Vivo, "o Governo enviou aos parceiros a sua proposta para o fundo de compensação aos trabalhadores em caso de despedimento. Veja como vai funcionar.
O que é o Fundo de Compensação ao Trabalhador (FCT)?
É um mecanismo que pretende assegurar ao trabalhador o pagamento efectivo de uma parte das compensações a que este tem direito em caso de cessação do seu contrato de trabalho.
A quem se destina?
O FCT surge na sequência e como complemento das novas regras de cálculo das indemnizações em caso de despedimento e, tal como estas, aplica-se ao novos contratos de trabalho, ou seja, aos que sejam celebrados após a entrada em vigor do diploma que vai criar este Fundo. A adesão ao FCT é, de resto, obrigatória para os novos contratos.
Os contratos antigos também podem ser incluídos?
Sim. Os trabalhadores com contratos já em vigor podem, se assim estiverem interessados e a empresa aceitar, pedir para ser incluídos no FCT.
Quem vai pagar o Fundo?
A contribuição para este fundo fica a cargo do empregador. Esta contribuição, periódica, vai verificar-se desde o início e até à cessação do contrato de trabalho. Quando não há contagem de antiguidade (o que acontece nos casos de faltas injustificadas) também a contribuição é interrompida.
Qual é o valor desta contribuição?
Esta questão terá de ser discutida pelo parceiros sociais. Para já a proposta do Governo estabelece um tecto máximo, ao indicar que a contribuição corresponde a uma percentagem do salário base e diuturnidades, não podendo exceder 1%. O objectivo é chegar a consenso para que o valor seja idêntico para todos.
Em que situações se pode ter acesso ao dinheiro que está no Fundo?
A contribuição para o fundo é canalizada para uma espécie de conta individual do trabalhador e este pode sempre optar pelo reembolso em caso de cessação do contrato de trabalho. Pode ainda optar por manter a sua conta junto do antigo empregador ou pedir que o saldo seja transferido para o novo trabalho.
O reembolso é possível mesmo que seja o trabalhador a despedir-se?
Sim, e esta é uma das grandes novidades da proposta. Assim, o saldo da conta pode reverter em benefício do trabalhador "a partir do momento da cessão do contrato, que resta provenha ou não da sua iniciativa". Este reembolso é pago independentemente de haver ou não direito a compensação de indemnização por despedimento.
Onde é aplicada a contribuição do FCT?
O empregador pode optar por várias modalidades. Ou seja, pode decidir aplicar esta contribuição num PPR, em fundos de investimento imobiliário, fundos de pensão ou num seguro de vida.
O trabalhador pode saber quanto dinheiro tem a sua conta?
Sim. O saldo da conta tem de estar acessível permanentemente.
Quem vai fiscalizar a Fundo?
Será a Autoridade para as Condições de Trabalho a fiscalizar e verificar se os empregadores estão efectivamente a fazer as contribuições devidas.
Quando entra em vigor?
Não se sabe ainda, mas a intenção do Governo é que não haja um grande desfasamento temporal entre a entrada em vigor das novas regras de indemnizações por despedimento e o Fundo".

As deduções fiscais que vão acabar no IRS

Segundo o Dinheiro Vivo, num texto da jornalista Luisa Silva, "o ministro das Finanças anunciou o fim das deduções para os portugueses com rendimentos brutos superiores a 66.045 euros/ano. Esta medida extraordinária junta-se aos limites para as deduções já aprovados anteriormente e que abrangia todos os escalões de rendimento. A possibilidade de baixar a nota de liquidação do IRS ou de aumentar o cheque do reembolso vai reduzir-se fortemente em 2013, quando os contribuintes fizerem a entrega da declaração de rendimentos de 2012. Porque o programa de ajuda financeira a Portugal vai impor novos limites às deduções e benefícios fiscais. Veja quais.
Saúde:
Até agora, a Administração Fiscal permite que por cada 100 euros de despesa com saúde (medicamentos, óculos, aparelhos para os dentes, consultas) se abatam 30 euros ao imposto a pagar. E estabelece ainda que não haja qualquer limite na declaração deste tipo de despesa. Em 2012 já não será assim. No memorando que assinou com Portugal, a troika estipula que até ao final de Setembro legislação que crie "um tecto global" para estas despesas. A medida terá um forte impacto na factura de IRS das famílias. Basta referir que os portugueses apresentaram uma média de 650 milhões de euros por ano em despesas de saúde ao longo dos últimos anos e que a troika quer que sejam eliminados "em dois terços do total" as deduções fiscais em encargos de saúde.
Educação:
Já existe actualmente um valor máximo para estas despesas, que é de 760 euros, mas deverá ser reduzido no próximo ano porque a educação e ouras deduções à coelcta vão deixar de ser consideradas individualmente, passando a "contar" para um tecto máximo. Este tecto vai variar consoante o nível de rendimento do agregado, mas incluirá a saúde, a educação e a casa.
Habitação:
Num primeiro momento, presumivelmente no próximo ano, as despesas com o empréstimo da casa ou com as rendas poderão ainda continuar a ser declaradas mas com limitações no valor. Mas o objectivo da troika é que os encargos com os juros de crédito à habitação e com as rendas sejam progressivamente eliminados.
Benefícios Fiscais:
Actualmente apenas os dois primeiros escalões podem deduzir os benefícios fiscais na totalidade, ou seja, sem tectos. Mas estes são também os escalões onde dificilmente os contribuintes têm capacidade para investir em PPR ou energias renováveis, fazer donativos ou subscrever seguros. Para os restantes escalões já há limites máximos globais que variam entre 10 e 50 euros. Para o ano, estes valores poderão diminuir ainda mais ou mesmo desaparecer para muitos contribuintes.
Limites actuais de deduções e benefícios:
Em 2011, as deduções fiscais mantiveram-se para a generalidade dos escalões de rendimento, execpto para para os dois últimos (acima de 66.045 euros anuais), em que estão limitadas a 1100 euros. Nos benefícios qapenas os dois primeiros escalões (até 7410 euros anuais de rendimento colectável) não têm limites além dos que existem para cada tipo de produto. Já quem tem entre 7410 euros e 18375 euros anuais (3º escalão) apenas pode beneficiar de 100 euros. Do 4º ao 7º escalão, o tecto global edste benefício baixa para, respectivamente, 80, 60 e 50 euros. Rendimentos colectáveis superiores a 153.300 euros não têm benefícios. Só por si, esta medida (que entrou em vigor com o Orçamento para 2011) vai fazer com que as famílias recebam em 2012 um reembolso menor do que aquele que tiveram este ano".

