Mostrar mensagens com a etiqueta CMF. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta CMF. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, maio 27, 2014

Domingos Rodrigues, Madalena Nunes e Miguel Gouveia são os novos vereadores da CMF

Domingos Rodrigues no Urbanismo, Madalena Nunes na área social e Miguel Gouveia nas Finanças são os novos vereadores da Câmara Municipal do Funchal. Os nomes foram avançados pelo presidente da Câmara do Funchal, Paulo Cafôfo, numa reunião realizada ontem à tarde, na sede do Bloco de Esquerda, com os vários partidos que constituem a coligação 'Mudança'. Na reunião, o PND anunciou que deixa a coligação na sequência das divergências registadas nas últimas semanas. Os novos vereadores deverão assumir funções na reunião camarária de quinta-feira. Domingos Rodrigues tem 54 anos, é docente na Universidade da Madeira na área da Geologia e era 6.º na lista da coligação. Madalena Nunes tem 58 anos, é professora e ocupava o 9.º lugar na lista. Por fim, Miguel Gouveia tem 36 anos, é engenheiro na Empresa de Electricidade da Madeira e era 10.º da lista. Os três novos vereadores são independentes mas conotados com o PS. Aliás, Domingos Rodrigues e Miguel Gouveia estiveram presentes na sede do PS na noite eleitoral de domingo. Andreia Caetano Caldeira (7.º) mantém-se como adjunta do presidente da CMF e Maurício Marques (8.º) manifestou-se indisponível para integrar o executivo autárquico devido aos seus afazeres profissionais (DN do Funchal)
Nota: Falhei quanto a Maximiano Martins. A grande cartada de Cafofo terá falhado - ou foi apenas adiada? - pelo que a questão de fundo continua a colocar-se: quem vai gerir as finanças da Câmara do Funchal? De resto, se compararem esta notícia, hoje do DN do Funchal, com o meu post de ontem publicado neste blog constatam que apenas a hipótese Maximiano (que não dei como certo este cenário...), falhou. A minha confiança na fonte que me serviu de base à notícia saiu reforçada.

sábado, maio 24, 2014

Funchal: aceda a todas as actas da crise...

Todos aqueles que estiveram mais interessados em aceder à actas das reuniões da Câmara Municipal do Funchal, quer as decisões tomadas, quer as actas que descrevem os momentos de maior tensão na reunião do executivo ao longo da crise política e pessoal ali registada, bem como os que porventura queiram saber o que se passa na Assembleia Municipal de onde se demitiu a Presidente eleita, podem fazê-lo através nestes dois links:
- actas da Assembleia Municipal do Funchal
(escolher ano e depois o dia pretendido)
- actas da Câmara Municipal do Funchal
(escolher ano e depois o dia pretendido)

Finanças: o "calcanhar de Aquiles" na CMF mas Cafofo quer decidir por si e já tem dois nomes pensados

