Uma publicação do Eurostat: "In 2007, the total weight of goods handled in EU-27 maritime ports is estimated at 3.9 billion tonnes (2.6% up compared with 2006 for EU-27 excluding Italy). Of these, nearly two thirds were goods unloaded. Almost all Member States unloaded more than they loaded. At 582 million tonnes, the United Kingdom had the highest share (15%) of goods handled in EU-27 ports, followed by Italy (14% in 2006), the Netherlands (13%) and Spain (11%). In most countries in 2007, liquid bulk goods (which include petroleum products) was the largest type of cargo handled in tonnage terms. At EU-27 level excluding Italy, liquid bulk represents 38% of the total cargo handled in ports, followed by dry bulk (26%) and containers (18%). In 2007, more than 60% of EU-27 seaborne goods transport concerned an extra-EU-27 partner port. The international intra-EU-27 transport represented less than 30% and national transport about 10%. The number of passengers who passed through EU-27 ports in 2007 is estimated at 410 million (2.0% up compared with 2006 for EU-27 excluding Italy). The number of vessel calls at EU-27 main ports (excluding Italian ports) showed an increase of 4.3% compared to 2006. However, in terms of gross tonnage of the vessels, the growth rate was 6.8%. This reflects the increasing size of vessels operating in EU-27 ports". Aqui.
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domingo, fevereiro 01, 2009
quinta-feira, janeiro 29, 2009
Naviera Armas rejeita acusações de concorrência desleal na ligação Continente-Madeira
"Em face das declarações inexactas que têm surgido nos meios de comunicação durante os últimos dias, proferidas por alguns organismos oficiais e por parte de Armadores e respectivo sindicato, Naviera Armas, S.A. vê-se, desta forma, na obrigação de esclarecer os seguintes pontos:
a. Condições de licenciamento do transporte de passageiros e carga rodada entre o Continente e a Região Autónoma da Madeira.
a. Condições de licenciamento do transporte de passageiros e carga rodada entre o Continente e a Região Autónoma da Madeira.
Naviera Armas, S.A. é titular de uma licença emitida pelo IPTM - Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos, IP, licença esta emitida sob parecer da APRAM - Administração dos Portos da Região Autónoma da Madeira, S.A., pela qual foi autorizada a efectuar o transporte de passageiros e de carga rodada entre o Continente (Porto de Portimão) e a Região Autónoma da Madeira (Porto do Funchal) e vice-versa, nos termos do Decreto-Lei 7/2006, de 4 de Janeiro, pelo período mínimo de dois anos, com o navio de bandeira espanhola Volcán de Tijarafe. Esta licença, que se mantém válida e eficaz, tal como no dia em que foi emitida, está a ser integralmente cumprida pela Naviera Armas, S.A. Há ainda a assinalar que no mesmo Porto do Funchal opera um outro Ferry que ali efectua exactamente as mesmas operações que o Volcán de Tijarafe, inclusive descontentorizando as mercadorias no próprio Porto, algo que nunca a Naviera Armas S.A. efectuou, sem que esta operação, pelo menos que se saiba, tenha, em momento algum, causado qualquer celeuma. Como é sabido, o projecto de ligação rodoviária do Porto do Funchal à Estrada da Liberdade (Via Rápida) era justificada pela necessidade de escoamento rápido dos camiões provenientes do Porto do Funchal, sendo que a construção desta via está quase concluída, trazendo vantagens enormes para os madeirenses, possibilitando a saída e entrada de veículos ligeiros e pesados sem que a vida normal da cidade se veja minimamente afectada.
b.Concorrência desleal perante os demais armadores que operam na mesma Região.