A Holanda admite expulsar do Euro os países incumpridores

O Primeiro-Ministro e o ministro das Finanças holandeses propuseram que os Tratados Europeus sejam revistos para prever a expulsão da moeda única dos estados que não estão em condições de cumprir os limites do défice e da dívida da União Económica e Monetária.

OCDE admite que está a chegar ao fim a recuperação económica em muitos países desenvolvidos

A Organização reviu em baixa o crescimento do PIB do G7 e chega a prever cenários de recessão. Também o Banco Central Europeu está preocupado com o crescimento da Zona Euro, que deverá ser mais fraco do que o previsto.

Empresa publica na Internet lista de devedores que inclui câmaras municipais

Madeira verdelho da "Henriques & Henriques" entre os melhores

Paulo Macedo diz que um terço dos hospitais estão falidos

Alberto João Jardim acusa ‘troika’ de condicionar eleições regionais

Segundo o site da SIC Notícias, "Alberto João Jardim acusa a ‘troika’ de tentar condicionar o resultado das eleições regionais na Madeira, marcadas para 9 de Outubro. Em entrevista exclusiva à SIC, o Presidente do Governo Regional da Madeira diz, no entanto, que é indiferente que o resultado da auditoria pedida pelo Executivo às contas do arquipélago, seja conhecido antes ou depois das eleições"

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Excessos

Por uma questão de princípio não subscrevo as polémicas que enveredam por caminhos que dizem muito respeito a cada cidadão. Se os políticos, por razões várias, é natural que tenham os seus vencimentos publicados ou conhecidos dado que são estabelecidos por lei, aliás o mesmo se passa com os funcionários públicos em geral, não creio, mesmo tratando-se de empresas públicas ou com capitais maioritariamente públicos, que se opte por um tipo de conflito que me parece claramente marcado por desejos de vingança ou pelo deliberado enxovalhar público de pessoas. Se as pessoas ganham muito ou pouco, isso é uma questão que diz respeito a elas próprias e aos seus empregadores. Por outro lado, no caso de muitas empresas, há aspectos salariais e remuneratórios que são internos e que vigoram há muitos anos, aplicando-se a todos e não apenas a um ou outro. Neste quadro os trabalhadores são os menos culpados, porque não exigem nada, não são eles que se pagam a si próprios, antes beneficiam de um enquadramento profissional e também remuneratório que foi estabelecido em consequência de negociações realizadas ao longo dos anos, de exigências de uma parte, aceites pela outra, enfim, a um jogo próprio dos acordos laborais (e salariais) entre empregados e empregadores. Recomendo sinceramente que este tipo de discussão e de procedimento acabe rapidamente. Caso contrário vamos cair numa espiral descontrolada de ajustes de contas e de “vendettas” que acabarão por deixar marcas e sacrificar pessoas. E o respeito pela dignidade das pessoas é sagrado, quer se trate do seu salário, quer se trate de salários milionários de gestores de empresas públicas falidas ou pensões pagas por um Estado falido.

Quando um crápula imundo fala dá nisto...

"Enquanto AJJ trata da falência da Madeira, da sua responsabilidade, a meio do macarrão e encharcado pelos odores do álcool, esperamos que alguém neste PSD mantenha o bom senso e a responsabilidade, demonstrando que não estão disponíveis para enganar os madeirenses. É isso que esperamos do Governo PSD - CDS" (frase do esquizofrénico, oportunista e negociante do PS local, alegado braço-direito de Maximiano Martins e antigo sócio em muitas e rentáveis caminhadas fora da política...). Há indivíduos que não têm vergonha na cara, nem de comportamentos nojentos que revelam o carácter de certos energúmenos.
Nota - não me digam que o PSD da Madeira um dia destes ainda será culpabilizado por problemas relacionados com determinadas vendas de bens familiares...

Cataluña, Baleares y Valencia, las autonomías con más deuda por habitante

Li aqui que "cada español carga una pesada mochila de deuda pública. Procede del Estado, de las comunidades autónomas, de las diputaciones, de los cabildos y consejo insulares, de las diputaciones, de los municipios y de las empresas públicas que todos estos organismos utilizan como administraciones paralelas.Cada uno de los 47,1 millones de residentes en España el primero de enero tiene el dudoso honor de soportar una deuda per capita de 12.665 euros, que es lo que le corresponde de los 566.897 millones de euros que alcanzaba la deuda del Estado al terminar el mes de marzo de este año. Pero la cantidad no queda ahí, ni mucho menos.Las comunidades autónomas aportaban a finales de 2010, últimos datos homogéneos otros 115.455 millones de euros por cuenta de su administración, a los que hay que añadir otros 17.284 millones correspondientes a las deudas contraídas por sus empresas y organismos públicos. Es decir otra factura de 132.739 millones de euros.Pero tampoco se quedan ahí las cosas, porque los ayuntamientos y demás corporaciones locales, provinciales e insulares también tienen sus cuentas pendientes, que ascienden a 35.442 millones de euros, que se elevan a su vez a 9.063 millones de euros. O sea que hay que añadirle otros 44.505 millones.