A questão das finanças no novo executivo da CMF, depois da inesperada renúncia ao mandato da "independente" mas muito próxima do PS, Filipa Jardim Fernandes, constitui o verdadeiro"calcanhar de Aquiles" de Paulo Cafofo.
Sem possibilidades de encontrar nos restantes membros da candidatura da Mudança um especialista em questões financeiras e de gestão, Cafofo não tem outra alternativa senão a de optar por uma solução mista, interna e contestável pela oposição:
- assumir as competências políticas sobre o sector das finanças camarárias e delegar depois poderes alargados aos responsáveis pelos serviços financeiros da CMF, com todos os riscos que isso representa no plano político, dado que na actual conjuntura a questão financeira tem que ser gerida politicamente  e não tecnocraticamente;
- proceder à nomeação para o seu staff de um assessor, de reconhecido mérito e competência, exclusivamente para colaborar com Paulo Cafofo nas questões financeiras concretas, garantindo ao Presidente a devida preparação de todos os "dossieres". Sectores da oposição que integraram a lista da coligação temem que, também a este nível, Cafofo seja uma vez mais usado por Vitor Freitas que parece estar a aproveitar a crise na CMF para consolidar a sua liderança no seio do PS.
Aliás há mesmo quem no PS garanta que as escolhas que a candidata ao PE, Liliana Rodrigues, depois de eleita, fará para o seu gabinete (garantindo assim o devido controlo à distância por parte de Freitas) podem ser sinais sintomáticos dessa disputa surda interna,  já que se fala com insistência na contratação de Célia Pessegueiro, ex-Presidente da JS, ex-deputada do PS e actual companheira de Vitor Freiras,  aliás um nome surgido na roleta de candidatos do PS local ao Parlamento Europeu, mas que parece ter sido recusado por Lisboa. Acresce que Célia Pessegueiro foi claramente derrotada na Ponta do Sol, nas autárquicas de 2013, apesar da conjuntura politicamente desfavorável para o candidato do PSD, Rui Marques
Há quem considere que Paulo Cafofo tem um problema bastante mais grave do que se possa supor no âmbito da gestão financeira da CMF e que qualquer solução, como as que atrás referi, fragilizará sempre a edilidade. Contudo garantiram-me que Paulo Cafofo quer fazer a sua escolha - dada acomplexidade do assunto - sem interferências de terceiros, nem mesmo de Freitas, tendo inclusivamente já dois nomes - ambos de professores com formação na área financeira e de gestão - a quem penda recorrer, ou já recorreu. A cpontratação de um deles para o seu gabinete, dado que implicará a suspensão de funções docentes por parte do que for escolhido, tem muito a ver com a garantia de que a situação na CMF se acalmou politicamente,o que como é sabido, ninguém  o pode fazer, dados os contornos da crise ocorrida e o facto dese tratar de uma coligação.
Aliás esta questão não é nova. O Grupo Parlamentar do PS na Assembleia Legislativa da Madeira - na perspectiva de que os deputados são eleitos para produzirem legislação - não tem entre os seus eleitos, paradoxalmente, nenhum licenciado em direito, situação que também tem sido criticada, mesmo no seio do próprio PS,  mas que fica mais evidente sobretudo quando se procura avaliar qualitativamente a lógica e o conteúdo jurídico das inicativas apresentadas, algumas delas contendo verdadeiras enormidades. Uma carência resolvida por via da contratação de assessoria jurídica que em parte resolve o problema, mas não a imagem que se cria com situações paradoxais deste tipo.

Paulo Cafofo já tem os nomes do executivo da CMF mas...

 Nesta imagem - retirada da internet - vemos à esquerda, Alícia Maria Faria Abreu (em cima) com Cafofo, Miguel Silva Gouveia (em baixo), Madalena Nunes, ao centro também com Paulo Cafofo, Maurício Marques à direita (em cima) e Andreia Caetano (em baixo, à direita)
Nesta imagem - retirada da internet - vemos à esquerda, Edgar Silva (em cima) e Filipa J Fernandes (em baixo), que renunciaram ao mandato, Domingos Rodrigues, ao centro com Paulo Cafofo que pode ser vereador, e Idalina Perestrelo, à direita (em cima) que foi a única vereadora que se manteve sempre ao lado de Paulo Cafofo


Paulo Cafofo já escolheu os nomes da sua nova equipa e já os tem mais ou menos definidos mesmo antes da última reunião da edilidade, esta semana. Segundo me informaram a decisão de Cafofo de adiar a divulgação dos futuros vereadores da coligação, ten a ver com as eleições europeias e com a decisão que nesse quadro foi tomada pelo PS.
De facto, e ainda de acordo com a minha fonte,digna da minha confiança absoluta,  Vitor Freitas terá "ordenado" a Cafofo que "aguentasse" o anúncio de recomposição do seu executivo para a semana posterior às eleições europeias, temendo que a constatação de uma "socialização" total dos vereadores da CMF suscitasse uma reação pública com repercussões nos resultados das próprias eleições europeias. Há também quem me tenha garantido que apenas uma situação em concreto se mantinha pendente na 5 feira passada (dia da reunião da CMF). Concretamente as questão financeira. Mas sobre isso adiantarei pormenores num comentário posterior.