No que concerne à tão propagandeada (quanto errónea) alegação de concorrência desleal, cumpre, desde logo, assinalar que para que se possa falar em concorrência desleal é preciso que, primo, exista concorrência. Ora, na actividade levada a cabo pela Naviera Armas na Região Autónoma da Madeira (transporte regular de passageiros e carga rolante entre o Continente (Portimão) e a Região Autónoma da Madeira (Funchal), não existe sequer concorrência por parte dos demais armadores. O serviço oferecido pela Naviera Armas entre o Continente e a Ilha da Madeira é um serviço de transporte marítimo moderno, tanto de passageiros como de mercadorias, serviço este que não é sequer comparável ao prestado pelos navios porta contentores. Na actualidade, Naviera Armas, S. A. está a realizar aquela ligação marítima com um Ferry-Boat de última geração, cujos custos, tanto de aquisição como de exploração e manutenção, são muito superiores aos de um navio porta contentores. Em relação ao custo do transporte terrestre, deve-se esclarecer que a maior parte da mercadoria transportada pelo Volcán de Tijarafe entre o Continente (Portimão) e a Ilha da Madeira (Funchal) tem origem na zona da Grande Lisboa. O custo deste transporte terrestre, suportado pela Naviera Armas, S. A., entre a zona da Grande Lisboa e o Porto de Portimão é muito superior ao custo do transporte que possa existir entre o Porto do Caniçal e os pólos industriais da Madeira para onde se fornece a mercadoria proveniente do continente. Tendo em conta o supra exposto, Naviera Armas, S. A. está a oferecer aos seus clientes preços muito competitivos, que se estão reflectindo no preço final das mercadorias transportadas pela nossa empresa.
c.Agradecimentos aos nossos clientes.
Depois de vários meses de prestação de serviço regular, Naviera Armas deseja agradecer a todos os Madeirenses em geral, bem como, em particular, a todos aqueles que enquanto clientes têm confiado em nós, pelo apoio manifestado durante todo este tempo, e, em especial, pelo recebido durante as últimas semanas. Acreditamos estar a contribuir significativamente para a modernização do transporte marítimo existente, que se esta traduzindo numa diminuição do custo de deslocação de passageiros e de mercadorias entre o Continente e a Ilha da Madeira. Esperamos poder continuar a contar com o seu apoio e desejamos fazer-lhes chegar o nosso compromisso com esta Linha, que manteremos no futuro, pese embora as pressões que possamos sofrer".
c.Agradecimentos aos nossos clientes.
Depois de vários meses de prestação de serviço regular, Naviera Armas deseja agradecer a todos os Madeirenses em geral, bem como, em particular, a todos aqueles que enquanto clientes têm confiado em nós, pelo apoio manifestado durante todo este tempo, e, em especial, pelo recebido durante as últimas semanas. Acreditamos estar a contribuir significativamente para a modernização do transporte marítimo existente, que se esta traduzindo numa diminuição do custo de deslocação de passageiros e de mercadorias entre o Continente e a Ilha da Madeira. Esperamos poder continuar a contar com o seu apoio e desejamos fazer-lhes chegar o nosso compromisso com esta Linha, que manteremos no futuro, pese embora as pressões que possamos sofrer".
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Já agora recomendo a leitura dos seguintes documentos da Comissão Europeia, relacionados com os transportes marítimos:
- Vers un espace européen de transport maritime sans barrières (aqui e aqui, conforme queiram guardar o documento em word ou pdf);
sexta-feira, outubro 10, 2008
Dengue: transporte do "Armas" para Portimão questionado
Tal como se previa, e ainda a propósito da polémica em torno do "danado" do mosquito na Madeira, tinha que gerar polémica. Mas não podemos é cair numa espécie do vale tudo, já que as ligações marítimas entre o Funchal e Portimão inevitavelmente teriam que ser postas em evidencia. O Correio da Manhã de hoje num texto da jornalista Cristina Serra é a prova disso: "A população dos mosquitos que causam as doenças da dengue e a febre amarela está a alastrar-se pela ilha da Madeira de forma alarmante. Especialistas dizem que é uma questão de tempo até chegar ao Continente – através de produtos importados por via aérea ou marítima – e surgirem os primeiros casos de pessoas infectadas. É uma questão de dias ou de meses. Por enquanto, não há registo da doença porque os insectos não têm o vírus, mas basta entrar no País uma pessoa infectada, por exemplo vinda de um país da América Latina, como o Brasil, onde surgem epidemias, para dar origem a casos de infecção não controlados na Madeira ou no Continente. Os mosquitos aedes aegypti surgiram há três anos na freguesia de Santa Luzia, no Funchal, Madeira. Rapidamente se espalharam pelos concelhos de Machico e Câmara de Lobos. Hélder Spínola, presidente da associação ambientalista Quercus,diz ao CM que o aparecimento da doença é inevitável. "Os mosquitos terão vindo em algum produto fresco, planta – foram importadas palmeiras do Brasil – ou nos pneus dos barcos, onde fica água estagnada, local ideal para a reprodução das larvas. Terão vindo insectos ou ovos que depois eclodiram.Para já, não há notícia da doença, mas basta vir do Brasil uma pessoa infectada e ser picada por um mosquito para que o mesmo insecto infecte outras pessoas".
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