Las autonomías, al detalle

Como es lógico la deuda del Estado está prorrateada entre todos los residentes, pero sería injusto hacer el cálculo grueso con la deuda autonómica y la municipal, porque ambas pueden despacharse al por menor. Y lo que alumbra este cálculo es que puede haber una diferencia de deuda per capita muy amplia de una a otra comunidad. La mayor, se produce entre Cataluña y Murcia, los dos extremos superior e inferior, que se cifra en 3.895 euros.La deuda contraída por la Junta de Andalucía asciende a 12.176 millones, a los que hay que sumar 602 millones procedentes de las empresas públicas. Cada uno de los 8,415 millones de residentes soporta una deuda de 1.518 euros.Si hablamos de los residentes en Aragón, la deuda soportada asciende a 2.901 millones de euros, que se elevan a 3.354 si se añaden las empresas públicas. Esto supone que cada residente en esta comunidad tiene sobre sus espaldas 2.493 euros. Para el caso de que el residente viva en Asturias, la presión de la deuda del Principado será de 1.913 millones, de los que 279 proceden de las empresas públicas. Esto hace que cada ciudadano tenga sobre sí 1.769 euros.Baleares es la segunda comunidad autónoma en deuda por habitante residente. El Gobierno de las islas tiene acumulados 4.742 millones de deuda (678 millones proceden de las empresas y organismos públicos). A cada persona que esté empadronada allí le corresponden 4.264 euros. En el otro archipiélago, Canarias, los residentes salen mejor librados, ya que el Gobierno insular tiene algo menos de deuda contraída, 3.542 millones de euros, pero la población residente supera los 2,12 millones, lo que hace que cada uno de los canarios sobrelleve una deuda autonómica de 1.666 euros.Algo más elevada es la deuda que soporta cada habitante de Cantabria, exactamente 1.748 euros, lo que le corresponde de un total de 1.035 millones del Gobierno regional, de los que 124 millones son atribuibles a las empresas y organismos públicos.El cambio político registrado en Castilla-La Mancha puede encontrar alguna explicación en el hecho de que esta comunidad haya elevado en 2010 su deuda de manera muy considerable, el 35%. El resultado es que la deuda se ha situado en 6.758 millones de euros, con 939 de ellos correspondientes a las empresas y organismos públicos. Esto hace que cada castellano-manchego residente soporte una deuda de 3.198 euros.Sensiblemente inferior es la deuda por habitante que tienen los castellano-leoneses, cuyo Gobierno mantiene viva un cartera de 4.643 millones de euros (349 millones del sector público empresarial), lo que implica 1.817 euros per capita.Los problemas de desequilibrio fiscal de Cataluña tienen como expresión para cada uno de sus ciudadanos ser los que mayor deuda pública autonómica soportan, 5.268 euros, consecuencia de una deuda de la Generalitat de 31.886 millones, a la que hay que añadir otros 7.811 millones de euros de los organismos y empresas públicas. Tampoco andan mal los valencianos, que llevan sobre los hombros de cada uno de ellos una deuda de 4.043 euros, consecuencia de los 17.600 millones que tiene emitidos la Generalitat, más 3.068 atribuibles al sector público empresarial.Extremadura tiene una deuda de 1.747 millones de euros, con sólo 18 millones correspondientes al sector público. Cada residente tiene sobre sí 1.592 euros de deuda regional. Galicia ha aumentado su deuda en una proporción elevada en 2010, el 26,2%, con lo que se ha elevado hasta 6.162 millones de euros, a los que sumar otros 214 del sector público. Cada residente en Galicia soporta una deuda regional de 2.282 euros.La Comunidad de Madrid totaliza deuda por 14.974 millones, de los que 1.482 proceden de organismos y empresas públicas. Esto eleva la deuda regional por cada residente hasta 2.310 euros. Del otro lado, Murcia representa la contención mayor en la deuda regional por habitante, 1.373 euros, que se corresponden por una circulación de títulos de 2.017 millones. Es el único caso en el que no hay deuda de las empresas y organismos públicos.La Comunidad Foral de Navarra tiene circulando 2.048 millones de euros de deuda, de los que 323 millones son atribuibles a empresas y organismos. A cada residente en el Viejo Reino le tocan 3.195 euros. En el País Vasco la deuda global es más elevada, 5.613 millones, con un sector empresarial gravado con 697 millones. Cada habitante tiene sobre sus hombros una deuda de 2.579 euros.Por último, La Rioja, que es la comunidad autónoma menos endeudada en términos absolutos, 729 millones de euros, no lo es tanto si hacemos el reparto por habitante, ya que éste se eleva a 2.263 euros.

Los ayuntamientos cuentan

Si el lector ha tomado libreta para hacer el cálculo de la deuda total que soporta todavía debe esperar a conocer la deuda del municipio en el que reside. En el cuadro adjunto observará las cantidades globales de los municipios que no están entre los de población superior a 500.000 habitantes, a los que adicionar los de las diputaciones provinciales, las diputaciones forales, los cabildos y consejos insulares y junto a ello, los 9.063 millones de euros que deben entre los 3.400 entes públicos de diversa naturaleza de titularidad municipal.El más sacrificado será el residente en la capital del Reino, que con sus 6.453 millones de deuda hace responder a cada uno de sus residentes por 1.971 euros.Los residentes en la ciudad de Málaga tampoco van mal servidos. La deuda municipal asciende a 743 millones de euros, con lo que cada malagueño empadronado carga con 1.306 euros. Los habitantes de Zaragoza capital también arrastran una deuda importante, 1.107 euros per capita. Por encima de los mil euros (1.099 exactamente) tienen que soportar todos y cada uno de los residente en la ciudad de Valencia.El caso de Barcelona difiere mucho del de la comunidad catalana, ya que, mientras la Generalitat supera con creces a todas, como se ha señalado, el municipio barcelonés mantiene una deuda relativamente moderada, si es que se puede aplicar este calificativo a la acumulación de déficit sucesivos. El municipio barcelonés tiene emitidos 1.202 millones de euros, lo que supone para cada residente en la capital catalana 742 euros de la deuda compartida.Entre las grandes ciudades, Sevilla se anota la menor presión de deuda en valores absolutos y también por habitante. La ciudad anota 454 millones de euros de débito emitido, lo que representa para cada uno de sus residentes 644 euros. El resto de las capitales de provincia acumulan deuda por 3.922 millones y otros 14.357 millones tienen de deuda los municipios no capitales de provincia, lo que hace que el total de la deuda municipal alcance 28.769 millones de euros.Las corporaciones provinciales tienen deuda pendiente por otros 6.357 millones, de los que 3.333 corresponden a diputaciones provinciales de régimen común; 2.039 millones a las diputaciones forales del País Vasco y otros 986 millones a los consejos y cabildos insulares.Las dos ciudades autónomas, Ceuta y Melilla tienen emitido por 316 millones de euros.Éste es el estado de la cuestión. Ahora queda conocer si existen los millones en facturas sin pagar que algunos dicen que hay en los cajones de las administraciones territoriales o si los Gobiernos autonómicos y locales han dicho la verdad a sus ciudadanos antes de someterse a las urnas".