Quanto à composição do novo executivo, a situação é a seguinte, segundo as minhas fontes de informação:
Paulo Cafofo conta apenas com Idalina Perestrelo, pelo que depois da renúncia aos mandatos por parte de Filipa Fernandes, Gil Canha e Edgar Silva - decisão que continua a ser contestada por vários sectores políticos da oposição que alegam que isso foi abrir caminho à influência total do PS no executivo da CMF - tem que encontrar três novos nomes para o executivo.
A advogada Andreia Caetano, casada com o Presidente da Junta de Freguesia de São Martinho, e militante do PS, é uma escolha certa, até porque faz parte do grupo de assessores que Vitor Freitas terá indicado a Cafofo e que por este foram escolhidos. Trata-se - mas isso é sempre uma opção política, não havendo nada a dizer quanto a essas escolhas - de uma escolha política, já que para certos lugares os eleitos podem (quicá mesmo, devem) escolher pessoas da sua confiança. Passa-se isso com outras Câmaras Municipais, com os governos, os parlamentos, etc. Nada a apontar.
Andreia Drumond Caetano, 37 anos - que era a 7ª candidata da "Mudança" a vereadora com a área de Administração, Recursos Humanos e Património Municipal - é licenciada em direito, tendo sido vogal do Conselho Geral da Ordem dos Advogados na Madeira. É presentemente assessora de Paulo Cafofo na Câmara do Funchal.
Ficam a faltar dois nomes e uma questão complexa que tem a ver com a gestão financeira da CMF que dado o estado das coisas não deveria ser entregue a directores de serviços por delegação de competências (matéria que já abordei noutro post) embora dificilmente deixe de o ser.

Recordemos os nomes seguintes constantes da lista da Mudança:
6º lugar - Domingos Rodrigues, 53 anos, candidato a vereador da Mudança para as áreas Ordenamento, Sustentabilidade e Protecção Civil, é docente na Universidade da Madeira na área da Geologia (membro do Centro de Competências de Ciências Exactas e Engenharia da UMa). Participou em representação da UMa na elaboração do Estudo do Risco de Aluviões na Ilha da Madeira, tendo também trabalhado com autarquias na Madeira.
7º - Andreia Caetano (PS) -  já referi anteriormente
8º - Maurício Marques, "independente" mas muito próximo do PS, 44 anos, que era o candidato a Vereador da Mudança para as áreas da Cultura e Indústrias Criativas (!), é licenciado em Comunicação Social, tendo sido jornalista do DN. Apresenta-se como empresário e consultor especialista em financiamentos comunitários à cultura, director de festivais culturais e produtor de diversos eventos.
9º - Madalena Nunes, 57 anos, Professora com 35 anos de carreira, candidata a vereadora com a área da Educação e Desporto pela Mudança, é licenciada em Filologia Germânica, tendo passado por cargos de direcção de escola. Foi Vice-coordenadora do Sindicato de Professores da Madeira,sendo também  Vice-presidente da Associação de Ginástica da Madeira.
10º - Miguel Silva Gouveia, 36 anos,
"independente" mas muito próximo do PS, candidato a vereador com a área da Eficiência Energética e Tecnologias, é licenciado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores, sendo actualmente Coordenador do Serviço de Despacho e Condução da Empresa de Electricidade da Madeira. Foi Presidente da Direcção da Associação de Universitários Madeirenses de Lisboa.
11º - Alícia Maria Faria Abreu, 48 anos, , foi a candidata a vereadora pela Mudança com a área da Inclusão e Juventude, Professora, licenciada em Educação Especial pelo Instituto Politécnico do Porto e com Mestrado na área da Inovação Pedagógica pela Universidade da Madeira.

