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sexta-feira, agosto 21, 2009

Jardim desconhecia identidade do "bufo" socialista

Segundo a imprensa nacional, num texto da Lusa, "Jardim disse acreditar nesta situação, acrescentando: "O que me dá vontade de rir é esses Sherlock Holmes andarem a dizer que é preciso ir lá pôr uma ficha quando existem actualmente meios sofisticados de escuta e segurança." Recocdou como situação "estranha" o facto de, aquando da visita de uma semana do Presidente da República à Madeira, em 2008, a comitiva do Ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, que acompanhou Cavaco Silva, incluir um adjunto do primeiro-ministro, "uma pessoa que tem um nome que consta das listas da Maçonaria publicadas". "Nunca desconfiei de nada", disse, adiantando ter considerado "estranho" que o referido adjunto tenha permanecido na região mesmo quando o Ministro da Presidência teve de regressar a Lisboa. "Ele ficou por aí e foi indo a tudo, não acuso o senhor, embora tenha prática de sociedades ditas secretas, não me passa pela cabeça que andasse a espiar o que eu dizia, porque o que digo é para todos ouvirem, não é segredo", destacou".

O caso do "bufo" socialista e da visita de Cavaco à Madeira

O Correio da Manhã denunciou anteontem, num texto dos jornalistas Cristina Rita e José Rodrigues, que "o clima entre Belém e São Bento não poderia ser pior. À polémica sobre o receio da Casa Civil de Cavaco Silva estar a ser vigiada, junta-se ainda um mal-estar com ano e meio, durante a visita presidencial à Madeira, entre 14 e 19 de Abril de 2008. O nome de um consultor jurídico de José Sócrates, Rui Paulo Figueiredo, é apontado como factor de desconfiança junto de Belém, depois da sua inclusão na comitiva presidencial ao arquipélago, sem aparente explicação. O CM sabe que o nome do Rui Paulo Figueiredo fazia parte do Livro Oficial da Visita. O nome estava na lista que integrava oficialmente a comitiva da visita e do Protocolo de Estado. Porém, segundo noticiou o ‘Público’, o seu comportamento terá violado algumas regras protocolares por se ter sentado, alegadamente sem ser convidado, na mesa de outros membros da comitiva. Rui Paulo Figueiredo é autor do livro ‘Aníbal Cavaco Silva e o PSD (1985-1995)’ e escreveu no blogue Câmara de Comuns, em Outubro de 2008, um comentário em que referia que o Presidente poderia estar a fazer 'uma tempestade num copo de água' em relação a normas do Estatuto dos Açores. O CM contactou-o, mas não obteve resposta. No PS tem-se defendido a tese de que a Presidência deveria fazer esclarecimentos ou desmentidos sobre as preocupações de Cavaco Silva em relação à composição do Conselho Nacional de Ética, pela não-inclusão de João Lobo Antunes. Vários dirigentes socialistas têm chamado à colação o facto de ter sido noticiado que o PSD estaria a receber contributos de assessores de Belém para o programa eleitoral. O que terá aumentado ainda mais o desconforto. E, sem desmentidos ou clarificações de parte a parte, a tensão passou para o campo das assessorias. Neste quadro há mais um dado a reter. O número dois da lista do PSD para as legislativas por Coimbra é Pedro Saraiva, nomeado a 16 de Junho de 2006 pelo gabinete do Presidente da República como um dos seus consultores para o Ensino Superior. Dentro do PSD local a presença do consultor é vista sem dramas, uma vez que as suas funções são exercidas pontualmente para esclarecimentos meramente técnicos".

quarta-feira, dezembro 10, 2008

Façam lá mais uma cena

Hoje chegou-me por mail uma curiosa informação: "Eu soube por uma fonte segura que a canalha dos meninos de bem estão a preparar uma poderosa com a mala preta para amanhã desacreditarem o Dr. Alberto João Jardim. Cuidado. Um amigo". De facto a rafeirada tinha preparado uma encenação no primeiro dia do debate do plano e orçamento, que saiu furada na medida em que pensavam que o Presidente do Governo estaria presente e usaria da palavra. Tratando-se do último dia dos debates com a presença de todos os membros do Governo, e dado que o PND sonham com uma provocação ao Presidente do Governo, tudo indica e é natural que tentem fazer a palhaçada do costume mas os serviços da Assembleia Legislativa já informaram diversas entidades políticas e judiciais em Lisboa para essa possibilidade, tendo sido tomadas as medidas internas destinadas apedas a registar os factos e a formalizar a adequada participação e envio de uma cópia dos acontecimentos a quem de direito. Vamos a ver o que vai acontecer então ao partido do dr.Monteiro e cunhado, na Madeira - que nem sequer existe com uma estrutura propria, não tem órgãos dirigentes regionais constituídos e quem perderá mandato ou quem será acusado pelas autoridades de obstrução ao funcionamento de instituições públicas. Repito, o essencial, o fundamental é que o PSD e os membros do Governo Regional mantenham a calma e não reajam. Presume-se que não deve ser nem a projecção de nenhum filme sobre a exploração dos madeirenses que passavam o dia a cavar certas terras (colonia), nem qualquer registo das negociações de compra e venda de cana sacarina junto às portas do Hinton. Nem devem projectar com música de fundo ou algum discurso, a lista das dívidas deixadas pelo deputado comunista do PND, em salários, nas finanças e na segurança social, nos tempos em que estava colectado como pintor. Isto porque ontem ficamos a saber que tudo isto aconteceu, pela voz de quem sabe do que estava a falar. Provavelmente para mais informações, contactar os socialistas locais, regra geral muito bem informados...