Murcia es la comunidad con menos deuda por habitante, pero más vulnerable a la crisis

Li aqui que "la Región de Murcia se encuentra en una situación de debilidad financiera debido a una disminución de su ahorro bruto, a la insuficiencia de ingresos corrientes y a las dificultades para financiar su déficit. Junto con otras comunidades como Cataluña, Baleares y Castilla-La Mancha, ha visto disminuir su autonomía financiera en los últimos años en una acción de doble efecto: la caída de los ingresos tributarios a causa de la desaceleración económica y la mayor dependencia de las transferencias del Estado. El Gobierno murciano está más subordinado que otras comunidades al dinero que entra en caja por la vía de impuestos y, en menor medida, de los fondos estatales y europeos. Al caer los primeros, la necesidad de las transferencias que llegan de Madrid se ha hecho más visible y apremiante. En el otro platillo de la balanza, Murcia es la comunidad autónoma con menor deuda per cápita. No llega a 1.400 euros por habitante, mientras que la media española es de 2.400.
Deuda baja, déficit alto

Estas consideraciones vienen recogidas en un exhaustivo informe del Servicios de Estudios del BBVA que analiza la situación de las comunidades autónomas ante el reto de 2011. La Región de Murcia, Cataluña, Castilla-La Mancha, Baleares y Canarias aparecen profusamente como ejemplo de los tiempos que corren para alcanzar los objetivos de estabilidad, en los que la deuda autonómica global se elevó hasta el 10,9% al cierre del año pasado, por lo que las regiones representan el 18% de la deuda pública española. Los analistas del BBVA destacan la particularidad de Murcia, que tiene una de las deudas más bajas, con la paradoja de que atraviesa dificultades para conseguir financiación debido al alto déficit del año pasado, como se ha comprobado estos meses. Los autores del informe, Miguel Cardoso, Rafael Domenech y Virginia Pou, advierten de que no se espera una rápida recuperación de ingresos para este año.
Pese a los malos resultados de déficit de la mayoría de comunidades (la de Murcia tuvo el tercero más elevado), a finales del año pasado se apreció «un esfuerzo significativo de contención del gasto», que se ha reducido más de dos puntos respecto del ejercicio anterior». «Esta disminución -añade- no ha sido suficiente para compensar la caída de 3 puntos de los ingresos autonómicos. Ante la ausencia de medidas de incremento de la presión fiscal, el esfuerzo del ajuste de este año deberá concretarse en un recorte del gasto autonómico sin precedentes para garantizar el cumplimiento del objetivo del 1,3% de déficit para este ejercicio». En su plan de reequilibrio financiero, el Gobierno regional se propone ajustar más de 1.000 millones de euros, el equivalente a la cuarta parte del presupuesto autonómico.
Doble caída de ingresos
El pobre entorno económico ha sido decisivo en los ingresos, que han bajado globalmente un 5,5%, algo desconocido desde la década de los 80. La caída ha tenido dos etapas: la crisis del mercado inmobiliario, que ha quitado en los años 2008 y 2009 los ingresos adicionales que tenían las comunidades (y que serán difíciles de recuperar en el futuro); y en un segundo estadio, el año 2010, en el que los ingresos autonómicos se han visto arrastrados por las caídas en la renta bruta y en el consumo. El mayor descenso de los ingresos tributarios se ha producido en la Región de Murcia entre los años 2008 y 2010. Se ha visto muy afectada por la desaceleración económica y los recursos procedentes de la construcción, junto con el resto de comunidades del Arco Mediterráneo y Canarias. Todas están peor de la media nacional, junto con La Rioja. Esta merma de ingresos ha provocado un incremento de la dependencia de las transferencias del Estado por la vía de los fondos de suficiencia y de compensación interterritorial. Esta vinculación ha pasado del 21 al 23% en los tres últimos años. «En principio, una mayor dependencia de las transferencias del Estado compensa la mayor caída de los ingresos en aquellas regiones cuyo crecimiento está por debajo de la media nacional», refieren los autores del informe. Murcia y otras comunidades han iniciado una cruzada contra el Ministerio de Hacienda para que abone unas cantidades significativas del Fondo de Competitividad, que se cifran en 211 millones de euros para la Región. Han amenazado con acudir a los tribunales porque la vicepresidenta económica cree que no está obligada a pagar ahora. Otros recursos proceden de la Unión Europea, aunque cada vez en menor medida. Actualmente, sólo seis regiones reciben ayudas del fondo de convergencia. Murcia y Asturias lo hacen de forma transitoria dentro del proceso de 'phasing-out' (retirada paulatina de ayudas).
Coste de funcionamiento
El estudio del BBVA pone de relieve que el peso del gasto corriente en el presupuesto autonómico murciano es uno de los mayores de España, sólo superado por los de Madrid y Cataluña, aunque no por mucho. Aquí es donde más dinero se destina a los gastos de funcionamiento (personal y bienes y servicios) y al resto del gasto corriente, hasta llegar al 90%.
Con la crisis se ha producido una disminución progresiva del ahorro bruto de las comunidades hasta hacerse negativo el año pasado. El resultado es que los ingresos corrientes no han sido suficientes para cubrir los gastos corrientes. «El deterioro del ahorro ha sido generalizado en todas las comunidades autónomas, siendo especialmente intenso el de Murcia, Castilla-La Mancha, Cataluña y Baleares, que han cerrado 2010 con un ahorro negativo muy por encima del 15% de sus ingresos corrientes, mientras que la media nacional ha sido del 6%», señala el estudio del BBVA.
La paradoja de la deuda
Pese al mal comportamiento del déficit, Murcia tiene una de las deudas autonómicas más bajas, por debajo del 8% del PIB, mientras que la media roza el 11%. Si se traslada a la deuda por habitante, el resultado es más favorable para la Comunidad, ya que arroja el mejor índice. La deuda per cápita fue de 1.400 euros el año pasado, muy por debajo de los 2.400 de promedio. La más alta es la de Cataluña, con 4.200 euros por habitante. El BBVA explica que la deuda creció el año pasado en todas las regiones una media de 2,6 puntos del PIB, mientras que el déficit lo hizo en un 2,8%. «Esto es señal de que una parte del déficit ha quedado sin financiar, sobre todo en Murcia, Castilla-La Mancha, Andalucía y Baleares. Todo esto ha llevado a una combinación de déficit y deuda pública desigual entre comunidades autónomas», indican los autores".