***
Caso o docente da UMa (6º) não aceite integrar o executivo - hipótese que desconheço estará já devidamente formalizada - e caso Maurício Marques (8º), conotando também com uma fação do PS que alegadamente terá estado associada à crise na CMF (este antigo jornalista é sócio nalgumas empresas de Carlos Pereira, líder parlamentar do PS que recentemente no DN do Funchal se demarcou de qualquer apoio incondicional a Cafofo), eventualmente possa não aceitar integrar a vereação devido a vários anti-corpos que isso levantaria, isto significa que tanto Madalena Nunes, professora, como Miguel Silva Gouveia (que foi mandatário concelhio, para o Funchal, de Liliana Rodrigues), correm o "risco" de serem chamados a funções camarárias por Paulo Cafofo.

sexta-feira, maio 16, 2014

CMF: Freitas do PS, coveiro da coligação para as regionais?

Politicamente - é uma opinião pessoal que pretendo ser o mais distante de todas estas "guerras" de contornos ainda desconhecidos quanto á sua verdadeira origem - o PS e Vitor Freitas com a ajuda de Cafofo acabaram por enterrar hoje, com este epílogo do "caso-CMF"  qualquer tipo de coligação para as regiões. Só por hipocrisia, infantilidade ou idiotice é que partidos que viram uma coligação ruir em tão pouco tempo, mas sobretudo da forma como ruiu, aceitarão continuar a ser almofadas do PS e de Vitor Freitas. Freitas devia ter gerido politicamente este caso de outra forma, e apesar de Cafofo ter sido sua escolha, devia ter percebido que a radicalização do caso poderia colocar em causa a coligação que ele tanto apregoa. Mas da qual acabou por ser, paradoxalmente, o coveiro.

CMF: considerações

Não posso deixar de manifestar a minha surpresa - em grande medida porque se tratam de pessoas sem experiência político-partidária ativa e sem experiência no exercício de actos públicos (ao contrário do Gil Canha do PND) - pela forma como Filipa Fernandes e Edgar Silva se posicionaram nesta crise. Não conheço nenhum deles pelo que isso dá-me a vantagem de poder realçar a coerência de ambos nesta crise e a determinação  em defesa dos seus pontos de vista, sobretudo de Filipa J. Fernandes que percebo deste início foi a peça fundamental na solução desta crise política.
***
Perante a evolução desta situação na CMF, obviamente que esperamos agora tomadas de posição públicas quer do PTP de José Manuel Coelho (que, verdade seja dita, já várias vezes abordou o tema), quer sobretudo do PAN, MPT e Bloco de Esquerda que não podem andar a assobiar para o lado ou a fingir que vão eleger deputados ao Parlamento Europeu. Porque todos estes partidos fizeram parte da coligação que foi sempre, desde início - e deixemo-nos de hipocrisias - dominada pelo PS. O que se passou hoje na CMF com o anúncio das demissões e consequentes renúncias dos dois vereadores (?) fez com que este caso político tenha passado a um outro patamar, pelo que estes partidos pequenos das duas uma, ou subscrevem tudo o que se passou e continuam a ser "almofadinhas" do PS ou politicamente assumem a dignidade e a coerência de esclarecerem aos seus eleitores sobre o que pensam de tudo isto e o que vão fazer em função dos factos. É o mínimo que deles se pode esperar.

CMF: finalmente uma Câmara controlada a 100% pelo PS?