El ICO financiará la mitad de la deuda de las comunidades

Segundo o site da Antena 3, "La reunión del Consejo de Política Fiscal y Financiera ha concretado que las comunidades autónomas han aceptado aplicar reglas de gasto para contener su déficit. De este modo el ICO financiará parte de la liquidación negativa correspondiente a los años 2008 y 2009, que asciende a alrededor de 24.000 euros. Así lo ha avanzado la consejera de Economía de Castilla y León, Pilar del Olmo, quien ha comparecido ante los medios en representación de todas las comunidades autónomas gobernadas por el PP, que, según ha dicho, han mantenido "una postura común". Del Olmo ha concretado que las comunidades se han comprometido a presentar a sus respectivos parlamentos una propuesta de regla de gasto en un plazo de seis meses. Al mismo tiempo ha asegurado que casi todas las comunidades gobernadas por el PP se han abstenido a la hora de concretar una fórmula, ya que el Gobierno ha presentado una nueva propuesta que no ha dado tiempo a analizar y que presentaba "incongruencias". Finalmente la consejera 'popular' ha dicho que las comunidades autónomas se han comprometido con los objetivos de déficit, pero con una abstención casi mayoritaria, ya que "aún no tienen noción de los ingresos de los que dispondrán en 2012" y además consideran que el crecimiento previsto del PIB para 2012, del 2,4%, es "difícil de cumplir".
Las CCAA llevarán a sus parlamentos una regla de gasto antes de 6 meses
Las comunidades autónomas se comprometieron hoy por unanimidad a plantear ante sus respectivos parlamentos regionales en un plazo máximo de seis meses la aprobación de una regla de gasto "coherente" con la ya aprobada para el Estado y las entidades locales. La vicepresidenta para Asuntos Económicos, Elena Salgado, calificó de "útil y completo" el Consejo de Política Fiscal y Financiera en la que se adoptó este acuerdo, tras cuatro horas de reunión con los consejeros de economía de las CCAA. El contenido de la regla autonómica de gasto será definido por un grupo de trabajo que se reunirá el próximo mes de septiembre con el fin de dotar de homogeneidad a la norma, pero ya ha quedado claro que tendrá que tener en cuenta el crecimiento del PIB de años anteriores y la estimación para los ejercicios futuros, a nivel estatal".

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Espanha: Constitucional permite al Estado imponer límites al gasto autonómico

Li no La Vanguardia um artigo do jornalista José Maria Brunet, segundo o qual "será casualidad –o no–, pero llegó en el día más propicio, como un auténtico anillo al dedo. El Tribunal Constitucional (TC) dictó ayer una sentencia por la que reconoce al Estado la posibilidad de imponer límites de gasto a las autonomías, mediante la fijación de objetivos de estabilidad presupuestaria de obligado cumplimiento. El Gobierno no lo habría dicho mejor. O, si se prefiere, el Constitucional no habría podido decirlo de forma más ajustada a las tesis del Ejecutivo. El contexto es conocido. Es preciso contener, o más bien recortar, el gasto, hay que cumplir unos objetivos de déficit, y, a partir de ahora, a las comunidades autónomas no les queda más remedio que obedecer lo que dicte el Gobierno central y punto. Y lo sarcástico del asunto es que el Constitucional soltó ayer su sentencia a partir de un recurso que fue presentado por el Parlament de Catalunya contra la ley general de Estabilidad Presupuestaria de 2001 en defensa de la autonomía financiera de la Generalitat. Era una ocasión de oro para remachar las reglas del juego y reforzar las potestades del Gobierno, y el Constitucional no ha dejado pasar la oportunidad. La sentencia, en este sentido, es pétrea, puro granito, auténtico mármol de Estado. Este Tribunal Constitucional no es exactamente el mismo que sentenció el Estatut. El presidente, Pascual Sala, fue el que más defendió la constitucionalidad del Estatut, pero esta nueva sentencia es perfectamente coherente con filosofía de la sentencia dictada bajo la presidencia de Maria Emilia Casas que provocó el rechazo de la mayoría del Parlament y la protesta del 10-J. El Parlament había alegado que entendía que le apretaran las clavijas, pero pedía un poco de oxígeno. Aceptaba, en suma, que el Gobierno persiga la estabilidad presupuestaria, pero llamaba la atención sobre el hecho de que se debe permitir un margen de déficit para “incidir en situaciones coyunturales en las que el crecimiento económico no sea el esperado o en las que la tasa de paro crezca excepcionalmente”. Catalunya, en suma, le decía al Estado: apriete, pero no ahogue. El Constitucional, a su vez, contesta que verdes las han segado, es decir, que la limitación de gasto “impuesta” a las administraciones públicas “encuentra su apoyo en la competencia estatal de dirección de la actividad económica general”, y su establecimiento está encaminado a la consecución de la estabilidad económica. El TC añade que es lícito que esas limitaciones figuren en la ley de Presupuestos, “máxime cuando ésta (...) opera como un vehículo de dirección y orientación de la política económica que corresponde al Gobierno”. Además, “la imposición” de tales límites es coherente con el principio “de coordinación con la Hacienda estatal” previsto en la propia Constitución y en la ley orgánica de Financiación de las Comunidades Autónomas (Lofca). Y todo ello “exige” a las comunidades autónomas “la acomodación de su actividad financiera a las medidas oportunas que adopte el Estado”, es decir el Gobierno central. El TC concluía su fallo con la tesis de que “cabe justificar” que el Estado “acuerde una medida unilateral con fuerza normativa general” para garantizar “objetivos de política económica”. Añade que si se incumplen las previsiones en la liquidación del presupuesto, es legítimo que el Estado “imponga” a las autonomías la elaboración de “un plan económico- financiero de corrección del desequilibrio”. En otras palabras, si no quieres caldo, dos tazas".

El Gobierno reclama 19.000 millones a las autonomias

Segundo o catalão La Vanguardia, "la crisis económico-financiera está deparando una situación insólita que recuerda las historias del mundo al revés. Ahora es la hacienda estatatal la que reclama dinero a las autonomías, justo cuando estas se encuentran en una situación de falta de liquidez y de morosidad con sus proveedores. El Gobierno presentó ayer su ajuste de cuentas con las autonomías y les reclama 18.376 millones de euros, que nadie sabe cómo se van a pagar. Los recursos que reclama Hacienda corresponden a un supuesto exceso en el cálculo de los ingresos que iban a recibir las comunidades autónomas a través de los impuestos. La Administración central adelantaba a las comunidades los recursos de acuerdo con las previsiones de ingresos, pero la recaudación tributaria en los ejercicios de 2008 y 2009 cayó en picado y ahora Hacienda pretende que las autonomías devuelvan lo que cobraron en su día y el Estado no ha ingresado luego. El problema es que la crisis se ha cebado en todos los ámbitos de la administración y las autonomías se gastaron lo que tenían y algunas incluso lo que no tenían y no pueden ahora devolver lo que el Estado les reclama. Lo reconoció hace pocos días la presidenta madrileña, Esperanza Aguirre: "No tengo ni un puto duro", dijo. Menos tiene Andalucía que también en esta ocasión fue la comunidad más beneficiada por los cálculos del Gobierno realizados con antelación. El desfase se eleva a 4.637,44 millones. La comunidad que menos dinero ha de devolver es Baleares, menos de 180 millones de euros. El caso de Catalunya representa el paradigma de las paradojas puesto que en teoría la Generalitat le debe al Gobierno español 2.478 millones, pero al mismo tiempo el Govern le reclama a la Hacienda estatal los 1.425 millones del fondo de competitividad y otras deudas. La posición del Ejecutivo catalán es demorar el pago del dinero que hay que devolver y exigir el anticipo del Fondo para poder cubrir los objetivos de déficit que ya han obligado a la institución catalana a reducir el 10% el presupuesto de este año. Y todo planteado desde la posición reivindicativa del Govern que recuerda que el gran problema financiero de Catalunya viene determinado por el enorme déficit fiscal catalán que ronda los 20.000 millones anuales de diferencia entre lo que pagan los catalanes en impuestos y lo que reciben en forma de servicios del conjunto de las administraciones. El enorme problema financiero que afecta a la España de las autonomías será sometido a debate en la reunión que celebrará hoy el Consejo de Política Fiscal y Financiera en Madrid. Se trata de un órgano que reúne al Gobierno central con las comunidades autónomas y todo apunta a que se va a convertir en una nueva batalla política entre el Gobierno y el PP, que desde el 22 de mayo controla la mayoría de comunidades autónomas. El líder conservador, Mariano Rajoy, planteó la necesidad de que el Gobierno aplace el cobro de lo que le deben las autonomías hasta que las comunidades recuperen la liquidez. Rajoy se reunió con los barones regionales de su partido para preparar la reunión de hoy y concluyeron que es necesaria una demora de diez años. La tesis del PP es que el error de cálculo lo cometió el Gobierno y tiene que asumir las consecuencias. Con todo, Rajoy recordó que el aplazamiento del ajuste de cuentas con las autonomías "es lo más razonable habida cuenta la falta de liquidez y no aumenta el déficit ni la deuda". Por su parte, el Gobierno rechazó el aplazamiento. El secretario de Estado de Hacienda, Juan Manuel López Carbajo, recordó que el acuerdo que se estableció con las comunidades autónomas "ya es de por sí generoso, por lo que no hay razón para volver a aplazarlos". Con todo, habrá que ver cómo se desarrolla la reunión, en la que el Gobierno central tiene mayoría pero no la fortaleza política para imponer sus criterios a ejecutivos autonómicos de distinta orientación política. Catalunya también tiene previsto plantear reclamaciones específicas al Consejo de Política Fiscal y Financiera, puesto que el ministerio que dirige Elena Salgado está vetando algunas subvenciones a Catalunya que están presupuestadas con el pretexto de que la Generalitat no cumple los objetivos de déficit. "Es kafkiano, lo que nos dan con una mano, nos la quitan con la otra", denunció el portavoz catalán, Francesc Homs. Las discrepancias son diversas pero lo cierto es que las relaciones de la Generalitat con el Gobierno español pasan por un momento en que ninguna de las partes está interesada en pelearse con la otra. Han establecido una suerte de pacto tácito de no agresión que seguramente durará hasta el final de la legislatura española”.

Murcia renunciará a las competencias de Sanidad y Educación si no recibe más financiación del Estado

Segundo o La Vanguardia, "el presidente del Gobierno de Murcia, Ramón Luis Valcárcel, ha asegurado este miércoles que el propósito del Ejecutivo murciano es seguir haciéndose cargo de la política sanitaria y educativa, pero ha advertido de que si la Comunidad no recibe la financiación suficiente no dudará en renunciar a dichas competencias, como ya ha ocurrido recientemente con las de Justicia. "Si al final del trayecto resulta que no podemos mantenerlo, no les quepa duda" que se tomará la decisión, ha dicho, durante su paso por los Cursos de Verano de El Escorial, organizados por la Universidad Complutense, en los que ha intervenido en el seminario sobre "Bases para un nuevo rumbo de España'. De esta forma, el dirigente murciano ha insistido en que "antes de llegar a la quiebra" o dejar a nadie "sin servicios", las competencias serán traspasadas al Estado sin ningún tipo de miramiento, aunque, en este sentido, ha afirmado que su "deseo ferviente" es que tales circunstancias "nunca lleguen a producirse". "Si no hay financiación", que se "haga cargo" el Estado, ha remarcado.
El apoyo de la Comunidad Valenciana
Por su parte, el consejero de Industria, Economía y Comercio de la Comunidad Valenciana, Enrique Verdeguer, ha reconocido este viernes antes de participar en el Consejo de Política Fiscal y Financiera en Madrid que ve "de sentido común" la idea del presidente murciano, Ramón Luis Valcárcel, de devolver competencias al Estado si no recibe financiación suficiente para ellas y ha censurado la "tendencia" que existe a "demonizar" a las comunidades autónomas como responsables del déficit de España".