Vamos lá a por as coisas no seu devido lugar. Nas eleições de Setembro de 2013 a mudança elegeu 5 dos 11 membros do executivo camarário: Cafofo (indicado por Freitas e pelo PS), Gil Canha (dirigente e antigo vereador na CMF pelo PND), Filipa Jardim Fernandes ("independente" mas muito próxima do PS, embora de um sector que não apoia Vitor Freitas), Edgar Silva (próximo do PTP) e Idalina Perestrelo (independente mas considerada próxima do PS e casada com Helder Spinola, deputado do PND e irmão do líder do PS, ,embora esta informação seja apenas uma curiosidade, nada mais que isso).
Imaginando que Filipa J Fernandes e Edgar Silva renunciam imediatamente - não me parece plausível que Gil Canha o faça, mesmo que o PND o pressione a tal - quem entra para o executivo camarário? Domingos Rodrigues (6º) e Andreia Caetano (7º, atual adjunta de Cafofo, membro do PS e casada com o Presidente da Junta de Freguesia de São Martinho, do PS, embora esta informação seja apenas uma curiosidade, nada mais que isso). Se o professor da UMa recusar, como pode muito bem acontecer, segue-se Maurício Marques, empresário, antigo jornalista, ligado ao PS e sócio do deputado Carlos Pereira em várias empresas.
Ou seja, o domínio político do PS passa a ser efetivo e total no executivo da CMF.
Finalmente, a coligação e os acertos da lista de candidatos, assentou nos resultados das eleições autárquicas de 2009 que pouco ou nada têm a ver, em minha opinião, com a realidade eleitoral actual. Contudo em 2009, no caso do Funchal, o PS alcançou 13,5%, elegeu 1 vereador (!), contra 8,5% do PND (1 vereador), 4,4% do Bloco (sem vereadores) e 2,1% do MPT (sem vereadores). O PTP nem concorreu a estas eleições autárquicas de 2009.
Resta uma pergunta: os eleitores que livremente votaram na coligação Mudança, apesar destes acontecimentos, continuam a sentir que o seu voto não foi ignorado e atirado para o lixo?

quinta-feira, maio 08, 2014

Ainda sobre a crise política na CMF

- É ou não verdade que um elemento do PND eleito pela "Mudança" para a Assembleia Municipal requereu este mês - alegadamente depois de uma sugestão do próprio Cafofo! - a passagem a "independente" o que significa que a "Mudança" ficou com menos um mandato na referida Assembleia Municipal?
- É ou não verdade que os líderes dos partidos da "mudança" foram chamados de urgência à CMF no final da tarde para encontros com Cafofo? Garantem que Baltazar Aguiar (PND) por razões que não vêm ao caso, não facilitou qualquer conversa e abordagem mais séria susceptível de desbloquear o assunto;
- Do que é que se queixa afinal Cafofo quanto a Gil Canha? Da "guerrazinha" entre o vereador e um munícipe, que por acaso é funcionário da CMF, sobre um galinheiro? Tudo isto na última reunião camarária aberta ao povo...
- Será que a "mudança", depois da pouca-vergonha, com alegadas bebedeiras à mistura, ameaças de agressão, pancadarias adiadas para nova oportunidade, que marcou a passada sessão da Assembleia Municipal de 30 de Abril (e parece que foi mesmo ordinária, tal como constava da convocatória), resolveu penalizar o PND para tentar fazer uma "negociata" com o CDS?

terça-feira, setembro 14, 2010

CMF: PND tramado pelo PCP?

A primeira leitura desta notícia leva-me a concluir que o PND poderá ter sido tramado pelo PCP. Não sei, nem quero especular, sobre como uma notícia desta natureza chega rapidamente ao DN do Funchal e respectiva intencionalidade subjacente a tal facto. Mas que a ideia parece ser a de confrontar o PND com uma trapalhada, disso ninguém duvida. Contudo confesso que nada tenho a ver com o assunto, o que não me impede de registar os factos tal como eles hoje noticiados, especulando um, pouco à voltas deles. É que o vereador do PCP pelos vistos vai voltar ao assunto esta quinta-feira...

segunda-feira, janeiro 04, 2010

Não fosser o "salvador" Rui Caetano...

Não fosse o "salvador" Rui Caetano - naquela história da candidatura à Câmara do Funchal de 2009, com contornos e histórias ainda não contadas e que eu espero que o ainda líder socialista, de saída (embora saiba que não é esse o seu procedimento) ou alguém da liderança do PS local, um dia tenha a coragem de explicar aos militantes e ao eleitorado funchalense do PS, o que se terá passado para que candidaturas anunciadas fossem desmentidas no mesmo dia (outras recusadas num "complot" que pareceu devidamente orquestrado...) obrigando a que Rui Caetano tivesse sido a solução de recurso - e 2005 ainda continuaria na história do PS local devido à vergonhosa dimensão da derrota eleitoral. Eu só recordo factos para ver se certas mentes doentias e instáveis se acalmam. Lembram-se? A ambição é tal que chegaram a tentar vender, na blogosfera (não sei como se vendem estas tretas) que até foram convidados para secretários de estado! Bem mais grave do que eu pensava.