La deuda de las comunidades autónomas sigue creciendo

"Hace ya tiempo que la deuda de las distintas comunidades autónomas se encuentra en unas cifras difícilmente sostenibles, pero lejos de mejorar la situación, cada trimestre la situación se sigue agravando. Y es que, según ha informado el Banco de España, el primer trimestre de 2011 nos trae un crecimiento del 26,4 % en la deuda que acumulan las comunidades autónomas (25.378 millones de euros) respecto al año anterior. En total, la deuda acumulada de las comunidades autónomas alcanza la estratosférica cifra de 121.420, cuando en el mismo periodo del año anterior ésta era de 96.042 millones. Incluso supera al crecimiento de la deuda del total de las Administraciones Públicas, que creció en este primer trimestre un 17,5% (679.799 millones de euros). En total, esta deuda supone 63,6% del PIB, muy por encima del 55% que señalaba al acabar el primer trimestre de 2010. Incluso superamos ya en un 3,6% que se establece como límite máximo por la Unión Europea a través del Pacto de Estabilidad y Crecimiento. Volviendo a las comunidades autónomas, el endeudamiento del 26,4% se establece como nuevo máximo y representa ya el 11,4 del PIB, y lo peor de todo es que la situación no da ningún señal positiva de cambiar, sino que todo indica que seguirá creciendo la deuda, lo que limita el crecimiento económico y la capacidad de las comunidades autónomas a hacer frente a la crisis económica.
Los casos que más preocupan son los de Cataluña, Madrid, Valencia y Andalucía, especialmente en el caso catalán que alcanza unos números rojos de 34.323 millones de euros de deuda, lo que supone por si sola un 28,27 % del total de la deuda de todas las comunidades autónomas. Le siguen Valencia con 17.895 millones de euros de deuda, Madrid con 14.111 millones y Andalucía con 12.855 millones de euros. Tan solo cinco comunidades tienen un nivel de deuda “aceptable”, inferior a los 2.000 millones de euros: Asturias, Cantabria, Extremadura, La Rioja y Navarra.
La lista completa de las comunidades más endeudas sería la siguiente:
-Cataluña: 34.323 millones de euros
-Valencia: 17.895 millones de euros
-Madrid: 14.111 millones de euros.
-Andalucía: 12.855 millones de euros
-Galicia: 6.176 millones de euros
-Castilla-La Mancha: 6.106 millones de euros
-País Vasco: 4.918 millones de euros
-Castilla y León: 4.422 millones de euros
-Baleares: 4.368 millones de euros
-Aragón: 3.307 millones de euros
-Canarias: 3.234 millones de euros
-Murcia: 2.348 millones de euros
Ante esta situación, urge empezar a tomar medidas para reducir el endeudamiento del global de las Administraciones Públicas, ya que la situación empieza a ser muy grave, y no ayuda en nada en la tarea de crear crecimiento económico. No se puede seguir gastando como hasta ahora, a la luz de estas cifras tan elevadas
" (fonte: cosas de finanzas)

Espanha: dívida das Comunidades Autónomas (IV)


Espanha: dívida das Comunidades Autónomas (III)


Espanha: dívida das Comunidades Autónomas (II)

Espanha: dívida das Comunidades Autónomas (I)







Açores: Universidade com corte de 1,3 milhões

Diz o Correio dos Açores que "a Universidade dos Açores vai ter um corte de cerca 1,3 milhões de euros no orçamento para 2011, mas o reitor assegurou ontem que serão feitos “todos os esforços” para evitar o despedimento de pessoal.“Vamos fazer os possíveis para o pessoal não ser afectado, teremos que arranjar uma série de medidas para racionalizar e diminuir os custos”, afirmou Jorge Medeiros, em declarações aos jornalistas, admitindo que a redução das despesas incidirá especialmente nas “despesas de funcionamento, como água, energia ou vigilância”.O reitor da Universidade dos Açores admitiu que a instituição espera um corte de 9,25 por cento no orçamento para 2012, o que representa uma verba de 1,3 milhões de euros, mas admitiu que a situação ainda possa ser alterada na sequência da reunião do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas que está marcada para terça-feira.“O corte no orçamento da universidade vai trazer-nos alguns problemas financeiros”, frisou Jorge Medeiros.Apesar destas dificuldades, o reitor salientou que a Universidade dos Açores não vai aumentar as propinas dos alunos, procedendo apenas a “um ajustamento conforme a inflação”.Jorge Medeiros revelou ainda que foi decidido “aumentar o número de fracções em que o aluno pode pagar a propina”.“Os alunos podem pagar a propina em 10 prestações ao longo do ano”, afirmou.A Universidade dos Açores, que se divide pelos pólos de Ponta Delgada, Angra do Heroísmo e Horta, tem cerca de 4.500 alunos e abriu 583 vagas para o próximo ano lectivo".

Desemprego nas regiões europeias

Segundo o Inforegio, "Regional disparities in unemployment among the EU-27 regions remain high. One region in three has an unemployment rate above 10%, while four regions in five had to face an increase in unemployment rates between 2007 and 2010. The highest rates are registered in regions of France (overseas departments) and Spain. Most of the 26 regions with unemployment rates over 15% can be found in these two, as well as in Slovakia and in the Baltic States. In contrast, 34 regions mainly located in Austria, Germany, northern Italy and the Netherlands have unemployment rates below 5%. The regions in which the unemployment rates decreased the most between 2007 and 2010 are, with the exception of Corsica, German Landers. Unemployment rates dropped also in some regions of France, Poland, Austria and UK. On the other side, several regions in Spain, Ireland, Baltic States and Greece witnessed a substantial increase in the unemployment rates".