quarta-feira, novembro 04, 2009

Boa decisão

Fiquei a saber hoje pelo DN do Funchal que a Câmara do Funchal exigiu uma intervenção urgente no Edifício Infante. Fez muito bem. Domingo, passando na Avenida, tinha falado no estado deprimente e degradante de um prédio que chegou a ser um ex-libiris da cidade quando foi construído. Hoje é uma mancha na cidade, uma vergonha. Acho bem a decisão tomada. Mais. Acho bem que seja dado um tempo concreto para que a intervenção se faça.

segunda-feira, novembro 02, 2009

CMF sugeriu passeio público entre a Praia Formosa e Câmara de Lobos

A obra de construção do passeio público entre a Praia Formosa e Câmara de Lobos, em execução - e que gerou alguma polémica devido a um aterro construído para o efeito - foi proposta pela Câmara do Funchal à Sociedade Metropolitana de Desenvolvimento, da qual a edilidade funchalense é accionista. O Governo justifica a construção do acesso provisório à beira-mar que permita a realização das obras, "uma vez que pelas arribas o acesso é de todo impossível". Estes esclarecimento consta de um documento distribuído pelo próprio João Jardim que lamenta - depois de reafirmar o "carácter provisório" do referido acesso e as "elevadas preocupações ambientais do GRM e da SMD" - o "aproveitamento político que foi alavancado em torno deste assunto, na sequência de uma intervenção empolada pelo partido comunista". Estes esclarecimentos consta de um documento assinado por Jardim e enviado ao Presidente da CMF. Tudo por causa desta notícia.

quarta-feira, outubro 14, 2009

Gostei

Sinceramente gostei da entrevista de ontem à noite do Miguel Albuquerque, Presidente da CMF à RTP-Madeira. Um dos segredos destas "coisas" tem muito a forma com a postura dos entrevistados e com a calma com que as respostas são dadas. É meio caminho andado.

terça-feira, março 31, 2009

PS às "turras" com a CMF por causa de prédio no Amparo?

O PS do Funchal está a pressionar a Câmara do Funchal por causa do empreendimento “Quinta do Amparo” em fase de conclusão e com diversas fracções já vendidas. Localizado frente a um stand de carros da Renault no Caminho do Engenho Velho e é considerada uma construção de qualidade e com bons acabamentos. No entanto, parece que existem problemas, aliás constatáveis pela leitura de um extracto da acta da edilidade funchalense, (nº 6/09) e relativa à reunião de 12 de Fevereiro passado: "(...) - Francisco Castro, Promoções Imobiliárias, Lda. (procº 1063/09) – peças desenhadas (substituição) referentes ao projecto de alterações do edifício de habitação colectiva e comércio, situado no Caminho do Engenho Velho, freguesia de São Martinho: -Deferido, devendo impreterivelmente cumprir o índice de construção -1,70". O PS votou contra, tendo a vereadora Isabel Sena Lino justificado essa posição “fundamentalmente pela desonestidade do promotor da obra e pela forma como todo este processo tem decorrido. Sublinhou que desde o seu início, o projecto ultrapassava o índice de construção permitido, o que ainda continua a acontecer, mesmo depois da aprovação do Plano de Urbanização do Amparo”. O PCP, através do vereador Artur Andrade disse que apesar de votar favoravelmente deixava expresso o apoio à posição de Isabel Sena Lino. Desconhecemos qual será a evolução desta situação que começa a deixar desesperados os proprietários de fracções. Ao que me consta tudo poderá ter a ver com um piso adicionado ao edifício. Sempre gostava de saber se outros empreendimentos geraram tais protestos ou se a "coisa" funciona em função da cara do "freguês". O que me faz lembrar outras "guerras" e outros "amuos" tudo devido ao facto de não terem sido autorizados empreendimentos com uma volumetria significativa (consultem as actas camarárias, estão online...) e que renderiam milhões aos seus promotores. Perante a recusa, toca a fomentar e financiar a oposição ao "poder regional". Se os licenciamentos tivessem sido aprovados, lá estavam eles calados que nem ratos metidos nas tocas, a encher a pança...

terça-feira, março 03, 2009

Uma sugestão à Câmara do Funchal

Deixo uma sugestão à Câmara do Funchal embora desconheça como é processada a gestão do sector de recolha de lixo e corra o risco de poder estar a dizer alguma enormidade. Mas parece-me intolerável e absurdo que em plena hora de ponta do trânsito de acesso a escolas e à cidade, andem a circular pelas zonas de maior circulação automóvel os carros do lixo da CMF, parando diversas vezes ao longo de estradas de reduzida largura, obrigando o trânsito a parar, formando-se longas filas de espera e causando natural irritação nas pessoas que compreendem a importância e respeitando o trabalho dos funcionários camarários. Sendo a CMF a entidade que melhor conhece as características do trânsito citadino, nomeadamente as horas de ponta mais acentuadas, não seria possível que fossem inicialmente escolhidas zonas da cidade menos susceptíveis de causarem engarrafamentos?

sábado, janeiro 03, 2009

Tudo bem?

Ouvi ontem na RTP um excerto da entrevista concedida pelo Presidente da CMF à RDP e que será transmitida na próxima semana segundo creio. Não é novidade para ninguém que não existe relacionamento pessoal entre o Presidente da CMF, Miguel Albuquerque e o Vice-presidente do Governo Regional, João Cunha e Silva que ainda por cima detém a tutela sobre as autarquias na estrutura governativa. Já ouve no passado, sobretudo quando ambos estudavam em Lisboa. O que não me parece nada aceitável, salvo doutas opiniões, especialmente daqueles que querem alimentar esta polémica, é que se confunda a questão pessoal com os aspectos políticos. Estranhamente, naquilo que me pareceu ser numa deliberada tentativa – se não foi isso do que se tratou afinal? – por parte do responsável pela maior autarquia madeirense de desvalorizar a VP, não sei até que ponto a CMF consegue ter um relacionamento institucional como Pedro Ferreira, Presidente da Sociedade Metropolitana de Desenvolvimento (Funchal), quando pelos vistos não existe nenhum relacionamento institucional entre a edilidade funchalense e a Vice-Presidência do Governo Regional que tutela aquela Sociedade? Francamente há qualquer coisa que não bate certo. E mais. Gostaria de saber até que ponto esta situação não estará a minar o interior do PSD da Madeira e se inclusivamente, pelo impacto negativo que dela poderá resultar, o protagonismo de Alberto João Jardim no processo que conduzirá á sua saída (?) em 2011 não terá que ser outro sob pena do descalabro se aproximar.

sexta-feira, setembro 19, 2008

Há coisas que são intoleráveis

Eu não gosto de falar do que não sei em pormenor porque não li nem sou capaz de o ler durante o dia de hoje. Mas informaram-me por telefone que há uma notícia qualquer hoje publicada que, a ser verdade, assume uma gravidade de tal modo que alguma coisa tem que ser feita rapidamente, aliás nestes casos, há apenas uma única atitude a ser tomada. Estes abusos não podem continuar impunemente. Não podemos ter uma cidade a saque onde alguns fazem o que dela querem, e outros são proibidos, perseguidos, multados, embargados, deliberadamente prejudicados, etc. Como é possível que depois de várias tentativas fracassadas de compra de uma casa no Funchal, com argumento de que se tratava de uma casa classificada - e realmente parece-me que ela consta do registo patrimonial citadino - de repente nasça ali um prédio enorme, sem recuo, que esmagou por completo o alegado bem patrimonial classificado (?) que antes ninguém comprava porque nenhuma obra seria autorizada? Eu não sei, repito, se isto é verdade, até porque nem sei se a edilidade comentou o assunto. A ser verdade, então que sejam tomadas as atitudes que a gravidade dos factos exigem. Porque, no mínimo, tudo isto é estranho.