Açores pensa que "o Ministro se precipitou” sobre RTP

Li aqui que "o secretário da Presidência declarou em Lisboa, após a reunião que teve com o presidente da RTP, que “ficou com a sensação clara de que o Ministro se precipitou quando declarou na Assembleia da República que a emissão da RTP Açores seria reduzida a quatro horas diárias”, acrescentando “que ficou a saber que essa é uma medida que poderá ser incluída ou não no plano de reestruturação que está ser estudado pela RTP”. A redução do tempo de emissão da RTP Açores para as “quatro horas diárias”, conforme declarou André Bradford, “é uma medida que não está quantificada, isto é, não se sabe exactamente o que se poupa e não se sabe em concreto as suas implicações em termos de contingente laboral da RTP Açores”.Para o secretário regional da Presidência, depois desta reunião e no que toca a “cortes de despesas” fica a “sensação de que o único custo que se pode reduzir rapidamente com a diminuição da emissão é com pessoal”, mesmo depois, lembra André Bradford, das declarações do presidente da RTP no parlamento nacional onde disse “que não haveria despedimentos”.O membro do executivo açoriano saiu da reunião com o presidente da RTP declarando que mantém “grande parte das dúvidas que trazia”, embora reconheça que ficou “mais esclarecido do ponto de vista técnico”, sublinhando que, “ao contrário do parecia, após as palavras do Ministro, a intenção é que a emissão da RTP Açores, mantendo a mesma duração – começando e acabando à hora que actualmente começa e acaba – concentre a programação de produção local no horário específico apontado”.André Bradford, à saída do encontro, deixou claro que veio transmitir ao presidente da RTP que “o serviço público de rádio e televisão nos Açores é fundamental”, destacando que “não se trata de um canal ou dois de rádio e um canal de televisão, trata-se de algo que faz parte da história da Autonomia dos Açores”.O governante lembra que os Açores são nove Ilhas “que precisam de se agregar, que necessitam de ter coesão territorial e coesão interna” e deste ponto de vista, conforme diz, “a RTP Açores foi e é muito importante”.André Bradford, referindo a valorização que o Ministro faz dos serviços da RTP Internacional e África, recorda o “contributo inestimável da RTP Açores na difusão da televisão em português, enquanto primeiro canal a chegar a cerca de um milhão de luso-descendentes na América do Norte, a grande maioria dos quais de ascendência açoriana” e conclui: “este aspecto o Ministro não valoriza, mas é mais que justa a sua valorização”.No que toca aos números divulgados pelo Ministro acerca dos custos da RTP Açores, André Bradford declara “manter dúvidas sobre eles” e acrescenta que “ter um diálogo justo sobre estas matérias obriga a que também se fale de receitas”, apontando o exemplo da “taxa de audiovisual que é cobrada nos Açores e que representa um valor acima dos dois milhões de euros”.A RTP tem de apresentar à tutela um plano de reestruturação até 15 de Setembro, o qual André Bradford diz “desconhecer” e considera “curioso que as únicas coisas que se sabem em concreto dizem respeito aos Açores e à Madeira e não se saiba mais nada acerca do restante universo RTP”, sublinhando, a propósito, que “os Açores e a Madeira, que representam uma percentagem baixa do total dos custos da RTP, cerca de 15%, e que tanta preocupação causam, contrastam com os restantes 85% sobre os quais continuamos a não saber nada”, concluiu".

Angra do Heroísmo: Vereadores do PSD querem que RTP/A seja sociedade anónima

Li no Correio dos Açores que "os vereadores do PSD na câmara de Angra do Heroísmo defenderam hoje que a solução para o serviço público de rádio e televisão nos Açores passa pela criação de uma sociedade anónima composta por capitais do Estado, da Região e de instituições da sociedade civil, alegando que o atual modelo “caminha de mal a pior”.“Para uma melhor prestação do serviço público de televisão e rádio nos Açores, o PSD/Açores defende a criação de uma sociedade anónima, composta por capitais do Estado, da Região e de instituições representativas da sociedade civil açoriana”, afirmou o vereador António Ventura, em reunião do executivo camarário.O autarca social-democrata salientou que o partido “não quer que as coisas continuem como estão e muito menos aceita que a situação piore ainda mais”, considerando que a solução que foi proposta pelo PSD/Açores é “corajosa e ambiciosa”.António Ventura acrescentou que o serviço público de rádio e televisão nos Açores é “imprescindível para a afirmação da Autonomia, para a unidade do arquipélago e para o desenvolvimento económico, social e cultural da Região”.

Açores: PSD quer ouvir o vice-presidente do governo: Oposição quer saber conteúdo do protocolo de entendimento da Região com a República

Li aqui que "o grupo parlamentar do PSD/Açores requereu a audição do vice-presidente do governo regional para dar explicações sobre a proposta de protocolo de colaboração e entendimento com o governo da República, aprovada no último conselho do governo.Os deputados social-democratas pretendem que o governante seja ouvido na comissão parlamentar de Economia “com caráter de urgência”, de forma a “prestar esclarecimentos” sobre o documento que “define o contributo da Região para a concretização dos compromissos internacionais estabelecidos pelo país”. Leia aqui a nota de imprensa do PSD-Açores sobre este tema.

Uma nova RTP/Açores

Segundo o Correio dos Açores, "há mais de uma década que se vem falando na necessidade de uma reestruturação da RTP -Açores.Com a introdução dos canais por cabo, em 1992, a discussão esteve ao rubro e falou-se, pela primeira vez, na possibilidade da “janela”.A verdade é que, apenas em 2003, se deram os primeiros passos para reestruturar o canal açoriano, com base num estudo aprofundado de uma empresa externa, a “Boston Consultig Group”, contratada pela RTP para analisar a reestruturação de todos os canais do grupo.A partir daí, todos os canais foram reestruturados e alvos de forte investimento... excepto a RTP-Açores (só a RTP-N, que apareceu depois da RTP-Açores, já vai para a terceira reestruturação!).Os técnicos da BCG instalaram-se na RTP-Açores, com armas e bagagens, durante mais de uma semana e passaram a pente fino toda a actividade do canal açoriano.Acabaram por concluir, no essencial, que a RTP-Açores “demonstra uma eficiência relativamente boa das estruturas” e sugeria-se que o quadro de pessoal fosse reduzido numa dúzia de funcionários, o que veio a acontecer nos dois anos seguintes com a rescisão por mútuo acordo de cerca de duas dezenas de colaboradores".